Mostrando 139 resultados

Descrição arquivística
134 resultados com objetos digitais Exibir resultados com objetos digitais
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-016.981 / F139a / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

Este livro se propõe a dar ao leitor a oportunidade de refletir sobre a História do Brasil e tentar contribuir na montagem desse enorme quebra-cabeça incompleto. Ao ver gravuras e ler fragmentos de relatos de viagem, o leitor descobrirá costumes estranhos, tribos canibais, aventureiros e piratas, embora ainda encontre personagens incrivelmente semelhantes aos atuais brasileiros. A diversidade de costumes e valores faz parte de nossa História e deu origem à cultura brasileira. Conhecer a história dessa fusão é o grande desafio dos pesquisadores, que buscam informações em documentos variados, entre os quais os relatos de viajantes estrangeiros. Durante três séculos, esses testemunhos registraram episódios vividos na América portuguesa que ora se destacam por uma percepção singular quando comparada aos olhares luso-brasileiros, ora apenas reproduzem lugares-comuns difundidos na Europa. No passado, sobretudo no período colonial, paulistas, baianos e mineiros se sentiam mais súditos da monarquia portuguesa, moradores dos domínios ultramarinos de Sua Majestade, do que brasileiros. Não havia o sentimento de ser brasileiro, identidade que se consolidou somente nos dois últimos séculos. Índios e negros de várias etnias se misturavam aos portugueses, mestiços, escravos e libertos e constituíam uma sociedade muito heterogênea e incapaz, à época, de se pensar como unidade, como nação.

FRANÇA, Jean Marcel Carvalho
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81)"16" / K69i / 2007 · Item · 2007
Parte de Bibliográfico

Escritas num ritmo vertiginoso, numa sucessão de sensacionais - e às vezes inacreditáveis! - aventuras, as peripécias e sufocos do jovem corsário inglês Anthony Knivet são um admirável exemplar dos relatos de viagens pelo Novo Mundo produzidos no Renascimento, e um magnífico testemunho sobre o Brasil do século XVI

KNIVET, Anthony
Asi es la selva
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-911.3(811) / V719a / 1979 · Item · 1979
Parte de Bibliográfico
VILLAREJO, Avencio
Debret e o Brasil: obra completa 1816-1831.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / B214d / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

A Capivara Editora apresenta o primeiro catálogo raisonné da monumental obra brasileira de Jean-Baptiste Debret, o mais famoso artista estrangeiro a pintar o Brasil no século XIX. Com 708 páginas e mais de 1.300 imagens, este volume ilustra a totalidade dos trabalhos do artista, que os autores conseguiram identificar e descrever como resultado de uma longa pesquisa.; As centenas de óleos, aquarelas, desenhos e gravuras, produzidas por Debret nos 15 anos passados no Brasil (1816-1831), estão reunidos neste volume, para permitir uma visão completa da obra do pintor que "inaugura entre nós a história da vida privada em imagens", na feliz expressão de José Murilo de Carvalho, autor do prefácio.; São mais de 200 obras inéditas, e quase todas as imagens estão reproduzidas em tamanho maior que em qualquer outra publicação sobre Debret. Só se conheciam até hoje nove quadros a óleo pintados pelo artista francês no Brasil, e este volume revela seis novas pinturas descobertas recentemente pelo autores.; É o maior livro já publicado sobre um artista do século XIX no Brasil e apresenta também 87 obras cuja atribuição a Debret foi rejeitada ou questionada pelo comitê de autenticação formado para este livro.

BANDEIRA, Julio
Desbravadores
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.12 / H895d 1 vol / 1991 · Item · 1991
Parte de Bibliográfico

Estudo sobre a formação histórica da Amazônia; A história eclisiástica, no panorama social, político e geográfico do grande rio Madeira, seus afluentes e formadores na Amazônia. Vol 1

HUGO, Vitor
Desbravadores
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.12 / H895d 2 vol / 1991 · Item · 1991
Parte de Bibliográfico

Estudo sobre a formação histórica da Amazônia. 2vol

HUGO, Vitor
Desbravadores
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.12 / H895d / 1959 · Item · 1959
Parte de Bibliográfico
HUGO, Vitor
Desbravadores
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.12 / H895d 2vol / 1959 · Item · 1959
Parte de Bibliográfico
HUGO, Vitor
Dois anos no Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-918.1 / B579dp OBRA RARA / 1945 · Item · 1945
Parte de Bibliográfico
BIARD, François Auguste
Dois anos no Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / B579d / 2004 · Item · 2004
Parte de Bibliográfico

O que mais agrada neste livro é o estilo pitoresco do autor. Feito com ironia, fina escrita, observação delicada de pintor (que Biard foi), "Dois anos no Brasil" é obra que pode ser lida com o sabor dos melhores cronistas e, sem exagero, dos bons ficcionistas. O pintor Biard esteve entre nós em meados do século XIX. Teve cargos importantes como professor honorário da Academia Imperial de Belas-Artes e foi retratista de D. Pedro II e caricaturista. A prática da caricatura e do retrato deu-lhe argúcia crítica que, levada à escritura, transformou-se em acuidade para descrever hábitos e costumes dos brasileiros daquela época. A descrição dos motivos de sua vinda e a chegada na Baía de Guanabara poderiam figurar numa antologia literária. Auguste François Biard (1798-1882) viajou pelo Rio de Janeiro, embrenhou-se pelo Espírito Santo e, principalmente, pelo Amazonas. Aí relata, numa narrativa etnográfica interessantíssima, seu encontro com os índios, a natureza, as crenças, costumes e cultura indígena e brasileira dos anos em que viveu na nossa nação.

