Tokorime mascarado com koama chega longe. Benjamim narra que tokorime chega às doze horas. O tokorime dança para a câmera, de longe. Ouve-se o som do arco de boca Hihiti que Kubiu ou Zakaria ainda está tocando.
Sans titreMadihá
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O Tokorime finalmente vai embora. Ele sobe para o lugar de onde chegou. Ainda faz alguns gestos. Risca o chão com os pés, igual a um galinho. E vai embora. Some nas folhagens.
Sans titreKomizi e eu dançamos ao som do Hihiti de Zakaria. Zakaria toca hihiti e Kubiu corta um pau podre. Joaquim tira foto de Zakaria. João tira fotos também. Komizi começa a brincar e finalmente me joga pelo braço para perto do igarapé. Todos riem.
Sans titreKubiu, o mestre do Totore, mostra qual é o caminho do Totore e explica outras coisas. Os outros também dão opinião. Eles discutem e Kubiu informa que vai fazer o Totore lá em sua casa, e não no mato como os outros instrumentos. "Terminou. Estou indo", ele diz e segue pelo "caminho do totore".
Sans titreKubiu se pendura na ribanceira para tirar um pedaço de zumi que lhe pareceu apropriado. A imagem está sem som (verificar se é apenas o dvd ou se a imagem foi realmente feita sem som). Kubiu prepara mais um pedaço que servirá para a fabricação do totore.
Sans titreBarra de cor. Benjamim narra: Hidapana Totore kha ima
Sans titreKubiu esculpe o pauzinho que vai deixar em brasa para fazer os furos da flauta. Zakaria ajeita uma outra flauta. Komizi e os outros conversam.
Sans titreKubiu abano o fogo com a ajuda do kakade (abano) para aumentar as brasas. Ele então aquece a sua resina (que é em forma de um pedaço de pau de 30 cm). Ele tira um pequeno pedaço da resina, amassa nas mãos e esquenta no fogo, amassando novamente. Então ele enrola, molda e coloca na extremidade da flauta.
Sans titreDetalhe de Kubiu anexando a resina, muza em lingua kulina, na extremidade da flauta. Ela anexa a resina e a molda. É nesta extremidade que o tocador vai soprar para fazer a flauta cantar. Molda a resina direito na extremidade, deixando-a bem reta e depois, com a lasca de taboca, ele faz o furo por se vai soprar.
Sans titreKubiu e Zakaria fabricam a flauta. Enquanto isso, Komizi encontra um couro de maracajá, kahawiri em língua kulina. Komizi veste o couro de maracajá e brinca de bicho bravo, fora de cena. Finalmente ele aprece, agachado com o couro de maracajá. Os fabricantes de totore ficam fora de cena. O maracajá ataca um dos artesãos e o morde. Ele ataca o outro artesão, tira uma substância xamânica de sua barriga e coloca nas costas dele, Kubiu. Depois ele o morde. Kubiu grita desesperado. O maracajá foge na chuva. Joaquim dá gargalhada e o maracajá some na chuva.
Sans titreO maracajá, sob chuva, se aproxima da varanda onde a oficina está ocorrendo. Komizi, que está vestido com o couro, chama. Ele vai vomitar noma. Ele se agacha, se transforma. Então ataca um cachorro e o morde. Depois morre de rir, enquanto o cão foge chorando. Komizi vomita e Zakaria grita e ri: É noma, Hinawi.
Sans titreKubiu corta tirando o excesso de resina da flauta. Zakaria também trabalha na fabricação de uma flauta. Kubiu ajeita com a faca, a resina que acabou de colocar.
Sans titreJoão Ikobo amarra o casco de jabuti com o barbante.
Sans titreJoão Ikobo observa o mato procurando o zumi no tamanho ideal para a flauta de tubos. Ele limpa o local em que se encontram os zumi. E então tira o pedaço que acredita ser adequado. Ele tira ainda mais um pedaço, de outro tamanho. Faz uma medição no bambu (taboca). Ele avalia o pedaço, bate com o terçado para ver se está maduro o suficiente, se não tem água, limpa os pedaços dos espinhos e folhas.
