Manaus
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Baseado nos cadernos de campo do antropólogo, o livro reúne uma série de observações etnográficas realizadas em meados dos anos 70, quando Sampaio e Silva estava a serviço da Sudam. “Minha missão”, nas palavras do autor, “contemplava a constatação de quais eram os grupos indígenas existentes naquela área do [rio Tocantins], suas situações de contatos com a sociedade nacional inclusiva, além de proceder observações sobre mudanças socioculturais”. O resultado é o retrato de uma época crítica na história recente dos índios, confrontando-se a política integracionista e desenvolvimentista do Estado e o difícil desafio da sobrevivência étnica e física das populações indígenas face aos projetos de desenvolvimento
Sem títuloA obra, dirigida a um público-alvo diverso, foi concebida para instrumentalizar pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação, gestores e comunidade em seu trabalho na interface entre questão urbana, meio ambiente e saúde
Sem títuloArrolamento do Projeto Resgate, este catálogo elenca 750 descrições sumárias da documentação desta capitania, com muitas referências à temática indígena; aliás, grande parte da documentação se refere, de uma maneira ou outra, aos índios. Há informações importantes sobre os descimentos na primeira metade do século XVIII; sobre as vilas estabelecidas sob o Diretório dos Índios; sobre os conflitos com índios Mura e Munduruku; sobre o movimento de canoas, entre muitos outros assuntos
Sem títuloA composição florística da bacia amazônica tem como referência a alta fitodiversidade, (mais de 35.000 espécies), de plantas superiores. Do total de espécies cadastradas, algo mais de 5000 espécies são cadastradas como utilidade econômica, tais como plantas de usomedicinal, alimentícia, cosmético, madeireira, resinas, aromática, corantte, fibra e outros são referidos do conhecimento popular
Sem títuloReúne informaçOes sobre a maloca, um dos elementos centrais da cultura Takano. Cita o mito cosmogOnico, a mundi-visão do iniciado, o simbolismo contido no conjunto da maloca, e nos objetos do uso caseiro
Sem títuloEstudar a população da várzea é conhecer os habitantes das margens baixas do rio com o maior volume de água do mundo. É também conhecer a região de colonização mais antiga da Amazônia. Os relatos dos primeiros exploradores europeus descreveram para seus patrícios a natureza e a população nativa do rio que batizaram com os nomes de Ucayali e Marañon, ou rio mar, na parte peruana, rio Solimões, ou rio dos índios Solimões, de seu alto curso em território brasileiro até o encontro com o rio Negro, e ainda rio Amazonas, ou rio das lendárias guerreiras amazonas,do rio Negro até sua foz
Sem títuloO livro analisa, com base na relação saber-poder, as narrativas ocidentalizadas sobre os povos indígenas, que as destacaram como pessoas subalternas, selvagens, rudes, preguiçosas, indolentes e selvagens. Ao mesmo tempo em que visavam transformá-los em povos cristãos e em sujeitos que incorporassem um modo de ser, de viver e de pensar ocidentalizado
Sem títuloA publicação aborda as atividades desenvolvidas por índios do Médio Rio Negro por meio do projeto "Manejo de Fibras e Revitalização da Cultura Indígena no Médio Rio Negro". O objetivo principal da proposta foi documentar as manifestações culturais ligadas aos grupos indígenas presentes na região ocupada pelos municípios de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, principalmente aquelas voltadas a produção de artesanato em fibras vegetais, de forma a buscar posteriormente formas de revitalização cultural frente a crescente perda de costumes e valores observada na interação entre a cultura dos povos indígenas do Rio Negro com a sociedade envolvente
Conto indígena da união de Guaracy (Sol) e Gixiá (Lua)
Sem títuloConjunto de poemas que tratam da identidade do povo Omágua que vivem na aldeia Tururucari-Uka e no interior do Amazonas, no Alto Solimões
Sem títuloLivro de Alípio Bandeira que narra a saga dos povos indígenas habitantes do rio Jauapery, no Baixo Rio Negro
Sem títuloPublicação contendo um mapeamento social que focaliza os indígenas da cidade de Manaus
Sem títuloViagem; Cercanias de Manaus;
Sem títuloEra janeiro de 1835. O tapuio Filipe, conhecido como Mãe da Chuva, deu um tiro no peito de José Joaquim da Silva Santiago. Outro tiro, disparado por Domingos, o Onça, matou Bernardo Lobo de Souza. A primeira vítima era o comandante de armas e a segunda, o presidente da Província do Pará. Os corpos das duas maiores autoridades da Amazônia foram arrastados para o alojamento dos índios remeiros – um grande galpão, em Belém. Lá, durante mais de oito horas, tapuios conhecidos por estranhos apelidos – Gigante do Fumo, Onça do Mato, Sapateiro, Remeiro - desfilaram, chutando os cadáveres e cuspindo neles. Muitos chegaram a mijar na cova, um buraco aberto no cemitério da igreja das Mercês. A cabanagem começava
Sem títuloPublicação sobre o pensamento social brasileiro com enfoque na Amzônia
Sem títuloO artigo aborda as atividades do Serviço de Proteção aos Índios - SPI no Estado do Amazonas de 1910 a 1932
Sem títuloEste trabalho pretende fazer uma análise sociológica da ação do Serviço de Proteção aos Índios - SPI no Estado do Amazonas no período de 1910 a 1932. A partir dos conceitos de dispositivo de campo e de poder tutelar buscamos não apenas elaborar uma cronologia histórica da presença do SPI no Amazonas mas trazer à luz as práticas levadas a cabo pelo órgão indigenista na missão de conduzir os povos indígenas da região sob sua jurisdição de uma condição primitiva a um estado positivo através do que denominaram de processo civilizatório O objetivo maior é trazer para o presente reflexões críticas sobre estes pressupostos positivistas que marcaram profundamente as ações dos órgãos indigenistas (SPI; FUNAI)
Sem títuloDados da obra revelam que cerca de 150 povos indígenas vivem em situação de isolamento no mundo, dos quais 127 estão na América do Sul. Destes, 90 são do Brasil. Uma das ameaças que pairam sobre esses povos é sua extinção. O grupo Avá-Canoeiro, por exemplo, sofreu um massacre no final dos anos de 1960 e sua população foi dizimada quase na totalidade.; Com 366 páginas e dividida em duas partes, a obra traz, na primeira, 13 artigos que desenham a realidade dos povos isolados, revelando sua luta por sobrevivência no Brasil e em mais seis países da América do Sul (Peru, Bolívia, Equador, Colômbia, Venezuela e Paraguai). Já a segunda parte, com quatro capítulos, apresenta a cultura do povo Suruwaha, de recente contato, e sua relação com o Cimi.
Sem títuloEste projeto não tem a pretensão de ser uma obra acadêmica sobre arco e flecha dos povos indígenas da Amazônia. A ideia foi proporcionar ao leitor uma mistura de três retratos: reflexões autorais, fruto da vivência continuada da realidade indígena; textos jornalísticos construídos com histórias de personagens reais; e fotografias colhidas nas comunidades e aldeia da Amazônia
Sem títuloArtigo sobre as características ambientais domiciliares dos indígenas de Manaus
Sem títuloOficina de cartografia realizada pelos índios Pirahã no contexto do Projeto Nova Cartografia Social da Amazônia coordenado por Alfredo Wagner Berno de Almeida, com discussões sobre os problemas da terra indígena e as reivindicações do povo indígena
Sem títuloFolheto do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas