Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Jovem matis qualifica a panelinha utilizada para guardar o veneno curare, que é utilizado nos dardos da zarabatana.
Carolina LopezMuseu do Índio
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Visita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. À frente, Dani Matis observa peças de indígenas de outras etnias.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os Matis são apresentados ao setor de etnobotânica do acervo.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens matis entram em contato com um puçá da etnia Xerente e, ao analisarem o trançado da rede do objeto, garantem que o mesmo poderia ser Matis.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. O documentarista Celso Renato Maldos realizou o registro fílmico do evento.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens entram em contato com um puçá da etnia Xerente e, ao analisarem o trançado da rede do objeto, garantem que o mesmo poderia ser Matis.
Michelle LudvichakVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.
Michelle LudvichakVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.
Michelle LudvichakVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani Matis observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias. Ao fundo, Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, e uma componente da equipe de Maria José, que também registrou a oficina.
Michelle LudvichakOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Michelle LudvichakOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra as cerâmicas Asuriní, que já estiveram em exposição. À frente, Binin Bëchu.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens conhecem o setor de armas, observando as flechas do acervo. À frente, Dani e Damë, e atrás, Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens qualificam o tenke, carcás, apontando uma parte da peça que ainda não havia sido identificada: é um pau ignígeno, usado para ascender fogueiras.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Máscaras de outra etnia que chamaram a atenção dos jovens matis, povo que também produz máscaras próprias.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras matis também acomodados nas prateleiras do acervo, Bëux registra as peças, enquanto Binin, Damë, Dani e Shapu as analisam.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani experimenta uma saia de miçangas produzida por outra etnia, momento que está sendo registrado também por Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto. Enquanto isso, os outros jovens analisam e fotografam os cordões e pulseiras matis presentes no acervo do MI.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani Matis observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos. Binin Bëchu conhece cerâmicas de outras etnias.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Binin, Bëux e Dani, observam suas cestarias, enquanto Damë as registra.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, à extrema esquerda, acima, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis, junto a uma panelinha usada para guardar o veneno curare, utilizado nos dardos da zarabatana.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em cima da mesa, encontra-se o tenke, carcás, peça essencial da cultura diária e simbólica dos Matis. Junto a esse está a panelinha que leva o veneno utilizado nos dardos da zarabatana e a faca usada para se passar o veneno nos mesmos.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra uma antiga machadinha, produzida por antepassados de outra etnia.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra aos jovens variedades de artefatos de outras etnias.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Em sentido horário: Dani, Shapu Sibó, Bëux, Damë Bëtxum e Binin Bëchu.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras matis também acomodados nas prateleiras do acervo, e qualificam as peças.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Shapu Sibó e Bëux observam e analisam pulseiras e outros adornos Marubo, etnia vizinha cuja relação com os Matis é de longa data e que até hoje possuem laços estreitos, tanto simbólicos quanto materiais.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra aos jovens variedades de peças de outras etnias.
Michelle LudvichakVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José mostra a Damë Bëtxum e Bëux um instrumento para se fiar algodão de outra etnia indígena.
Michelle LudvichakVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens observam e analisam pulseiras e outros adornos Marubo, etnia vizinha cuja relação com os Matis é de longa data e que até hoje possuem laços estreitos, tanto simbólicos quanto materiais. Identificam em meio a esses uma braçadeira Korubo, etnia ainda não contatada do Vale do Javari.
Michelle LudvichakVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Máscaras de outra etnia que chamaram a atenção dos jovens matis, povo que também produz máscaras próprias.
Michelle LudvichakVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Binin Bëchu, Shapu Sibó e Damë Bëtxum, registrando com sua própria câmera a experiência.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Binin Bëchu, Shapu Sibó, Bëux, Dani e Damë Bëtxum, com os jovens registrando a atividade com suas próprias câmeras.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Shapu, Binin, Damë e Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Binin Bëchu, Damë registrando as peças Asurini, Shapu Sibó e Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Maria José pede que os jovens amarrem corretamente as peças do tenke, carcás que leva os dardos da zarabatana. Junto a esse está a panelinha que leva o veneno utilizado nos dardos da zarabatana e a faca usada para se passar o veneno nos mesmos.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis, observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias.
Carolina LopezOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Carolina LopezNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas e Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis. Sentados, em sentido horário: Shapu Sibó (de blusa azul), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Coletivo MatisNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Damë Bëtxum e, ao fundo, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
Coletivo MatisA comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.
