Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã separa três das peças que produziu para queimar: a máscara de mariwin, o masën, instrumento musical, e um pote.
Carolina LopezOficina de Cerâmica
201 Descrição arquivística resultados para Oficina de Cerâmica
Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu pote usando a concha tsanut. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe dos instrumentos que Tumã utiliza para algumas etapas do processo de confecção de suas cerâmicas. A mulher explicou que a sua coleção de conchas tsanut, que possui exemplares dos mais variados tamanhos, serve para produzir, por sua vez, os mais diferentes tipos de peças. Ao lado, a faca nawa, não indígena, chamada duë na língua matis. À frente, um de seus potes, já pronto.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe das peças de cerâmica passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. À frente, um masën já pronto, com sua haste de taboca característica.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. As peças são colocadas no interior da fogueira.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Após o acabamento do seu masën, a mulher coloca-o na fogueira pequena para passar pelo processo de pré-queima. Ela explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina. Enquanto isso, a máscara de mariwin e o masën passam pelo processo de pré-queima. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã dá um último polimento no masën, após o seu processo de pré-queima.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira também com folhas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco com uma tonkete, semente negra arredonda específica para isso, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir sua máscara de mariwin já seca, de forma que a sua superfície fique mais lisa e homogênea possível.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. Ao lado de seus pés, o masën, que será ainda trabalhado.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina. Ao seu lado, em cima do xukate, assento trançado na qual está sentada, encontra-se a concha tsanut e uma das sementes negras arredondadas que usa para polir as suas peças, chamada tonkete.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe do pote de Tumã, já pronto para ser levado ao fogo. Atrás desse, está a tsanut, concha usada pelas mulheres para a modelagem de suas cerâmicas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Ao seu lado, pode-se ver o pote com a água que utiliza para dar os retoques finais nas peças, além de seu pote já pronto.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe da máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, durante sua pré-queima. Enquanto isso, a máscara de mariwin também passa por esse processo. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. As peças são colocadas no interior da fogueira.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima, realizada em uma fogueira pequena, com cada peça individualmente. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu pote usando a concha tsanut. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. A matxó, mulher mais velha, é observada por uma de suas netas, que acompanha o trabalho da avó por alguns momentos. A observação é uma das formas de aprendizado na pedagogia matis.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. À sua volta, as peças que produziu na oficina e peças já prontas, produzidas em tempos anteriores.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz os últimos retoques em seu masën, instrumento musical.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ajeita a pequena fogueira, na qual irá realizar a pré-queima de cada uma das peças individualmente. Ela disse que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. A máscara de mariwin é a primeira peça a ser colocada na pequena fogueira para a pré-queima. Ela disse que esse processo é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã guarda sua coleção de tsanut que retirou para mostrar. Explicou que a sua coleção de conchas tsanut, que possui exemplares dos mais variados tamanhos, serve para produzir, por sua vez, os mais diferentes tipos de peças. A mulher possui uma bolsinha trançada especificamente para guardar os seus instrumentos de confecção de cerâmicas.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. A matxó, mulher mais velha, é observada por uma de suas netas, que acompanha o trabalho da avó por alguns momentos. A observação é uma das formas de aprendizado na pedagogia matis.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produziu durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Ao seu lado, pode-se ver o pote com a água que utiliza para dar os retoques finais nas peças, além de seu pote já pronto.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina, enquanto a máscara de mariwin já passa pelo processo de pré-queima. As peças passam individualmente pela pré-queima, já que essa é realizada em uma fogueira pequena.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe das peças de cerâmica passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. À frente, um masën já pronto, com sua haste de taboca característica.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando dentro dela. É possível ver as folhas da árvore que está em cima da fogueira secando, em decorrência do alto calor que essa produz.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.
Carolina LopezTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Damë Bëtxum MatisTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Damë Bëtxum MatisApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson aguarda as cinzas secarem ao fogo, enquanto Tumã trata a argila para poder iniciar a moldagem. Ao lado, uma matxó, senhora mais velha, e crianças acompanham a atividade, que é feminina e coletiva.
Carolina LopezApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã inicia o trabalho de feitura de sua peça, modelando uma esfera na qual esculpe um buraco no meio. No barro antes disforme, as formas vão surgindo.
Carolina LopezApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã amacia e tempera com pó de cinzas e água um pedaço de sua argila, que usará para confeccionar peças para o Museu do Índio/RJ.
Carolina LopezApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã modela uma máscara de mariwin.
Carolina LopezApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Processo de se adicionar mais uma camada de argila à estrutura da peça, feito pelas mãos de Tumã. A artesã modela um cilindro com movimentos feitos pelas palmas das mãos e o adiciona ao corpo do pote. Une a parte com o todo usando a ponta dos dedos, umedecendo de vez em quando a massa, para que essa não se quebre ou rache.
Carolina LopezApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Após colocar mais uma camada de argila em sua peça, Tumã faz a união da parte com o todo, umedecendo e alisando a massa com a concha tsanut e também com a ponta do dedo.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Em destaque, Shawa, a mais nova participante dessa oficina.
Damë Bëtxum MatisXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Shawa, a participante mais jovem, junta-se a Tumã, a mais velha, para aprender mais sobre esse prática.
