Kulina

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) da fonte

      Mostrar nota(s)

        Termos hierárquicos

        Kulina

          Termos equivalentes

          Kulina

            Termos associados

            Kulina

              920 Descrição arquivística resultados para Kulina

              920 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              Tokorime mascarado desce até o igarapé bem perto de nós
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_070 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Tokorime mascarado desce até o igarapé bem perto do grupo da Oficina. Eles riem. Alguém brinca que é para ter cuidado. Ele chega até estão os homens e os ataca com um pedaço de pau. Ele bate no local onde estão os equipamentos. Depois corre atrás de nós. Os homens correm, mas tiram fotos, continuam filmando e riem. O tokorime para um pouco e ajeita a roupa koama. Ele continua correndo atrás das pessoas. Então eles gritam para eu dar rapé para o tokorime. Eu dou rapé e ele morde a minha mão. Todos riem. Ele engole e cheira o rapé, treme o corpo todo e cai, morre. Antes que se jogue água nele, ele recobra e pede para levantar. Ao levantá-lo, ele começa a dançar comigo de uma maneira muito hilária. Finalmente dançamos. E então ele morde minha mão de novo. Eu o jogo e ele vai para o igarapé. Bebe água e se banha como fazem os animais. Todos comentam. Ele pega barro e corre atrás dos homens para jogar neles - especialmente em mim.

              Sem título
              Zakaria toca o Hihiti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_075 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Zakaria toca o arco de boca Hihiti. Os homens conversam sobre a aparição do azaba. Komizi não sabe do que aconteceu. Joaquim aproxima o gravador de voz do hihiti para registrar.

              Sem título
              A casa dos Totore
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_080 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              O grupo se encontra em frente a um canteiro cheio de tabocas bem finas do jeito que se usa para fazer totore. Benjamim narra o achado. Kubiu explica que achou o local dos totore. Komizi tira um zumi bedeni para fazer um hahapo (soprador de feitiço). Kubiu explica que material é aquele: zumi bedi, ou hapo phiri. Kubiu tira um bom pedaço do material. Enquanto Komizi fabrica o dori hahapo (soprador de feitiço), Kubiu corta os pedaços de zumi que vai precisar para fabricar o Totore em casa.

              Sem título
              Kubiu guarda os pedaços que tira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_081 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu ajunta e guarda os pedaços de zumi que vai tirado.

              Sem título
              Kubiu desce a ribanceira
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141120_083 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu desce a ribanceira. A imagem continua sem som. Kubiu some no meio do mato e Komizi entra em cena, tirando um pedaço de folha de bananeira brava para servir de projétil para ele brincar de soprar com os dori hahapo. Ele traz os hahapo embaixo do braço.

              Sem título
              Formigas que limpam o casco do jabuti
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_003 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Formigas que limpam o casco na árvore onde são encontradas. Benjamim explica em narração a utilidade das formigas. Depois abre o quadro aparece o casco cheio de formigas.

              Sem título
              Ikobo retorna à casa para fabricar o Teteko
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_005 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ikobo retorna a sua casa para fabricar o Teteko. Ele explica quais serão os próximos procedimentos para a criação do instrumento. Zupira, deitada em sua powi também comenta sobre o Teteko. As netas de Ikobo também estão sentadas na cozinha. Ele está cheio de formigas ainda. As mulheres riem dele.

              Sem título
              Kubiu e Zakaria fabricam a flauta e as mulheres conversam
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_015 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Enquanto Kubiu e Zakaria fazem os furos das flautas totore, as mulheres se aproxima, conversam e observam o trabalho. Mulheres, moças e meninas se amontoam na varanda da casa. Eles conversam.

              Sem título
              Kubiu faz os furos na resina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_021 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu faz os furos na resina. Enquanto isso, eles ensinam como pode ser feita a restauração da flauta, com muza, a resina. Esquenta, ele fica mole e dá para moldar, abrindo novamente o furo e deixando-a reta.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_023 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Com um toco de pau em brasa, Kubiu queima, abrindo os furos da flauta. Zakaria afia o pequeno terçado. Kubiu fura com a lasca de taboca a extremidade de resina da flauta. Os Homens comentam que o espírito está chegando.

              Sem título
              É o fim da brincadeira do zomahe
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_025 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Com as costas sujas, o maracajá empurra, brincando. Todos riem.

