Museu do Índio

Área de elementos

Taxonomía

Código

Nota(s) sobre el alcance

    Nota(s) sobre el origen

      Mostrar nota(s)

        Términos jerárquicos

        Museu do Índio

          Términos equivalentes

          Museu do Índio

            Términos asociados

            Museu do Índio

              453 Descripción archivística resultados para Museu do Índio

              453 resultados directamente relacionados Excluir términos relacionados
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_12 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os indígenas explicaram que o keruri é um cesto utilizado como uma espécie de bolsa ou refratários para guardar pequenas coisas. O keruri é feito de uma espécie de capim amazônico com uma técnica que dá uma flexibilidade tornando possível confeccioná-lo em diversos formatos. O formato mais comum é bastante semelhante ao hohori (um vaso médio e pequeno de cerâmica). Ele é confeccionado unicamente pelas mulheres e a técnica de confecção é muito delicada, entrelaçando os feixes de capim, construindo os formatos desejados. É também bastante frágil, podendo se deformar facilmente. É utilizado como toucador, para guardar pequenos objetos pessoais ou como bolsa para carregar estes mesmos objetos. Em geral é pintado através de diferentes técnicas de pinturas e com desenhos que dão maior definição a seu formato. O exemplar acima é pintado através de uma técnica muito comum entre os Kulina, a base de uma tinta conhecida como ‘amaidada’ em língua kulina, tirada de um arbusto encontrado na mata bem perto das aldeias e que dá uma coloração roxa ou violeta (exatamente igual ao violeta gensiana).

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_14 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tsiki/cerâmicas: Raimundo Kulina e os pesquisadores indígenas tomam conhecimento da coleção de cerâmicas kulina recentemente adquiridas pelo Museu do Índio em suas aldeias. Eles explicam que são as mulheres as especialistas em cerâmica. Atualmente, as mulheres kulina raramente produzem peças de cerâmica, tendo substituído os utensílios aneriormente fabricado por elas por utensílios industrializados comprados na cidade ou dos barcos mercadores. Eles explicam que antigamente, faziam vasos de cerâmica grandes chamados hohori (imeni) serviam para guardar água ou outros líquidos. Vasos com outro formato, chamados de zipa, eram utilzados no passado como panelas para cozinhar os alimentos, em especial a banana, a macaxeira e as carnes. Os Kulina observaram que no acervo recentemente adquirido pelo Museu do Índio só constam hohori médios e pequenos e um zipa, prato, pequeno. (Descrição da foto feita pelos pesquisadores indígenas: Raimodo roroli wanaliniza. Kidetorara.raimodo sapel sowiko bananí).

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_15 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Zipa bedeni: Raimundo explica que o zipa bedeni, uma espécie de pequeno prato de cerâmica, seria utilizado para o consumo de líquidos, em especial as bebidas de banana e macaxeira servidas nos grandes vasos de cerâmica. Servia também para beber água dos vasos. Como toda cerâmica, é produzido pelas mulheres.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_16 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Hohori: De acordo com os indígenas, os vasos de cerâmica do tipo hohori eram produzidos com tamanhos grandes, médios e pequenos, mais ou menos com um mesmo formato, como uma grande lâmpada. Os pequenos eram utilizados como brinquedos pelas crianças. Os médios eram utilizados para guardar pequenos objetos de decoração corporal, como tintas, urucum e genipapo, etc.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_19 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os hohori tanto os utilizados como buzinas nas festas como aqueles utilizados como utensílios domésticos, eram pintados com diversos motivos. Este hohori foi pintado, de acordo com Arnaldo Kulina, com os padrões encontrados em um tipo de arraia do rio, butani na língua kulina.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_01 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagens da qualificação das cerâmicas matis, na reserva de cerâmicas do Museu do Índio/RJ, na primeira parte da visita ao acervo. Reconhecimento da única máscara de mariwin presente na instituição pelos participantes, artefato que está incompleto.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_08 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Imagem de uma máscara e outra peça de outras etnias, artefatos que constituem o acervo do Museu do Índio e que chamaram a atenção dos jovens matis, etnia que também produz máscaras próprias.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_04 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_05 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_08 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01C · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Adriana Camelo explica como são tratados os documentos para Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, Bëux e Camila Bevilaqua, auxiliar de registros das oficinas no RJ.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01D · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux observam e registram as explicações de Adriana Camelo e o trabalho da equipe de funcionários do acervo documental do MI.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01E · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux observam e registram as explicações de Adriana Camelo e o trabalho da equipe de funcionários do acervo documental do MI.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01G · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux, à extrema esquerda, ao lado de Adriana Camelo, observam as explicações da consultora e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01J · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01N · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Ele é o bebê no colo da mulher na foto.