Damë Bëtxum MatisXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tumã, considerada pelas suas companheiras uma mestra artesã na arte da cerâmica matis.
Damë Bëtxum MatisXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Bësson (saia azul florida), ao lado de Tëkpa, essa que é uma das participantes mais novas e por isso, se compromete a mergulhar até o fundo da água, para coletar argila da melhor qualidade possível.
Damë Bëtxum MatisXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tëkpa, uma das participantes mais novas da oficina, compromete-se a mergulhar até o fundo da água, para coletar argila da melhor qualidade possível.
Damë Bëtxum MatisXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De trás para frente: Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seus filhos, e Tumã (saia rosa).
Damë Bëtxum MatisApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã esquenta cinzas que molharam com a chuva da noite anterior, de forma a secá-las para poder temperar sua argila. Ao lado, Tëkpa e um de seus filhos.
Damë Bëtxum MatisApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã passa as cinzas pelo sekte, peneira, para assim transformá-las em um pó fino que irá utilizar para temperar a argila. As impurezas vão sendo colocadas em folhas que serão depois descartadas.
Damë Bëtxum MatisApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã em um momento de descontração, já que as mulheres aproveitam essa atividade coletiva para colocar a conversa em dia e falar sobre suas vidas.
Damë Bëtxum MatisApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Enquanto as mulheres temperam e modelam suas peças, as cinzas mëi que molharam por causa da chuva da noite anterior são aos poucos secadas ao calor da fogueira.
Damë Bëtxum MatisApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã põe sua peça, ainda em confecção, para descansar. Essa é uma cuia para se tomar caiçuma, bebida que pode ser feita de mandioca, pupunha, entre outros vegetais. As peças já concluídas secam por cerca de um dia e meio, antes de serem levadas ao fogo para queimar.
Damë Bëtxum MatisApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã corrige as paredes de sua peça, já em fase de conclusão. É possível observar o grande comprimento de seu kuiot, adorno facial perfurado abaixo do lábio inferior, que cresce em tamanho com a idade, e materializa a maturidade e feminilidade de uma mulher.
Damë Bëtxum MatisApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Após colocar mais uma camada de argila na parte superior da estrutura de sua peça, Tumã faz a união da parte com o todo, utilizando a ponta de seu dedo.
Damë Bëtxum MatisXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã é seguida pelas outras participantes, Enawat, Shawa e Tëkpa. Além dessas, participaram também a outra Tumã e Bësson. As mulheres iniciam a trilha na mata, em busca de um igarapé com barro de qualidade.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Xapex, tucum, planta da qual as mulheres retiram as folhas, que secam e fiam, para assim fazerem seus artefatos: adornos trançados (witsun), redes (di), puçás para a pesca, entre outros.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Da direita para a esquerda, Bësson, Tëkpa e Tumã extraem o barro do fundo do igarapé, enquanto Tumã (saia rosa) é a responsável por ir juntando, fora d´água, todos os pedaços que as mulheres vão coletando. Batsi (blusa azul) e Damë Bëtxum, alunos das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realizam o registro audiovisual do evento.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Binin, um dos filhos de Enawat, observou todo o evento. As crianças de até certa idade costumam acompanhar as mães em suas atividades diárias.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã passa para Tumã (saia rosa) um pedaço de argila que extraiu do fundo das margens do igarapé, que essa vai juntando com os outros, fora d´água. Enquanto isso, Shawa extrai mais argila do fundo da água e Enawat observa as mulheres, com seu bebê no colo.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa, a participante mais nova, segura o monte de argila que conseguiu extrair, apoiado em folhas que servem para proteger a matéria-prima durante o transporte para a aldeia.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa coleta uma folha para fazer um cesto, que as mulheres utilizarão para o transporte da argila extraída para a aldeia. Enquanto isso, Tumã (saia estampada) e Tëkpa limpam-se nas águas do igarapé, após concluírem a extração do barro.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, termina o cesto de folha que fora iniciado pela jovem Shawa, onde será transportada a argila extraída pelas mulheres.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, termina o cesto de folha que fora iniciado pela jovem Shawa, onde será transportada a argila extraída pelas mulheres. Enquanto isso, Batsi registra de perto a técnica de feitura desse tipo de cesto, que além de servir para o transporte da matéria-prima, também é usado para guardá-la dentro das casas das mulheres, que vão utilizando a argila aos poucos.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa cobre seu monte de argila com folhas, que servem para a proteção da matéria-prima durante o seu transporte para a aldeia.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã retira um pedaço da casca de uma árvore, que usará para fazer a alça do cesto que serve para o transporte da argila para a aldeia. Enquanto isso, Enawat, seus dois filhos e Bësson (saia azul florida) preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã retira um pedaço da casca de uma árvore, produzindo uma alça para o cesto utilizado no transporte da argila. Enquanto isso, as outras mulheres preparam-se para a caminhada de volta à aldeia.
Carolina LopezXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Damë Bëtxum, o “jornalista” de sua aldeia, responsável pela filmagem dos eventos que ocorrem na mesma, leva de volta a sua câmera e seu tripé, após a documentação da atividade de extração da argila.
Carolina LopezApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã aviva o fogo com um xukate, abano trançado, enquanto Tëkpa mexe as cinzas que estão secando na panela, umedecidas por uma chuva da noite anterior.
Carolina Lopez