Mulheres descascando mandioca para produzir a bebida semi-fermentada chamada Koiza. Elas estão na varanda de uma casa. Mulheres, senhoras mais velhas, meninas e adolescentes.
Sem títuloMadihá
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Cena perdida.
Sem títuloJorge Namari e Jurasi Zakade chegam no terreiro da aldeia. Namari grita mandando os homens trazerem mais mandioca (po´o). João Onima ri.
Sem títuloNoida, Wazura, crianças e cachorro chegam no bote.
Sem títuloBote aporta na praia e as mulheres procuram segurá-lo com um pau.
Sem títuloBenedito senta no banco olhando para o rio enquanto sua mulher Joaninha desce em direção à cacimba.
Sem títuloHomens chegam cantando com shapoto carregados de mandioca para fazer o Koiza. O primeiro da fila é Namari que brinca para a câmera. Kubiu vem em seguida.
Sem títuloNamari, Komizi, Kubiu e outros homens comem cana no terreiro.
Sem títuloHomens, jovens e meninos arrastam o bote, tirando-o da água.
Sem títuloChão com as mandiocas derramadas da panela ao lado da fogueira. Panela cozinha mandiocas na fogueira.
Sem títuloMulheres descascam mandioca na varanda repleta de mandiocas e cascas de mandioca. As mulheres conversam.
Sem títuloAlgumas pessoas sentadas no banco do terreiro da aldeia. Ao fundo, ouve-se uma mulher cantando. Não dá para saber ao certo se ela está cantando ao vivo ou se se trata de uma gravação.
Sem títuloWacimi fazendo gracejos. Ele fala de um jeito esquisito, imitando algum ser ou tipo de gente. Todos riem muito.
Sem títuloMeninas jogam a mandioca cozida e amassada no bote. Ouvem-se mulheres cantando.
Sem títuloIni Maua se balança em um rede em uma outra varanda.
Sem títuloIni Mauá cantando enquanto balança em sua powi velha. Ela para um pouquinho de cantar e olha para a câmera. Quando vê que está filmando ela continua a cantar. Depois se levanta para reamarrar sua powi.
Sem títuloMoças carregam o shata na cabeça.
Sem títuloDe longe vemos a varanda das mandiocas. Ela ainda tem muita mandioca descascada e também cascas. A fumaça ainda escapa da fogueira que continua cozinhando mandiocas.
Sem títuloBenedito e um rapaz estão pilando o shatha.
Sem títuloDário, Zohe e Ubiraci estão pilando o shatha.
Sem títuloUma menina tem o rosto completamente pintado de urucum e usa muitos colares de miçanga. Jorge Namari comenta que dançaram até o amanhecer no âmbito da festa Koiza. Elas riem de seus comentários. Ele aponta com a câmera o rio Purus e a direção da aldeia Buaçu. Ele explica que cantaram para o Koiza até o amanhecer. Agora vão fazer a festa e beber a cerveja. O bote com as mulheres tirando o bagaço das mandiocas reaparece em cena, enquanto Jorge continua seus comentários. As mulheres do bote dialogam com o filmador. Os comentários de Jorge fazem as mulheres morrerem de rir. Ouve-se o som de um hohori. Jorge apresenta cada casa e seu dono, olhando do terreiro. Depois ele brinca que seu nome é Deputado Federal. Aparece Omina, que está tocando o hohori. Ele apresenta as moças que estão sentadas no banco do terreiro: tsito, Raiane e outras. Apresenta Zakade, o 'homem saúde'. Faz uma brincadeira com ele e todos riem. Zakade escora na polpa do bote para ver o trabalho com o Koiza.
Sem títuloDuas meninas com dois filhotes de humu (macaco-preto ou macaco-aranha) pendurados em seu colo.
Sem títuloBote com bagaços de mandioca jogados no chão a seu lado. As mulheres já não estão mais em cima dele.
Sem títuloRapazes se encaminham pela varação que vai até a casa de Kubiu. Lá outros rapazes estão se pintando, preparando adereços de cabeça, saias, entre outros adereços.
Sem títuloKubiu se alimenta de massa de mandioca cozida e peixe. Outras famílias estão aglomeradas na casa.
Sem títuloJorge Namari estão com o rosto pintado de urucum e tsuetsue (violeta gensiana) e usa saia de embira.
Sem títuloRapazes preparam adereços. Cortam folhas de bananeiras para fazer adereços de cabeça e corporais.
Sem títuloRapazes preparam vários tipos de adereços, principalmente de cabeça e saias. Eles brincam. João Onima faz comentários e dialoga com os rapezes.
Sem títuloFileira de homens toma a varação que liga a casa de Kubiu à aldeia Estão todos adornados com adereços de cabeça, saias. Também tem os rostos pintados.
