Pintura corporal

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        Pintura corporal

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            Pintura corporal

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              388 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Xocó
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 010 · Item
              Parte de Arquivístico

              Documentário sobre a luta do povo Xocó do nordeste do Brasil, para recuperar sua terra. Retomando suas tradições para reforçar sua identidade étnica, tanto nas cerimônias religiosas denominada "Oricuri", como na defumação dos corpo, no preparo da "Jurema"

              NEWMANN, Renato
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12829 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12831 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12825 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12826 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12830 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12835 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12832 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12834 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12827 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12828 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Xamã Kadiwéu ao lado de criança
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12833 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              "Vicença, velha índia "Padre" dos índios Kadiwéu [a legenda do próprio Darcy identifica Vicença como deste grupo], que goza de grande prestígio não só entre os índios, como entre os neo-brasileiros da região. Está paramentada para a cerimônia religiosa e

              RIBEIRO, Darcy
              Viagem ao mundo indígena
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / G892v / 1997 · Item · 1997
              Parte de Bibliográfico

              Este primeiro volume da Coleção Pawana nos apresenta noites enluaradas, preparativos para a festa de um menino Ukewái que vai tornar-se rapaz, a atividade das mulheres Xikrin que se reúnem para pintar o corpo - um gesto de afeto que exige muita técnica. Há também a corrida de toras na aldeia Xavante, que inclui a busca da palmeira de Buriti e a importância que os índios atribuem ao conhecimento dos mais velhos. Há o rito de passagem da infância da menina para a puberdade e como os índios Kadiwéu comemoram o Dia do Índio. Desenhos de índios de várias tribos

              GRUPIONI, Luis Donisete Benzi
              Urihi a: a terra floresta Yanomami.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-633.88 / A333u / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              O livro traz uma visão geral sobre o conhecimento florístico dos Yanomami com base em dados coletados em diferentes partes de seu território e em diferentes períodos. Um texto do xamã e líder Yanomami Davi Kopenawa abre a publicação, que traz informações sobre diferentes aspectos da etnobotânica de seu povo. Em suas 207 páginas, o leitor terá acesso a informações sobre como as plantas da floresta são parte intrínseca da cultura Yanomami, sendo utilizadas na alimentação, na construção de casas e artefatos, na ornamentação corporal, para a cura e o xamanismo. A apresentação de dados científicos é somada a informações na língua nativa, em um cuidadoso trabalho de diálogo entre o conhecimento gerado pela ciência e o saber tradicional. A publicação faz parte de um conjunto de ações desenvolvidas entre os Yanomami pelo Programa Rio Negro, do ISA, e é leitura obrigatória para todos interessados nas relações entre povos indígenas e o meio ambiente

              ALBERT, Bruce
              The fate of the Amazon women
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 033 · Item
              Parte de Arquivístico

              Documentário acerca das mulheres indígenas que habitam a floresta amazônica e dos povos indígenas que habitam o Xingu

              PUTTKAMER, Jesco von
              Survival in the Amazon jungle
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 031 · Item
              Parte de Arquivístico

              Documentário japonês mostrando o cotidiano das tribos indígenas. Decupagem: Índios caminham pelo rio junto com uma expedição, índios doente dentro da casa, mapa do Brasil com as tribos que ficam perto de Rondônia, uma índia Suruí, índia toma banho de rio,

              TOYOTOMI, Yasushi
              Rituais e festas Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-CRVI004 · Item · 1917
              Parte de Arquivístico

              Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento

              REIS, Luiz Thomaz
              Pintura Corporal Ikpeng
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F2913 / 2005 · Item · 2005
              Parte de Bibliográfico
              Projeto de Formação de Professores Indígenas
              Pintura corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_002 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura Corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_028 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura Corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_025 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura Corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_027 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_001 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura Corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_030 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico

              Colar de miçanga com adornos feitos da casca de tucum recortada;

              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_003 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_004 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura Corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_026 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico

              Colar de miçanga com adornos feitos da casca de tucum recortada; Crianças com o rosto pintado.