Coletivo MatisNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Bëux Matis e Dani Matis com um dos livros dos kit´s recebidos, pelos quais os alunos ficaram responsáveis de levar para cada escola das três aldeias matis: Tawaya, Todawak e Bukuak.
Michelle LudvichakDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Michelle LudvichakNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Shapu Sibó observa um dos livros recebidos.
Michelle LudvichakNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras envolvidas no ProDocult Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Enquanto isso, os alunos esperam o início da visita ao acervo museológico da instituição, ao lado do coordenador da oficina de edição em vídeo, Celso Renato Maldos, que se prepara para o registro da visita e qualificação das peças do acervo museológico matis do MI.
Michelle LudvichakDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Michelle LudvichakA comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.
Coletivo MatisNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. De pé: Rodrigo Piquet. Sentados, em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Coletivo MatisNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Coletivo MatisNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Shapu SIbó, Damë Bëtxum e, ao fundo, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do ProDocult Matis.
Coletivo MatisNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Dani, Carolina Lopez, coordenadora do ProdoCult Matis, Camila Bevilaqua, auxiliar do registro das oficinas, Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Coletivo MatisNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Em sentido horário: Shapu Sibó (de casaco vermelho), Michelle Ludvichak, pesquisadora convidada do projeto, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Coletivo MatisDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Michelle LudvichakDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Michelle LudvichakNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Damë Bëtxum Matis observa um dos livros recebidos.
Michelle LudvichakDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Michelle LudvichakNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Binin Bëchu observa o material com atenção.
Michelle LudvichakDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Michelle LudvichakNa tarde do dia 25 de julho, Rodrigo Piquet, responsável pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, consegue disponibilizar para cada um dos jovens um dvd com as fotos digitalizadas de Milton Guran, que os Matis qualificaram durante a oficina Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio. As fotos puderam ser assistidas por todos na televisão da sala audiovisual da biblioteca do MI. Shapu Sibó mostra o dvd com a coleção de fotos que ganhou, com Dani, Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas no RJ, e Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, ao fundo.
Coletivo MatisA comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.
Coletivo MatisMulheres de Ipiranga Velha se reunem para confeccionar peças de miçangas
Coletivo KulinaRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Em sentido anti-horário: Shapu Sibó, Dani, Damë Bëtxum, Binin Bëchu, Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, e, de pé, Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da atividade.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, orienta Damë Bëtxum.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Em sentido anti-horário: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Dani, Shapu Sibó, Binin Bëchu e Damë Bëtxum.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Momento de Damë Bëtxum manusear o programa de edição.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Dani e Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Dani e Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Dani, Celso Renato Maldos, coordenador da oficina, Binin Bëchu (de pé), Shapu Sibó (de pé) e Damë Bëtxum.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Conclusão da atividade, momento em que a Coordenadora do ProDocult, Chang Whan, veio entregar os diplomas para os jovens participantes. Da esquerda para a direita: Shapu Sibó, Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, Binin Bëchu, Michelle Ludvichak (agachada), pesquisadora associada ao ProDocult Matis, Chang Whan, Dani, Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, e Damë Bëtxum.
Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu.
Camila BevilaquaOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Shapu Sibó, Dani e Binin Bëchu.
Camila BevilaquaOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, e Shapu Sibó.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Dani, Shapu Sibó, Binin Bëchu, em seu momento de manusear o mouse, e Damë Bëtxum.
Carolina LopezOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Shapu Sibó, Dani, Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, e Binin Bëchu.
Camila BevilaquaOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, grava os curtas-metragens editados em DVD´s, para que os jovens possam levá-los para as suas aldeias. De frente para trás: Binin Bëchu, Shapu Sibó e Damë Bëtxum.
Carolina LopezOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Shapu Sibo e Dani.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Conclusão da atividade, momento em que a Coordenadora do ProDocult, Chang Whan, veio entregar os diplomas para os jovens participantes. De trás para frente: Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, Binin Bëchu, Dani, Damë Bëtxum e Chang Whan (de pé).
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Da esquerda para a direita: Shapu Sibó, Dani, Damë Bëtxum, Binin Bëchu e Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, ensinado aos jovens.
Michelle LudvichakOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Binin Bëchu e Damë Bëtxum (camisa listrada).
Michelle Ludvichak