Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, durante sua pré-queima. Enquanto isso, a máscara de mariwin também passa por esse processo. A mulher explica que esse é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. Perto de um dos pilares da sua pequena maloca, está a bolsa trançada, na qual guarda os seus instrumentos para a confecção de cerâmicas, e o pote com água que utiliza para fazer as últimas correções nas peças.
Sans titreOficina de Cerâmica
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Terceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. As peças são colocadas no interior da fogueira.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. A mulher vai alimentando a fogueira com mais pedaços de madeira, que insere de acordo com a armação que fez.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando cada vez mais dentro dela.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam, andando por uma trilha que se inicia na aldeia, o melhor igarapé para realizar a extração de argila de qualidade. Enawat e seu bebê Binin são seguidos por Shawa e Tëkpa.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Shawa segura toda a argila que conseguiu coletar, acomodada em cima de folhas que protegem a matéria-prima durante a caminhada de volta à aldeia.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. Em sentido anti-horário: Carolina Lopez, antropóloga responsável pelo ProDocult Matis, Shawa, Tumã, Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seus filhos.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Após um tempo, chega uma matxó, mulher mais velha, que se junta ao coletivo de mulheres e acompanha os trabalhos, conversando e interagindo também.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestra artesã na arte da cerâmica, em momento de descontração, enquanto tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã (saia rosa) também pega um pedaço de argila para temperar com o pó de cinzas mëi, filtradas pelo sekte, peneira.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã (saia estampada) vai temperando a argila com cinzas mëi, amaciando-a para que fique na consistência certa para ser modelada. Tumã (saia rosa) também pega um pedaço de argila para temperar e amaciar. De vez em quando, as mulheres umedecem a massa com a água que se encontra na panela de alumínio, de forma a equilibrar sua consistência.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. As mulheres iniciam a modelagem das peças fazendo uma esfera, na qual uma fenda vai sendo aberta aos poucos. Tumã tem a sua peça já em estado avançado, enquanto Bësson também inicia a modelagem, fazendo a sua esfera. As artesãs são observadas por crianças, que até certa idade acompanham as mulheres na maioria de suas atividades diárias.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã termina de temperar a massa para poder começar a modelagem de suas peças.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tëkpa observa os cabelos de Tumã, para ver se há bichinhos do mato no mesmo. Esse é um gesto de carinho, que esse tipo de atividade coletiva entre as mulheres proporciona.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Detalhe do rosto de Bësson, concentrada na atividade de modelagem da sua peça.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã vai moldando as paredes internas de sua peça. Ao fundo, Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realiza o registro fílmico do evento, capturando imagens de Bësson modelando a sua peça. Crianças observam as artesãs, já que é comum que essas, até certa idade, acompanhem as mulheres em suas atividades diárias.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã modela as paredes internas de sua peça com a ajuda do tsanut, concha utilizada especificamente para isso. É possível observar o grande comprimento de seu kuiot, adorno facial perfurado abaixo do lábio inferior, que cresce em tamanho com a idade, e materializa a maturidade e feminilidade de uma mulher.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alisa e molda as paredes internas de sua peça com uma concha que as mulheres matis utilizam propriamente para isso e que se chama tsanut. Ao fundo, Bësson molda sua peça com a ponta dos dedos.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Máscara de mariwin passando pelo processo de pré-queima, realizada em uma fogueira pequena, com cada peça individualmente. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe os muxa, tatuagens, de seu masën com o auxílio de uma faca, duë. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres buscam um igarapé que apresente argila de boa qualidade. À frente de todas está Bësson, seguida por Tumã, Tëkpa (short jeans), Tumã (saia estampada), Shawa (short marrom) e o menino Binin, filho da artesã Enawat, também participante da atividade. Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro do evento.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (bermuda jeans) e Bësson (saia azul florida) retiram a argila do fundo das margens do igarapé escolhido, a cerca de quarenta minutos de caminhada da aldeia. Tumã (saia rosa) é responsável por pegar, fora d´água, a argila que as mulheres vão extraindo.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat, com seu outro filho também chamado Binin no colo, pega a argila que Tumã vai retirando do fundo das margens do igarapé escolhido pelas mulheres para a extração da matéria-prima.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Enawat, com seu outro filho também chamado Binin no colo, pega a argila que Tumã vai retirando do fundo das margens do igarapé escolhido pelas mulheres para a extração da matéria-prima. