Pará
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Ao discorrer sobre o período áureo da riqueza da borracha (1880-1910) e a decorrente euforia social e cultural que tomou conta dos estados do Pará e do Amazonas, a autora mostra como as elites amazônicas se inseriram na dinâmica do mercado mundial e como viveram uma belle époque em pleno coração da selva
Sem título. Este trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade; Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO; Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial; Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial; Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais
Sem títuloImportante trabalho de pesquisa e sistematização de informações sobre a Província do Pará nos anos 30 do século XIX. Constitui uma verdadeira enciclopédia, feita inclusive com pesquisa de campo, e nos arquivos das paróquias, cartórios e Câmaras Municipais. Encontram-se nessa obra dados demográficos, sobre economia, finanças públicas, e descrição sobre a administração pública e judiciária da Província. Além de informações sobre a flora e a fauna, e os diferentes ecossistemas da região. Valioso estudo histórico e geográfico, que agora foi reeditado pelo Senado Federal a partir de um único exemplar datilografado existente na biblioteca da Primeira Comissão Demarcatória de Limites
Sem títuloAdvogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
Sem títuloCompreende a relação dos Asurini com o mundo sobrenatural. Analisa dois temas centrais: o xamanismo e a relação entre os gêneros
Sem títuloEste livro revela algumas dimensões do patrimônio oral e artístico dos povos Wayana e Aparai. Estes dois povos, que vivem de diversas aldeias ao longo do rio Paru d'Este, Estado do Pará, são detentores de um rico sistema gráfico. Esse sistema vem sendo repassado e recriado ao longo de gerações e é apresentado neste livro através de narrativas míticas que explicam o surgimento desta arte e sua expressão e aplicação a diversos suportes, do corpo aos objetos
Sem títuloEste trabalho visa promover o reconhecimento dos povos indígenas como detentores de expressões culturais particulares, permanentemente recriadas, e leva em consideração as profundas transformações que vêm afetando os contextos de produção e de transmissão de saberes tradicionais, na atualidade. Na primeira parte, procuramos explicar como surgiu a atual política de preservação da UNESCO. Na segunda parte, ilustramos alguns âmbitos do patrimônio cultural imaterial. Na terceira parte, apresentamos uma breve discussão em torno de medidas adequadas para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Na última parte, indicamos fontes de informação, para saber mais a respeito dos instrumentos e programas desenvolvidos no contexto das políticas nacionais e internacionais.
Sem títuloApresenta os resultados das pesquisas realizadas na Estação Científica Ferreira Penna, na Floresta Nacional da Caxiuanã, uma base de pesquisa do Museu Goeldi. Reune 30 trabalhos referentes as populações, ambiente físico, interação entre a flora e os microorganismos da floresta
Sem títuloAlcides Dessalines D ́Orbigny (1802-1875), naturalista francês, veio ao nosso país depois de Saint-Hilaire. Este é um dado importante a considerar no desdobramento e avaliação de sua obra. Conhecendo o trabalho daquele, não foi dele, contudo, um caudatário. Há muitos pontos de contato entre uma obra e outra, mas D ́Orbigny soube ver com seus próprios olhos e fixar o visto em páginas de grande valor que acrescentam as observações do ilustre naturalista, seu antecessor. Comissionado pelo Museu de História Natural de Paris, a fim de estudar o continente americano em geral, especialmente o elemento aborígene sul-americano, partiu da França em 1826, contando apenas vinte e quatro anos de idade. Foi esta viagem que lhe supriu de material de primeira ordem, para compor respeitável acervo de informações, observações agudas e transformar esse cabedal numa obra que o credenciaria como um grande estudioso. D ́Orbigny é considerado, pela especialização de seus estudos, um dos fundadores da paleontologia estratigráfica, com tanto afinco se dedicou ao exame dos nossos fósseis, dos exemplares recolhidos na América do Sul. O presente volume contém exclusivamente a parte de sua excursão pelo Brasil e nos seus onze capítulos acham-se descritas as mais exatas observações sobre a nossa geografia, fauna e flora, sobressaindo-se os dados etnográficos, até hoje considerados fundamentais pelos especialistas
Sem títuloExemplo emblemático da nova história indígena, este livro identifica a postura de atores indígenas frente à expansão colonial na região do rio Branco, unindo uma sensibilidade etnográfica a uma cuidadosa pesquisa documental. Demonstra que os índios não apenas foram usados pelas potências européias que disputavam esta região de fronteira, como também usaram esta situação para consolidar uma certa autonomia
Sem títuloDocumentário sobre a Sociedade Indígena Kayapó
A terra Indígena Munduruku, localizada no Estado do Pará, possui uma área de 2.340.360 hectares e é o território tradicional da etnia do mesmo nome cuja a população atual é de aproximadamente oito mil pessoas distribuídas em 74 aldeias. A demarcação foi c
Compreende a relação dos Asurini com o mundo sobrenatural. Analisa dois temas centrais: o xamanismo e a relação entre os gêneros
Sem títuloRelata um breve momento da vida dos índios GaviOes do sul do Pará e suas tentativas de resistências à aculturação imposta pelas sociedades civilizada brasileira
Sem títuloEste livro revela algumas dimensões do patrimônio oral e artístico dos povos Wayana e Aparai. Estes dois povos, que vivem de diversas aldeias ao longo do rio Paru d'Este, Estado do Pará, são detentores de um rico sistema gráfico. Esse sistema vem sendo repassado e recriado ao longo de gerações e é apresentado neste livro através de narrativas míticas que explicam o surgimento desta arte e sua expressão e aplicação a diversos suportes, do corpo aos objetos
Sem títuloTrata-se da leitura de uma lei colonial, o Diretório dos Índios, que vigorou entre 1757 e 1798, a fim de instruir o comportamento do colonizador em relação às populações indígenas envolvidas nos empreendimentos de definição da fronteira norte do Brasil e seu povoamento
Sem títuloIconografia e simbologia dos índios Wayana (Norte do Pará). Trabalho antropológico sobre normas, comportamentos sociais e procedimentos estéticos dos Wayana
Sem títuloAvogada responsável pela condução do caso: Juliana Santilli
Sem títuloAdvogado responsável pela condução do caso: Sérgio Leitão
Sem títuloEste livro apresenta um perfil dos povos indígenas que vivem no Amapá e norte do Pará, em uma parte da Amazônia brasileira que permanece ainda muito pouco conhecida. O intuito é trazer dados sobre as redes históricas de que se originam estes povos, informações sobre sua situação sócio-política atual, bem como sobre seus modos de vida e cosmologias
Sem títuloTraça a leitura analítica de uma lei colonial, o "Diretório dos Índios", que vigorou entre 1757-1798. Discute questOes relativas à transposição da cultura européia ocidental ao tempo da colonização e sua absorção pelo índio brasileiro
Sem título