Minas Gerais
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Corografia Histórica da Província de Minas Gerais (1837), escrito por Raimundo José da Cunha Matos além de ter se notabilizado como militar e político durante o primeiro reinado e o período regencial, notabilizou-se, igualmente, pelas suas preocupações com questões relativas à História do Brasil. Neste último campo é apreciável a sua contribuição: redigiu vários trabalhos, reveladores do seu empenho com a pesquisa e o domínio das fontes; foi um dos inovadores da periodização da História do Brasil; participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Sua principal obra foi justamente a Corografia. Trata-se de um repositório de informações (comunicações, demografia, cultura, atividades econômicas, organização eclesiástica, saúde, organização judiciária e administrativa, finanças, história), sobre a referida Província. A reunião de tais informações não só se constitui no mais completo estudo a respeito do assunto, como também acabou se constituindo em fonte indispensável para todos aqueles que pretendem investigar a história
Sem títuloVencedor do Concurso EDUSC-ANPOCS em 2003, este estudo inovador acompanha a trajetória dos Botocudos dos vales do Doce e Mucuri, enfocando particularmente a fundação, consolidação e desagregação do aldeamento capuchinho de Itambacuri (1873-1911). Fruto de uma ampla pesquisa documental, o estudo é enriquecido pelo olhar etnográfico da autora, que faz uma leitura instigante das cartas e relatos dos padres, documentos esses que não apenas informam sobre o projeto de "catequese e civilização" como também permitem entrever um "modelo indígena de historicidade" que conduzia as ações dos Botocudos diante das transformações profundas em curso. A revolta de 1893 em Itambacuri condensa, segundo a autora, "significados das transformações históricas" e das políticas de "misturas" nesse momento crucial na formação da nacionalidade
Sem títuloCorografia Histórica da Província de Minas Gerais (1837), escrito por Raimundo José da Cunha Matos além de ter se notabilizado como militar e político durante o primeiro reinado e o período regencial, notabilizou-se, igualmente, pelas suas preocupações com questões relativas à História do Brasil. Neste último campo é apreciável a sua contribuição: redigiu vários trabalhos, reveladores do seu empenho com a pesquisa e o domínio das fontes; foi um dos inovadores da periodização da História do Brasil; participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Sua principal obra foi justamente a Corografia. Trata-se de um repositório de informações (comunicações, demografia, cultura, atividades econômicas, organização eclesiástica, saúde, organização judiciária e administrativa, finanças, história), sobre a referida Província. A reunião de tais informações não só se constitui no mais completo estudo a respeito do assunto, como também acabou se constituindo em fonte indispensável para todos aqueles que pretendem investigar a história
Sem títuloO volume constitui, de certa maneira, uma homenagem ao falecido Marcos Magalhães Rubinger, cuja carreira de professor e pesquisador, na Universidade Federal de Minas Gerais, foi bruscamente interrompida logo no início do Movimento de 1964, que o levou à prisão e ao exílio, o que sem dúvida contribuiu para sua morte prematura em 1975.; Ainda que os três textos tenham todos por tema o contato interétnico, em pouca coisa se sobrepõem e podem ser tomados como complementares, uma vez que lidam com aspectos diferentes das relações entre os Maxakalí e os brancos
Sem títuloAlcides Dessalines D ́Orbigny (1802-1875), naturalista francês, veio ao nosso país depois de Saint-Hilaire. Este é um dado importante a considerar no desdobramento e avaliação de sua obra. Conhecendo o trabalho daquele, não foi dele, contudo, um caudatário. Há muitos pontos de contato entre uma obra e outra, mas D ́Orbigny soube ver com seus próprios olhos e fixar o visto em páginas de grande valor que acrescentam as observações do ilustre naturalista, seu antecessor. Comissionado pelo Museu de História Natural de Paris, a fim de estudar o continente americano em geral, especialmente o elemento aborígene sul-americano, partiu da França em 1826, contando apenas vinte e quatro anos de idade. Foi esta viagem que lhe supriu de material de primeira ordem, para compor respeitável acervo de informações, observações agudas e transformar esse cabedal numa obra que o credenciaria como um grande estudioso. D ́Orbigny é considerado, pela especialização de seus estudos, um dos fundadores da paleontologia estratigráfica, com tanto afinco se dedicou ao exame dos nossos fósseis, dos exemplares recolhidos na América do Sul. O presente volume contém exclusivamente a parte de sua excursão pelo Brasil e nos seus onze capítulos acham-se descritas as mais exatas observações sobre a nossa geografia, fauna e flora, sobressaindo-se os dados etnográficos, até hoje considerados fundamentais pelos especialistas
Sem títuloSeu autor é um conhecido explorador e orientalista britânico, divulgador no Ocidente da célebre coletânea de contos "Mil e uma noites". Escrito em estilo vivo e empolgante, com fino senso de humor, este livro relata a viagem do autor do Rio de Janeiro a Morro Velho, em Minas Gerais, com ricas observações sobre os costumes, a arquitetura, o meio ambiente, a economia do Brasil do século XIX
Sem títuloO livro aborda a guerra de conquista na região do Rio Doce no século XIX, enfocando particularmente as motivações econômicas que estimularam o projeto de ocupação territorial. Bem documentado, o trabalho é menos sobre os índios propriamente ditos e mais sobre o impacto das políticas governamentais
Sem títuloSão muitos os problemas que atingem este grupo. Hoje, os Maxakali são afetados pela degradação ambiental e redução do seu território. Mas, apesar disto, este povo mantém as suas tradições plenamente ativas e luta, permanentemente, pela renovação de sua cultura
Sem títuloEstuda os índios Maxakali. Explica as relaçOes entre índios e brancos no vale do Mucuri. Mostra como a sociedade Maxakali entrou na história nacional
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