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro do evento.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa interage com a matxó, mulher mais velha, Tumã, mestra na arte da cerâmica, que ensina a jovem a reconhecer uma argila de boa qualidade. Isso é feito pela cor e textura da mesma, como explicaram as artesãs matis.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã pega um grande pedaço de argila do fundo do igarapé, do qual selecionará apenas as partes boas.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa, a mulher mais nova dessa comitiva, e Tumã, a mais velha, mergulham para conseguir extrair o barro da melhor qualidade possível do fundo das margens do igarapé. As mulheres vão tateando os pontos que possuem a melhor argila para a extração.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, é um dos responsáveis pelo registro do evento. Ao fundo, Tëkpa e Bësson (saia azul florida) extraem o barro do fundo das margens do igarapé escolhido, localizado a cerca de 40 minutos de caminhada da aldeia.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Monte de argila formado pelos pedaços que Tumã vai extraindo do fundo das margens do igarapé.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa segura o monte da argila que conseguiu extrair, apoiado em folhas que servem para proteger a matéria-prima durante o transporte para a aldeia. Enquanto isso, Enawat e seu bebê Binin, seu outro filho Binin, Tumã e Bësson (de pé) aguardam calmamente Tumã e Tëkpa concluírem a extração de argila.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Damë Bëtxum, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, foi um dos responsáveis pelo registro das oficinas de produção de artefatos que ocorreram em sua aldeia.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã, mestra artesã na arte da cerâmica, segura o cesto pronto, já com grande quantidade de argila dentro. Além de servir para o transporte da matéria-prima, também é usado para guardá-la dentro das casas das mulheres, que vão utilizando a argila aos poucos.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã amarra a alça no cesto, feita de um pedaço da casca de uma árvore, extraído na hora mesmo. O cesto serve para o transporte, mas também para guardar a matéria-prima na casa das mulheres, que vão utilizando-a aos poucos.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã (saia rosa) e Bësson (saia azul florida) aguardam as outras mulheres terminarem de se aprontar para poderem iniciar a caminhada de volta à aldeia.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã ascende uma fogueira para esquentar cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã (saia rosa) esquenta cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte. As cinzas viram um pó fino ao serem passadas pela peneira, e as impurezas vão sendo colocadas na folha, para serem depois descartadas.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Shawa junta-se a Tumã, preparando as cinzas para que a senhora filtre-as usando a peneira sekte. As cinzas viram um pó fino ao serem passadas pela peneira, e as impurezas vão sendo colocadas na folha, para serem depois descartadas. Ao fundo, Tumã seca cinzas molhadas anteriormente pela chuva.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã inicia o trabalho de feitura de sua peça, modelando uma esfera na qual esculpe um buraco no meio. Bësson também inicia a modelagem de uma peça. No barro antes disforme, as formas vão surgindo.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Bësson pergunta a Tumã (saia estampada) se a esfera que fez está de bom tamanho para a peça que pretende esculpir, já que essa é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã na arte da cerâmica. Ela sabe produzir todos os tipos de peças da cultura matis. Enquanto isso, Tumã (saia rosa) tempera o seu pedaço de argila com o pó feito de cinzas peneiradas.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Já é visível que Tumã está produzindo um pote. Bësson inicia a modelagem, esculpindo a esfera inicial a partir da qual as peças são feitas.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alterna movimentos de moldagem das paredes internas de seu pote com a correção das bordas da peça. Em seu colo está concha tsanut, que as mulheres matis utilizam propriamente para a modelagem e alisamento de suas cerâmicas.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã modela sua peça, enquanto é abraçada por Binin, filho de Enawat, mulher que está logo atrás dela.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Plano geral da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã (saia estampada), Enawat e Tumã (saia rosa) moldam suas peças, enquanto conversam sobre suas vidas e situações da aldeia, nessa que é uma atividade feminina e coletiva. Ao fundo, Batsi Matis, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, descansa da atividade de realização do registro fílmico da oficina.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã esculpe as muxa, tatuagens, de seu pote usando a concha tsanut. A maior parte das cerâmicas matis levam traços chamados de ”tatuagens”, o que demonstra a importância desse tipo de artefato em sua cultura: são tatuados, como as pessoas.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. A matxó, mulher mais velha, é observada por uma de suas netas, que acompanha o trabalho da avó por alguns momentos. A observação é uma das formas de aprendizado na pedagogia matis.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete. À sua volta, as peças que produziu na oficina e peças já prontas, produzidas em tempos anteriores.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã faz os últimos retoques em seu masën, instrumento musical.