Ferrovias
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Neste trabalho, Guilherme Grandi busca resgatar a história da Companhia E. F. Rio Claro, examinando tanto as discussões para a aprovação da sua concessão e para o planejamento do seu traçado como o desempenho da companhia sob as diversas gestões do capital inglês e da Companhia Paulista entre os anos de 1880 a 1903. A análise, no entanto, ultrapassa uma história da trajetória da empresa e vem acompanhada de um exame mais detido dos objetivos, interesses e vantagens das diversas companhias ferroviárias diante da fronteira que se expandia. A fim de resguardar o bom desempenho e a lucratividade, as companhias procuravam assegurar-se do transporte de café nos territórios que a ferrovia conquistava. Os conflitos, as disputas eram inevitáveis. O autor chama a atenção para a atuação de investidores ingleses e da Companhia Paulista, que, em meados da década de 1880, tentaram incorporar a Companhia Rio Claro. Na época, os ingleses acabaram fechando o negócio, para, logo depois, vender a empresa à Companhia Paulista. Utilizando-se de instrumentos de análise quantitativa, Guilherme Grandi avalia as (des)vantagens das transações para os grupos envolvidos na compra e venda da empresa
GRANDI, GuilhermePartindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos
HARDMAN, Francisco FootPartindo das Exposições Universais, eventos que funcionavam como vitrine para as conquistas tecnológicas da burguesia no século XIX, o professor Francisco Foot Hardman investiga a expansão do capitalismo pelo globo, centrando-se no episódio da construção da ferrovia Madeira-Mamoré. O delírio desenvolvimentista levou operários de mais de quarenta países aos confins da Amazônia, para trabalhar em uma linha de trem cuja finalidade em pouco compensava os problemas de terreno e logística. Em um relato amplamente documentado, o autor mostra como esta obra faraônica custou a vida de milhares de trabalhadores anônimos
HARDMAN, Francisco FootUm trem corre para o Oeste; estudo sobre a Noroeste e seu papel no sistema de viação nacional
AZEVEDO, Fernando dePreocupado em produzir uma avaliação sócio-político-econômica da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil durante a primeira metade do século 20, Paulo Roberto Cimó Queiroz desenvolveu completa e apurada pesquisa sobre a história desta Ferrovia originada em Bauru (SP) e encerrada em Corumbá (MT). A NOB (Noroeste do Brasil) foi e é alvo de críticas e mitos, que neste livro são testados a partir de farta e cuidadosa análise documental, solidamente amparada na teoria historiográfica
Queiroz, Paulo Roberto Cimó