Palikur
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Material sobre as atividades do manejo do tracajá pelos Povos Indígenas do Oiapoque
No extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduosO intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzNo extremo norte do país, no Estado do Amapá, moram os povos Karipuna, Galibi Kali'na, Galibi Marworno e Palikur. Somam uma população de cinco mil indivíduos; O intercâmbio histórico entre índios e não índios no baixo Oiapoque fez com que os quatro povos indígenas atuais da região desenvolvessem características comuns a partir de uma mesma tradição cultural. O intenso contato não apagou as especificidades de cada grupo, que mantém uma identidade própria, historicamente construída, e configurações sociais, políticas e religiosas específicas. Neste livro apresenta-se os processos de fabricação e ornamentação de artefatos produzidos por estes povos, os símbolos que lhe são atribuidos, os contextos de uso e suas dimensões cósmicas: as transformações e interpretações a que são constantemente submetidos
VIDAL, Lux BoelitzInformação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: P.I.N Uaçá - Grupo de indias Pariukur, á margem do rio. Novembro de 1949; Descrição da foto: Mulheres e crianças Palikur em margem do rio
Léxico do povo indígena Palikur
CAMARGO, ElianeLivro contendo relatos dos efeitos COVID-19 entre os povos indígenas Apalaí, Galibi, Galibi Marworno, Karipuna, Palikur, Tiriyó, Kaxuyana e Wayampi
Barros, Elissandra (Organização)"Batismo de Fogo deve ser saudado como uma das raras monografias antropológicas - e certamente uma das primeiras realizadas na Amazônia indígena - que decide encarar de frente o tema cristianização de um grupo nativo, e sobretudo por fazê-lo com acuidade etnográfica e perspicácia analítica. O privilégio do ponto de vista indígena não exclui de modo algum a perspectiva missionária, e é a partir desse diálogo que o livro nos permite compreender que os Palikur viram no pentecostalismo potencialidades diversas e complexas, desde a sua adequação como ferramenta na constituição de uma nova identidade no cenário regional majoritariamente católico, até a possibilidade de extensão a toda e qualquer pessoa da capacidade xamânica de contato direto com o mundo espiritual, por meio do batismo com o Espírito Santo."
Capiberibe, ArtionkaFolder sobre os Encontros Transfronteiriços entre os povos indígenas do Planalto das Guianas e da exposição resultado dos projetos "Construindo uma rede de experiências indígenas e de projetos sustentáveis para o futuro, no Planalto das Guianas" e "Consolidando uma rede de experiências de gestão territorial integrada para o desenvolvimento sustentável no Planalto das Guianas", desenvolvidos pelo Iepé - Instituto de Pesquisas e Formação Indígena
A publicação é o resultado de um processo de aprendizagem de pesquisa e registro de informações desenvolvido pelos índios funcionários do Museu Kuahí junto aos artesãos de suas comunidades indígenas. Essa pesquisa tem como tema as matérias-primas utilizadas pelos povos indígenas do Oiapoque para fazer os seus objetos
Castro, Esther de (organizadora)