              Marco Antonio Gonçalves
              Pintura Corporal
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4019-CUL-MYP_20230601_MAG_029 · Item · 2023
              Parte de Arquivístico
              Marco Antonio Gonçalves
              Pangajëi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--ART 002 · Item
              Parte de Arquivístico

              O povo Zoró se autodenomina Pangajëi, que significa: "Nós". A língua falada pertence ao tronco lingüistico Tupi e à família Mambé. Os grupos Gavião, Cinta Larga e Suruí compartilham de língua, cultura e bens materiais semelhantes. Milhares de anos de ocup

              CHATEAUBRIAND, Hely
              Os Caduveo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kadiwéu / B674c / 1945 · Item · 1945
              Parte de Bibliográfico
              BOGGIANI, Guido
              O urucu
              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F0934 / 1959 · Item · 1959
              Parte de Bibliográfico
              SANTOS, Eurico
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81) Wayana / V445b / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              O Belo é a Fera constitui uma etnografia da experiência estética dos índios Wayana que vivem na Amazónia oriental. As vias abertas pelos especialistas na transmissão dos conhecimentos wayana conduziram ao entendimento dos preceitos estéticos que se apoiam na forma, na cor e na ornamentação de pessoas e artefactos; Mas o acto criativo não se confina a esta intervenção, participando de todo o universo indígena pela intensa valorização dos elementos criados. Com ele formulam-se tanto os princípios de alteridade, com expressão nas “anacondas” ou nos “jaguares”, quanto os da estética, pois efectivamente, “o belo é a fera” que se torna mais bela quanto mais feroz

              VELTHEM, Lucia Hussak van
              No Rio Içana
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-CRVI005 · Item · 1928
              Parte de Arquivístico

              A primeira parte do documentário mostra o trabalho artesanal, as danças e a festa dos índios que vivem às margens do Rio Içana. Resumo das cenas: legenda "No Rio Içana - affluente do Rio Negro - Fronteira da Colômbia - Photo José Louro"/ legenda "A indústria da piassava é muito explorada na região. Constitui a sua maior riqueza em conseqüência da desvalorização da goma elástica"/ homem na floresta/ legenda "Extrahindo as fibras"/ homens extraindo fibras/ legenda "Embarque"/ o transporte das fibras/ legenda "Visita à maloca de tunui"/ índias crianças carregando coisas/ barco chegando/ índia com filho no colo/ índios jovens/ adultos e crianças reunidos/ legenda "Visita à grande maloca cururú-poço dos Siuci - Tapuia no Rio Aiari, afluente do Içana. Dois rapazes tocam japurutú, que é uma flauta de dois metros de comprimento, feita de jupati, palmeira"/ índios tocando o instrumento/ legenda "Em Iutica, importante povoado dos índios Uanana"/ mapa localizando o Rio Negro, no Brasil e Iutica, próximo à Colômbia/ legenda "As moças e as meninas ocupam-se em amassar barro para o revestimento da casa do tuchaua, capm. Felicio..."/ índias amassando barro/ legenda "... e fazem disso interessante divertimento"/ índios meninos e meninas brincando de jogar bolas de barro uns nos outros/ legenda "Ralando mandioca"/ índias ralando mandioca/ legenda "Curumis brincando..."/ índios crianças brincando no rio/ esses meninos comendo, sentados numa pedra/ legenda "Tirando casca de tururi..."/ índios adultos e crianças tirando casca de tururi/ legenda "... e, depois de raspada, vae ser batida para desprender a entrecasca com a qual são confeccionadas as máscaras"/ índios trabalhando/ legenda "Preparando para isso tocos especiais, operação que demora 3 a 4 horas"/ índios batendo nos tururis descascados, com os tocos especiais/ legenda "Desprendendo inteiramente em lâminas..."/ tururis são desprendidos/ outros índios continuam batendo com os tocos/ legenda "... e, em seguida, são lavadas no rio, tornando-se, assim, macias"/ índios carregando tururis/ índios chegando ao rio/ índios lavando tururis na água do rio/ legenda "continua". Rolo 2/ legenda "Depois de secas, prontas para receberem a pintura"/ índios pintando/ legenda "Extração do urucum para pintura"/ índios extraindo urucum/ índios pintando/ índio mostrando uma confecção pronta/ legenda "Da madeira matamátá extrae-se a casca com que se confecciona as saias, em forma de franjas"/ índios confeccionando saias/ legenda "A máscara depois de pronta"/ máscaras prontas/ índios retocando as confecções/ índios vestidos com as máscaras/ legenda "A do chefe da tribo"/ o chefe trajado com sua confecção especial/ legenda "Em iutica reunem-se 200 índios da redondeza para os festejos. Os índios de matapi e taracuá-cachoeiras vêm tomar parte nas festas"/ índias adultas e crianças/ legenda "Com os macacos e caititús"/ índio com os animais/ legenda "Transporte do cachiri."/ legenda "O caxiri é uma bebida feita de mandioca fermentada de que os índios fazem grande uso, principalmente por ocasião de seus festejos"/ índios transportando a bebida para dentro de uma maloca/ legenda "Os índios mascarados chegam à maloca para o início dos festejos"/ índios mascarados dançam em frente à maloca, assistidos por outros/ após a dança, os índios mascarados entram na maloca/ legenda "Servindo o cachiri"/ índios bebem o cachiri./ legenda "Pilando o capi uma espécie de ópio que eles tomam durante as festas"/ índio adulto pilando o capi com o filho/ legenda "Estas danças são geralmente no interior das malocas, mas a nosso pedido foram executadas no terraço"/ índios dançando em casais/ legenda "As mulheres pintam seus maridos com a caracrterística tinta de urucum"/ índia pintando o marido/ legenda "Dança predileta dos índios. Tocam flautas de Pan, compostas de carriços de bambú que depois de unidos emitema escala chromatica musical"/ legenda "O cavalheiro ao mesmo tempo que toca, dança arrastando a sua dama. É curioso que a dama é quem escolhe o seu par"/ índios tocando instrumentos e dançando com seus respectivos pares/ outros índios assistem/ legenda "Tipo de índio uanana"/ índios uananas/ legenda "Depois das festas o síndios tiram as máscaras e enfeitam-se com penas de garça para começar a outra festa de cangatara"/ índios enfeitando-se com as penas/ legenda "A dança de acangatara"/ índios sentados no lado de fora da maloca, assistindo/ índios enfeitados e preparados para a dança/ índios adultos e crianças começam a dança/ índios entram na maloca/ legenda "O capitão Felicio e seu tio ex-tuchaua"/ legenda "Todos estes utensílios indígenas foram colecionados pela inspeção e acham-se no nosso museu na seção ethnográphica"/ legenda "fim"

