Nambikwára
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Documentário japonês mostrando o cotidiano das tribos indígenas. Decupagem: Índios caminham pelo rio junto com uma expedição, índios doente dentro da casa, mapa do Brasil com as tribos que ficam perto de Rondônia, uma índia Suruí, índia toma banho de rio,
TOYOTOMI, YasushiEste estudo tem por objetivo analisar, no período de 1942 a 1968, a ocupação das terras pertencentes aos Nambiquara, da Chapada dos Parecis, a partir da chegada dos seringueiros, movimento que fez parte do processo de expansão da fronteira oeste de Mato Grosso, sob a perspectiva Nambiquara
COSTA, Anna Maria Ribeiro Fernandes Moreira daRondon com índios Nambikwára registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado João Salustiano Lyra
Lyra, João SalustianoRondon com índios Nambikwára registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Cacique Nambikwára Candido e outros índios com Rondon na porta de acampamento registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Niebler, SofienCacique Nambikwára Candido e outros índios com Rondon na porta de acampamento registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Niebler, SofienFolheto informativo sobre o Projeto Berço das Águas que apoia os povos indígenas Irantxe, Mynky e Nambikwára na elaboração e implementação de planos de gestão territorial e ambiental na bacia do rio Juruena
Faixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
AYTAI, DesidérioFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
AYTAI, DesidérioLegenda da foto: Rondon visita uma aldeia nambikwára no ranchão, além do Juruena em 1908 e é observado pelo restante da comissão
Leduc, LuizPosto telefônico Juhina, frequentado pelos Nambikwára e registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséRelatório institucional da Operação Amazônia Nativa - OPAN do ano de 2015
A série Morená apresenta os mitos de nossos índios em linguagem acessível que conserva o tom mágico e a poesia, com ilustrações inspiradas nas culturas indígenas de onde foram transcritos. Morená significa, para os índios Kamaiurá, a terra mítica onde mora Mavutsinim, o grande criador
FITTIPALDI, CiçaÍndia Nambikwára deitada
Rondon, BenjaminLegenda da foto: Rondon, Estilac, Lyra e outros integrantes da comissão ao lado de uma árvore onde um soldado do contingente foi flechado
Leduc, LuizAlbum de fotografias produzido pela Comissão Rondon, referente a serviços de Mato Grosso até o Amazonas
Legenda da foto: A barraca de Roosevelt era sempre visitada pelos índios Nambikwára, alguns já usavam as roupas dadas de presente pela a expedição
Lyra, João SalustianoÍndios Nambikwára em embarcação no rio Juína registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndios Nambikwára em acampamento registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára assando alimento registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára assando alimento registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára assando alimento em frente a casa registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Thomaz Reis
Reis, ThomazVisita aos Índios Nambikwára
LOURO, JoséAldeia de Índios Nambikwára
LOURO, JoséÍndias Nambikwára cozinhando bolo de mandioca. O Bolo é cozido sobre cinza quente no chão
LOURO, JoséÍndios Nambikwára registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Reis, ThomazÍndios Nambikwára registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséGrupo de índios Tayôpas (Nambikwára), em visita ao Tenente Pirineus, em Campos Novos registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Niebler, SofienÍndios Nambikwára registrados pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára com artefatos indígenas no Núcleo Indígena Utiariti registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Major Luiz Thomaz Reis
REIS, Luiz ThomazÍndios Nambikwára próximos de árvore registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Niebler
NieblerÍndios Nambikwára registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséGrupo de índios Tagnanis (Nambikwára) em visita ao Tenente Pirineus, em Campos Novos da Serra do Norte (Invernada do Veado Branco, MT) registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Niebler, SofienÍndios Nambikwára na porta de casa registrados pela equipe de pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára, de aldeias próximas à José Bonifácio, descacando frutos silvestres
LOURO, JoséAldeia de Índios Nambikwára
LOURO, JoséLegenda da foto: Índios Nambikwára encontrados pela expedição do capitão Amarante e levados para Vilhena
Amarante, Emanuel Silvestre doLegenda da foto: Rondon observa os três índios da tribo Nambkwára que visitavam o acampamento da expedição
Lyra, João SalustianoÍndios Nambikwára assando alimento e registrados pela equipe de pesquisadores da Comissão Rondon
Índios Nambikwára em uma balsa do rio Juruema registrada pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndios Nambikwára recebendo roupas em visita a estação telegráfica Nambiquara registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Sofien Niebler
