Jorge e Wacimi continuam falando coisas engraçados. Homens e moças riem divertido.
Sem títuloMadihá
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Wacimi fala de um jeito engraçado imitando algum ser ou tipo de gente.
Sem títuloMoças carregam shata, o veneno de pesca mais comum entre os Kulina.
Sem títuloMoças trazem do porto shata, o veneno de pesca mais comum entre os Kulina.
Sem títuloMonte de shatha. Benedito, acompanhado de sua netinha, se senta na frente do monte de shatha. As mulheres estão falando muitas coisas. Ele brinca com a netinha (Najara). Na varanda da casa, Joaninha, a esposa de Benedito come, enquanto os rapazes ficam olhando o celular de Dário (Gato). No celular, toca uma música peruana.
Sem títuloGrupo de mulheres sai para passear. Zupira, sua filha e netas vão pela varação que leva até o outro lado da aldeia. João Onima comenta que elas estão indo patsia de, isto é, passear.
Sem títuloMaria se penteando, enquanto sua irmã cuida de seu bebê.
Sem títuloCanoa com várias mulhere, moças e crianças sai do porto. Ubiraci é quem guia a canoa.
Sem títuloZohe, Zakade e outros dois homens pilando o shatha. Várias cenas. Manoel Babá e Nomiha se alimentando com os netos em uma varanda. João Ikobo sentado na porta de sua casa. João Onima narra cada cena.
Sem títuloMeninas derramam mandioca cozida e amassada da bacia no bote. Elas entram no bote e tentam tirar a mandioca da bacia.
Sem títuloMeninas despejam mandioca da bacia para o bote.
Sem títuloDário, Zohe e Zakade pilam o shatha
Sem títuloMulheres, sentadas em cima do bote, mexendo o Koiza, que já virou uma cerveja branca. Com as mãos, as mulheres mexem na cerveja. Elas cantam enquanto estão mexendo. João Onima faz um comentário, informa o dia 05 de abril de 2015
Sem títuloMulheres sentadas em cima do bote mexendo o Koiza e cantando. Elas tiram as mandiocas moles, espremem para tirar o caldo para dentro da canoa e jogam o bagaço para fora. Um bicho grita assustado e as mulheres comentam e riem do susto que também tomaram. Haniha, Marohe e outras mulheres e moças estão no bote. João Onima comenta e explica a imagem. As mulheres comentam sua explicação e riem.
Sem títuloHomem com duas crianças no colo pousa para foto. João Onima narra quem são.
Sem títuloMoças se esquentam à beira do fogo. João Onima comenta que elas dançaram ou dançarão até o amanhecer. Elas riem com vergonha. Na varanda perto do fogo, rapazes assistem a alguma coisa. João Onima narra o que está acontecendo.
Sem títuloTrês meninos longe, sentados conversando virados para o rio. Jorge faz uma série de comentários.
Sem títuloJorge Namari sobe no bote e vem conversar com as mulheres que mexem e espremem o bagaço da mandioca do Koiza. Ele narra os nomes de todas as mulheres do bote.
Sem títuloTrês rapazes com os rosto muito pintados brincam sentados em uma mesa. Dois estão abraçados e dão tchau para a câmera. João Onima faz um comentário e eles riem. Um quarto está sentado na mureta da escola.
Sem títuloPanorâmica pelo terreiro. Menino brinca no terreiro.
Sem títuloRapazes se encaminham para o mato brincando e rindo muito.
Sem títuloMuitos rapazes estão reunidos na casa, preparando adereços corporais e de cabeça e pintando os rostos.
Sem títuloFileira de homens toma a varação que liga a casa de Kubiu à aldeia. Eles vestem adereços de cabeça com penduricalhos e saias. Tem os rostos pintados.
Sem títuloRapaz com rosto pintado de urucum e tsuetsue (violeta gensiana), vestido com chapéu com penduricalhos e com saia prepara o bastão. Ele prepara os adereços do bastão que carregará para o Koiza. João Onima explica que o bastão serve para kapikapi naihiniza. Outros rapazes buscam no mato seu bastão.
Sem títuloFileira de homens com adereços, pintados e com bastões estão a caminho da aldeia. Uma mulher com uma caixa vinda de outro lugar acompanha os homens.
Sem títuloHomem com adereços, pintado e com bastão para para mijar.
Sem títuloHomens, jovens e crianças param na primeira casa da aldeia, a casa de Siko, e brincam com seus adereços. Algumas crianças sopram a buzina hohori. Estão todos com os rostos pintado, com adereços de cabeça e penduricalhos, e com bastões ou folhas de palmeiras. A casa fica no fim da fileira aos fundos do campo de futebol. João Onima faz uma panorâmica desde o grupo de homens até mostrar a aldeia longe, depois do campo. Ele faz um comentário.
Sem títuloGrupo de homens em forma de manada passa pela câmera na fileira de casas do fundo da aldeia. Eles passam dançando e cantando, pelo menos as duas primeiras fileiras de homens. Aos fundos do grupo vem outros homens adereçados e pintados caminhando. Crianças sopram o hohori. João Onima comenta.