              Sin título
              Oficina de Edição em Vídeo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140722_02 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Shapu Sibo e Dani.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_01A · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra aos jovens variedades de peças de outras etnias.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_02C · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Durante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_02E · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Durante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_02F · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Na manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Damë Bëtxum Matis observa um dos livros recebidos.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140724_02K · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Durante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02A · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello e Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas no Rio de Janeiro; atrás delas, Roberto Aranha, responsável pelo setor audiovisual do Museu. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu e Dani.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_02B · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              No dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello e Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas no Rio de Janeiro; atrás delas, Roberto Aranha, responsável pelo setor audiovisual do Museu. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Binin Bëchu e Dani.

              Sin título
              Oficina de Edição em Vídeo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140725_03 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Conclusão da atividade, momento em que a Coordenadora do ProDocult, Chang Whan, veio entregar os diplomas para os jovens participantes. De trás para frente: Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, Binin Bëchu, Dani, Damë Bëtxum e Chang Whan (de pé).

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_03 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Xucate, abano trançado. É um objeto poli funcional, já que além de servir como abano para avivar o fogo, também pode ser utilizado como prato, tampa de panela, assento feminino e, durante os rituais da etnia, para abanar os jovens em iniciação, como na cerimônia da tatuagem, na qual as mulheres abanam as faces dos jovens com o xucate, para aplacar as dores causadas pelas perfurações das tatuagens.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_10 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Ancha, prato ritual utilizado exclusivamente durante a cerimônia iniciatória da tatuagem, servindo exatamente como suporte para os espinhos de pupunheira (Bactris gasipaes) usados pelos tatuadores para a marcação das faces dos jovens.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20150930_12 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Txuma, cuia de cerâmica, base côncava, que possui em sua borda uma aba unilateral, local em que tem preso um cordel feito de xapex (tucum). É usada para se tomar a bebida tatxik, consumida em grupo pelos homens diariamente no centro da maloca.

              Sin título
              Experimentando o instrumento
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_24 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Rapaz pendura o teteko no pescoço, experimentando o instrumento.

              Sin título
              Homem toca a flauta totore
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141121_18 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubil toca a flauta totore.

              Sin título
              Artesão tira um pedaço do breu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141122_04 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Detalhe do breu na faca. Ele será usado na abertura do casco do jabuti.

              Sin título
              Dosse´e tsiki toi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141124_01 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Eu e Zewa, com ornamento de cabeça feito de palha verde, batendo com paus e cantando o dosse´e tsiki toi

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141124_03 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Nomihá, Erebe e Kaina sentadas no banco no pátio da aldeia. Enquanto elas conversam sobre onde tem barro bom para cerâmica, outras mulheres estão se pintando e ornamentando.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141124_16 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Momo, Nomiha, Marina, Naiza, Kaina e Hoza tiram argila da cacimba, enquanto as crianças assistem (Tsilda).

              Sin título
              Mulher prepara argila para moldar
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141125_04 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Marina prepara um pedaço de argila amarelo-avermelhada para moldar uma peça.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_02 · Unidad documental simple · 2012
              Parte de Arquivístico

              Doima, de Buaçu, confecciona um heprir, o antigo prato kulina, enquanto bebê dorme em seu colo. É possível perceber o formato do cesto confeccionado. Seu fundo é confeccionado com um padrão de trançado. E forma-se um desenho quadrado. A partir do quadrado, sobem as laterais do cesto, com um outro desenho de trançado.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_03 · Unidad documental simple · 2012
              Parte de Arquivístico

              As mulheres se adornam com testeiras e outros adereços confeccionados com o miolo e a folha do murmuru e outros materiais da floresta para uma festa-brincadeira na aldeia. Nestas festas-brincadeiras, as flautas boborara, as flautas totore e as buzinas hohori são tocadas (no passado, eram muito mais presentes, segundo os Kulina). Também era usado o Teteko, espécie de reco-reco, associado a uma flauta do tipo pan, com dois ou três tubos de taboca fina.

              Sin título
              Senhora tece uma bolsa com tear manual
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_04 · Unidad documental simple · 2012
              Parte de Arquivístico

              Wemo, da aldeia Buaçu, confecciona bolsas de algodão com tear manual que ela faz em sua cozinha.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_05 · Unidad documental simple · 2012
              Parte de Arquivístico

              Zohe, da aldeia Buaçu, exibe um colar de miçangas em dia comum. Os Kulina, homens e mulheres, fazem questão de usar seus adereços mais suntuosos em ocasiões de grandes e/ou importantes reuniões, seja nas aldeias, seja na cidade. Mas eles também usam muitos colares e gargantilhas em dias normais, especialmente as mulheres e as crianças.

