Constitui uma reinterpretação da organização social dos Kayapó, a partir de uma pesquisa de campo realizada na aldeia de Kretire, situada ao norte do Parque Indígena do Xingu. Foco principal: sistema de bens simbólicos, engloba nomes pessoais e prerrogativas. Implica noção de riqueza
Sem títuloKayapó
246 Descrição arquivística resultados para Kayapó
Relata uma história de conflito social dos Mekrãgnoti
Sem títuloCaracteriza os Karajá e os Kayapó quanto às medidas, às correlaçOes, aos índices cefálicos e de altura, entre outros
Sem títuloAborda um estudo sobre a estrutura social e a política organizacional que atinge os índios Kayapo do norte
Sem títuloLegenda da foto: "Mulher e criança Kayapó-Xikrín, com pintura corporal, transportando mandioca"; Descrição da foto: Índia e criança Kayapó e Xinkrin do Posto Indígena Las Casas transportando mandioca
Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: Três índios Caiapós que voltaram para o posto. Gaspar Tecran, um dos três, foi espancado pelo irmão leigo da Missão do Sangue de Cristo; Descrição da foto: Homens Kayapó posando
Informação do relatório: Serviço de Proteção aos índios - Relatorio v.1 - Rio de Janeiro 1942; Legenda da foto: Foto tirada nos "tapirís" dos Caiapós que saíram em Itaboca e a mulher cristã que nos serviu de guia; Descrição da foto: Homens do SPI com guia na mata (provavelmente em terras Kayapó)
Informação do relatório: Relatório dos trabalhos realizados pela 2ª Inspetoria Regional do Pará em 1957; Legenda da foto: "Índios Caiapós do grupo Crokaimoro do rio Iriri, em visita a séde desta Inspetoria"; Descrição da foto: Índios Kayapó visitando a sede da Inspetoria Regional
O livro estuda a política indigenista, contextualizada na realidade política, social e econômica da segunda metade do século XIX, época de importantes modificações socioeconômicas e jurídico-políticas no país. Os aldeamentos oficiais são analisados tanto como proposta de política indigenista quanto como instituição, cuja organização e funcionamento refletem especificidades da Igreja Católica. Destaca-se, ainda, o papel dos presídios militares, construídos ao longo das visa navegáveis como forma de afastar os índios das áreas de interesse dos brancos
Sem títuloAtlas dos territórios dos grupos indígenas Mebêngôkre, Panará e Tapajúna
O trabalho aborda a cultura dos índios chamados Mebêngôkre-Kayapó, os direitos intelectuais e coletivos e os trabalhos coletivos realizados na Terra Indígena Las Casas
Livro sobre saúde indígena elaborado no curso de formação de professores Mebêngôkre, Panará e Tapajúna Goronã, durante etapas de ciências e oficina de produção de livros didáticos
Catálogo da exposição "Filhos da Terra" realizada no Centro Cultural Correios do Rio de Janeiro entre os dias 5 de dezembro de 2013 a 19 de janeiro de 2014. As fotografias foram realizadas com 16 povos indígenas entre 1978 e 1991 em diversos contextos, desde reportagens jornalísticas, a missões técnicas, projetos de documentação e de pesquisa acadêmica
Sem títuloO vídeo mostra o cotidiano das aldeias do Xingu e do trabalho realizado pela Universidade Federal de Mato Grosso, projeto de resgate cultural e pela melhoria da qualidade de vida desses povos. Fala do mundo simbólico dos índios, da diversidade biológica e
O vídeo é sobre o Encontro em Altamira, no Estado do Pará, onde as lideranças Kayapó reunidas com outras tribos, eram contra a construção e instalação da hidrelétrica na área dos Karara-ô, que estava para ser construída pela Empresa Eletronorte. Imagens d
Sem títuloÍndios Kayapó com máscaras Bep-Kororoti, sendo um deles com arma de fogo
Índias Kayapó realizando ritual membiokê
Estuda a organização social e doméstica dos Krikati. Apresenta sistemas de relaçOes entre terminologia de nomes e sistemas de parentescos
Sem títuloTerceiro livro da trilogia que começou com Red Gold (1978) e passou por Amazon Frontier (1987), oferecendo uma cobertura ampla da história dos índios no Brasil desde 1500. A exemplo dos volumes anteriores, o autor se vale de anos de pesquisa e apresenta uma impressionante quantidade de informações. Como sugere o título ("Morrer se preciso for"), este livro não apenas começa com a saga rondoniana como também se inspira nesta vertente do indigenismo, dando um amplo destaque para as ações de sertanistas como os irmãos Villas-Bôas e para as situações de primeiro contato com "índios isolados". Diferentemente dos livros anteriores, este mostra um aproveitamento maior da etnologia contemporânea e vê os índios mais como protagonistas do que vítimas da história
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