Registro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sin títuloMuseu do Índio
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Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Shapu Sibó, Damë Bëtxum, Dani e Binin Bëchu.
Sin títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina de edição, trouxe uma máquina fotográfica Go Pro para os jovens conhecerem; esta imagem foi feita com ela. Da direita para a esquerda: Celso Renato Maldos, coordenador da Oficina de Edição em Vídeo, Camila Bevilaqua, auxiliar de documentação da oficina, Bëux Matis, jovem da etnia que estava no Rio de Janeiro para participação no curso Dimensões da Cultura Indígena – oferecido pelo Museu do Índio/RJ ao público em geral -, Shapu Sibó, Dani e Binin Bëchu.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani conhece cerâmicas de outras etnias.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. De frente para trás: Binin Bëchu, Damë registrando as peças Asurini, Bëux e Shapu Sibó.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Jovem matis qualifica a panelinha utilizada para guardar o veneno curare, que é utilizado nos dardos da zarabatana.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. À frente, Dani Matis observa peças de indígenas de outras etnias.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os Matis são apresentados ao setor de etnobotânica do acervo.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens matis entram em contato com um puçá da etnia Xerente e, ao analisarem o trançado da rede do objeto, garantem que o mesmo poderia ser Matis.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. O documentarista Celso Renato Maldos realizou o registro fílmico do evento.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloRegistro da oficina oferecida pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo - NUBARQ, cujo responsável é Rodrigo Piquet, intitulada Organização do acervo arquivístico: a experiência do Museu do Índio, na manhã do dia 21 de julho de 2014, a primeira atividade da comitiva Matis no RJ. A oficina foi oferecida pelas consultoras Thais Tavares Martins e Adriana Camelo e consistiu no conhecimento das formas como são tratados os documentos do antigo Serviço de Proteção aos Índios – SPI, de forma a também fazerem parte do acervo digital do Museu do Índio-RJ. De pé: Camila Bevilaqua, auxiliar de registro das oficinas do RJ, Carolina Lopez, coordenadora do ProDcocult Matis e, à frente, Adriana Camelo. Sentados: ao fundo, Dani, Bëux, Shapu, Binin Bëchu e Thais Martins.
Sin títuloDurante a oficina no acervo arquivístico do Museu do Índio, a pesquisadora convidada do projeto, Michelle Ludvichak, lembrou-se de da existência de fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran com as quais teve contato em uma exposição do mesmo e informou a Rodrigo Piquet, que encontrou essas fotos no acervo, nas quais ainda não haviam sido identificados os Matis. Todos se surpreenderam com o reconhecimento das pessoas nas fotos, inclusive parentes próximos e mesmo um dos jovens presentes na sala, Bëux Matis. Damë analisando as fotos do acervo arquivístico do MI.
Sin títuloOficina de Edição em Vídeo do Coletivo Audiovisual Matis, realizada no Museu do Índio/RJ, entre os dias 21 e 25 de julho de 2014. Ao longo das oficinas audiovisuais oferecidas nas aldeias, quatro jovens foram escolhidos pelas pesquisadoras em conjunto com a comunidade para participar da atividade no Rio de Janeiro: Shapu Sibó e Dani, da Aldeia Tawaya, e Binin Bëchu e Damë Bëtxum, da Aldeia Bukuak. Os jovens editaram quatro curtas-metragens a partir de imagens gravadas durante as aulas nas aldeias. Carolina Lopez, consultora do ProDocult Matis, e Shapu Sibó.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os jovens entram em contato com um puçá da etnia Xerente e, ao analisarem o trançado da rede do objeto, garantem que o mesmo poderia ser Matis.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Os cinco jovens ficam animados ao verem os cordões e pulseiras Matis também acomodados nas prateleiras do acervo.
Sin títuloVisita ao acervo museológico do Museu do Índio/RJ, guiada pela responsável pelo Serviço de Conservação do Patrimônio Cultural e Arquitetônico da instituição Maria José Sardella, com a participação de cinco jovens matis: Binin Bëchu, Dani, Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Bëux. Foram qualificadas peças matis e observados artefatos de outras etnias. Dani Matis observa adornos de miçangas produzidos por outras etnias. Ao fundo, Celso Maldos, responsável pelo registro fílmico do evento, Carolina Lopez, coordenadora do ProDocult Matis, e uma componente da equipe de Maria José, que também registrou a oficina.
Sin títuloOficina de qualificação do acervo museológico matis do Museu do Índio/RJ. Os jovens registraram a experiência com suas próprias câmeras e também conheceram peças de outras etnias que habitam o Brasil.