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ajeita a pequena fogueira, na qual irá realizar a pré-queima de cada uma das peças individualmente. Ela disse que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. A máscara de mariwin é a primeira peça a ser colocada na pequena fogueira para a pré-queima. Ela disse que esse processo é necessário para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã guarda sua coleção de tsanut que retirou para mostrar. Explicou que a sua coleção de conchas tsanut, que possui exemplares dos mais variados tamanhos, serve para produzir, por sua vez, os mais diferentes tipos de peças. A mulher possui uma bolsinha trançada especificamente para guardar os seus instrumentos de confecção de cerâmicas.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tumã ensina à jovem Shawa a reconhecer uma argila de boa qualidade. Enquanto isso, Enawat amassa um dawë, remédio do mato, para passar em seu bebê Binin. Ao seu lado, seu outro filho, também chamado Binin. As crianças, até certa idade, costumam acompanhar as mães em suas atividades diárias.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa (bermuda jeans), uma das participantes mais jovens, mergulha até fundo da água para coletar argila da melhor qualidade possível. Os pedaços que vai pegando, vai passando para Tumã (saia rosa), que vai juntando-os em um monte só. Batsi, aluno formado pelas oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realiza o registro fílmico do evento.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa, uma das participantes mais novas, mergulha nas águas do igarapé para extrair argila da melhor qualidade possível. É observada por Bësson (saia azul florida) e Tumã (saia rosa), essa responsável por ir pegando, fora d´água, toda a argila que as mulheres vão extraindo do fundo do igarapé. Pode-se observar a grande quantidade de matéria-prima que Tumã vai juntando entre suas mãos, transformando aos poucos os pedaços que vai recebendo em um só monte.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Tëkpa, uma das participantes mais jovens, mergulha nas águas do igarapé para extrair argila da melhor qualidade possível para a produção das cerâmicas. Tumã (saia rosa) é a responsável por pegar, fora d´água, toda a argila que Tëkpa e Bësson vão extraindo do fundo do igarapé.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Shawa e Tumã (saia estampada) ainda estão no igarapé, enquanto Bësson (saia azul florida) e Tumã, já satisfeitas com a quantidade de barro que conseguiram acumular, descansam fora d´água. Enawat, que acompanha as mulheres com seu bebê, aguarda calmamente a conclusão da atividade.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. Da direita para a esquerda: Shawa (de top), Enawat e seu filho Binin, Tëkpa, Tumã (saia estampada, de pé), e Tumã (saia rosa).
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. As mulheres chegam à aldeia, dirigindo-se diretamente a uma construção de paxiúba onde irão continuar os trabalhos de confecção de suas cerâmicas.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson (saia azul florida) e Tumã ascendem uma fogueira para esquentar cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila. Tëkpa traz mais lenha para a fogueira.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson (de pé), Tëkpa e Tumã ascendem uma fogueira para esquentar cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila. O menino Binin, filho da artesã Enawat, acompanha todo o evento.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã (saia rosa) esquenta as cinzas que foram molhadas pela chuva na noite anterior, de forma a secá-las e usá-las para temperar a argila. Tumã amacia com as mãos as suas cinzas, já secas, preparando-as para serem utilizadas.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Detalhe das mãos de Tumã, passando as cinzas pela peneira sekte, de forma a criar um pó fino que irá utilizar para temperar a argila.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Bësson observa as mulheres do grupo preparando a argila, antes de começar ela mesma os seus trabalhos.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, amassando-a para que chegue à consistência certa para ser moldada.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã e Tumã temperam a argila com o pó que resulta das cinzas já peneiradas, umidificando-a com água e amassando-a, para que chegue à consistência certa para ser moldada.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. Tumã e Bësson modelam a argila, enquanto Tumã (saia rosa) amacia as cinzas já secas. Tëkpa termina de secar outras cinzas, antes úmidas, na panela.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Bësson começa a esculpir um buraco no meio de sua esfera. Uma senhora mais velha, matxó, acompanha o trabalho coletivo das mulheres.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã vai moldando as paredes internas de sua peça. Ao fundo, Batsi, aluno das oficinas audiovisuais oferecidas entre 2012 e 2014, realiza o registro fílmico da oficina, capturando imagens de Bësson modelando o seu pote.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã alterna movimentos de moldagem das paredes internas da peça, para a qual utiliza a concha tsanut, com movimentos de correção das bordas, que se tornam cada vez mais uniformes.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Após colocar mais uma camada de argila em sua peça, Bësson faz a união da parte com o todo, umedecendo e alisando a massa.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Bësson realiza o acabamento de sua peça, modelando-a com os seus dedos.