Oficina de Cerâmica

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              201 Description archivistique résultats pour Oficina de Cerâmica

              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02ZA · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson aguarda as cinzas secarem ao fogo, enquanto Tumã trata a argila para poder iniciar a moldagem. Ao lado, uma matxó, senhora mais velha, e crianças acompanham a atividade, que é feminina e coletiva.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã inicia o trabalho de feitura de sua peça, modelando uma esfera na qual esculpe um buraco no meio. No barro antes disforme, as formas vão surgindo.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã amacia e tempera com pó de cinzas e água um pedaço de sua argila, que usará para confeccionar peças para o Museu do Índio/RJ.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03T · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã modela uma máscara de mariwin.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03W · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Processo de se adicionar mais uma camada de argila à estrutura da peça, feito pelas mãos de Tumã. A artesã modela um cilindro com movimentos feitos pelas palmas das mãos e o adiciona ao corpo do pote. Une a parte com o todo usando a ponta dos dedos, umedecendo de vez em quando a massa, para que essa não se quebre ou rache.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03ZD · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Após colocar mais uma camada de argila em sua peça, Tumã faz a união da parte com o todo, umedecendo e alisando a massa com a concha tsanut e também com a ponta do dedo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_01 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã separa três das peças que produziu para queimar: a máscara de mariwin, o masën, instrumento musical, e um pote.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_03 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu pote usando a concha tsanut. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_20 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_21 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe dos instrumentos que Tumã utiliza para algumas etapas do processo de confecção de suas cerâmicas. A mulher explicou que a sua coleção de conchas tsanut, que possui exemplares dos mais variados tamanhos, serve para produzir, por sua vez, os mais diferentes tipos de peças. Ao lado, a faca nawa, não indígena, chamada duë na língua matis. À frente, um de seus potes, já pronto.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_29 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_33 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe das peças de cerâmica passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. À frente, um masën já pronto, com sua haste de taboca característica.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_38 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. As peças são colocadas no interior da fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_44 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_47 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_52 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_53 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01C · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Em destaque, Shawa, a mais nova participante dessa oficina.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Shawa, a participante mais jovem, junta-se a Tumã, a mais velha, para aprender mais sobre esse prática.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tumã, considerada pelas suas companheiras uma mestra artesã na arte da cerâmica matis.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Bësson (saia azul florida), ao lado de Tëkpa, essa que é uma das participantes mais novas e por isso, se compromete a mergulhar até o fundo da água, para coletar argila da melhor qualidade possível.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01H · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tëkpa, uma das participantes mais novas da oficina, compromete-se a mergulhar até o fundo da água, para coletar argila da melhor qualidade possível.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01Q · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De trás para frente: Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seus filhos, e Tumã (saia rosa).

