Este trabalho pretende fazer uma análise sociológica da ação do Serviço de Proteção aos Índios - SPI, no Estado do Amazonas, no período de 1910-1932; A partir dos conceitos de dispositivo, de campo e de tutelar, buscamos, não apenas eleaborar uma cronologia histórica da presença do SPI no Amazonas, mas trazer à luz as práticas levadas a cabo pelo órgão indigenista na "missão" de conduzir os povos indígenas da região sob sua jurisdição, de uma "condição primitiva" a um "estado positivo", através do que denominaram de "processo civilizatório"; O objetivo maior é trazer para o presente reflexOes críticas sobre estes pressupostos positivistas que marcaram profundamente as açOes dos órgãos indigenistas (SPI, FUNAI)
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Este trabalho pretende fazer uma análise sociológica da ação do Serviço de Proteção aos Índios - SPI no Estado do Amazonas no período de 1910 a 1932. A partir dos conceitos de dispositivo de campo e de poder tutelar buscamos não apenas elaborar uma cronologia histórica da presença do SPI no Amazonas mas trazer à luz as práticas levadas a cabo pelo órgão indigenista na missão de conduzir os povos indígenas da região sob sua jurisdição de uma condição primitiva a um estado positivo através do que denominaram de processo civilizatório O objetivo maior é trazer para o presente reflexões críticas sobre estes pressupostos positivistas que marcaram profundamente as ações dos órgãos indigenistas (SPI; FUNAI)
Sem títuloEste projeto não tem a pretensão de ser uma obra acadêmica sobre arco e flecha dos povos indígenas da Amazônia. A ideia foi proporcionar ao leitor uma mistura de três retratos: reflexões autorais, fruto da vivência continuada da realidade indígena; textos jornalísticos construídos com histórias de personagens reais; e fotografias colhidas nas comunidades e aldeia da Amazônia
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