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir seu pote já seco, de forma que as suas paredes fiquem mais lisas e homogêneas possível. A matxó, mulher mais velha, é observada por uma de suas netas, que acompanha o trabalho da avó por alguns momentos. A observação é uma das formas de aprendizado na pedagogia matis.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produziu durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Ao seu lado, pode-se ver o pote com a água que utiliza para dar os retoques finais nas peças, além de seu pote já pronto.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir um dos potes que produzira durante a oficina, enquanto a máscara de mariwin já passa pelo processo de pré-queima. As peças passam individualmente pela pré-queima, já que essa é realizada em uma fogueira pequena.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã aproveita o momento para polir o masën, buzina que produzira durante a oficina. Usa uma semente negra arredondada específica para isso, chamada tonkete.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã ensina como se toca o masën, buzina matis, utilizando para isso uma peça já pronta.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Detalhe das peças de cerâmica passando pelo processo de pré-queima. Tumã explica que a pré-queima é necessária para que as peças não se rachem quando finalmente queimarem de fato na fogueira maior. À frente, um masën já pronto, com sua haste de taboca característica.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as peças vão esquentando dentro dela. É possível ver as folhas da árvore que está em cima da fogueira secando, em decorrência do alto calor que essa produz.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, as madeiras vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã vai mexendo com um galho as brasas ainda acesas, de forma a acomodá-las no entorno das peças.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Tumã é responsável por ficar na beira, fora d´água, recebendo e juntando os pedaços de argila que as outras mulheres extraem do fundo das margens do igarapé.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após algumas tentativas, as mulheres encontram um igarapé apropriado e iniciam a extração da argila, xöt. Dividem-se basicamente em dois grupos, que se concentram em dois pontos das margens do igarapé escolhido. Enawat e seus dois filhos, Tumã e Bësson (em pé), que já concluíram o processo de extração, e um cachorrinho, que seguiu as mulheres por todo o caminho, descansam à beira do igarapé, enquanto as outras mulheres continuam a extrair a argila.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. Shawa, e ao fundo, Tumã.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. Carolina Lopez, antropóloga responsável pelo ProDocult Matis, Shawa, a participante mais jovem da oficina e Tumã, ao fundo.
Sans titreXot texëk, extração da argila, atividade que dá início à oficina de produção de cerâmica na Aldeia Bukuak. A feitura de cerâmicas é uma prática feminina e coletiva. Após o trabalho de extração, as mulheres param em uma roça no caminho de volta à aldeia para comer mamão maduro, num momento de descanso e descontração. De trás para frente: Tumã, Tëkpa, Bësson, Enawat e seus filhos..
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã esquenta cinzas que molharam com a chuva da noite anterior, de forma a secá-las para poder temperar sua argila.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestra artesã na arte da cerâmica matis.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Após um tempo, chega uma matxó, mulher mais velha, que se junta ao coletivo de mulheres e acompanha os trabalhos, conversando e interagindo também. Ao lado dela, Bësson.
Sans titreApós pegarem o barro, as mulheres dirigem-se a uma construção de paxiúba que funciona como oficina para a feitura de diversas atividades pelos habitantes da aldeia: cerâmicas, armas e até veneno para pesca. Nesse lugar, começam a tratar a argila, temperando-a com cinzas mëi e amassando-a. Tumã, considerada pelas outras mulheres mestra artesã na arte da cerâmica, tempera a argila com o pó de cinzas mëi que acabou de peneirar, amassando-a para ficar na consistência certa para ser, então, modelada.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Bësson molda a sua peça, às vezes umedecendo-a com a própria saliva. Para a modelagem, utiliza também um instrumento específico, o tsanut, concha usada pelas mulheres matis para alisar as paredes das cerâmicas em confecção.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Tumã vai corrigindo partes de sua peça, que me foi informada ser uma máscara de mariwin. Outra mulher observa e cuida das mordidas de mosquito em suas costas, atos de carinho que a atividade coletiva entre as mulheres permite.
Sans titreApós temperarem e amaciarem a argila, as mulheres começam a moldá-la. No barro antes disforme, as formas vão surgindo. Bësson realiza a moldagem de sua peça.
Sans titreTerceiro e último dia da oficina de cerâmica na Aldeia Bukuak. Tumã foi escolhida para ser acompanhada durante o processo de queima de peças produzidas nos dias anteriores, já que ela é considerada pelas outras mulheres uma mestra artesã nessa arte. Tumã arma uma grande fogueira, cujas lenhas são montadas de forma semelhante a um forno. À medida que a fogueira vai queimando, os pedaços de madeira vão tornando-se cinzas, e as peças que estão dentro dela começam a aparecer. Tumã utiliza um galho comprido para ir puxando as peças, extremamente quentes, para fora do espaço da fogueira, já em seu fim. As peças estão prontas, e só é necessário esperar esfriarem para poder iniciar-se o uso das mesmas.
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