Sin títuloNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras responsáveis pelo projeto Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Os alunos entram em contato com o material nos jardins do MI, enquanto aguardam o início da oficina de qualificação do acervo museológico. Shapu Sibó observa um dos livros recebidos.
Sin títuloNa manhã do dia 24 de julho, os jovens receberam três kit´s de publicações do Museu do Índio-RJ sobre conhecimentos indígenas de outras etnias, oferecidos pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ, que a pedido das pesquisadoras envolvidas no ProDocult Matis, disponibilizou os kit´s para cada uma das escolas das três aldeias matis. Enquanto isso, os alunos esperam o início da visita ao acervo museológico da instituição, ao lado do coordenador da oficina de edição em vídeo, Celso Renato Maldos, que se prepara para o registro da visita e qualificação das peças do acervo museológico matis do MI.
Sin títuloDurante a oficina de qualificação do acervo arquivístico, os jovens matis que vieram ao Rio de Janeiro ganharam 3 kit´s de publicações do Museu do Índio para levarem para cada uma das escolas das três aldeias matis existentes. Os jovens se interessaram pelos livros, entrando em contato com os mesmos nos jardins do Museu, enquanto aguardavam o início da oficina de qualificação do acervo museológico da etnia.
Sin títuloNo dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. Estrutura do site do ProDocult Matis, esse em processo de construção.
Sin títuloNo dia 25 de julho de 2014, Simone Mello, gestora de design e produto e consultora em expografia e linguagem audiovisual do Museu do Índio/RJ, apresenta aos Matis as possibilidades envolvidas com a disponibilização de um site específico para o ProDocult Matis. De pé: Simone Mello.. Sentados, de trás para frente: Shapu Sibó, Damë Bëtxum e Binin Bëchu e Dani. Sentado, atrás de todos, está Michel Salib, funcionário do setor audiovisual da instituição.
Sin títuloTsinte witsun xete, instrumento para tecer os witsun, adornos trançados (pulseiras, braçadeiras e jarreteiras), utilizados por todos os habitantes de uma aldeia. É usado junto aos teares, ambos os instrumentos essencialmente femininos e produzidos pelas próprias mulheres.
Sin títuloTsinte, colher de madeira que serve para mexer a caiçuma enquanto esta esquenta ao fogo. É feita a partir do tronco da palmeira wani, pupunheira (Bactris gasipaes). É um instrumento de extrema importância para o universo feminino e é enterrado com a proprietária na hora de sua morte.
Sin títuloTëtxuk, pote de cerâmica arredondado e base côncava. Este exemplar possui faces com feições antropomórficas modeladas em todo o entorno de suas paredes externas. Serve para conter a água usada para a preparação da bebida tatxik, tomada em grupo pelos homens diariamente no centro das malocas.
Sin títuloMariwin maxó (“cabeça do mariwin”), com pintura de urucum característica que cobre toda a sua superfície, portando adornos: demux no nariz, kwiashak feitos de paina de samaúma ao redor da boca e mananukit feitos de madeira. Uma das únicas máscaras feitas somente de cerâmica na Amazônia, e também uma das únicas peças de cerâmica dessa região que pode ser construída pelos homens, mesmo que com a ajuda das anciãs, chamadas matxó.
Sin títuloMariwin maxó (“cabeça do mariwin”), com a pintura de urucum característica que cobre toda a sua superfície, portando adornos: demux no nariz, kwiashak feitos de paina de samaúma ao redor da boca e mananukit feitos de penas de arara azul. Uma das únicas máscaras feitas somente de cerâmica na Amazônia, e também uma das únicas peças de cerâmica dessa região que pode ser construída pelos homens, mesmo que com a ajuda das anciãs, chamadas matxó.
Sin títulosemente negra arredondada utilizada pelas mulheres para polir as peças de cerâmica depois de modeladas e secas, antes de serem queimadas. As mulheres passam horas polindo suas peças com os nome matis, o que garante a qualidade de suas cerâmicas.
Sin títuloMasën, buzina, único instrumento musical matis da atualidade. Sua caixa de ressonância é feita de argila, onde estão pintados com urucum os motivos bëri bëri e também estão incisos os traços geométricos muxa, “tatuagens”, que demonstram a importância do artefato. Serve para convidar os mariwin para a maloca, ou chamar as pessoas para uma refeição abundante de carne. Serve também para qualquer outro tipo de situação em que se quer reunir os habitantes de uma aldeia na maloca central: reuniões políticas, festas ou emergências. Hoje em dia, é usado também nas escolas, para chamar os alunos para as aulas.