              Sem título
              Kubiu ajeita mais resina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_026 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu ajeita mais resina nas flauta Totore. Esquenta, amolece, amassa e depois anexa na extremidade da flauta. Em seguida ele molda a resina na extremidade.

              Sem título
              Kubiu aquece a flauta que produziu, tirando sons dela
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_028 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Kubiu toca o Totore na varanda da casa de sua filha, Marohe. Komizi também fabricou uma pequena flauta totore que se quebrou. A filha mais nova de Kubiu observa o pai tocando. Sua esposa também chega na varanda para observar a oficina. Zakaria apenas segura a flauta que fez. Ele assopra, sem tocar. Joaquim se aproxima para registrar com o gravador de voz. Zakaria faz pequenos sopros enquanto Kubiu toca a flauta. Komizi toca ao fundo sua flautinha ao mesmo tempo que Kubiu.

              Sem título
              Nadina confecciona hepiri para carregar os instrumentos
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_030 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Nadina confecciona um cesto Hepiri para transportar os instrumentos produzidos nas oficinas de criação de instrumentos. Ela o faz em um formato novo, diferente dos formatos tradicionais de hepiri, que são sempre em forma de pratos. Ela trança o Hepiri. Ela fala alguma coisa. Komizi manda os participantes da oficina escreverem o que ela está falando. (não foi possível traduzir o que ela falou). Ela conta que está produzindo um hepiri para guardar as flautas, 'boborara zamarini'. hahapo, hihiti, boborara, totore zamarini.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141121_035 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Coloca-se uma tábua no meio do terreiro. Mulheres, moças e meninas aguardam a chegada dos peixes e pescadores. Elas vão se aglomerando devagar. Um homem grita organizando. As mulheres gritam as outras mulheres. Duas meninas andam em pernas de pau. Ao fundo uma fila de homens se aproxima.

              Sem título
              Mulher tira o pelo de porco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_008 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Mulher de Zakaria tira o pelo de um porco, que servirá para o jantar.

              Sem título
              Ikobo corta mais um tubo de bambu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_016 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo corta mais um tubo de bambu para compor a flauta. Ele testa a sonoridade do tubo. Zupira, sua esposa, está sentada a seu lado, na porta do quarto, chupando pirulito. Todos conversam na cozinha enquanto ele faz o trabalho.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_024 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Ainda sem ter terminado o instrumento, João Ikobo mostra como ele é tocado. O casco de jabuti é acomodado embaixo do sovaco, do mesmo braço que segura a flauta pan, que é ligada ao casco de jabuti por um barbante. A outra mão friciona a resina fazendo vibrar o casco, enquanto a flauta é tocado em sincronia com o reco-reco. O grupo da oficina ri intimidando um pouco João Ikobo. O instrumento ainda não está pronto, então os sons não estão ainda perfeitos. Mas já dá para entender como ele funciona.

              Sem título
              João Ikobo toca o instrumento
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_032 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              João Ikobo toca o instrumento. Sopra a flauta enquanto faz o reco-reco no casco do jabuti.

              Sem título
              Sakire tomando chibé a seu estilo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20141122_033 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Sakire toma o chibé a seu estilo, um prato inteiro em uma golada só.

              Sem título
              Visita às Reservas Técnicas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_011 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo, Raimundo e Benjamim conhecem a Reserva Técnica das cerâmicas.

              Sem título
              George tenta tocar buzina de cerâmica (hohori) Marubo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_014 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              George tenta tocar hohori Marubo. Maria José pede que George tire fotos da buzina para que as ceramistas kulina possam conhecer e de repente conseguir recuperar a buzina que já não fazem.

              Sem título
              Hohori kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_019 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os Kulina conhecem a única peça de cerâmica kulina inserida na Reserva. Eles especulam sobre quem seria a artesã. Esta peça é um pequeno hohori. Ela foi coletada para o Museu do Índio pelo pesquisador responsável no ano de 2012, na aldeia Ipiranga Velha - como bem lembraram os Kulina.

              Sem título
              Cestinhos Kaingang
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_028 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Maria José mostra para os Kulina os cestinhos kaingang (brinquedos).

              Sem título
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_034 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico
              Sem título
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_044 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico
              Sem título
              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150511_047 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico
              Sem título
              Apresentação do site do Museu do Índio
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_002 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Fabiana mostra o site do Museu do Índio. Ela explica como funciona o site e como se dá o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online. Ela explica que através do site e dos blogs do projetos, as peças e material coletado entre e pelos Kulina fica disponibilizada para pesquisa.