              Sin título
              Tezeme/ cocar kulina de penas de arara
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130817_01 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              Kaino, da aldeia Ipiranga Velha, vestindo um tezeme (cocar de penas de arara) durante reunião com todas as lideranças kulina do rio Purus, na aldeia Santa Júlia. Ele também está adornado com uma bandoleira tecida de algodão com desenhos e contas pretas, cinzas e brancas.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130824_01 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              Vanito, da aldeia Ipiranga Velha, com os filhos. Ele está com adereços para dançar o Ahie´e no intervalo do culto em Ipiranga Velha. Na cabeça ele usa um chapéu feito com o miolo da folha do murmuru. Este é o chapéu tradicionalmente usado pelos Kulina em quase todas as festas e rituais. O rosto está pintado com jenipapo. E ele usa uma bandoleira feita de sementes e contas pretas e claras. As crianças também têm o rosto pintado de jenipapo.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130824_02 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              Kaino, da aldeia Ipiranga Velha, era, à época da foto, pastor e xamã. Nesta ocasião, ele guiava o culto evangélico na aldeia Ipiranga Velha, que reunia famílias de várias aldeias. Ele usa como adereço de cabeça um Tezeme, cocar de penas de arara. Além disso usa uma bandoleira feita de algodão com padrões desenhados e com contas claras e pretas.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130825_02 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              Moça, menina e menino da aldeia Ipiranga Velha com rostos pintados e adereços para dançar o Ahie´e. A moça usa um chapéu tradicionalmnete usado nas festas e rituais, feito do miolo da folha do murmuru. Caem do chapeu faixas com dobraduras, feitas de folhas verdes de um tipo de bananeira. A roupa da moça é adornada com contas cinzas e brancas, médias, e sementes marrons, maiores. Este estilo de saias é associado a uma estética dos cultos-danças evangélicos e aos ´grupodeni´ - equipes de danças femininas que se apresentam durante os cultos.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130825_03 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              A moça usa um chapéu tradicionalmente usado nas festas e rituais kulia, feito do miolo da folha do murmuru. Caem do chapéu faixas com dobraduras, feita de folhas verdes de um tipo de bananeira. Há ainda uma espécie de antena de onde cai uma faixa com dobraduras, do mesmo tipo da outra. A moça tem o rosto pintado de urucum, violeta gensiana e jenipapo. Ela está embelezada para brincar um Ahie´e. Além disso usa no pescoço vários colares sobrepostos, como é muito nas moças de sua idade. E por fim, usa uma saia adornada com miçangas vermelhas grandes, com bolas maiores de outro material. A saia é adornada ainda com faixas de tecido de algodão cortado. Este estilo de saias também é associado a uma estética dos cultos-danças evangélicos e aos ´gruposdeni´- equipes de danças femininas que se apresentam durante os cultos.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20131204_02 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              João Onima experimenta a máscara koama que acabou de ser produzida para a festa com os espíritos, o Tokorimekha Ahie´e, que acontecerá na aldeia Santa Júlia à noite.
              O koama é usado pelos xamãs kulina para buscar os espíritos para virem cantar e dançar no terreiro da aldeia com as mulheres. Nestas ocasiões, as mulheres aprendem novos cantos e os doentes mais graves são curados pelos espíritos Tokorime.
              A máscara Koama torna possível a visibilização dos espíritos no terreiro da aldeia.
              A máscara é produzida pelos xamãs ou por familiares de pessoas doentes. Ela é confeccionada a partir do miolo da folha de uma palmeira semelhante ao murmuru. Quando os xamãs vestem a máscara eles são capazes de fazer os espíritos ficarem visíveis para os humanos.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141119_02 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Zupira, da aldeia Santa Júlia, está em fase final da confecção de uma powi. Ela utiliza dois paus que servem de tear. As tramas da powi não são nada fechadas. Assim como na confecção de outros tecidos, o algodão é fiado pelas mulheres e pode ser colorido através de diversas técnicas: aguano, amaidada, argilas, etc. É comum também as mulheres utilizarem fios coloridos de velhas redes para tecer as powi. Na primeira etapa da confecção, as mulheres utilizam mãos e pés para tecer o algodão. Com eses dois paus fincados no chão elas esticam os fios e passam as tramas entre eles.