              LOURO, José
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Guarani / M986 / 2003 · Item · 2003
              Parte de Bibliográfico

              A vida dos índios Guarani, seus mitos, costumes e visão de mundo estão reunidos em “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis”, traz textos de cientistas e de indígenas que atuam como educadores nas quatro aldeias da etnia na região da Costa Verde, interior do Rio de Janeiro; Segundo Dinah Guimaraens, o livro é resultado de uma pesquisa nas áreas de Antropologia Cultural e História da Arte realizada pelo Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) e pelo Solar Grandjean de Montigny, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) “Museu de Arte e Origens – Mapa das culturas vivas guaranis” reúne textos de pesquisadores como Lucieni Simão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), e de Werá Dkekupé, Tobi Itaúna e Doethyró Tukano, que fazem parte de um grupo de oito indígenas que desde 1999 recebem bolsas da FAPERJ para atuarem como educadores bilingüe (Português/Guarani) e de cultura indígena para as crianças nas aldeias Guarani; “No passado, os antropólogos interpretavam a cultura indígena. Agora, os próprios integrantes é que falam pela etnia”, explica Dinah Guimarães. Segundo ela, o conceito de culturas vivas, presente no livro e no projeto do Museu de Arte e Origens, foi criado pelo pesquisador Mário Pedrosa, um crítico de arte socialista, que morreu no início da década de 1980; A língua Guarani, tornou-se um elemento de referência para outras etnias indígenas, que foram perdendo suas características ao longo do tempo. De acordo com a pesquisadora, o Brasil tem hoje cerca de 350 mil índios. Destes, 50 mil pertencem a diferentes aldeias Guarani, a maioria delas localizada nos estados do Sul e em Mato Grosso. O Rio de Janeiro reúne cerca de 600 guaranis, que vivem em quatro aldeias: Bracuí, próximo a Angra dos Reis; Paraty Mirim e Terra Indígena Rio Pequeno, nas imediações de Parati; e Araponga, próximo a Patrimônio; O Museu Nacional de Belas Artes abriga, em uma de suas galerias, o acervo do Museu de Arte e Origens com peças representativas das culturas indígena, africana e popular, além de imagens do inconsciente, arte moderna e contemporânea. Existe um projeto para a construção de uma sede própria para o Museu de Arte e Origens, em Parati

