Museus
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Os quatro museus que integram a Universidade de São Paulo respondem à questão que dá título ao livro, por meio do exame de seus acervos e de sua história. Sobre o patrimônio natural, o Museu de Zoologia chama a atenção para a biodiversidade tropical, com sua extensa coleção dedicada à fauna brasileira. Sobre o patrimônio criado pelo homem, o Museu de Arqueologia e Etnologia apresenta testemunhos materiais pertencentes desde às mais antigas populações que ocupam o território até as culturas indígenas da época pós-cabralina. Num âmbito temporal mais restrito, o Museu Paulista reflete sobre o universo do trabalho, a partir de objetos e ferramentas de uso cotidiano, utilizados da Colônia ao início do século XX. Finalmente, o Museu de Arte Contemporânea faz um exame dos principais artistas de seu importante acervo e do significado das tendências que representam na arte brasileira recente
Sem títuloResultado do trabalho de uma equipe multidisciplinar, a terceira versão deste guia cataloga 529 museus das mais variadas especialidades, organizados por Estados da Federação, trazendo informações sucintas sobre localização, instalações, estrutura técnico-administrativa, acervo, biblioteca, atividades especializadas e atendimento ao público, entre outros dados. Por sua abrangência, o livro é um convite à descoberta e ao debate sobre o significado dos museus e a diversidade de acervos expostos
Sem títuloEstudo da formação dos museus de Arte Moderna brasileiros, acompanhando ao longo de cerca de meio século, dos anos 50 à atualidade, o histórico de entusiasmo inicial, problemas e impasses enfrentados por essas instituições. Especialista no tema e ex-diretora da Pinacoteca do Estado, em São Paulo, a autora analisa os vários tipos de propostas que presidiram a implantação desses museus e seus desdobramentos posteriores, para colaborar na necessária reflexão sobre o seu futuro. A atuação dos vários agentes envolvidos na complexa rede que está por trás das salas de exposição, os critérios de formação de acervos e de desenvolvimento de programas educacionais, os modelos de museus estrangeiros similares ou a imagem pública das instituições são algumas das inúmeras questões tratadas neste livro
Sem títuloSegundo Pierre Bourdieu, os museus abrigam tesouros artísticos que se encontram, ao mesmo tempo (e paradoxalmente), abertos a todos e interditos à maioria das pessoas. Partindo de um conjunto prévio de hipóteses, os autores realizaram uma sondagem sistemática sobre o público de museus de cinco países europeus em meados dos anos 60, com o objetivo de verificar quais os fatores que determinam ou favorecem a prática. Ainda que decorridos vários anos entre a publicação francesa e esta primeira tradução para o português, a problemática central levantada permanece: porque apenas parte dos indivíduos consegue fruir adequadamente as obras de arte e quem são esses indivíduos são as questões aqui analisadas
Sem títuloApresenta um interessante percurso conceituando a exposição de arte e desvendando as estratégias utilizadas nos museus de arte moderna e nos novos museus, chamados pós-modernos. Nestes surge uma nova concepção, a dramatizada, na qual luz teatral, cores e ambientações dramatizam o contato do visitante com a obra de arte. Ao utilizar o termo ‘cenografia’ no lugar de ‘museografia da exposição’, a autora defende que exposição e cena teatral se assemelham, já que visitante e ator têm em comum o fato de serem ativos. Com base em entrevistas feitas com profissionais da área que atuam no eixo Rio - São Paulo, a autora discute o papel do curador e a opção de cada um deles por determinada tipologia de exposição de arte: cenografia dramatizada ou cenografia de paredes brancas
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