              Sin título
              Pai e filha vão para o roçado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_02 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ino (Benedito) e Kaba, sua filha mais nova (de Santa Júlia), vão para o roçado. Ele carrega uma terçado, de botas. Ela carrega um cesto shapoto enlaçado na testa. Uma cena muito comum nas aldeias kulina é um grupo de mulheres se encaminhar para o roçado carregando shapotos vazios (às vezes algum terçado) seguidas pelas crianças e muitas vezes também pelos homens da casa (especialmente os mais velhos)

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_05 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Detalhe da máscara feita de folhas secas de bananeira da criança durante um Doshe´e (ritual de pescaria coletiva) na aldeia Santa Júlia.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_06 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Um espírito aparece mascarado (koama za) na mata enquanto os pesquisadores indígenas aprendiam sobre a confecção de instrumentos musicais. Ele está bravo, corre atrás do grupo de homens que está na mata e ataca seus pertences com um pau.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141120_08 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Depois de ser acordado pelos pesquisadores, de dançar e fazer graças com o grupo de homens na mata, o espírito se encaminha para o igarapé, onde ele vai beber água e se banhar, como bicho.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141121_04 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubil, de Santa Júlia, na varanda de sua casa tocando o totore que ele acabara de produzir. Ao lado, um shapoto pequeno velho ainda utilizado para carregar produtos do roçado. Ele conta as estórias associadas a esta flauta.

              Sin título
              Adereços de miçanga
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141130_02 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Homens de várias aldeias se pintam e colcoam adereços de vários tipos, como grandes colares, tiaras, gargantilhas, pulseiras, etc, para participar de uma grande e importante reunião na aldeia Santa Júlia.

              Sin título
              Arnaldo Kulina no Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_01 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina pousa para foto em frente ao prédio da administração do Museu do Índio.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_04 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina observa foto de menina ashaninka com pintura facial e roupas tradicionais. Ele vai imaginando como poderia ser uma exposição kulina, com pinturas faciais, com objetos interessantes e fotos bonitas de seu povo. Ele sugere um espaço dedicado às sessões de rami.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_07 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Andreia apresenta a exposição ashaninka e explica para os Kulina como ela foi concebida. Raimundo Kulina presta muita atenção e nos ajuda a pensar, ali mesmo, quais os objetos e imagens kulina seriam interessante de colocar em exposição naquele espaço. Ele procura experimentar todos os objetos da cultura ashaninka que estão a mostra no espaço.

              Sin título
              Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20150513_12 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Museu do Índio

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20131207_01 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              Manoel Babá, de Apuí, está pintado para o rami. Manoel Babá é um grande especialista na confecção e execução do arco de boca Hihiti. Ele está pintado para preparar o rami, para uma sessão que se desenrolará a noite, e onde ele tocará o Hihiti lindamente.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20131207_03 · Unidad documental simple · 2013
              Parte de Arquivístico

              O caldeirão está preparado: os pedaços do cipó foram amassados e colocados na água; as folhas foram colocadas sobre os cipós.

              Sin título
              Os Madiha chegam ao Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_FC_FOT_20150511_02 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina (a esquerda) filma e tira fotos do espaço do museu com seu celular. Raimundo observa o espaço. Benjamim filma com a filmadora os colegas tomando conhecimento do espaço do Museu do Índio.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_01 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim sentado na escada da sala de museologia, operando filmadora. Atrás, na parede, desenhos de indígenas operando vários redes tradicionais de pesca. Ele está filmando a qualificação do acervo kulina feita por Arnaldo e Raimundo Kulina, junto à equipe de museologia do Museu do Índio

              Sin título
              Kakade bedeni
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_03 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina e Raimundo Kulina informaram que o kakade bedeni é um abano pequeno. Trata-se de um instrumento importante para a manutenção do fogo nas cozinhas. Confeccionado pelas mulheres e utilizado sobretudo por elas também, mas não apenas. É com o abano pequeno que as mulheres fazem vento para manter o fogo dos fornos ou fogueiras acesas, tanto para fazer as refeições, cozidas ou assadas, como também para se aquecer ao amanhecer. O kakade é feito da folha da palmeira aricuri, chamada em língua kulina ‘birihari’.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_05 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              A museóloga do Museu do Índio Maria José (Zezé), Raimundo Kulina, Benjamim Kulina e Arnaldo na sala de museologia do Museu do Índio. Zezé está pegando um shapoto, cesto cargueiro, para mostrar para Raimundo. Benjamim filma a cena ao fundo. Raimundo e Arnaldo tentam responder às perguntas feitas pela museóloga Zezé e sua equipe. O shapoto é um cesto utilizado para transporte de produtos do roçado, principalmente utilizado pelas mulheres, mas não apenas. Ele é confeccionado pelas mulheres, da folha do aricuri, chamado em língua kulina birihari nodi.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_09 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              As mesmas técnicas de confecção e materiais são utilizados também para fazer cestos paneiriformes pequenos e médios. Eles servem igualmente para transporte, mas em geral são utilizados por crianças ou para carregar menor volume de coisas. Os indígenas deram como exemplo, as meninas que trazem mamões dos roçados. Alem disso, os tsahes menores são utilizados para guardar pequenas coisas ou pequena quantidade de coisas na casa ou cozinha. Uma utilização curiosa (e muito comum nas aldeias kulina) do tsahe pequeno é como casa de pequenos animais de estimação, em especial pássaros como o papagaio e o periquito.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_23 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina mostra como se toca a flauta totore. Ele conta que fez muitas flautas quando era adolescente e lamenta que os adolescentes não se interessem mais pela flauta (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Arnaldo wítalí za sapel wepe bananí. Tatíwitalí naza. Tole tole naralí).