Sem títuloGrupo de homen se encaminha para a aldeia. Um imita o andar torto de um animal. Eles organizam uma roda no fundo do campo.
Sem títuloOs homens cantam e dançam em roda no fundo da aldeia. Estão adornados e pintados. Algumas crianças sopram a buzina hohori. Alguns homens permanecem de fora da roda.
Sem títuloOs homens para a dança em roda.
Sem títuloGrupo de homens em forma de manada vem pelo caminho da fileira de casas dos fundos da aldeia. Eles vem dançando e cantando. Crianças sopram a buzina hohori. João Onima narra e comenta.
Sem títuloGrupo de homens segue cantando e dançando percorrendo a aldeia. Homens e crianças dispersos vão atrás. São oito horas da manhã, informa João Onima.
Sem títuloGrupo de homens percorre a aldeia dançando e cantando. As crianças (meninos), com adereços de cabeça, pintadas e com saias e bastões vem a frente. Atrás, outros homens e adolescentes caminham apenas acompanhando os dançarinos.
Sem títuloFilas de mulheres dão paneladas de koiza para os homens beberem. Rapaz filma tudo com celular. Algumas mulheres ainda continuam cantando. Muita gritaria e correria, para buscar novas panelas para dar para os homens beberem. Uma moça também filma tudo com celular. Mulheres, moças e meninas correm entre o bote e homens desavisados, com panelas cheias de koiza para beberem e encherem suas barrigas.
Sem títuloHomens ajeitam os bastões escorados no chão e na barriga. Os bastões forçam a barriga dos homens fazendo vomitarem com eficiência. Grupo de moças busca mais koiza em suas panelas. Algumas mulheres ainda cantam. Não se ouve mais canto masculino.
Sem títuloHomens vomitando o koiza com a ajuda dos bastões. Assim, eles esvaziam a barriga. João Onima narra e comenta.
Sem títuloMulheres arrastam homens e meninos para dar mais paneladas de koiza. Um rapaz brinca com uma menina no terreiro. Alguns homens continuam vomitando.
Sem títuloMarohe, depois Ruziniha, depois outra mulher, dão as panelas cheias para Omina beber.
Sem títuloMoças e mulheres assistem ao caos que se instala no terreiro, encostadas em uma varanda.
Sem títuloMoça entorna panela de koiza na cabeça de Ubiraci, enquanto outras quatro dão suas panelas para ele tomar. Entra koiza até em seu ouvido.
Sem títuloOmina sentado no branco segurando seu bastão e vomitando. Jorge Namari, escorado em seu bastão vomitando. Mulher dá uma panela de koiza para rapaz tomar. Haniha aparece em primeríssimo plano. Várias mulheres e moças dão panelas de koiza para vários homens e rapazes. Outras se debruçam sobre o bote de koiza para encher suas panelas. Haniha, encostada no bote, dá uma explicação, enquanto outras moças e meninas enchem as panelas de koiza. Muri, menino pequeno, se debruça sobre o bote e observa tudo. Mulher oferece koiza para um menino de colo. A mãe declina. A mulher fica brava, mas de brincadeira. Ela então dá koiza para meninos bem pequenos que estão junto de Muri. Muri foge. Ela oferece cantando. É Rihane, da aldeia Apuí. Outra menina chega para enchere a barriga do menino. Jorge vomita nelas. A buzina hohori recomeça a tocar.
Sem títuloO grupo de mulheres atravessa, cantando e dançando, a rua de trás da aldeia, nos fundos do campo. Elas se direcionam para o fim da rua, ao final do campo. Elas param de cantar e apenas caminham, ainda de braços dados e em formação de manada.
Sem títuloHadoma faz um adereço de cabeça curioso para seu filho, com a folha verde da bananeira.
Sem títuloMulheres confeccionam adereços com a folha verde de bananeira
Sem títuloGrupo de mulheres toma o caminho da escola, que chega ao terreiro da aldeia. Elas caminham e cantam. A sua frente, Haniha vem urrando e trotando estranhamente. Da escola, algumas meninas e crianças assistem ao grupo das mulheres cantando. Haniha observa seu grupo, depois o segue.
Sem títuloGrupo de mulheres chega na rua principal da aldeia. Elas caminham e cantam. Ao chegar, elas param de cantar. Ouve-se o som da buzina hohori. No terreiro da aldeia, os homens cantam em roda, à frente do bote de koiza. O grupo de mulheres começa a dançar, com o passinho trotado típico de quase todas as danças kulina. Então começam a cantar também.
Sem títuloEnquanto os homens reorganizam a roda quebrada, a manada de mulheres se reaproxima do centro do terreiro. Elas cantam e trotam. Os homens pararam por um momento de cantar. João Ikobo assiste em uma extremidade do terreiro. Os homens voltam a cantar e a manada de mulheres segue até o fim da rua, se distanciando novamente do terreiro.
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