BIARD, Auguste François
Duas viagens ao Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S776d 1974 / 1974 · Item · 1974
Parte de Bibliográfico

Duas vezes em meados do século XVI, o mercenário e arcabuzeiro alemão Hans Staden (1524-1576) aportou nas costas do recém-descoberto Brasil. A primeira, em 1549, passando por Pernambuco e pela Paraíba, e a segunda, em 1550, quando chegou na ilha de Santa Catarina, dirigindo-se posteriormente à capitania de São Vicente, no litoral sul do atual estado de São Paulo. Na segunda viagem, como viera a bordo de um navio espanhol, foi preso pelo governador-geral, o português Tomé de Sousa, e em seguida capturado pelos índios tamoios, inimigos dos tupiniquins e dos portugueses e aliados dos franceses. O jovem Staden viveu para contar o que viu: paisagens virgens, riquezas inexploradas e a prática ritual do canibalismo, do qual por muito pouco não foi vítima. O livro com o seu relato foi publicado em 1557, em Marburgo, Alemanha, ilustrado por xilogravuras anônimas (reproduzidas nesta edição) baseadas nas suas descrições, e imediatamente tornou-se um best-seller em toda Europa. Trata-se da mais acurada e impressionante descrição do banquete antropofágico? o festim canibal praticado pelos povos Tupi. É, também (junto à Carta de Pero Vaz de Caminha) umas das primeiríssimas reportagens realizadas sobre os povos que viviam no que viria a ser o Brasil

STADEN, Hans
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / S776d / 1942 · Item · 1942
Parte de Bibliográfico

Hans Staden é figura quase lendária do século XVI, que escreveu sobre suas viagens ao Brasil, onde, convivendo com índios antropofagos, participou de "arrojadas aventuras". Historicamente, foi esse navegador o primeiro a deixar em forma de livro, para conhecimento dod pósteros, uma obra que o tornou secularmente célebre e que se fixou como uma das fontes mais autorizadas da etnografia sul-americana

STADEN, Hans
Estudos piauienses
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.122 / M672o / 1938 · Item · 1938
Parte de Bibliográfico
MIRANDA, Agenor Augusto de
Eu vi o Amazonas
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / P896e / 1952 · Item · 1952
Parte de Bibliográfico
PRADO, Eduardo Barros
Grandes Expedições à Amazônia Brasileira: 1500-1930.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / M511g / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

Esta é a primeira obra ilustrada de forma abrangente tão vasto tema: a conquista da última fronteira do território brasileiro pelos mais importantes viajantes e expedicionários brasileiros e estrangeiros; O projeto, concebido pelo autor em conjunto com o editor Ronaldo Graça Couto, adota a estratégia de restringir o tema do ano de 1500 até as viagens de Rondon nos anos 1930 – visto que a partir disso a quantidade de expedições se multiplica exponencialmente em busca de riquezas, pesquisas de toda sorte ou mesmo de aventuras; As 42 viagens selecionadas são apresentadas em ordem cronológica, a partir do momento em que a primeira expedição européia adentra a Amazônia, segundo a seguinte itemização: data da expedição; contexto histórico e cultural; líder (a biografia do líder ou dos líderes); principais colaboradores; percurso; obra (produção escrita e iconográfica); e principais contribuições

Meirelles Filho, João
Grandes Expedições à Amazônia Brasileira: século XX.
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.11 / M511gr / 2011 · Item · 2011
Parte de Bibliográfico

A obra traz uma seleção de textos do autor (seu trabalho de pesquisa reunia mais de 1.000 laudas), com 250 imagens sobre vinte e uma expedições do século passado (provenientes de vinte e cinco fontes diferentes), reunidas em um trabalho de mais de dois anos. O livro trata de resumir a obra expedicionária amazônica de grandes nomes como Oswaldo Cruz, Claude Lévi-Strauss, Jacques Cousteau, Mario Palmério, Thiago de Mello, Frans Krajcberg, Claudia Andujar, Helmut Sick, Orlando Villas Bôas, entre vários outros, formando um conjunto belo e inédito

Meirelles Filho, João
México e Peru
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-917.2 / O21m / 1940 · Item · 1940
Parte de Bibliográfico
OCTAVIO, Rodrigo
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.01 / B928n / 1998 · Item · 1998
Parte de Bibliográfico

