Música
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Trabalho produzido pela Comunicação Social/Sacd para o Jornal Museu ao Vivo no. 18. Vista da terra indígena dos Guarani da Aldeia Boa Esperança no Estado do Espírito Santo. Imagens de crianças Guarani tomando banho da água que cai da caixa d'água. Casa in
O Arquivo Musical Timbira foi um dos doze projetos selecionados em todo o país para receber o apoio do Programa Petrobras Música. Trata-se de um minucioso trabalho de pesquisa e resgate do acervo musical dos rituais dos índios dos sete povos da nação Timb
Moça vestida de "índia". Jardim do Museu do Índio. Crianças no Jardim do MI com as professoras. Funcionários do MI. Índios Kuikuru saindo da Casa dos Guarani, vão para o jardim e começam a dança. Os Kuikuru estão com pintura corporal e facial, com adornos
Documentário sobre os índios Mehináku que vivem no Parque Nacional do Xingu. Narrador comenta os rituais, crenças e hábitos da vida indígena. Utilização do pequi, rituais xamânicos, preparação dos alimentos, dança, música, produção de artefatos etc. Algun
PASINI, CarlosDocumentário sobre o cotidiano Guarani e sua luta pela demarcação da terra
MOREIRA, Maria GorettiA entrevista é sobre cultura indígena, demarcação de terras, descaso do governo, preservação de costumes. Participaram da entrevista o índio Kuikuru, Tabata e fala os problemas do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, do turismo ecológico, de garimpei
Documentário sobre os Juruna, Suyá e Txukahamae que habitam a região do alto Rio Xingu. Os índios Juruna adornados dançam, tocam flauta e cantam na aldeia, pescam e caçam na floresta. Os Suyá adornados cantam, dançam, pescam com timbó, colhem mel na flore
DUTILLEUX, Jean-PierreDocumentário que mostra o cotidiano dos índios do Xingu e o seu famoso ritual, o Quarup
DUTILLEUX, Jean-PierreO início da fita, imagens do piso do prédio central do museu e seus azulejos de época. Imagem dos índios Kuikuru, Tabata e seu filho Maricá do Xingu. Imagens de índios Krahô , crianças de escola em visita ao museu. Mãe indígena com criança no colo. Índio
Índios Krahô cantando e dançando no Museu do Índio. Imagens também de crianças de escolas em visita ao museu. Na segunda parte do vídeo, os índios Krahô fazendo uma apresentação de dança no Teatro Carlos Gomes do Rio de Janeiro
Índios Terena reunidos tocando violão
SCHULTZ, HaraldO vídeo mostra os índios Wajãpi do Amapá, ambientando a casa Wajãpí, construída no jardim do Museu do Índio. Na inauguração da Exposição Tempo e Espaço na Amazônia, registro do discurso do diretor do Museu, José Carlos Levinho, do presidente da Funai, Glê
Música realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioMúsica realizada com instrumento de sopro pré-histórico pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Na faixa 5 há uma orquestra de sapos
AYTAI, DesidérioHistória da recriação do povo Rikbaktsa
FIORINI, MarceloFilme documentário de uma expedição que se dirige a uma aldeia Kamayurá localizada no Xingu, mostrando cenas do cerimonial feminino conhecido como "Yamaricuma" e outro chamado "Huka-Huka"
ADAMSKI, ZygmuntMúsicas das grandes festas Makuxi, incluindo as dos visitantes (Parixara) e as dos anfitriões (Tukui). Os cantos apresentados neste CD são de autoria desconhecida e ensinados de geração em geração, com exceção do canto "Upaatakon" (Nossa Terra), que é de
Paulo José de Souza, Hordazina Afonso de Souza, Bernaldina José Pedro, Maria Luiza de Souza (Principais cantores e músicos Makuxi)Feira de Artesanato. Índios Guarani vendem seu artesanato na feira de Angra do Reis, no Estado do Rio de Janeiro. E apresentam dança típica do povo Guarani
SOUSA, Cosme deDocumentário sobre os índios MURA do Amazonas, localizados na margem do Rio Madeira, afluente do Rio Amazonas. Vista da Aldeia Moatinga. Existe entre os Mura um alto grau de miscigenação, e os índios com uma estatura mediana. Eles fabricam seu artesanato
