Traça a leitura analítica de uma lei colonial, o "Diretório dos Índios", que vigorou entre 1757-1798. Discute questOes relativas à transposição da cultura européia ocidental ao tempo da colonização e sua absorção pelo índio brasileiro
UntitledMaranhão
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Relatório da 3ª Inspetoria Regional do SPI - 1956; Legenda: Fotografias de índios do Posto "G. Dias" - Índios Gaviões na sede do IR3
Os Canela do Maranhão, um grupo Timbira (Jê), conhecem dos brancos a discriminação e a violência, mas também, desde a época do SPI (Serviço de Proteção aos Índios), a ajuda humanitária. A percepção cultural desta 'ajuda aos índios' pelos Canela é o foco principal deste estudo. A pesquisa, que inclui uma análise dos mitos dos Canela, sobretudo do mito de Aukê, focaliza como esses índigenas, tanto indivíduos como grupos socio-políticos, lidam com as idéias e os objetos de ajuda humanitária. Encontra uma maneira culturalmente específica de pensar e proceder - eles apropriam-se de elementos culturais desconhecidos, mas para eles de grande utilidade, e os transformam em elementos da própria cultura. Assim, os projetos humanitários, dentro do processo de mudança cultural ou dos processos de construção de cultura, identidade étnica e etnicidade, não causam um conflito entre 'tradicionalismo' e 'modernidade'. Na sociedade canela, a interação e a comunicação intercultural no contexto dos projetos humanitários ativam processos de apropriação individual e coletiva, contribuindo à heterogeneidade e continuidade cultural dos Canela
UntitledRelatório da 3ª Inspetoria Regional do SPI - 1956; Legenda: Fotografias de índios do Posto "G. Dias" - Índios Gaviões na sede do IR3
Estuda a organização social e doméstica dos Krikati. Apresenta sistemas de relaçOes entre terminologia de nomes e sistemas de parentescos
UntitledDo púlpito "(o pináculo do templo), o padre Antônio vieira pregava às "gentes" do maranhão. Seus sermões, pronunciados entre 1653 e 1662, atraíam e fascinavam autoridades, colonos e multidões anônimas. Sua missão jesuítica - "dificultosíssima" - impelia-o a agir ad majorem Dei Gloriam, inserindo-o ativamente no mundo, nas condições impostas pela época barroca e pela colonização portuguesa no século XVII. O sermão - gênero a que ele conferia uma qualidade inexcedível - era uma práxis fundada sobre o talento do pregador, contando com certa "encenação" e com papéis definidos para os ouvintes/leitores/espectadores. O sermão (como nos ensina Beatriz Catão Cruz Santos) promovia uma "reorquestração dos sentidos", a serviço da articulação e da hierarquização do reino de Deus, do reino de Portugal, da "região", das cidades e das aldeias
UntitledAlcides Dessalines D ́Orbigny (1802-1875), naturalista francês, veio ao nosso país depois de Saint-Hilaire. Este é um dado importante a considerar no desdobramento e avaliação de sua obra. Conhecendo o trabalho daquele, não foi dele, contudo, um caudatário. Há muitos pontos de contato entre uma obra e outra, mas D ́Orbigny soube ver com seus próprios olhos e fixar o visto em páginas de grande valor que acrescentam as observações do ilustre naturalista, seu antecessor. Comissionado pelo Museu de História Natural de Paris, a fim de estudar o continente americano em geral, especialmente o elemento aborígene sul-americano, partiu da França em 1826, contando apenas vinte e quatro anos de idade. Foi esta viagem que lhe supriu de material de primeira ordem, para compor respeitável acervo de informações, observações agudas e transformar esse cabedal numa obra que o credenciaria como um grande estudioso. D ́Orbigny é considerado, pela especialização de seus estudos, um dos fundadores da paleontologia estratigráfica, com tanto afinco se dedicou ao exame dos nossos fósseis, dos exemplares recolhidos na América do Sul. O presente volume contém exclusivamente a parte de sua excursão pelo Brasil e nos seus onze capítulos acham-se descritas as mais exatas observações sobre a nossa geografia, fauna e flora, sobressaindo-se os dados etnográficos, até hoje considerados fundamentais pelos especialistas
UntitledExemplo emblemático da nova história indígena, este livro identifica a postura de atores indígenas frente à expansão colonial na região do rio Branco, unindo uma sensibilidade etnográfica a uma cuidadosa pesquisa documental. Demonstra que os índios não apenas foram usados pelas potências européias que disputavam esta região de fronteira, como também usaram esta situação para consolidar uma certa autonomia
UntitledA autora apresenta uma análise da trajetória da política provincial através da legislação e da documentação do Império
UntitledClaude D'Abreville, capuchinho francês, fez parte da missão que veio ao Maranhão acompanhando a expedição de La Ravardière, em 1612. Demorou-se no Brasil quatro meses. De volta à França escreveu esta História da Missão dos Padres Capuchinhos na Ilha do Maranhão, publicada pela primeira vez em 1614
UntitledTrata-se da leitura de uma lei colonial, o Diretório dos Índios, que vigorou entre 1757 e 1798, a fim de instruir o comportamento do colonizador em relação às populações indígenas envolvidas nos empreendimentos de definição da fronteira norte do Brasil e seu povoamento
UntitledA autora enfoca os conflitos entre grupos indígenas no Maranhão (sobretudo Tenetehara e Guajajara) e trabalhadores rurais, porém também oferece uma pesquisa histórica sobre a missão capuchinha e a rebelião de Alto Alegre em 1901
UntitledTraça a leitura analítica de uma lei colonial, o "Diretório dos Índios", que vigorou entre 1757-1798. Discute questOes relativas à transposição da cultura européia ocidental ao tempo da colonização e sua absorção pelo índio brasileiro
UntitledExamina as relaçOes sociais entre os índios Pukobyê (Jê-Timbira) e a população regional no interior do Maranhão, a partir da descrição e análise de um conflito, dando-se-lhe o tratamento de "drama"
UntitledTraça a leitura analítica de uma lei colonial, o "Diretório dos Índios", que vigorou entre 1757-1798. Discute questOes relativas à transposição da cultura européia ocidental ao tempo da colonização e sua absorção pelo índio brasileiro
UntitledEste trabalho tem por objeto de estudo o Directorio que deve observar nas PovoaçOes dos Índios do Pará, e Maranhão em quanto sua Magestade não mandar o contrário - legislação implementada no Estado do Grão-Pará e Maranhão, entre os anos de 1758 e 1798. Dessa forma, a tese busca evidenciar que os conflitos que provocaram a lei foram determinantes para a conformação da sua aplicação e trata de analisar, então, a atuação dos agentes históricos envolvidos, ao longo do período de sua vigência: as populaçOes indígenas, os colonos, os missionários e os agentes da administração metropolitana
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