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã esquenta cinzas que molharam com a chuva da noite anterior, de forma a secá-las para poder temperar sua argila. Ao lado, Tëkpa e um de seus filhos.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã passa as cinzas pelo sekte, peneira, para assim transformá-las em um pó fino que irá utilizar para temperar a argila. As impurezas vão sendo colocadas em folhas que serão depois descartadas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã em um momento de descontração, já que as mulheres aproveitam essa atividade coletiva para colocar a conversa em dia e falar sobre suas vidas.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Enquanto as mulheres temperam e modelam suas peças, as cinzas mëi que molharam por causa da chuva da noite anterior são aos poucos secadas ao calor da fogueira.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã põe sua peça, ainda em confecção, para descansar. Essa é uma cuia para se tomar caiçuma, bebida que pode ser feita de mandioca, pupunha, entre outros vegetais. As peças já concluídas secam por cerca de um dia e meio, antes de serem levadas ao fogo para queimar.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03O · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã corrige as paredes de sua peça, já em fase de conclusão. É possível observar o grande comprimento de seu kuiot, adorno facial perfurado abaixo do lábio inferior, que cresce em tamanho com a idade, e materializa a maturidade e feminilidade de uma mulher.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03P · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Após colocar mais uma camada de argila na parte superior da estrutura de sua peça, Tumã faz a união da parte com o todo, utilizando a ponta de seu dedo.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01L · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01N · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã é seguida pelas outras participantes, Enawat, Shawa e Tëkpa. Além dessas, participaram também a outra Tumã e Bësson. As mulheres iniciam a trilha na mata, em busca de um igarapé com barro de qualidade.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01Q · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Da direita para a esquerda, Bësson, Tëkpa e Tumã extraem o barro do fundo do igarapé, enquanto Tumã (saia rosa) é a responsável por ir juntando, fora d´água, todos os pedaços que as mulheres vão coletando. Batsi (blusa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realizam o registro audiovisual do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01R · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Binin, um dos filhos de Enawat, observou todo o evento. As crianças de até certa idade costumam acompanhar as mães em suas atividades diárias.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01Y · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã passa para Tumã (saia rosa) um pedaço de argila que extraiu do fundo das margens do igarapé, que essa vai juntando com os outros, fora d´água. Enquanto isso, Shawa extrai mais argila do fundo da água e Enawat observa as mulheres, com seu bebê no colo.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZG · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa, a participante mais nova, segura o monte de argila que conseguiu extrair, apoiado em folhas que servem para proteger a matéria-prima durante o transporte para a aldeia.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZK · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa coleta uma folha para fazer um cesto, que as mulheres utilizarão para o transporte da argila extraída para a aldeia. Enquanto isso, Tumã (saia estampada) e Tëkpa limpam-se nas águas do igarapé, após concluírem a extração do barro.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZL · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, termina o cesto de folha que fora iniciado pela jovem Shawa, onde será transportada a argila extraída pelas mulheres.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZM · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, termina o cesto de folha que fora iniciado pela jovem Shawa, onde será transportada a argila extraída pelas mulheres. Enquanto isso, Batsi registra de perto a técnica de feitura desse tipo de cesto, que além de servir para o transporte da matéria-prima, também é usado para guardá-la dentro das casas das mulheres, que vão utilizando a argila aos poucos.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZO · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa cobre seu monte de argila com folhas, que servem para a proteção da matéria-prima durante o seu transporte para a aldeia.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZP · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã retira um pedaço da casca de uma árvore, que usará para fazer a alça do cesto que serve para o transporte da argila para a aldeia. Enquanto isso, Enawat, seus dois filhos e Bësson (saia azul florida) preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZR · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã retira um pedaço da casca de uma árvore, produzindo uma alça para o cesto utilizado no transporte da argila. Enquanto isso, as outras mulheres preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZW · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Damë Bëtxum, o “jornalista” de sua aldeia, responsável pela filmagem dos eventos que ocorrem na mesma, leva de volta a sua câmera e seu tripé, após a documentação da atividade de extração da argila.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02L · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã aviva o fogo com um xukate, abano trançado, enquanto Tëkpa mexe as cinzas que estão secando na panela, umedecidas por uma chuva da noite anterior.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02M · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã mexe as cinzas que estão secando na panela ao fogo, umedecidas por uma chuva da noite anterior. Tëkpa e o menino Binin a observam.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02N · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã mexe as cinzas que estão secando na panela ao fogo, umedecidas por uma chuva da noite anterior.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02S · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã tempera a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_26 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Após o acabamento do seu masën, a mulher coloca-o na fogueira pequena para passar pelo processo de pré-queima. Ela explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_27 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina. Enquanto isso, a máscara de mariwin e o masën passam pelo processo de pré-queima. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_35 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_36 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_40 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_41 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira também com folhas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_42 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_45 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_48 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Em destaque, Tumã (saia rosa).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tëkpa conseguiu juntar grande quantidade de argila, que já começa a amaciar logo após a extração.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_01N · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De trás para frente: Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seu bebê Binin. Além dessas, Shawa e Tumã completam o grupo de participantes da oficina.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestra artesã na arte da cerâmica, tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_02L · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestre artesã na arte da cerâmica, tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar, amassando-a para ficar na consistência certa para ser, então, modelada. Tumã (saia rosa) também pega um pedaço de argila para temperar e amaciar.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alisa e molda as paredes internas de sua peça com uma concha que as mulheres matis utilizam propriamente para isso e que se chama tsanut.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150429_03N · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã termina de temperar outro pedaço de sua argila com as cinzas mëi que secaram ao fogo, antes umedecidas pela chuva da noite anterior.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01A · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco com uma tonkete, semente negra arredonda específica para isso, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir sua máscara de mariwin já seca, de forma que a sua superfície fique mais lisa e homogênea possível.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01G · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_DBM_FOT_20150502_01M · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01B · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres iniciam a trilha na mata em busca do barro, mas o primeiro alagadiço que encontram não possui um barro de boa qualidade. Da esquerda para a direita, de pé está Shawa, Enawat com seu bebê Binin no colo, Tëkpa (bermuda jeans), Tumã (saia estampada), Tumã (saia rosa) e Bësson (saia azul florida).