Música clássica e lírica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsica clássica e lírica gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsica e história gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsica e história gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioMúsica e história gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai
AYTAI, DesidérioSobre a música encontrada em tabuletas de argila na Síria, gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Ela é considerada a melodia mais antiga do mundo. Faixa 5: música sacra do sul da Índia
AYTAI, DesidérioSobre a música encontrada em tabuletas de argila na Síria, gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Ela é considerada a melodia mais antiga do mundo. Faixa 5: música sacra do sul da Índia
AYTAI, DesidérioSobre a música encontrada em tabuletas de argila na Síria, gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Ela é considerada a melodia mais antiga do mundo. Faixa 5: música sacra do sul da Índia
AYTAI, DesidérioSobre a música encontrada em tabuletas de argila na Síria, gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Ela é considerada a melodia mais antiga do mundo. Faixa 5: música sacra do sul da Índia
AYTAI, DesidérioSobre a música encontrada em tabuletas de argila na Síria, gravada pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Ela é considerada a melodia mais antiga do mundo. Faixa 5: música sacra do sul da Índia
AYTAI, DesidérioMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
AYTAI, DesidérioMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
AYTAI, DesidérioMúsicas e cantos dos índios Xavánte registrados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai, realizado no dia 10 de julho de 1969
AYTAI, DesidérioCantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
Cantos e músicas indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Faixa 1: (04 seg. - 29 seg.) 8 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro à noite. João Batista vai cantar agora um canto da noite DAHIPÓPO e depois vamos ver a explicação deste canto/ (2 min. 31 seg. - 2 min. 49 seg.) 10 de outubro de 1974, na missão salesiana do Sangradouro. José de [Arimatia?], Xavánte, vai cantar agora o abadzayñiyredapã./ (3 min. 29 seg. – 3 min. 40 seg.) José Xavánte agora vai cantar o abadzi Rayhidiba-ma danõre – canto para a festa do nome das moças. (5 min. 48 seg. – 5 min. 59 seg.) José vai cantar agora [?]./José vai cantar agora [?]./ (6 min. 24 seg. – 6 min. 29 seg.) José Xavánte vai cantar dahiwanõRe./ (8 min. 10 seg. – 8 min. 27 seg.) 11 de outubro de 1974, Sangradouro. José de Arimatia, Xavánte, vai cantar um Datsiwayõ, canto inicial da festa do nome das mulheres./ (9 min. 24 seg. – 9 min. 30 seg.) Agora José vai cantar um Datsiwayweré./ (11 min. 45 seg. – 12 min. 06 seg.) 12 de outubro de 1974,angradouro. José vai cantar agora o Reyrewa, canto de homens e mulheres. A melodia que as mulheres cantam é a mesma que os homens cantam./ (12 min. 42 seg. – 12 min. 50 seg.) José vai cantar agora o WayñoRe, canto depois da luta./ (14 min. 27 seg. – 14 min. 32 seg.) Agora José vai cantar o WamñoRoñoRe./ (15 min. 26 seg. – 15 min. 36 seg.) José vai cantar um pedacinho do canto [?], porque este canto é muito comprido./ (16 min. – 16 min. 03 seg.) Agora José vai cantar o WatèabañoRe./ (21 min. 15 seg. – 21 min. 27 seg.) 12 de outubro de 1974, Sangradouro. Agora João Batista vai cantar o Dzomoriñore, é um canto que se canta nas caçadas./ (22 min. 49 seg. – 23 min. 02 seg.) João Batista vai cantar o WayaRãpó, o canto que cantam na dança [?] com feixes de cera de buriti./ (23 min. 56 seg. – 24 min. 07 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José vai cantar um canto para a festa da furação das orelhas./ (25 min. 31 seg. – 25 min. 40 seg.) José vai cantar outro canto do mesmo tipo para a festa da furação das orelhas./ (26 min. 57 seg. – 27 min. 03 seg.) José vai cantar mais um canto para a festa da furação das orelhas./ (28 min. 34 seg. – 28 min. 45 seg.) José vai cantar agora um canto que as mães cantam para os filhos dormir [?] Lullaby./ (29 min. 