Sans titreKoshi, da aldeia Tocandeira (a um ano sua família morava no Estirão, divisa de Peru e Brasil, já no lado peruano), vestido com roupa de futebol e com rosto pintado de violeta. Benjamim conversa com ele enquanto filma. Outras pessoas entram na conversa. Ao lado, Ikobo esculpe os tubos da flauta do Teteko. João Ikobo me explica que Koshi, seu cunhado, é pajé. Zupira traz um biscoito para Koshi. João Onima mostra a foto para ele. Zupira se senta ao lado de Koshi para uma foto. A irmã de Koshi também se senta ao lado dele para ver a foto que João vem lhe mostrar. Eles se ajeitam para tirar uma foto. João Ikobo tira o primeiro som do tubo da flauta.
Sans titreEscuro
Sans titreO mestre do Teteko fabrica as flautas de bambu que compõem o instrumento. O casco do jabuti, já limpo pelas formigas, descansa ao lado da cadeira. O instrumento é composto por um reco-reco feito com o casco de jabuti e uma resina, onde se passa os dedos fazendo vibrar e uma pequena flauta de dois ou três tubos de bambu, anexadas ao reco-reco por um barbante. João Ikobo testa a sonoridade dos bambus que cortou e vai tirando pequenos pedaços até chegar na altura certa. Enquanto isso, João Onima avalia o casco e tenta tirar um som no reco-reco. A neta de Ikobo observa tudo na porta da casa.
Sans titreJoão Ikobo acerta o tamanho do tubo da flauta, cortando com um terçado. Todos conversam na cozinha de sua casa. Sua esposa, Zupira, está sentada na porta do quarto chupando um pirulito. Depois de acertar o bambu, ele sopra para testar a sonoridade.
Sans titreJoão Ikobo testa novamente a sonoridade dos tubos da flauta e continua a esculpi-los para chegar nas alturas apropriadas.
Sans titreJoão Ikobo faz a amarração da flauta. Depois ele testa. Ele pendura o casco no ombro com o barbante e segura a flauta (que também está emendada no casco com barbante) com a mão. Ele toca o instrumento e ajeita a resina. Ele não fica satisfeito com a sonoridade do reco-reco de casco de jabuti.
Sans titreDetalhe de João Ikobo tocando a flauta. Ele toca o instrumento, com dificuldade.
Sans titreSakire dá as últimas colheradas no chibé. Ele faz comentários e todos riem.
Sans titreRaimundo falando da viagem de Rio Branco até o Rio de Janeiro e das coisas que já viveu no Rio de Janeiro. Fala também do mar, da praia, dos brancos nadando pelados, etc.
Sans titreViagem de taxi até o Museu do Índio.
Sans titreViagem de taxi até o Museu do Índio.
Sans titreOs Kulina se deparam com a foto de um Ashaninka com um filhote de veado no colo. Eles comentam sobre o filhote.
Sans titreOs Kulina se encaminham até a Reserva Técnica das cerâmicas e conhecemChang, a coordenadora científica do Projeto de Documentação das Culturas Indígenas.
Sans titreAs imagens de cerâmica karajás. Uma panorâmica das imagens representando as cenas da vida, moldadas nas cerâmicas karajás. A museóloga explica que as bonecas karajás mostram as cenas da vida. E também dos bichos.
Sans titreMaria José conversa na escada da Reserva Técnica das cerâmicas.
Sans titreOs Madiha experimentam uma máscara de cabaça dos Kaxinawá. Hokhi, lembram. Hokhi é um monstro mítico e os Madiha guardam máscaras de cabaça com que brincam ser Hokhi.
Sans titreRaimundo toca uma buzina de rabo de tatu Kaxinawá. Esta buzina é chamada em Kulina He´ihe´i e a espécie que é produzida pelos Kulina é usada pelo chefe ou outras lideranças para convocar as reuniões e outros encontros ou atividades coletivas.
Sans titreBenjamim ve os cestos Keruri inseridos na Reserva. Os cestos keruri foram coletados pelo pesquisador responsável pelo projeto no ano 2012 nas aldeias Santa Júlia e Buaçu.