              GUIMARÃES, Dinah (org)
              Médico ao lado de índio Karajá
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-EM-SPI10696 · Item · 1945
              Parte de Arquivístico

              O médico-botânico da equipe geográfica, Othon Machado, posando para foto ao lado do índio Karajá Uataú, com pintura corporal

              BENTO, Amaury Correa
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tapirape / W133La / 1988 · Item · 1988
              Parte de Bibliográfico

              Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca

              Wagley, Charles
              Kusiwa: pintura corporal e arte gráfica
              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-CA-7.031.3(81):391.91Wayampi / G173k / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Para as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo

              GALLOIS, Dominique Tilkin
              Kusiwa: pintura corporal e arte gráfica.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-7.031.3(81):391.91Wayampi / G173k / 2002 · Item · 2002
              Parte de Bibliográfico

              Para as pinturas corporais, os Wajãpi utilizam sementes de urucum, gordura de macaco, suco de jenipapo verde e resinas perfumadas. Desenham peixes, cobras, pássaros, borboletas e também objetos como, por exemplo, a lima de ferro. As pinturas aplicadas no corpo não são tatuagens nem decalques, nem são marcas étnicas ou símbolos rituais. É sua tradição decorar corpos e objetos por prazer estético e desafio criativo

              GALLOIS, Dominique Tilkin
              Królestwo Mavutsinima
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 009 · Item · 1979
              Parte de Arquivístico

              Filme documentário de uma expedição que se dirige a uma aldeia Kamayurá localizada no Xingu, mostrando cenas do cerimonial feminino conhecido como "Yamaricuma" e outro chamado "Huka-Huka"

              ADAMSKI, Zygmunt
              Kene
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-37(=081:81) / C733k / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico
              Comissão Pró-Índio do Acre
              Katsa Baba
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--ART 001 · Item
              Parte de Arquivístico

              História da recriação do povo Rikbaktsa

              FIORINI, Marcelo
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico

              Excelente coletânea com 18 estudos originais sobre diversos aspectos das expedições para o alto Xingu, comandadas por von den Steinen em 1884 e 1887. Um belo trabalho editorial, o livro é amplamente ilustrado com imagens atuais e da época das expedições, trazendo ainda uma reprodução em tamanho original do mapa da expedição de 1887, publicada em Berlim em 1893

              COELHO, Vera Penteado
              Karl von den Steinen
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(817=1-82) / K18 / 1993 · Item · 1993
              Parte de Bibliográfico
              COELHO, Vera Penteado
              Kamayura, Waura, Txkahamais
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 026 · Item · 1972
              Parte de Arquivístico

              Documentário provavelmente japonês mostrando o cotidiano dos povos indígenas Kamayurá, Txukahamãe e Waurá. É mostrado o ritual do Kuarup dos índios do Xingu

              Jun'ichi Ushiyama
              Kaiapós
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 025 · Item · 1952
              Parte de Arquivístico

              Registro realizado pelo cineasta finlandês Paul Lambert sobre o cotidiano dos índios Kayapó. É mostrado o mito indígena Bep-Kororoti, que significa guerreiro do espaço e é o herói civilizador que ajudou a criar as primeiras aldeias. Segundo João Américo P

              Lambert, Paul
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Kadiweu / R484k / 1980 · Item · 1980
              Parte de Bibliográfico