01 seg. – 29 min. 04 seg.) José vai cantar um canto DAPRABA./Faixa 2: (1 seg. – 10 seg.) 15 de outubro de 1974, Sangradouro. José de [?] vai cantar agora um DAIARÓNO./ (2 min. 12 seg. – 2 min. 15 seg.) José vai cantar um DAHIPÓPO./ (4 min. 20 seg. – 4 min. 27 seg.) José vai cantar um Marawawa Dañõre./ (6 min. 38 seg. – 6 min. 42 seg.) José vai cantar um DAPARARA./ (8 min. 11 seg. – 8 min. 17 seg.) José vai cantar o DAWAUWA choro./ (10 min. 12 seg. – 10 min. 24 seg.) 19 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo, o mais velho da tribo, vai cantar um DAHIPÓPO./ (12 min. 04 seg. – 12 min. 08 seg.) Agora Jerônimo vai cantar um DAPRABA./ (13 min. 31 seg. – 13 min. 34 seg.) Jerônimo vai cantar um DAIARÓNO./ (14 min. 55 seg. – 15 min.) Jerônimo vai cantar um Mara`wawa./ (16 min. 53 seg. – 17 min. 02 seg.) Jerônimo vai cantar um [?] que quer dizer um choro que pede ajuda em serviço para, por exemplo, fazer uma casa./ (18 min. 40 seg. – 18 min. 58 seg.) Um canto choro da lenda [?], contada por Jerônimo [?] e registrado, gravado pelo padre Zacaria./ (19 min. 23 seg. – 19 min. 26 seg.) Continua a mesma lenda./ (20 min. – 20 min. 12 seg.) Choro de uma outra lenda [?], também registrada pelo padre Zacaria./ (21 min. 05 seg. – 21 min. 11 seg.)/ Choro de uma outra lenda [?]./ (21 min. 30 seg. – 21 min. 32 seg.) Outro choro da mesma lenda./ Outro choro da mesma lenda./ (22 min. 20 seg. – 22 min. 30 seg.) Canto da lenda [?] também registrada pelo padre Zacaria./ (25 min. 21 seg. – 25 min. 36 seg.) 20 de outubro de 1974, Sangradouro. Jerônimo agora vai cantar um canto do [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo vai manejar./ (27 min. 31 seg. – 28 min. 44 seg.) Jerônimo vai cantar outro canto do [?], quer dizer [?], acompanhado pelo chocalho que ele mesmo maneja./ (30 min. 18 seg. – 30 min. 25 seg.) Jerônimo vai cantar agora mais um canto do [?], acompanhado por chocalho
A primeira parte do documentário mostra o trabalho artesanal, as danças e a festa dos índios que vivem às margens do Rio Içana. Resumo das cenas: legenda "No Rio Içana - affluente do Rio Negro - Fronteira da Colômbia - Photo José Louro"/ legenda "A indústria da piassava é muito explorada na região. Constitui a sua maior riqueza em conseqüência da desvalorização da goma elástica"/ homem na floresta/ legenda "Extrahindo as fibras"/ homens extraindo fibras/ legenda "Embarque"/ o transporte das fibras/ legenda "Visita à maloca de tunui"/ índias crianças carregando coisas/ barco chegando/ índia com filho no colo/ índios jovens/ adultos e crianças reunidos/ legenda "Visita à grande maloca cururú-poço dos Siuci - Tapuia no Rio Aiari, afluente do Içana. Dois rapazes tocam japurutú, que é uma flauta de dois metros de comprimento, feita de jupati, palmeira"/ índios tocando o instrumento/ legenda "Em Iutica, importante povoado dos índios Uanana"/ mapa localizando o Rio Negro, no Brasil e Iutica, próximo à Colômbia/ legenda "As moças e as meninas ocupam-se em amassar barro para o revestimento da casa do tuchaua, capm. Felicio..."/ índias amassando barro/ legenda "... e fazem disso interessante divertimento"/ índios meninos e meninas brincando de jogar bolas de barro uns nos outros/ legenda "Ralando mandioca"/ índias ralando mandioca/ legenda "Curumis brincando..."/ índios crianças brincando no rio/ esses meninos comendo, sentados numa pedra/ legenda "Tirando casca de tururi..."/ índios adultos e crianças tirando casca de tururi/ legenda "... e, depois de raspada, vae ser batida para desprender a entrecasca com a qual são confeccionadas as máscaras"/ índios trabalhando/ legenda "Preparando para isso tocos especiais, operação que demora 3 a 4 horas"/ índios batendo nos tururis descascados, com os tocos especiais/ legenda "Desprendendo inteiramente em lâminas..."