Sin títuloA comitiva matis e a equipe do ProDocult Matis assistem as fotos do antropólogo e fotógrafo Milton Guran sobre a etnia, digitalizadas pelo Núcleo de Biblioteca e Arquivo – NUBARQ do Museu do Índio-RJ e distribuídas para os jovens que vieram fazer oficinas no Rio de Janeiro.
Sin títuloImagens de arcos do acervo da instituição. É possível ouvir no áudio do arquivo Maria José Sardella pedindo para os jovens amarrarem corretamente as partes constituintes do tenke, carcás matis.
Sin títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sin títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sin títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sin títuloRegistro da Oficina de Edição em Vídeo do Coletivo Matis, sob a coordenação do documentarista Celso Renato Maldos e das pesquisadoras do ProDocult Matis, Carolina Lopez e Michelle Ludvichak. Essa foi a última etapa do projeto de formação audiovisual dos jovens Matis, iniciado em fevereiro de 2012 pela coordenadora do ProDocult Matis, Carolina Lopez.
Sin títuloJoão Ikobo limpa o casco do jabuti com uma faca equanto Zupira, sua esposa tece a powi, rede tradicional kulina, se utilizando de um tear manual que ela mesmo produziu.
Sin títuloJoão Ikobo trabalha no casco do jabuti, Zupira tece sua rede e Benjamim Kulina filma o trabalho e as informações fornecidas por Ikobo e Komizi.
Sin títuloJoão Onima e Joaquim kulina anotam e fotografam respectivamente para aprenderem a respeito da criação do instrumento musical teteko.
Sin títuloKomizi, mestre artesão do instrumento Boborara pinta o rosto com urucum para ir para a mata, onde se realizará a oficina de criação do boborara. Traços de urucum no rosto.
Sin títuloKomizi, mestre artesão do instrumento Boborara espalha o urucum sobre o rosto deixando-o completamente vermelho.
Sin títuloBenjamim Kulina pinta o rosto para ir para a mata registrar a oficina.
Sin títuloKomizi se enfia dentro do tabocal pois encontrou taboca do jeito ideal para a produção do boborara.
Sin títuloZakaria mostra o tronco já limpo de espinhos que será utilizado para fazer os arcos dos hihitis.
Sin títuloZakaria descasca o miolo da pupunheira de modo a que a casca do miolo se transforma aos poucos em um arco envergável.
Sin títuloZakaria tira os cipós que serão utilizados na confecção do hihiti. O local onde foi encontrado foi indicado por Kubil que tinha feito averiguação no dia anterior.
Sin títuloZakaria com os arcos recentemente produzidos e com os cipós que acabou de tirar, à beira do igarapé e de uma boa clareira. Finalmente encontrou o local ideal para produzir os instrumentos.
Sin títuloMa´ira, o tokorime da preguiça toma água no igarapé de um modo não muito humano.
Sin títuloPalmeira aricuri, ´birihari´ em língua kulina. O miolo desta palmeira é utilizado para fabricação da haste que faz a corda do instrumento vibrar e produzir som.
Sin títuloKubil escolhe uma peça de taboca ideal para confeccionar o totore e Komiz parte pequenos pedaços que logo são ajustados para se tornarem a pequena zarabatana que lança feitiços.
Sin títuloO tabocal do totore.
Sin títuloKubil e Zakaria furam as peças de taboca, zumi, com pedaços de pau ou taboca em brasas.
Sin títuloAparece um homem-jaguatirica enquanto Kubil fura os buracos da flauta.
Sin títuloKubil toca para testar a sonoridade do totore produzido. Pesquisador indígena Joaquim faz a gravação do canto tocado.
Sin títuloKomizi confeccionou uma flautinha com os restos rachados deixados por kubil e fica brincando e tocando sua flauta.
Sin títuloKubil sentado em seu banquinho na beira da fogueira, toca o totore para ensinar aos pesquisadores indígenas.
Sin títuloPesquisadores indígenas Joaquim, Benjamim e João Kulina registram Kubil tocando o totore. Um adolescente também registra inteteressado com seu celular.
Sin títuloPesquisador indígena grava a sonoridade da flauta totore.
Sin títuloJoão Ikobo traz o casco de jabuti que estava pendurado na árvore no mato.
Sin títuloJoão Ikobo esquenta no fogo o pedaço de breu que tem guardado.
Sin títuloDetalhe do breu na abertura do casco do jabuti.