              Reúno, neste livro, três estudos resultantes de uma pesquisa de campo realizada há trinta anos junto aos índios Kadiwéu. Desde então, terão mudado como mudaram entre minha visita e a estadia de Claude Lévy-Strauss, uma década antes. Entretanto, quem visitar hoje suas aldeias encontrará, certamente, muito do que aqui se descreve sobre sua mitologia, sua religião e sua arte. É certo que algumas crenças, instituições e costumes pareceram degradados se não forem vistos como uma tradição atuante que sobrevive justamente porque se altera. Mas serão, também, deteriorações, porque esta tradição não se transforma conduzida por impulsos internos e preservados sua autenticidade, mas sob a pressão das terríveis compulsões que exerce sobre os Kadiwéu a expansão a sociedade nacional

              RIBEIRO, Darcy (1922-1997)
              Jovem Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA2566 · Item · 1951
              Parte de Arquivístico

              Legenda da foto: "Adolescente Urubu com pintura corporal"

              Jovem Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA2572 · Item · 1951
              Parte de Arquivístico

              Legenda da foto: "Adolescente Urubu com adorno, pintura corporal e facial"

              Jovem Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA2572A · Item · 1951
              Parte de Arquivístico

              Legenda da foto: "Adolescente Urubu com adorno, pintura corporal e facial"; Descrição da foto: Jovem Urubu com colar, pintura corporal e facial registrado pelo fotógrafo da expedição chamado Heinz Forthmann

              Heinz, Forthmann
              Jovem Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA2568 · Item · 1951
              Parte de Arquivístico

              Legenda da foto: "Adolescente Urubu com pintura corporal"

              Jovem Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA2571 · Item · 1951
              Parte de Arquivístico

              Legenda da foto: "Adolescente Urubu com adorno, pintura corporal e facial"

              Jovem Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA2567 · Item · 1951
              Parte de Arquivístico

              Legenda da foto: "Adolescente Urubu com pintura corporal"

              Jovem índio Kadiwéu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DK-SPI01368 · Item · 1942
              Parte de Arquivístico

              Jovem índio Kadiwéu participando das danças, com o rosto e braços pintados, colares de sementes e ornamentos de prata batida, muito usual entre os índios

              SCHULTZ, Harald
              Jovem índio Kadiwéu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DK-SPI01367 · Item · 1942
              Parte de Arquivístico

              Jovem índio Kadiwéu participando das danças, com o rosto e braços pintados, colares de sementes e ornamentos de prata batida, muito usual entre os índios

              SCHULTZ, Harald
              Jovem ajudante
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12840 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              Jovem ajudante da padre Vicença

              RIBEIRO, Darcy
              Jovem ajudante
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12841 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              Jovem ajudante da padre Vicença

              RIBEIRO, Darcy
              Jovem ajudante
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFL-SPI12839 · Item · 1948
              Parte de Arquivístico

              Jovem ajudante da padre Vicença

              RIBEIRO, Darcy
              [Índios Xavánte]
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 022 · Item
              Parte de Arquivístico

              Imagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um

              CHAPELLE, Richard
              Índios Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA1707 · Item · 1951
              Parte de Arquivístico

              Legenda da foto: "Homem e adolescente Urubu do Vale do Pindaré, com pintura corporal e colar"

              Índios Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RR-IR2-091_700 · Item · 1940
              Parte de Arquivístico

              Informação do relatório: Fotos da I.R.2; Legenda da foto: "Indios "Urubu"."; Descrição da foto: Índios Urubu com pintura corporal

              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--MIVI 023 · Item
              Parte de Arquivístico

              Índios Terena do Grupo TÊ no Museu do Índio, apresentam uma dança que é inspirada na avestruz do Pantanal. É uma dança milenar da Nação Terena de Mato Grosso do Sul. Esta ave se cria em campinas e anda pelos sertões a dentro, tem pernas e pescoço muito co

              Índios pintados para festa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-ECC-SPI07898 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              Índios Kuikuru com os corpos pintados para a festa

              FOERTHMANN, Heinz
              Índios pintados para festa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-ECC-SPI07900 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              Índios Kuikuru com os corpos pintados para a festa

              FOERTHMANN, Heinz
              Índios pintados para festa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-ECC-SPI07901 · Item · 1944
              Parte de Arquivístico

              Índios Kuikuru com os corpos pintados para a festa

              FOERTHMANN, Heinz