Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do arcevo arquvístico do MI.
Sem títuloMuseu do Índio
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Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do acrevo arquvístico do MI.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Shapu Sibó, Dani, Damë Bëtxum, Binin Bëchu e Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, ensinado aos jovens.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Binin Bëchu e Damë Bëtxum (camisa listrada).
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Damë Bëtxum, Shapu Sibó (ao meio) e Dani.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Momento de Shapu Sibó manusear o programa de edição; ao fundo, Binin Bëchu.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Em sentido anti-horário: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Dani, Shapu Sibó, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra a Damë Bëtxum e Bëux um instrumento para se fiar algodão de outra etnia indígena.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens observam e analisam pulseiras e outros adornos Marubo, etnia vizinha cuja relação com os Matis é de longa data e que até hoje possuem laços estreitos, tanto simbólicos quanto materiais. Identificam em meio a esses uma braçadeira Korubo, etnia ainda não contatada do Vale do Javari.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Máscaras de outra etnia que chamaram a atenção dos jovens matis, povo que também produz máscaras próprias.
Sem títuloNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Binin Bëchu observa o material com atenção.
Sem títuloDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Em sentido anti-horário: Dani, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Binin Bëchu, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. De pé, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, observa a aula que o coordenador da oficina Celso Renato Maldos oferece aos jovens matis. Da esquerda para a direita: Dani, Binin Bëchu, Damë Bëtxum e Shapu Sibó.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Dani, Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Binin Bëchu, Shapu Sibó (de pé) e Damë Bëtxum.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Dani, Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Binin Bëchu (de pé, com o caderno), Shapu Sibó (de pé) e Damë Bëtxum.
Sem títuloEnawat, talhadeira feita com um dente de capivara e que leva o mesmo nome desse animal, enawat (“capivara”). Há exemplares semelhantes feitos, por sua vez, de dentes de cutia, chamados de madë xëta (“dentes de cutia”). É usado durante algumas das etapas da feitura das armas pelos homens: para talhar o orifício da zarabatana por onde passam os dardos, para afiar as flechas e fazer as flechinhas infantis.
Sem títuloTenke, aljava onde são levados os dardos da zarabatana e os outros instrumentos necessários para a caça com essa arma, como paina de samaúma e argila.
Sem títuloTear, feito a partir de um galho dobrado em formato triangular, que serve para a feitura dos witsun, adornos trançados (pulseiras, braçadeiras e jarreteiras), usados por todos os habitantes de uma aldeia.
Sem títuloTatxik nokoxkatê, ralador para o cipó tatxik, matéria-prima de uma bebida de mesmo nome, tomada diariamente em grupo pelos homens no centro da maloca. É compartilhado por todos os homens durante uma roda da bebida.
Sem títuloTëtxuk, pote de cerâmica arredondado, base côncava e protuberâncias nas paredes externas. Serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, tomada em grupo pelos homens diariamente no centro das malocas.
Sem títuloTsanut, concha lacustre utilizada pelas mulheres para a modelagem da argila durante a feitura de peças de cerâmicas. Cada mestra artesã possui uma coleção de tsanut, constituída de conchas dos mais diferentes tamanhos, que utilizam para a modelagem dos mais diversos artefatos de cerâmicas.
Sem títuloAdorno facial demux, ornamentos nasais feitos a partir dos espinhos retirados do interior da casca da palmeira de isan, patauá (Jessenia bataua). Foi trazido também para a instituição um pedaço da casca dessa palmeira, com os espinhos negros in natura dentro.
Sem títuloXapex, rolo de fio feito de fio de tucum, matéria- prima usada para o trançado das mais diferentes classes de artefatos: adornos (witsun), redes (di), peneiras (sekte), entre outros.
Sem títuloArco e flechas, arma que serve para a caça de grandes mamíferos terrestres, como queixadas (shawa), porquinhos do mato (unquin), e mais raramente antas (awat).
Sem títuloXëkpan, arco e flechas infantil. Os próprios meninos costumam construir as suas flechinhas, que usam para treinar a sua mira e brincar com os amigos.
Sem títuloKomizi faz finos traços violetas sobre o fundo vermelho de urucum no rosto.
Sem títuloKomizi, sentado ao pé de uma bananeira dá os primeiros acertos nos pedaços de taboca que escolheu para fazer os boborara.
Sem títuloDetalhe de Komizi fazendo sua flauta boborara cantar.
Sem títuloKomizi toca a flauta e dança junto com o pesquisador indígena Joaquim Kulina.
Sem títuloKomiz e Joaquim tocam a flauta e dançam, divertidos.
Sem títuloKomizi toca a flauta para ouvirmos e tirar fotos.
Sem títuloZakaria explica o que está indo fazer antes de entrar para a mata para encontrar os materiais necessários para produzir um hihiti
Sem títuloPesquisador indígena Benjamim filma o tronco da pupunheira utilizada já derrubada no chão.
Sem títuloKubil testa o arco que está cortando para avaliar se já tirou do miolo o suficiente para que o arco se envergue.
Sem títuloDetalhe de Zakari tirando os cipós.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Binin Bëchu, Shapu Sibó, Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, e Dani.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina, Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, Binin Bëchu, Michelle Ludvichak, pesquisadora associada ao ProDocult Matis, Damë Bëtxum, Shapu Sibó e Dani.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Binin Bëchu, Shapu Sibó e Damë Bëtxum, registrando com sua própria câmera a experiência.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Binin Bëchu, Shapu Sibó, Bëux, Dani e Damë Bëtxum, com os jovens registrando a atividade com suas próprias câmeras.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Shapu, Binin, Damë e Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Binin Bëchu, Damë registrando as peças Asurini, Shapu Sibó e Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José pede que os jovens amarrem corretamente as peças do tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana. Junto a esse está a panelinha que leva o veneno utilizado nos dardos da zarabatana e a faca usada para se passar o veneno nos mesmos.
Sem títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sem títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sem títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis, observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias.
Sem títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Dani, Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e, de pé, Binin Bëchu.
Sem títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Em sentido anti-horário: Dani, Michelle Ludvichak, pesquisadora associada ao ProDocult Matis, Binin Bëchu, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo.
Sem títuloNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Shapu Sibó mostra o dvd com a coleção de fotos que ganhou, com Dani, Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas no RJ, e Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, ao fundo.
Sem títuloA comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.
Sem títuloWemo, a senhora mais velha da aldeia Buaçu segura a foto em que reconhece seu pai para mostrar para a família (foto de Schultz 1951).
Sem títuloReunião com os pesquisadores indígenas Benjamim kulina, Dário Kulina, Joaquim Kulina e João Kulina e os mestres artesãos Komizi Kulina (boborara), Kubil Kulina (totore), Zakaria Kulina (hihiti) e João Ikobo Kulina (teteko).
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