Sans titreFabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.
Sans titreOs indígenas falam dos usos do shapoto imeni, o cesto cargueiro grande. Para trazer todo tipo de produto do roçado. Arnaldo afirma que homens e mulheres utilizam o shapoto para carregar coisas: milho, banana, lenha, etc. Arnaldo mostra como os homens carregam - alçado no peito pelos ombros. Diferente do modo feminino, que é alçado na testa, com a força do pescoço.
Sans titreRaimundo explica que o material de um dos cestos é o cipó Topi, chamado em português ambé.
Sans titreO nome das artesãs dos cestos: Terezinha (Roma).
Sans titreArnaldo toca a flauta Totore.
Sans titreRaimundo identifica um cesto como tendo sido de sua própria fabricação.
Sans titreArnaldo explica que os cestos tsahe médios eram utilizados antigamente para guardar roupas. Hoje os Madiha utilizam as malas, ele explica.
Sans titreGeorge mexe em uma caixa com os cestos Keruri, cestos de toucador. Raimundo e Arnaldo ainda fazem (em áudio) outras explicações sobre os cestos Tsahe: como brinquedo para crianças.
Sans titreRaimundo explica que os Tsahe pequeno é utilizado para colher ovos de galinha
Sans titreArnaldo e Raimundo dão explicações sobre o Keruri. Os materiais, as técnicas, etc. Eles explicam que são as mulheres que fabricam os cestos. Explicam que ele é feito com uma espécie de capim amazônico. Raimundo explica a técnica de utilização do capim: deixa secar ao sol durante um dia.
Sans titreOs indígenas e o antropólogo explicam a coloração nos keruri.
Sans titreMaria José pergunta sobre a tampa de um dos vasos e o que tipo de coisas aquele vaso tampado guardaria. Depois de um tempo, um dos Madiha brinca que é para guardar dori (feitiço). Raimundo fala que pode ser para guardar mel (hidzi okhini). Fabiana confirma com os Madiha se o zipa bedeni é usado para tomar líquidos: água, mingau de banana, caiçuma, etc.
Sans titreRaimundo e Arnaldo conversam com Maria José e os outros sobre os vasos de cerâmica - são panelas, potes. As grandes e as pequenas. O hohori é para brincar mariri, responde Arnaldo à pergunta do antropólogo. Então os indígenas vão testar os vasos como buzina. As buzinas ficam um pouco roucas. Arnaldo e Raimundo testam os vasos como buzina para encontrar o que tiver o melhor som. Eles testam também os hohori de taboca. O antropólogo explica sua hipótese sobre os hohori de cerâmica. A princípio Raimundo concorda, mas depois ele e Arnaldo reiteram que os vasos eram feitos especialmente para servirem como buzina.
Sans titreFelipe e Arnaldo testam um vaso maior como buzina. Arnaldo acha que pode ser este maior o escolhido como exemplar de buzina. Arnaldo explica que o pessoal faz uma amarração para trazer o vaso pendurado ao pescoço para tocar nas festas. Arnaldo afirma que este tipo de vaso é feito apenas para tocar mesmo.
Sans titreArnaldo explica como a flauta Totore é tocada para que os jovens amantes se atraiam e se comuniquem. Maria José, Fabiana, Andrea e George guardam as peças e limpam a banqueta para colocar outras.
Sans titreAndrea e Maria José mostram uma máscara Xavante para os Kulina para que comparem com a koama e que elas possam entender melhor como é a máscara kulina koama. Os Kulina afirmam que esta é feita com a folha do buriti. Não é muito parecida, na verdade.
Sans titreMaria José e Andrea mostram uma máscara Xavante para que os indígenas comparem e falem um pouco mais sobre a máscara Koama, para que elas possam ter uma ideias de como é esta máscara.