Sem títuloGrupo de homens toma o caminho que liga a fileira de traz de casas ao terreiro principal da aldeia. As crianças vem na frente, dos lados e atrás. Eles caminham e conversam, mas mantém a formação. A primeira fila de braços dados.
Sem títuloAs mulheres cantam e dançam em roda no terreiro da aldeia. Ao fundo o bote de cerveja e atrás deles, passa o grupo de homens, também cantando e dançando, em formação de manada.
Sem títuloNo meio da confusão a velhinha Mauá cuida de um menino pequeno que chora. A seu lado, um homem prepara o seu bastão junto à boca do estômago.
Sem títuloRapaz escorado na parede de tanto beber.
Sem títuloMulheres com panelas pelo terreiro oferecendo koiza aos homens. Ubiraci vomita e ri.
Sem títuloMulheres enfileiradas no fundo do campo de futebol. Elas se organizam, vagarasoamente em roda, de mãos dadas. Algumas se jogam no chão para descansar. Elas ficam rodando até que Maria as manda começar a cantar. Então elas começam a cantar o canto de kohana.
Sem títuloMulheres confeccionam adereços com a folha verde da bananeira: saias e adereços de cabeça.
Sem títuloMulheres confeccinam adereços de cabeça e virilha com as folhas verdes de bananeira.
Sem títuloO grupo de mulheres se aproxima através da varação. Estão todas com adereços, pintadas e carregam hastes com folhas.Primeiro elas dão gritos e urros. Depois, elas começam a cantar o canto do kohana.
Sem títuloMulheres, moças e meninas cantam e dançam em roda na entrada da aldeia, nos fundos do campo de futebol. Dentro da roda, Haniha brinca pulando e urrando como queixada, preso na roda. Ela avança sobre as mulheres nas laterais.
Sem títuloMaria entra na roda das mulheres, que cantam e dançam. Haniha, o queixada, aparece para atacá-la, enquanto urra. O queixada ataca outras mulheres, enquanto elas cantam. Algumas mulheres gritam incentivando os ataques.
Sem títuloGrupo de mulheres entra no terreiro cantando e dançando no passinho de trote, em formação de manada, com os braços dados. Os homens dançam em roda no terreiro, já com as panelas nas mãos. Jorge Namari filma com seu celular. Maria narra e explica o que está acontecendo. Ela toma o ponto de vista do bote. O grupo de mulheres passa tangenciando a roda dos homens e segue até o final do terreiro. Elas circundam o terreiro. Algumas mulheres, também adornadas, seguem atrás do grupo. A buzina hohori se faz ouvir.
Sem títuloEnquanto os homens cantam em roda, com as panelas nas mãos, a manada de mulheres circunda o terreiro, todas com suas hastes nas mãos. O filmador entra na roda de homens. Então a roda se abre e se defronta com a manada de mulheres. Estão na roda João Onima, Komizi, Manoel Babá, entre outros homens. A linha de homens agora tenta capturar a manada de mulheres que se aproxima e se afasta em sua dança. Homens e mulheres cantam, mas cada grupo seu canto e em seu tempo e ritmo. Haniha, a líder da manada, avança sobre a linha de homens, atacando os pontos mais fracos, dos meninos. Todos riem. Ouve-se uma buzina hohori. Finalmente Haniha fura a linha de homens e a manada de mulheres escapa da armadilha e foge para os fundos do terreiro.
Sem títuloOs homens cantam e dançam em linha, desfazendo a roda. Todos carregam panelas consigo, mas ainda vazias. As mulheres também cantam enquanto se aproximam do terreiro em formação de manada. Ouve-se a buzina hohori.
Sem títuloO grupo de mulheres se aproxima da linha de homens e os homens se esticam para fechar uma roda em volta da manada de mulheres. Elas cantam e dançam em trote em formação de manada. Eles também cantam e dançam em linha. Os homens carregam panelas e as mulheres carregam suas hastes. A manada de mulheres fura novamente a linha de homens, mas desta vez alguns homens buscam paneladas de koiza e surpreendem algumas mulheres e as obrigam a tomar o koiza. Capturam algumas mulheres, pelo cabelo, o pelo braço, e oferecem uma panelada inteira de koiza. Outros homens aproveitam a captura e também trazem suas panelas para a mulher tomar.
Sem títuloMeninos molham o chão em frente ao bote com koiza
Sem títuloRapazes procuram meninas ainda não lameadas para jogar na lama. As moças saem correndo e eles vão atrás.
Sem títuloHomens, mulheres, rapazes, moças, meninos e meninas, todas enlameados dos pés até os cabelos no terreiro da aldeia.
Sem títuloHomens arrastam o bote ribanceira abaixo para o rio. Maria explica que estão levando a voadeira. Uma mulher recupera sua panela antes do bote descer.
Sem títuloHomens arrastam o bote ribanceira abaixo vagarosamente.
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