/ tururis são desprendidos/ outros índios continuam batendo com os tocos/ legenda "... e, em seguida, são lavadas no rio, tornando-se, assim, macias"/ índios carregando tururis/ índios chegando ao rio/ índios lavando tururis na água do rio/ legenda "continua". Rolo 2/ legenda "Depois de secas, prontas para receberem a pintura"/ índios pintando/ legenda "Extração do urucum para pintura"/ índios extraindo urucum/ índios pintando/ índio mostrando uma confecção pronta/ legenda "Da madeira matamátá extrae-se a casca com que se confecciona as saias, em forma de franjas"/ índios confeccionando saias/ legenda "A máscara depois de pronta"/ máscaras prontas/ índios retocando as confecções/ índios vestidos com as máscaras/ legenda "A do chefe da tribo"/ o chefe trajado com sua confecção especial/ legenda "Em iutica reunem-se 200 índios da redondeza para os festejos. Os índios de matapi e taracuá-cachoeiras vêm tomar parte nas festas"/ índias adultas e crianças/ legenda "Com os macacos e caititús"/ índio com os animais/ legenda "Transporte do cachiri."/ legenda "O caxiri é uma bebida feita de mandioca fermentada de que os índios fazem grande uso, principalmente por ocasião de seus festejos"/ índios transportando a bebida para dentro de uma maloca/ legenda "Os índios mascarados chegam à maloca para o início dos festejos"/ índios mascarados dançam em frente à maloca, assistidos por outros/ após a dança, os índios mascarados entram na maloca/ legenda "Servindo o cachiri"/ índios bebem o cachiri./ legenda "Pilando o capi uma espécie de ópio que eles tomam durante as festas"/ índio adulto pilando o capi com o filho/ legenda "Estas danças são geralmente no interior das malocas, mas a nosso pedido foram executadas no terraço"/ índios dançando em casais/ legenda "As mulheres pintam seus maridos com a caracrterística tinta de urucum"/ índia pintando o marido/ legenda "Dança predileta dos índios. Tocam flautas de Pan, compostas de carriços de bambú que depois de unidos emitema escala chromatica musical"/ legenda "O cavalheiro ao mesmo tempo que toca, dança arrastando a sua dama. É curioso que a dama é quem escolhe o seu par"/ índios tocando instrumentos e dançando com seus respectivos pares/ outros índios assistem/ legenda "Tipo de índio uanana"/ índios uananas/ legenda "Depois das festas o síndios tiram as máscaras e enfeitam-se com penas de garça para começar a outra festa de cangatara"/ índios enfeitando-se com as penas/ legenda "A dança de acangatara"/ índios sentados no lado de fora da maloca, assistindo/ índios enfeitados e preparados para a dança/ índios adultos e crianças começam a dança/ índios entram na maloca/ legenda "O capitão Felicio e seu tio ex-tuchaua"/ legenda "Todos estes utensílios indígenas foram colecionados pela inspeção e acham-se no nosso museu na seção ethnográphica"/ legenda "fim"
LOURO, JoséNúcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Crianças Paresi em aula de música com o professor Hermogenes Corrêa
LOURO, JoséFilme produzido pelo S.P.I. mostrando a entrada do esporte na vida dos índios nativos de Guarita, a relação paralela do que é primitivo e moderno, a tradição, as novas máquinas para ajuda no campo, os rituais e a comemoração nas datas nacionais
O povo Zoró se autodenomina Pangajëi, que significa: "Nós". A língua falada pertence ao tronco lingüistico Tupi e à família Mambé. Os grupos Gavião, Cinta Larga e Suruí compartilham de língua, cultura e bens materiais semelhantes. Milhares de anos de ocup
CHATEAUBRIAND, HelyDocumentário sobre os índios de Brejo dos Padres, retratando o dia-a-dia, o trabalho na terra, confecção e venda de artigos e a força e influência da crença na vida de cada um. Cenas: legendas: "Embrafilme e Museu do Índio apresentam"/ "Pankararu de Brejo
CARVALHO, VladimirCD de músicas Wapichana da região da Serra da Lua, estado de Roraima, que busca divulgar a cultura musical e a língua materna deste povo. O objetivo da produção é que as crianças wapichana aprendam e dêem continuidade à cultura musical de seu povo, e que
A musicalidade é questão central na vida dos Kanamari. Cantos, coros, danças, flautas e buzinas alegram as aldeias nos períodos de celebração. Esse material contém uma breve apresentação sonora e visual das artes verbais e manifestações rituais mais impor