Sans titreArnaldo e Raimundo explicam que a canoa é mesmo um brinquedo. Quanto aos animais de madeira, maiores, são usados como enfeites. Eles dizem que é um trabalho difícil e que só é realizado por homens, pois é muito duro. A respeito da madeira do tatu, Benjamim lembra que em kulina se chama 'humu henani'. Mas ninguém consegue se lembrar do nome da madeira em português.
Sans titreOs Madiha informam que seu uso é decorativo e é produzido com a madeira cedro, sedo em madiha.
Sans titreFabiana, Andrea e George colocam sobre a banqueta as peças de miçanga e as bolsas de algodão.
Sans titreGeorge comenta sobre a produção de pulseira em miçangas feitas no próprio corpo. A finalização do artefato é feita no corpo. George comenta que isso é muito interessante. Eles comentam da beleza das peças, especialmente a respeito do detalhe dos pequenos pingentes de balões. Segundo Raimundo, homens e mulheres usam os colares grandes. A testeira seria um adereço masculino. As pulseiras são masculinas e femininas. Raimundo tenta explicar os motivos dos desenhos. O primeiro é uma casa. George pede para Raimundo colocar o colar.
Sans titreMiçangas. Discussão sobre os padrões desenhados (hanoni) nas peças de miçanga. O motivo do primeiro colar mostrado seria Butani hanon (arraia). Raimundo mostra uma bolsa e explica que ela está desenhada com motivo do peixe sarapó (zuri hanoni). O segundo colar, de Maria José (Rohoze kha), teria como motivo o irama hanoni (um peixe pequeno, cará). O motivo desenhado na barra do colar da casa seria hidepe ore hanon (jibóia). A testeira seria também jibóia. O colar seria arraia. O outro eu brinco que seria kaxinawa kha. Arnaldo confirma que é kaxinawa kha. George identifica o desenho kaxinawa (eles estiveram no museu na semana anterior) como pata de onça. Os kulina acham possível. Arnaldo avalia a peça e finalmente identifica como batano makha hanon (cobra do mato não identificada).O último colar mostrado traz o motivo do ziki mekhene hanon (jararaca).
Sans titreImagem panorâmica do interior do Museu do Índio.
Sans titreCrianças brincando na canoa no pátio do Museu do Índio.
Sans titreAndrea continua a explicação acerca da exposição ashaninka. A imagem fica perdida e desfocada.
Sans titreBenjamim faz depoimento sobre a experiência de viajar ao Rio de janeiro.
Sans titreHomens pilando o shatha na canoa. Benjamim narra e comenta. Shatha é um veneno de pesca, plantado nos roçados kulina.
Sans titreAs outras canoas esperam encostadas na margem, logo atrás da primeira canoa. A terceira canoa chega e encosta na outra margem.
Sans titreOs peixes boiam na água e os homens coletam os peixes com as zagaias. Benjamim conversa com alguém.
Sans titreA canoa de Benjamim e dos filhos de Zewa recomeça a descer. Eles encontram recostada a canoa de Chico, filho de Zé Bakho e seu cunhado. Eles recolhem os peixes do rio. Sua canoa também está repleta de peixes mandim. Benjamim pergunta alguma coisa para eles.
Sans titreCanoas começam a descer o rio de volta à aldeia. A canoa de Riuta começa a descer o rio.
Sans titreAo longe se vê a aldeia Buaçu, rio abaixo. A canoa se aproxima da aldeia.
Sans titreOutra canoa no rio chegando na aldeia. Já estão na altura da grande praia que antecede a aldeia Buaçu. (rio acima).
Sans titreCanoas chegando no porto de Buaçu. O barco da saúde está ancorado no porto.
Sans titreHomens e mulheres fazem os primeiros preparativos nos peixes, panelas e canoas, labvando as canoas, na beira do rio, em frente à praia em que estão aportados. Sakire, Sahino, etc.
Sans titreMais pessoas chegam com baldes e bacias para pegar os peixes.
Sans titreMeninas chegam da aldeia na praia com bacias e baldes.
Sans titreAuzira carrega bacia cheia de peixes. Homem também carrega balde cheio de peixes. Manoe limpa os peixes na praia.
Sans titreHomem carrega balde de peixes no terreiro de Buaçu. Panorâmica pela aldeia.