              Sem título
              Apresentação do site do Museu do Índio 3
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_004 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Fabiana apresenta e explica como funciona o site do Museu do Índio e o acesso para pesquisa ao acervo via banco de dados online.

              Sem título
              Equipe de museologia toma informações sobre o shashakora
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_006 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os Kulina falam para a equipe de museologia as informações sobre a antiga cama kullina, o shashakora. Raimundo fala que antigamente não tinha mosquiteiro. Ele fala do shapo. Ele diz ainda que o shashakora também servia na maloca como divisória. Além, é claro, de sua principal função, como cama.

              Sem título
              Arnaldo fala sobre a alça para carregar o shapoto
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_013 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo explica o material usado para fazer a alça do shapoto: tirando a casca da árvore (não sabe o nome em português) com nome kulina pitsi zoto. O shapoto é arrematado com bare eteroni (casca do olho da bananeira). A alça do outro shapoto é feita com casca de piriquiteira (que dá na beira do rio), na língua Mahororo. Arnaldo mostra como é a técnica de trançagem que as mulheres usam para fazer o shapoto certinho, equilibrado.

              Sem título
              Barra de cor
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_014 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Voz de Maria José perguntando sobre o material do hepiri: murmuru.

              Sem título
              kakade imeni ou warikoze phephe - abano grande
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_022 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Maria José prepara os abanos grandes (kakade imeni ou warikoze phephe) para qualificação. Arnaldo explica para a equipe de museologia que são as mulheres que produzem o kakade, embora aqueles que tem uma técnica mais simples (os maiores) podem ser feitos por homens e mulheres. Mas outros com técnicas mais elaboradas, apenas as mulheres sabem fazer. Explica que os kakade bedeni são utilizados para fazer fogo. Raimundo explica que o grande é o Warikoze phephe é chamado assim porque é utlizado como técnica de caça ao tatu. Raimundo explica a técnica. Benjamim filma a equipe de museologia anotando, tirando fotos, gravando e atentos ao que os indígenas explicam. Enquanto Raimundo explica, Arnaldo mostra como se faz. Warikoze é o nome do tatu na língua kulina.

              Sem título
              Zanon kha tsahe. Filmando o branco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_028 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo traz um cesto para o antropólogo confirmar a autoria: Zanon kha. Depois, o cineasta indígena filma a equipe de museologia fotografando os indígenas.

              Sem título
              Técnicas de pintura
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_039 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo tenta identificar as tinturas dos cestos Keruri. Arnaldo e Raimundo confirmam que as tinturas mais escuras, o marrom, seriam feitas a partir do aguano (awano). Então Raimundo explica como é feita a tintura do aguano: tira a casca e bate na água.

              Sem título
              Técnicas de pintura
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_040 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tira a casca, bate na água. Aí seca, bota no sol. Então vira o corante. Coloca o fio dentro da água com a casca. Depois, deixa secar e fica colorido. Arnaldo explica que esta técnica de tintura também é utilizada para os fios de algodão: bate a casca do pau aguano na água, emerge o fio do tecido na água e deixa secar. A tintura mais escura é feita com barro preto, tsiki tsueni.

              Sem título
              Pausa para o almoço
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_041 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              As museólogas guardam os cestos Keruri para fazermos uma pausa para o almoço.

              Sem título
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_042 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Fabiana, Maria José e Felipe Agostini Cerqueira escolhendo e preparando os tubos de soprar de taboca para os Kulina testarem os vasos de cerâmica que servem como buzina. Raimundo fala que antigamente os vasos de cerâmica também eram utilizados como buzina. Identificação do nome da artesã.

              Sem título
              Raimundo mostra o pratinho usado para tomar bebidas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_043 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Raimundo explica que o pratinho de cerâmica, conhecido como zipa bedeni em kulina, era utilizado no passado para tomar diversos tipos de bebidas: Koiza, bare pahane, patso (cervejas, bebidas doces de banana e outras frutas, água). Raimundo explica os modos como eram utilizados diversos tipos de vasos de cerâmica: para cozinhar, para conter líquidos, para guardar, etc.

              Sem título
              Heheki. Ralador.
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_045 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo fala que é utilizado o Ralador para fazer a farinha: Heheki. Raimundo afirma que se fala do Heheki nas estórias míticas ou que existe uma estória mítica sobre a origem do Heheki.

