Álvar Nuñez Cabeza de Vaca (1492-?) foi um dos mais intrépidos e incomuns conquistadores da história colonial da América. Ao naufragar na Flórida em 1527, caminhou, descalço e nu, 18 mil quilômetros até o México, onde chegou em 1537.; Em 1541, nomeado governador do Rio da Prata, Cabeza de Vaca aportou na ilha de Santa Catarina – onde viveu alguns meses – e dali partiu, também a pé, rumo a Assunção, Paraguai, onde chegou em 1542. Durante toda sua vida aventureira – na Flórida, no Texas, no México, no Brasil e no Paraguai –, lutou em favor dos povos indígenas. E pagou caro por isso: foi preso e enviado para o exílio. Em Naufrágios e comentários, Cabeza de Vaca narra suas fantásticas aventuras e desventuras bem como suas infrutíferas tentativas de impedir o genocídio perpetrado pelos brancos na América
Sem títuloNunez Cabeza de Vaca, Alvar
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.45 / N972na / 1987
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Item
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1987
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-910.45 / G537v / 1992
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Item
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1992
Parte de Bibliográfico
A chegada de Colombo à América inaugura não apenas uma nova rota para o expansionismo ibérico, como também um espaço geográfico virgem a ser preenchido pelo imaginário europeu, numa época em que ver era menos importante que ter ouvido falar. Nesta América distante e desconhecida dá-se a apoteose do relato das maravilhas, que começara com os navegantes gregos e intensificara-se no final da Idade Média.; Este apogeu do maravilhoso coincide, porém, com o início de sua decadência, um processo por meio do qual, pouco a pouco, a experiência se impôs sobre a imaginação. A aventura dos viajantes do maravilhoso é narrada por Guillermo Giucci com elegância e erudição, a partir da análise dos relatos de Colombo, Cabeza de Vaca e Hans Staden
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