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              Oficina de Produção de Cerâmica
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01E · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. O menino Binin, filho da artesã Enawat, observa Tumã pegando argila dentro de um igarapé que as mulheres encontraram. Essas conhecem caminhos que levam a igarapés que possam possuir argila, xöt, de boa qualidade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01I · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Binin, filho de Enawat, observa Tumã ensinando à jovem Shawa a reconhecer uma argila de boa qualidade.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01N · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa, uma das participantes mais jovens, mergulha nas águas do igarapé para extrair a argila da melhor qualidade possível para a produção das cerâmicas, enquanto Bësson a observa. Batsi (camisa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, são os responsáveis pelo registro do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01S · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat embala em seus braços o seu bebê Binin, enquanto Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, mergulha para conseguir extrair o barro de melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01T · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat embala em seus braços seu bebê Binin, enquanto Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, e Tumã, a mais velha, mergulham para conseguir extrair o barro da melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01X · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (à esquerda) e Bësson analisam conjuntamente o barro que estão extraindo do fundo do igarapé. Ao fundo, pode-se ver o monte de argila que estão juntando.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZB · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (à esquerda) e Bësson extraem o barro do fundo das margens do igarapé. Enquanto isso, Batsi (blusa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realizam o registro do evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_01ZV · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Xot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De frente para trás: Enawat e seu filho Binin, Bësson, Tëkpa, Tumã (saia estampada, de pé) e Tumã (saia rosa).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02D · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Damë Bëtxum registra Tumã ascendendo uma fogueira para esquentar cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte. As cinzas viram um pó fino ao serem passadas pela peneira, e as impurezas vão sendo colocadas na folha, para serem depois descartadas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02R · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson e uma matxó, senhora, que se juntou ao grupo naquele momento, observam Tumã temperando a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas. Pode-se ver a peneira sekte encostada no cesto que contém a matéria-prima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02T · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, ao lado de Tëkpa e uma matxó, senhora, que se juntou ao grupo naquele momento. Pode-se ver a peneira sekte encostada no cesto que contém a matéria-prima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02U · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, ao lado de Tëkpa e uma matxó, senhora, que se juntou ao grupo naquele momento. Binin traz uma panela cheia de água a pedido das mulheres, para que possam umedecer a argila que está sendo preparada. Pode-se ver a peneira sekte encostada no cesto que contém a matéria-prima.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_02Z · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, umidificando-a com água e amassando-a, para que possa ficar na consistência certa para ser moldada. Enquanto isso, Bësson mexe as cinzas que estão secando na panela ao fogo, e Shawa segura seu filho Tumi no colo. Binin, filho da artesã Enawat, acompanha as mulheres durante todo o evento.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03J · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro do evento e filma Bësson modelando as paredes de seu pote com uma concha que as mulheres matis utilizam propriamente para isso, chamada tsanut.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03K · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Bësson alisa as paredes de seu pote com uma concha utilizada pelas mulheres matis propriamente para isso, chamada tsanut. Enquanto molda as paredes da peça, vai corrigindo as bordas da mesma.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03O · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Bësson coloca mais uma camada de argila em sua peça, que parece ser uma txuma, cuia masculina para beber tatxik.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03ZG · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumä (saia rosa) termina de peneirar as cinzas que secara anteriormente ao fogo, umedecidas pela chuva da noite anterior. Enquanto isso, as outras mulheres realizam os acabamentos na moldagem de suas peças.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150429_03ZH · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Após temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Plano geral da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Da direita para a esquerda: Tumã (mexendo na panela com cinzas), Tëkpa, Bësson (saia azul florida), Enawat e seu bebê Binin, e Tumã (de costas).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_07 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ao lado de seus pés, o masën, que será ainda trabalhado.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_09 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina. Ao seu lado, em cima do xukate, assento trançado na qual está sentada, encontra-se a concha tsanut e uma das sementes negras arredondadas que usa para polir as suas peças, chamada tonkete.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_11 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe do pote de Tumã, já pronto para ser levado ao fogo. Atrás desse, está a tsanut, concha usada pelas mulheres para a modelagem de suas cerâmicas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_16 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Ao seu lado, pode-se ver o pote com a água que utiliza para dar os retoques finais nas peças, além de seu pote já pronto.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_18 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_19 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_23 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_24 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_CL_FOT_20150502_31 · Pièce · 2015
              Fait partie de Arquivístico

              Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe da máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.

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