              Sem título
              Barra de cor
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_052 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Barra de cor. Flauta totore cantando.

              Sem título
              Explicação da canoa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_063 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os Madiha tentam explicar a diferença entre a uba e a canoa. Eles dizem que uba era os tipos de canoa usados antigamente. Atualmente, os Madiha utilizam as canoas mesmo.

              Sem título
              Explicação sobre o Tatu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150512_066 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim lembra que o nome do artesão que fez o tatu é Vanito.

              Sem título
              Ofiicna de Montagem e Edição
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_RO_VID_20150513_001 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Rodolpho ensinando Benjamim Kulina na Oficina de Montagem e Edição

              Sem título
              Entrada na Casa dos Guarani
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150515_009 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              O grupo entra na sala guarani.

              Sem título
              Take cortado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_FC_VID_20150516_002 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Benjamim faz depoimento sobre a experiência da vinda até o Rio de Janeiro e o Museu do Índio.

              Sem título
              Sistematização do material registrado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_FC_VID_20150519_001 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Arnaldo Kulina trabalha na sistematização do material fílmico. Ele produz quadros com as informações fundamentais do vídeos gravados no âmbito do projeto kulina de documentação da vida e cultura.

              Sem título
              Aldeia Buaçu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_001 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terreiro da aldeia Buaçu. Placa de Obras do Governo Federal. Posto de Saúde Indígena

              Sem título
              Homens amassando folhas (veneno) na canoa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_003 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens pilando o shatha com machados e outros paus em uma canoa. Filmado de perto da canoa. Dário (Gato), Sakire, Zohe, Siko e outros homens.

              Sem título
              Canoa com homens preparando o veneno de pesca
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_008 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Oroi reune as folhas piladas em um saco. Outros homens continuam pilando o shatha. Chico, de Ipiranga Nova, e Dorico, de Santa Júlia, ficam observando sentados. Um menino pelado e molhado também observa.

              Sem título
              Buaçu vista da canoa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_009 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens na canoa passando em frente à aldeia Buaçu, a caminho da pescaria coletiva.

              Sem título
              Homem pescando com zagaia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_018 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os homens das várias canoas pescam com zagaia. É jogar e zagaia na água e trazer um peixe. Aparecem Dori e Chico pescando.

              Sem título
              Homens pescando com zagaia - aba hikahara´i
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_019 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Sakire joga a zagaia e recolhe com peixe. Ele perde o primeiro, mas não perde os próximos. Riuta também joga a zagaia e recolhe com peixe. Benjamim conversa com seus companheiros pescadores. Sakire se diverte, brinca enquanto pesca.

              Sem título
              Fone de ouvido
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_027 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Fone de ouvido vai descendo o igarapé.

              Sem título
              Os peixes começam a escacear
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_038 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Sakire em primeiro plano na boca do igarapé. Atrás duas meninas pequenas brincam no barranco, pegando peixes.

              Sem título
              Canoas repletas de peixes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_040 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Duas canoas repletas de peixes. A de Chico do Zé Bakho e a de Riuta. Muitos baldes repletos de peixes pela praia e em outras canoas.

              Sem título
              Canoa chega na boca do igarapé
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_043 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A canoa chega na boca do igarapé. A canoa de Riuta desce vagarosamente de bubuia.

              Sem título
              Canoas cheias de peixe
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_045 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Canoas cheias de peixe. Zohe, filho de Sakire, mostra um pacu em meio aos montes de mandins. Eriana, Daniel, Joaquim.

              Sem título
              Canoa chegando em Buaçu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_051 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Outra canoa passa em frente à Buaçu, descendo o rio. Filmada já do porto de Buaçu.

              Sem título
              Homem limpando peixes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_059 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Manoe, sentado na praia limpando os peixes.

              Sem título
              Homens e mulheres preparando na praia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_065 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Manoe, Sakire, Kaina, outros, limpando peixes na praia. Xil exclama para Mauri que deu muito mandim. Mauri perguntou por que ele não foi? Ele responde que não o levaram. Mauri diz que quando ele saiu, ele não estava por perto.

              Sem título
              Menina prepara peixes
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150324_067 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Tsueni prepara os mandins, agachada na praia de Buaçu.