Eduardo Bueno fez uma pesquisa minuciosa em documentos de época, como os diários de bordo, relatos de viagem e fragmentos de cartas, para reconstituir, com precisão e vivacidade, a incrível saga enfrentada pelos primeiros homens brancos que viveram no país. Os que vieram parar nas praias brasileiras pelo acaso de um naufrágio, os que chegaram nas primeiras missões de exploração, os condenados ao degredo e os que simplesmente decidiram ficar no Brasil por livre e espontânea vontade. Conhecer a história desses homens - vários deles casados com as filhas dos principais chefes indígenas, exercendo importante papel na tribo e intermediando o comércio com as potências européias - é indispensável para se entender os rumos do futuro país.; Nessa galeria de personagens extraordinárias, figuras-chave na ocupação e colonização do Brasil, vamos encontrar, além do mitológico Caramuru e de João Ramalho, outros bem menos conhecidos, como o misterioso Bacharel de Cananéia, primeiro grande traficante de escravos do Brasil; o grumete Francisco del Puerto, que viveu 14 anos entre os nativos do Prata e depois traiu os europeus, ou o intrépido Aleixo Garcia, que em 1524 marchou de Santa Catarina, com um exército particular de dois mil índios, para atacar as cidades limítrofes do Império Inca. Ao resgatar o papel desempenhado por estes, que podemos considerar os primeiros brasileiros, Bueno ilumina as três décadas esquecidas de nossa história oficial, período em que, entre outros fatos de grande destaque, o Brasil adquiriu seu nome e serviu de modelo para "A Utopia", de Thomas Morus.

BUENO, Eduardo
O Brasil
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / L656b / 2001 · Item · 2001
Parte de Bibliográfico
LEVASSEUR, Émile
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-918.1 / K76i / 2009 · Item · 2009
Parte de Bibliográfico

A autora tem como objetivo debater o nascimento e a prática da etnografia no interior do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil (IHGB), com ênfase no momento da discussão política em torno dos projetos nacionais para o Brasil imperial. As páginas do periódico do IHGB, que reunia os mais importantes letrados comprometidos em pen­sar um projeto para a antiga colônia portuguesa, são ricas em discussões em torno do papel que caberia ao indígena nesse processo em gestação. E para isso era preciso munir-se dos conhecimentos necessários para conhecê-Ios, nomeando-os, descrevendo-os, tornando-os visíveis segundo procedimentos narrativos capazes de igualmente controlá-Ios. Nasce as­sim uma etnografia aliada a um processo de escrita da história nacional, quando os campos de conhecimento ainda em processo de definição permi­tem perceber como os dois saberes ainda não se encontram acantonados em territórios que fariam de cada um deles e de suas práticas correlatas disci­plinas específicas segundo regimes próprios de escrita. A autora in­vestiga de maneira inovadora e inteligente esse procedimento, restituindo-o ao terreno da história e compreendendo-o como processo peculiar à socie­dade imperial oitocentista e em suas estreitas correlações com o projeto político de desenho da nação. Estruturando-o em três partes muito bem articuladas, neste livro a autora enfrenta o desafio de pensar o lugar do indígena na perspectiva de um novo objeto de conhecimento, assim como o problema de sua inserção nos projetos de Estado nacional. Baseada em sólida pesquisa documental e em uma bibliografia atualizada, explora em profundidade o tema com sugestões interpretativas bastante originais e que alargam o campo de investigação a respeito do assunto

KODAMA, Kaori
Os sertões
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-869.0(81)-3 / C972s / 1942 · Item · 1942
Parte de Bibliográfico
CUNHA, Euclides da
Os sertões
BR DFFUNAI RJMI BIB-OBR-LR-869.0(81)-3 / C972s Obra Rara / 1903 · Item · 1903
Parte de Bibliográfico
CUNHA, Euclides da
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-981.1 / G195t / 1995 · Item · 1995
Parte de Bibliográfico

Reedição da primeira obra impressa em português sobre o Brasil (História), de 1576, junto com um texto que permaneceu inédito até o século XIX. Fonte importante para avaliar os conhecimentos vigentes na segunda metade do século XVI a respeito das populações indígenas. O prefácio inclui informações úteis sobre o autor e as edições anteriores da obra

GÂNDAVO, Pero de Magalhães de
Uma viagem com Debret
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-94(81) / L711v / 2004 · Item · 2004
Parte de Bibliográfico

Jean-Baptiste Debret (1768-1848) viveu quinze anos entre os brasileiros. O produto desta longa permanência - os volumes de sua Viagem pitoresca e histórica ao Brasil - é um convite à viagem pela mente desse artista, viajante por força do destino, filósofo por tradição, historiador por opção. Ao longo do trajeto, o leitor acompanha as histórias de índios, negros e brancos, e com elas a marcha da civilização no Brasil

LIMA, Valéria