Niebler, SofienÍndios Nambikwára registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Niebler
NieblerÍndias Nambikwára cozinhando bolo de mandioca com crianças pequenas no colo
LOURO, JoséConto dos índios Nambikwára
Pascali, JuliaÍndio Nambikwára, chamado Cavaignac, vestido com o uniforme recebido como presente do chefe da comissão
LOURO, JoséÍndio Nambikwára, chamado Cavaignac, com seu arco e flecha
LOURO, JoséÍndio Nambikwára, chamado Cavaignac, com seu arco e flecha
LOURO, JoséÍndio Nambikwára, de nome Nuchiaitê, fumando um cigarro da marca "mistura" dado por pessoas do posto indígena
LOURO, JoséÍndio Nambikwára reproduzido pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índio Nambikwára fardado registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndio Nambikwára chamado Nenê registrado pelo pesquisador da Comissão Rondon chamado Edgard Roquette-Pinto
Roquette-Pinto, EdgardÍndio Nambikwára registrado por pesquisadores da Comissão Rondon
Índio Nambikwára chamado Nenê do Zuiu-iná (rio Juína), em peregrinação pelos campos registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndio Nambikwára
LOURO, JoséÍndio Nambikwára carregando criança
LOURO, JoséJovem Índio Nambikwára
LOURO, JoséÍndio Nambikwára
LOURO, JoséJovem índio Nambikwára no campo registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índio Nambikwára, chefe Nuchilaitê, registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndio Nambikwára registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndio Nambikwára Nenê do rio Juína registrado pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndio Nambikwára chamado Nenê registrado pelo pesquisador da Comissão Rondon chamado Edgard Roquette-Pinto
Roquette-Pinto, EdgardÍndias Nambikwára registradas pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséÍndias Nambikwára registradas por pesquisadores da Comissão Rondon
Legenda da foto: O acampamento da expedição recebia também visita de índias da tribo Nambikwára com suas crianças
Lyra, João SalustianoÍndias Nambikwára registradas pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Índia Nambikwára posando. Mulher do Índio Nuchilaitê
LOURO, JoséÍndia Nambikwára
LOURO, JoséHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioHistórias e músicas dos índios Nambikwára gravadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioPequenas histórias apresentam os mitos de criação de artefatos que estão presentes no cotidiano dos grupos indígenas que moram na Chapada dos Parecis - MT e, através destes podemos conhecer alguns dos seus modos de viver e compreender o mundo
COSTA, Anna Maria Ribeiro Fernandes Moreira daGuerreiro Nambikwára com suas armas
Rondon, BenjaminLegenda da foto: Grupo de expedicionários, entre eles Leduc, Lyra e Rondon e o índio "Uazácuririguassú" depois do ataque dos índios Nambikwára cujas flechas foram reunidas
Leduc, LuizFamília Nambikwára em sua perigrinação habitual
Rondon, BenjaminEstação telegráfica de Juinia com índios Nambikwára registrada pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséTerceiro livro da trilogia que começou com Red Gold (1978) e passou por Amazon Frontier (1987), oferecendo uma cobertura ampla da história dos índios no Brasil desde 1500. A exemplo dos volumes anteriores, o autor se vale de anos de pesquisa e apresenta uma impressionante quantidade de informações. Como sugere o título ("Morrer se preciso for"), este livro não apenas começa com a saga rondoniana como também se inspira nesta vertente do indigenismo, dando um amplo destaque para as ações de sertanistas como os irmãos Villas-Bôas e para as situações de primeiro contato com "índios isolados". Diferentemente dos livros anteriores, este mostra um aproveitamento maior da etnologia contemporânea e vê os índios mais como protagonistas do que vítimas da história
Hemming, JohnVárias reportagens:; 19/04/2006 - Super Tudo / TVE Brasil / 01'10";; 19/04/2006 - RJTV 1º Edição / Globo / 03'07";; 19/04/2006 - Jornal do Meio Dia / CNT / 02'00";; 19/04/2006 - Informe Rio / Record / 01'51";; 19/04/2006 - Jornal Futura / Futura / 03'20";
Gravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai sobre a cultura dos índios Karajá e Nambikwára
AYTAI, DesidérioLivro contendo contos representativos de diversos povos indígenas
MUNDURUKU, DanielCasal Nambikwára Nenê do rio Juína com filho no colo registrados pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado José Louro
LOURO, JoséCasa dos índios Nambikwára da Serra do Norte registrada pelo pesquisador da Comissão Rondon chamado Edgard Roquette-Pinto
Roquette-Pinto, EdgardGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
AYTAI, DesidérioGravação realizada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai das aldeias dos índios Paresis e Nambikwára, entre os anos de 1966 e 1967. É também tocada no piano a música "Uma noite na Transilvânia" pela musicista Elisabeth Aytai
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, DesidérioGravações realizadas pelo etnomusicólogo Desidério Aytai de contos, musicas e do cotidiano dos índios Guarani, Nambikwára e Paresi
AYTAI, Desidério