Política indigenista

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              O indígena e a República
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82):981.07 / G135i / 1989 · Unidad documental simple · 1989
              Parte de Bibliográfico

              Este livro estuda as condições históricas que permitiram a fundação do serviço de proteção aos índios e mostra como o desenvolvimento capitalista no Brasil, sobretudo no ultimo quartel do século XIX, acirrou a luta armada que envolvia a sociedade dominante e os grupos indígenas

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45(81) / A636 / 1981 · Unidad documental simple · 1981
              Parte de Bibliográfico

              Os artigos desta coletânea tratam de aspectos da questão indígena no Brasil e na América Latina. Escritos em diferentes épocas, procuram mostrar, de um modo ou de outro, a violência que sempre presidiu à relação do "civilizado" com o índio. Deixam ainda claro como o indigenismo oficial, por ação ou omissão, cuidou de abrir caminho para a implantação do capitalismo em detrimento dos interesses e necessidades indígenas

              Sin título
              Etnodicéia Uruéu-au-au
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Uru-éu-wau-wau / L583e / 1995 · Unidad documental simple · 1995
              Parte de Bibliográfico

              Escrito em tom de denúncia, o livro conta a envolvente história deste povo de língua tupi-guarani e mostra que a história recente dos povos indígenas de Rondônia só pode ser compreendida à luz do papel do Estado brasileiro e suas políticas para o desenvolvimento econômico da região. O autor percorre uma vasta quantidade de depoimentos e documentos, com destaque para os arquivos do SPI e da Funai, relatando uma dramática seqüência de agressões ensejadas pelas frentes de expansão extrativista

              Sin título
              O Xingu dos Villas Bôas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / X7 / 2002 · Unidad documental simple · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Esta obra é uma ediçao do material contido no site O Xingu dos Villas Boas, criado pelo Portal Estadão. No livro, está contada a saga dos irmãos que, em 1943, assumiram o comando da expedição Roncador-Xingu, desbravando de forma pacífica o Brasil Central e revelando ao país e ao mundo a face de povos indígenas até então desconhecidos. Para a realização do projeto, o sertanista Orlando Villas Boas juntou seus arquivos aos da Agência Estado, e garantiu a participação generosa de amigos e admiradores. O resultado foi a reunião de cerca de 300 imagens, muitas delas inéditas, depoimentos exclusivos e perfis de todas as tribos que habitam o Parque do Xingu e a afirmação de que o sonho dos irmãos - de preservar a cultura desses povos e o próprio ambiente na região - não foi em vão.; ;

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / P436 / 2008 · Unidad documental simple · 2008
              Parte de Bibliográfico

              Esta publicação tem por objetivo apresentar, comentar e discutir algumas leis que tratam da relação entre pessoas, comunidades e meio ambiente. Nossa intenção foi escrever um manual que pudesse responder às dúvidas mais freqüentes que surgem no dia-a-dia em relação à legislação que trata de áreas protegidas, sejam elas terras indígenas ou unidades de conservação. Por meio de perguntas e respostas buscamos reunir informações que possam ser úteis para aquelas pessoas que vivem nessas áreas ou em seu entorno

              Sin título
              Panará: a volta dos índios gigantes.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Panara / A767p / 1998 · Unidad documental simple · 1998
              Parte de Bibliográfico

              Os Panará, também conhecidos como Krenakore, foram oficialmente contatados em 1973, quando a estrada Cuiabá-Santarém estava em construção e cortava seu território tradicional na região do Rio Peixoto Azevedo. A violência do contato ocasionou morte de 2/3 de sua população, em razão de doenças e massacres. À beira do extermínio, em 1975 foram transferidos pela Funai para o Parque Indígena do Xingu. Depois de 20 anos exilados, os Panará reconquistaram o que ainda havia de preservado em seu antigo território, onde construíram uma nova aldeia. Além dessa vitória, alcançaram um feito inédito na história dos povos indígenas e do indigenismo brasileiro, quando em 2000 ganharam nos tribunais, contra a União e a Funai, uma ação indenizatória pelos danos materiais e morais causados pelo contato. Tal vitória, se não lhes apaga as tristes marcas de sua história, projetam-lhes para um futuro mais digno

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-504.05 / P436 / 2010 · Unidad documental simple · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A proposta geral da publicação é responder as dúvidas mais freqüentes que surgem no dia-a-dia em relação à legislação que trata de áreas protegidas, sejam elas terras indígenas ou unidades de conservação. Por meio de perguntas e respostas buscou-se reunir informações que possam ser úteis para aquelas pessoas que vivem nessas áreas ou em seu entorno

              Sin título
              Redes de relações nas Guianas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.61(81=1-82) / R314 / 2005 · Unidad documental simple · 2005
              Parte de Bibliográfico

              Se até o início dos anos 60 muito pouco se sabia sobre o mundo indígena nas Guianas, nos anos 70 e 80, com o avanço dos estudos etnográficos, a região se via predominantemente caracterizada pelo minimalismo de suas instituições e pela xenofobia de seus povos. A imagem que surgia era a de sociedades demograficamente pequenas, geograficamente isoladas e com uma organização social extremamente simples. Essas sociedades passavam a ser conhecidas como atomatizadas e fechadas, compostas de grupos locais auto-suficientes