Sin títuloDetalhe de João Ikobo ajustando o breu na abertura do casco do jabuti.
Sin títuloJoão Ikobo testa o breu, friccionando os dedos para avaliar a sonoridade produzida.
Sin títuloOs pesquisadores indígena João Onima Kulina e Jorge Namari Kulina anotam as informações fornecidas sobre o instrumento e filmam os procedimentos de criação realizados pelo mestre artesão.
Sin títuloJoão Ikobo cortando com terçado os pedaços de taboca que farão as flautas.
Sin títuloWemo faz pequenos trabalhos enquanto homens batem com paus e cantam o dosse´e em sua casa.
Sin títuloCebita com pintura facial: urucum e violeta gensiana.
Sin títuloZanon, Naruhá, Tsilda e outras meninas preparam ornamentos de cabeça sentadas em pau sobre o igarapé.
Sin títuloMolde de mulher de argila produzido por Nomiha descança na bacia ao lado da cacimba.
Sin títuloAs meninas Tsueni e Kelsi amassam argila para cerâmica. Atrás, Neiva assiste às amigas.
Sin títuloMomo se agacha no igarapé e amassa e umedece pedaço de argila na mão.
Sin títuloTrês peças de argila na bacia: duas de cor (homogênea) amarelo-acinzentada e um de cor (homogênea) amarelo-avermelhada.
Sin títuloKelsi mostra o prato que está moldando e Neiva assiste divertida.
Sin títuloKelsi enrolando a argila para acrescentar a sua peça.
Sin títuloNomiha faz um rolinho que vai acrescentar a um vaso grande que está confeccionando.
Sin títuloVaso grande que Nomiha está moldando.
Sin títuloNas primeiras horas do dia, avó, filha e netos (de Buaçu) se esquentam em fogueira acesa no terreiro em frente a suas casas. Todos os dias homens, mulheres e criança aglomeram-se em volta de fogueiras esperando a chegada do sol e seu calor.
Sin títuloRohoze, de Buaçu, grávida de Ruiza, mostra a tiara de miçangas que está tecendo. Não foi possível identificar o padrão.
Sin títuloO velho Sikima, da aldeia Buaçu, tira uma soneca ao sol, deitado em seu shashakora no terreiro de sua casa.
Sin títuloO velho Sikima, da aldeia Buaçu, tira um cochilo ao sol, deitado no shashakora no terreiro em frente a sua casa.
Sin títuloMaria, bolsista indígena, filma a cozinha de Terezinha, em Buaçu. Ao fundo, um fogão de barro, tijolos e tábuas. O chão é de paxiuba, como é comum nas casas kulina. A cozinha tem paredes de paxiuba também. Há alguns armários de ripas de madeira e um girau alto para guardar alimentos, utensílios e outras coisas. A um canto vemos alguns cestos tsahe com bananas. Pendurados também ficam alguns pequenos tsahe que guardam coisas e alimentos da casa. E há ainda um tsahe pequeno qu serve de casa para um casal de cocotas que Terezinha cria.
Sin títuloKakade deixado ao lado de fogueira acesa, onde se assam peixes para comer, em acampamento de caça de família às margens do rio Chandless.
Sin títuloMulheres de Ipiranga Velha se reunem para confeccionar peças de miçangas
Sin títuloZupira, de Santa Júlia, e netas vão ao roçado para arrancar algumas macaxeiras para trazer para o almoço. Como o roçado fica bem no meio do caminho na mata pelo qual nos conduzia Komizi quando buscávamos o koama (a máscara dos espíritos), ele brincou que a avó e as meninas eram os espíritos. Enquanto alguns cestos shapotos aguardam no chão cheios das raízes, outros vão se enchendo com o trabalho das mulheres.
Sin títuloSob a máscara koama, depois de ganhar um pouco de rapé de tabaco, que cheira e engole, o espírito treme e cai no chão, desacordado, com braços e pernas abertas.
Sin títuloZupira, de Santa Júlia, descansa em sua velha powi, depois de voltar do roçado com os shapotos cheios de macaxeira e outros produtos. João Ikobo, seu marido, acaba de se despir das botas e camisas de trabalho. A um canto da cozinha, podemos ver a macaxeira trazida e o shapoto usado para o transporte.
Sin títuloEnquanto João Ikobo (Santa Júlia) trabalha na criação de um Teteko, vários cestos de vários modelos, shapoto, tsahe, entre outros, aguardam amontoados a hora de Zupira – esposa de João Ikobo – ir com o marido e as netas para o roçado. Komizi assiste ao parente deitado em uma powi (tradicional rede de algodão kulina) e alguns jovens aprendem o processo de fabricação do Teteko. Antes de irem para o roçado, as mulheres juntam os cestos disponíveis e que serão necessários para os produtos que calculam trazer.