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_27 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              As bolsas, chamadas pelos Kulina Mochira, são produzidas com uma espécie de tear manual. Elas são desenhadas com diversos motivos. Elas podem ser tecidas com fios de algodão colorido comprado na cidade ou com fios de algodão colorido desfiado de peças velhas compradas na cidade, como velhas redes. Mas ela pode também ser tecida com algodão plantado, colhido e fiado pelas mulheres kulina. Neste caso, os fios podem ser coloridos através de diversas técnicas. Um exemplo é o uso da casca de uma árvore, chamada pelos kulina awano, aguano em português. Mistura-se a casca da árvore na água, que fica com uma coloração marrom. Emerge-se o fio do algodão na água e deixa por um tempo, fervendo. Depois ele fica com a cor marrom e pode ser trançado na peça confeccionada através do tear. Outra técnica utiilzada é a pintura do fio com uma folha chamada pelos Kulina ‘amaidada’, com coloração violeta (não foi possível descobrir o nome da planta em português). Pinturas a base de argila também são utilizadas, bem como outras técnicas. Os tecidos de algodão são feitos sempre pelas mulheres e as bolsas são utilizadas para carregar objetos, documentos, papéis, dentre outras coisas (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo sapel sowiko. Banani Karina rali).

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_29 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo Kulina tenta identificar, a pedido da equipe de museologia, os padrões das peças kulina de miçanga no acervo do Museu do Índio (foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo adlea vabiana. Sowiko bananí wanalíraralo mezaza).

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_30 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo, com ajuda de Arnaldo, tenta descobrir quais são os padrões de grafismo reproduzidos nas peças de miçanga. A referência de grafismos para os Kulina são sempre a pele dos animais. Sobretudo a jibóia. Dentre as peças que aparecem nesta foto, eles identificaram a padrões da jibóia, de outras cobras, da água e do mato, bem como da arraia e outros animais(foto selecionada e descrita pelos pesquisadores kulina: Raimodo adlea Zezé. Sowiko bananí wanalí ralo. Ranoní karílí zaní).

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_33 · Unidad documental simple · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os Kulina tocam, avaliam o material e as técnicas utilizadas na feitura da máscara xinguana, para compará-la com a máscara Koama, buscando explicar para a equipe de museologia como é a máscara Kulina utilizada pelos espíritos, chamada Koama.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_04 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Os Matis conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. Essas peças aguçam o interesse dos jovens e Dani acha curiosa a forma como as flechas são guardadas em um Museu nawa, não-indígena.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140724_06 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Qualificação do tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a ele está a panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana. Foi identificado na peça um pau ignígeno, utilizado para ascender fogueiras. Binin Bëchu explica como é usado o pau ignígeno e como se passa o veneno nos dardos da zarabatana, utilizando uma faca própria para isso. O jovem, ao final, amarra corretamente as partes constituintes do artefato.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_VID_20140723_06 · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01F · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani, Binin Bëchu e Bëux, à extrema esquerda, ao lado de Adriana Camelo, observam as explicações da consultora e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01H · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu observam as explicações da consultora Adriana Camelo e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01I · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Registro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu observam as explicações da consultora Adriana Camelo e o trabalho dos profissionais do acervo documental do MI.

              Sin título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MA_ML_FOT_20140721_01K · Unidad documental simple · 2014
              Parte de Arquivístico

              Durante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë, Bëux, Shapu, Binin e Dani qualificando e registrando com suas próprias câmeras as fotos do arcevo arquvístico do MI.

              Sin título