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tukuna / O48n / 1988 · Unidad documental simple · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Os índios Ticuna, do Alto Solimões, Amazonas, formam o mais numeroso grupo indígena do país, com cerca de 18.000 membros. Neste livro, o autor examina a mudança social e o processo de dominação vividos pelos Ticunas, vistos também a partir da ótica dos próprios índios. Analisa, assim, como um grupo étnico com elementos vivos e atuantes de sua própria organização social e de sua cosmologia, se adapta, resiste e reinterpreta a ação do Estado. Trata-se de uma análise convencional na linha estruturalista enfocando uma tribo isolada e em condições de suposto equilíbrio, mas sim de um estudo sobre as relações entre um grupo indígena e o Estado brasileiro, representado pelo órgão oficial de assistência ( o SPI e depois a FUNAI ) que ilumina de maneira exemplar a questão indígena na Amazônia atual

              Sin título
              Textos indigenistas
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / N713t / 1983 · Unidad documental simple · 1983
              Parte de Bibliográfico

              Ainda que não tenham sido todos escritos para um mesmo tipo de leitor —uns são dirigidos a particulares, outros ao Serviço de Proteção aos Índios e ainda alguns talvez redigidos para fins de publicação — os textos, de um estilo vivo, espontâneo, cheio da energia de um homem empenhado na defesa das sociedades que estudava; Desses relatórios, aquele cuja leitura se faz, provavelmente, com mais interesse é o referente a "Os Índios Parintintin do rio Madeira", onde Nimuendajú narra as atividades da frente de atração do SPI, dirigida por ele, que, finalmente, entrou em contato amistoso com aqueles índios. Essa atração serviu de motivo ao romance O instinto supremo, de Ferreira de Castro. O famoso autor de A selva, que trabalhara na sua juventude num seringal do rio Madeira, e que partilhara, com os patrões, gerentes e seringueiros da região, do temor e talvez do ódio aos Parintintin, ao escrever aquele romance, prometido a Rondon, baseou-se, entre outras fontes, no relatório de Nimuendajú

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-TESE / L583E / 1988 · Unidad documental simple · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Estudo documental da situação do grupo indígena Urueuauau, acossado pelo cerco endocolonial em suas várias frentes e manifestaçOes, como política indigenista. Analisa a articulação da sociedade mojoritária com a minoria étnica

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-325.45 / P962 / 2009 · Unidad documental simple · 2009
              Parte de Bibliográfico

              O livro volta-se para as políticas e ações indigenistas, desenvolvimentistas e de proteção social elaboradas em âmbitos nacionais e internacionais e, dessa perspectiva, diversos temas relativos à saúde, educação, território, desenvolvimento e direitos são enfatizados. Considerando um constraste entre América Latina, representada por Brasil e México, e América Anglo-Saxã, representada pelos EUA, o livro proporciona uma perspectiva comparativa das oportunidades e dos obstáculos à promoção da igualdade em sociedades plurais e assumidamente democráticas

              Sin título
              Pacificando o branco
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-291.61(81=1-82) / P112 / 2002 · Unidad documental simple · 2002
              Parte de Bibliográfico
              Sin título
              Povos Indígenas no Brasil 2006-2010
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / P879 2006/2010 / 2011 · Unidad documental simple · 2011
              Parte de Bibliográfico

              A série iniciada em 1980 chega ao décimo-primeiro volume trazendo na capa o líder kayapó Raoni Metuktire, contundente em suas críticas contra a usina hidrelétrica de Belo Monte, na Volta Grande do Rio Xingu, no Pará. Desde os anos 1980, Raoni ergue sua voz contra o projeto que tornou-se obra símbolo do Programa de Aceleração do crescimento (PAC) no governo Lula e prossegue no governo Dilma Rousseff. Embora os Kayapó não sejam diretamente afetados pela barragem, a suspeita é que para garantir sua viabilidade econômica, outras usinas venham em seguida, alcançando então a área Kayapó. Esta edição de Povos Indígenas no Brasil 2006-2010 resume a situação indígena no período por meio 165 artigos assinados, 810 notícias extraídas e resumidas a partir de 175 fontes, 228 fotos e 33 mapas. Inclui pela primeira vez um caderno especial de 32 páginas com imagens de destaques. As informações estão organizadas em seis capítulos temáticos e 19 regionais, totalizando 778 páginas que dão uma visão geral sobre 235 povos indígenas que vivem no Brasil e falam cerca de 180 línguas. Destes, 49 habitam também o outro lado da fronteira, em países que fazem limite com o Brasil

              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / L318i / 1979 · Unidad documental simple · 1979
              Parte de Bibliográfico

              Este livro constitui documento de incontestável valor, não apenas para o conhecimento precípuo desses índios Tupi e Jê do médio Tocantins, mas também para a compreensão de uma das faces menos estudada da sociedade brasileira, a sua face vista pelo índio, particularmente pelo selvícola da Amazônia

              Sin título