Sin títuloMenina de Santa Júlia é deixada pela mãe na porta de casa, perto de fogueira onde também são deixados alguns shapotos que acabaram de chegar do roçado e os cachos de bananas que foram transportados neles. Na fogueira, algumas panela já começam a ferver para cozinhar as bananas. A menina brica com um dos cachorros que estavam deitados sob a fogueira para se aquecer. Muitas casas kulina não tem uma cozinha propriamente dita e tampouco um fogão. Em geral são casas de um grande cômodo apenas, às vezes aberto. Ou ainda há casas que tem apenas um quarto fechado e uma varanda aberta. Nestes casos, as mulheres fazem fogueiras no nível do solo, onde cozinham e se aquecem.
Sin títuloBabá prepara a bebida embaixo de uma mangueira. Coloca o cipó no caldeirão, junto com a folha, para ferver.
Sin títuloO caldeirão está no fogo e o caldo do cipó vai ferver. À noite, teremos uma bela sessão de rami, em que Babá tocará belamen te o Hihiti e também cantará, junto com outros homens.
Sin títuloArnaldo, Benjamim e Raimundo Kulina assistem a uma sessão de cinema. Na aldeia, os Kulina costumam dizer que o cipó é o cinema do índio: ele mostra tudo.
Sin títuloArnaldo filmando com celular as cerâmicas na reserva técnica do Museu do Índio. Ele está adornado com testeira de algodão colorida (Descrição dos pesquisadores indígenas: Arnaldo sapel Karí selula karinarílí. Ssíkí na atoni khide toraralí).
Sin títuloRaimundo experimenta uma flauta do tipo pan. Os Kulina comentam que eles sabem fabricar tradicionalmente uma flauta deste tipo. Trata-se de uma flauta que vem acoplada a um instrumento musical chamado Teteko, muito utilizado nas festas de Koiza ou outros tipos de Ahie´e. O Teteko é um casco de jabuti que serve como um tipo de reco-reco, mas que o tocador acompanha assoprando uma flauta tipo pan com dois, três ou quatro tubos.
Sin títuloArnaldo Kulina e Raimundo Kulina explicaram que o kakade imeni, um tipo de abano grande, é chamado de ‘Warikoze phephe’, isto é, rabo de tatu. Ele também é confeccionado pelas mulheres, mas utilizado sobretudo pelos homens como técnica de caça ao tatu (tatu em língua kulina é warikoze). Abre-se o buraco do tatu, e se faz uma fogueira na beira do buraco. Então, com o ‘warikoze phephe’, o abano grande, abana-se a fumaça da fogueira para dentro do buraco, obrigando o tatu a sair.
Sin títuloRaimundo Kulina ajuda a qualificar os cestos paneiriformes kulina. Estes cestos são geralmente confeccionados por homens ou mulheres. Podem ser feitos a partir de dois tipos de cipós: o ambé, chamado em kulina de ‘Topi’, e o timbó, chamado em kulina de ‘Tsahe’. Segundo os indígenas, estes cestos são utilizados por homens e mulheres para o transporte de macaxeira, banana, milho, cará, abacaxi e outros produtos de roçado, bem como para transportar a dormida e roupas em viagens. Antigamente, quando se trabalhava no seringal, usava-se muito o tsahe ou topi para carregar roupas, dormida e as coisas pessoais da pessoa. Além disso, em viagens de canoa, embarca-se a macaxeira e a banana que servirão de rancho para a viagem nos cestos tsahe ou topi. Raimundo Kulina mostrou que em geral os Tsahe ou Topi são carregados através cordas feitas de casca de cipó, penduradas na cabeça, utilizando a força do pescoço e da cabeça para carregar coisas pesadas.
Sin títuloRaimundo Kulina mostra para a equipe de museologia como as mulheres e homens carregam o cesto paneiriforme tsahe ou topi (descrição feita pelos pesquisadores indígenas: Raimundo panelo rolei rizaralí).
Sin títuloRaimundo Kulina mostrando um hepiri. Hepiri é uma espécie de bacia, utilizada para guardar a macaxeira cozida, carne assada, peixe salgado, entre outros alimentos. Ele é feito da folha do murmuru, chamada em língua kulina za´ana nodi. É confeccionado pelas mulheres.
Sin título