Constitui uma reinterpretação da organização social dos Kayapó, a partir de uma pesquisa de campo realizada na aldeia de Kretire, situada ao norte do Parque Indígena do Xingu. Foco principal: sistema de bens simbólicos, engloba nomes pessoais e prerrogativas. Implica noção de riqueza
Sans titreNominação
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Apresenta a classificação das relaçOes sociais entre os Txicão da região do Alto Xingu
Sans titreEstuda a sociedade indígena Mura-Pirahã, do sul do estado do AmazOnas
Sans titreReflete sobre alguns aspectos do parentesco Timbira através da apresentação e discussão dos dados levantados entre três grupos Jê-Timbira: os Spãnjekra-Canela, os Ramkokamekre-Canela e os KrahO
Sans titreReflete sobre o processo que permitiu aos Xavante registrarem na imprensa e na opinião pública, a realidade vivida por eles
Sans titreEstamos no meio da humanidade”, dizem os Araweté. Habitamos a terra, este patamar intermediário entre os dois céus e o mundo subterrâneo, povoados pelos deuses que se exilaram no começo dos tempos; Os Araweté dizem viver agora “na beira da terra”, depois de sucessivos deslocamentos sempre em fuga diante de inimigos mais poderosos. Em 1976, eles saíram da floresta para pacificar os brancos na beira do rio Xingu e foram então “descobertos” pelos regionais, pelos funcionários do governo, pela imprensa, pelos missionários e pelos antropólogos; Este livro é uma síntese, em texto e ensaio fotográfico, de uma pesquisa antropológica, conduzida por Eduardo Viveiros de Castro, sobre o povo tupi da Amazónia. Eduardo Viveiros de Castro voltou aos Araweté em 1991/92, depois de concluir a sua investigação para a tese de doutoramento, que se transformou num marco da etnologia brasileira; O modo de vida, a visão do mundo, a história, a situação actual e os desafios para o futuro dos Araweté são tratados pelo autor de maneira competente e directa, numa leitura acessível a um público não especializado, através de uma escrita extremamente límpida
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