              Sem título
              Barra de Cor
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_CKL_VID_20141130_001 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Pesquisador responsável contando os segundos de barra de cor

              Sem título
              Ahie´e noturno em Santa Júlia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_CKL_VID_20141130_002 · Item · 2014
              Parte de Arquivístico

              Homens e mulheres da aldeia Santa Júlia cantando o Ahie´e (mariri): dança tradicional circular em que participam homens, mulheres, adolescentes e crianças. Dançam e cantam durante toda a noite até o amanhecer.

              Sem título
              Operários fazendo cimento
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150203_004 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os operários batem o cimento para levantar as paredes do posto.

              Sem título
              Grupo de madihas e ribeirinhos ajudam na obra do posto
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_010 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Irmão de Davi - ribeirinho não indígena - e operários madiha, o filho de Davi e Ore (da aldeia Ipiranga Velha) cobrem as paredes já levantadas espraiando água com cimento.

              Sem título
              Rapaz madiha ajuda na obra do posto
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_011 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Ore (ipiranga Nova) espraia água com cimento nas paredes já levantadas.

              Sem título
              Estrutura do telhado do posto quase pronta
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_014 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Posto levantado e com estrutura do telhado praticamente pronta. Os operários madiha trazem as telhas e os operários não indígenas organizam-se para instalá-las.

              Sem título
              Homem em cima do telhado para receber as telhas
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_017 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Dois operários não indígenas estão no alto da estrutura do telhado para receber a telha que será levantada por dois operários não indígenas do lado de baixo. A cena é vista de cima do telhado.

              Sem título
              Operários na estrutura do telhado
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_019 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os operários esperam em cima da estrutura do telhado, os operários de baixo alçar a telha para que eles possam levantá-la.

              Sem título
              Placa Posto de Saúde Indígena Governo Brasil
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150303_026 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Placa informando que está sendo construído um posto de saúde indígena, obra do governo federal.

              Sem título
              Terreiro da casa de Zewa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_001 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Terreiro da casa de Zewa. Galinha solitária caminha bicando o chão. Ao fundo, os bois estão deitados no terreiro de Sinval.

              Sem título
              Operário em casa kulina
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_002 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              A câmera se aproxima de casa onde estão os operários. Benjamim comenta que estão descarnando um boi.

              Sem título
              Operários descarnando boi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_BK_VID_20150309_003 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Operários não indígenas estão descarnando um boi e conversando. O chefe de obras fala para Benjamim ir lá filmar os meninos tirando barro. Mas ele continua filmando a casa em que o boi está sendo descarnado.

              Sem título
              Rapaz carrega lenha para cozinhar o Koiza
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_002 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Rapaz carrega lenha para cozinhar o Koiza. É o filho de Zakaria. João Onima, o filmador, narra o que está acontecendo.

              Sem título
              Meninos banham no rio e homens estão na praia
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_024 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens estão na praia, comendo cana enquanto meninos estão se banhando no rio. Jorge Namari grita alguma coisa. Ouvem-se as mulheres cantando ao fundo e o som de um hohori. Tsauri traz a voadeira e as crianças peladas brincando sobem e pulam do barco.

              Sem título
              Homens levam o bote
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_026 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens, jovens e meninos viram o bote e as crianças jogam água nele para limpá-lo.

              Sem título
              Homens arrastam o bote para cima
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_027 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens, jovens e meninos arrasta, sob gritos, o bote para longe da água. João Onima narra cada acontecimento.

              Sem título
              Homens carregam o bote escadaria acima
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_029 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens e jovens carregam o bote escadaria acima para o terreiro da aldeia.

              Sem título
              Homens assentam o bote no banco
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_032 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Os homens assentam o bote no banco do terreiro. João Onima narra o acontecido.

              Sem título
              Moça com colares e mulheres descascando mandioca
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_034 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Vídeo-foto de menina kulina com colares de miçanga. Mulheres na varanda cortando e descascando mandioca para fazer o koiza. João Onima narra o evento e mexe com as mulheres que elas não cantam.

              Sem título
              Mulheres catando lenha
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_036 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Moças trazem lenha para a fogueira que cozinha o Koiza.

              Sem título
              Rapaz chegando sozinho na canoa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_041 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Rapaz chega sozinho em canoa com motor rabeta.

              Sem título
              Homens jogando água no bote
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KLN_JO_VID_20150403_042 · Item · 2015
              Parte de Arquivístico

              Homens jogam água no bote.Kubiu, Namari, Komizi e outros. João Onima narra.

              Sem título