Santiago Meicuaco narra o mito de origem da chegada dos primeiros instrumentos de metal, na negociação entre Wakiméi Ihchúba e Uwaje Niimuhe.
Sin títulomédio Igaraparaná
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Santiago Meicuaco narra o mito de origem da chegada dos primeiros instrumentos de metal, na negociação entre Wakiméi Ihchúba e Uwaje Niimuhe.
Sin títuloFernando Gifichiu e sua mulher, Rosa Attama (Ocaina) falam sobre o tempo do comércio de órfãos em troca de produtos ocidentais e sobre como alguns chefes Bora agiram como intermediários nesse processo, negociando “órfãos” com os comerciantes luso-brasileiros.
Sin títuloFernando Gifichiu e sua mulher, Rosa Attama (Ocaina) falam sobre o tempo do comércio de órfãos em troca de mercadorias ocidentais (conclusão do plano anterior) e sobre como alguns chefes Bora agiram como intermediários nesse processo, negociando “órfãos” com os comerciantes luso-brasileiros.
Sin títuloFernando Gifichiu e sua mulher, Rosa Attama (Ocaina) falam sobre o tempo do comércio de órfãos em troca de mercadorias ocidentais.
Sin títuloHistória migratória dos chamados “povos do centro”. Benito descreve o mito de origem da chegada das primeiras mercadorias ocidentais (machados, terçados, espingardas) e logo a atuação dos antigos chefes na troca de “órfãos” por esses mesmos produtos.
Sin títuloSantiago Meicuaco fala sobre o tempo em que os Bora e outros grupos vendiam os “órfãos” em troca de mercadorias ocidentais com comerciantes luso-brasileiros.
Sin títuloSantiago Meicuaco fala sobre o tempo em que os Bora e outros grupos vendiam os “órfãos” em troca de mercadorias ocidentais com comerciantes luso-brasileiros e sobre o fim desse negócio.
Sin títuloSantiago Meicuaco fala sobre como os antigos machados eram fabricados e usados. Logo, narra o mito de origem da chegada dos primeiros instrumentos de metal, na negociação entre Wakiméi Ihchúba e Uwaje Niimuhe.
Sin títuloSantiago Meicuaco se apresenta para a câmera e faz um resumo dos termas tratados na entrevista: a chegada das primeiras mercadorias, o comércio com agentes de escravos e a atuação violenta da empresa peruana Casa Arana.
Sin títuloHistória migratória dos chamados “povos do centro”. Benito descreve o mito de origem da chegada das primeiras mercadorias ocidentais (machados, terçados, espingardas) e logo a atuação dos antigos chefes na troca de “órfãos” por esses mesmos produtos.
Sin títuloSantiago Meicuaco narra o mito de origem da chegada dos primeiros instrumentos de metal, na negociação entre Wakiméi Ihchúba e Uwaje Niimuhe.
Sin títuloFernando Gifichiu e sua mulher, Rosa Attama (Ocaina) falam sobre o tempo do comércio de órfãos em troca de mercadorias ocidentais.
Sin títuloAinda sobre as migrações, Benito narra um pouco sobre o fim do comércio com os compradores de escravos e a atuação da Casa Arana na região, além das estratégias de defesa dos Bora em relação aos caucheiros peruanos que violetaram e mataram sistematicamente os povos da região durante o processo de extração gomeira.
Sin títuloBenito narra a atuação da Casa Arana na região e as estratégias de defesa dos Bora em relação aos caucheiros peruanos que violetaram e mataram sistematicamente os povos da região durante o processo de extração gomeira.
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