Sans titreMenina brincando em casa. Imagem distante e ruim.
Sans titreOS homens contratados trabalham no canteiro de obras do posto de saúde, nos fundos da aldeia. A área já está limpa e marcada, mas nenhuma construção ainda foi levantada.
Sans titreJá começam a se levantar as paredes do posto.
Sans titreContinuação da imagem vazia do caminho dos fundos da aldeia.
Sans titreOperários madiha. Alguns jovens madiha estão ajudando na obra - provavelmente foram contratados pelo chefe de obra.
Sans titreEnquanto os operários da obra descansam, alguns operários madiha fazem o trabalho.
Sans titreOperário madiha mexe cimento em um balde. É o filho de Davi, neto de Momo. Seu tio, ribeirinho não indígena, irmão de Davi, orienta o trabalho.
Sans titreOutros dois operários madiha carregam uma grande telha de ameanto.
Sans titreA mesma cena, agora vista de baixo, ao lado da construção. A telha pesada é levantada e encaixada com cuidado.
Sans titreCaminho nos fundos da aldeia. De longe, dois operários madiha carregam uma grande telha de ameanto. Eles se aproximam cada vez mais e passam pelo quadro.
Sans titreCaminho de frentee da aldeia Buaçu. Vazio como em qualquer dia ensolarado e quente.
Sans titreHihihi, Leticia, Heri, Itsé, Ini Maua, Rawaini, Tsamia, etc. João Onima narra, falando o nome de todas as mulheres e moças que aparecem descascando as mandiocas.
Sans titreFilho de Zakaria traz lenha para cozinhas as mandiocas para o Koiza. João Onima narra a cena.
Sans titreUm rapaz atravessa o terreiro carregando um saco com mandiocas. João Onima narra a cena, explicando quem é e para onde e para que ele está levando aquele saco.
Sans titreNos fundos da varanda repleta de cascas de mandioca e de mandiocas descascadas, mulher de Bené entorna a água de uma lata em uma panela para cozinhar o koiza. João Onima narra a cena. Uma adolescente chega para ajudá-la.
Sans titreDário (Gato) e Zohe (filho de Sakire) chegam no terreiro, o primeiro carregando uma garrafa de gasolina, o segundo com o rosto pintado fortemente. João Onima faz uma narração cômica. Dário coloca um chapéu de vaqueiro. João Onima comenta ironicamente: Vaqueiro.
Sans titreMulheres, moças e meninas cortando mandioca e colocando na panela. João Onima faz comentários e as meninas repetem o que ele fala.
Sans titreMulher se alimenta com crianças na varanda de sua casa. Benedito chega e também se alimenta.
Sans titreHomens chegam na varanda onde as mulheres estão preparando (descascando, cortando e jogando nas panelas) as mandiocas para o Koiza. Eles abrem os sacos e derramam as mandiocas no chão da varanda. Jorge Namari, Mawawi, Tsauri, Komizi e outros vão chegando com shapotos, sacos, tsahes. Namari brinca com as mulheres um pedaço grosso de cana de açucar. Elas fogem.
Sans titreHomens e jovens chegam, carregando o bote, no terreiro da aldeia.
Sans titreHomens e jovens arrastam o bote pelo terreiro da aldeia até o local onde ele vai ser assentado. Duas moças atravessam o terreiro carregando um motor rabeta.
Sans titreO bote está assentado no banco e homens observam e conversam.
Sans titreMulheres em meio a uma montanha de mandioca, casca e outras mulheres na varanda de uma casa kulina. Elas cortam mais mandiocas e colocam nas panelas que vão cozinhar o koiza. João Onima narra e mexe com as mulheres que elas não cantam. Elas respondem mal-humoradas e rindo ao mesmo tempo.
Sans titreCanoa com tapiri fraquinho sai da aldeia. Ela é guiada pela moça Wazura. Outra moça segue a seu lado. A frente, Benedito e Joaninha, sua esposa. Wazura é neta de Benedito.
Sans titreHomem sentado em banco da casa.
Sans titre