Aldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzRelatório apresentado ao Sr. Inspetor do SPI no Amazonas e Acre pelo auxiliar José Sant'Anna Barros na sua viagem de fiscaização ao Rio Tapauá e seus afluentes; Legenda: Tapiry do Tuchuaua
Aldeia dos Urumí, no alto Jiparaná, registrada pelo fotógrafo da Comissão Rondon chamado Tiúba
TiúbaMateo Tudaanashiiyu, Henrique Aleuta Gimenes e José Cury. Aldeia Fuduuwaadunnha, Terra Indígena Yanomami, Roraima.
Majoi Favero GongoraAldeia Imantim no Posto Redenção Indígena
Aldeia dos índios Karajá
BENTO, Amaury CorreaLegenda da foto: "Vista Geral da aldeia, no Vale do Pindaré"
Aldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia registrada pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Legenda da foto: "Vista da aldeia no Vale do Pindaré"
Legenda da foto: "Vista Geral da aldeia, no Vale do Pindaré"
Legenda da foto: "Vista Geral da aldeia, no Vale do Pindaré"
Informação do relatório: Relatório referente a viagem ao Araguaia de 1955; Legenda da foto: "Aldeia Karajá na época de sêca"; Descrição da foto: Aldeia dos índios Karajá
Informação do relatório: Relatório referente a viagem ao Araguaia de 1955; Legenda da foto: "Aldeia Karajá"; Descrição da foto: Aldeia dos índios Karajá
Aldeia indígena não identificada
Aldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Urubu
FOERTHMANN, HeinzAldeia indígena registrada pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Aldeia indígena não identificada
Informação do relatório: Relatório apresentado pelo Snr. Alípio Bandeira ao SPI sobre os índios remanescente da baía da Traição, a nordeste do Estado da Paraíba, 1920; Legenda da foto: "Aspecto do aldeamento dos Carijós"; Descrição da foto: Aldeia dos índios Karijó
Fotografia da aldeia Itamaratá
Paulo BüllDocumentação – 17 /10/19 – Aldeia Jabuti
Milton GuranExpedição francesa, acompanhada de índios Txukahamãe, a região dos índios Kamayurá para colher orquídeas. Visitam a aldeia dos Kamayurá e registram as pinturas corporais, danças e lutas rituais; Decupagem: luar/ homem remando canoa com reflexo do pôr do s
ISY-SCHWARTZ, MarcelAldeia dos índios Karajá, na cidade de Aruanã
BENTO, Amaury CorreaAldeia dos índios Karajá, na cidade de Aruanã
BENTO, Amaury CorreaInformação do relatório: Relatório referente a viagem ao Araguaia de 1955; Legenda da foto: "Aldeia Karajá"; Descrição da foto: Aldeia Karajá à margem do rio
Aldeia dos índios Karajá, na cidade de Aruanã
BENTO, Amaury CorreaAldeia dos índios Karajá, na cidade de Aruanã
BENTO, Amaury CorreaAspecto da aldeia dos índios Karajá, na cidade de Aruanã
BENTO, Amaury CorreaAldeia dos índios Karajá, na cidade de Aruanã
BENTO, Amaury CorreaAldeia dos índios Karajá, na cidade de Aruanã
BENTO, Amaury CorreaAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzAldeia dos índios Kuikuru
FOERTHMANN, HeinzVista da aldeia Manoel Antonio do Posto Felippe Camarão
Informação do relatório: Resumo das atividades da I.R.6 durante o ano de 1954; Legenda da foto: "Estado a que ficou reduzida a aldeia em que viveu o Capitão Cadete, após a sua morte."; Descrição da foto: Estado da aldeia onde viveu o Capitão Bororo Cadete após a sua morte
Cópia digitalizada de documento textual produzido pelo Serviço de Proteção aos Índios
Serviço de Proteção aos ÍndiosDescrições:
00:00:43 - Aldeia Pé de Coco; Crianças e bebês na casa; moças envergonhadas com as filmagens; paredes de folha de buriti; cena externa tremida;
00:02:60 - Homens andando pelo kricapé (via circular)
00:03:15 - Nerina Paxen Krahô vem vindo caminhando; cenas da aldeia e seu céu; bonita cena apesar de um pouco tremida;
00:04:30 - Insolitamente apenas a tora de buriti dos Wacmejê chega; aconteceu que foram poucos homens Catmajê busca-la e não chegaram com a tora deles; a tora é deixada na porta da casa Wyhty (casa ritual); essa atividade de corrida de tora de manhã cedo da inicio ao Amjekin Pohypre;
00:06:13 - Senhora com criança no colo indo ao rio; Imagem da aldeia se ouvindo um canto de kricapé - entoado pelo Sr.Odilio cacique da Aldeia Cachoeira; ele é do partidp Catamjê que perdeu a corrida; no canto/mensagem ele chama atenção dos jovens catamjê que não participaram da corrida e devido a isso seu partido perdeu; ele dá conselho aos jovens; durante o periodo comentaram que quando finalizassem esse ritual Amjekin Pohypre, iriam realizar a troca dos partidos; pois já estavam quase no verão; Prum comenta que a perca dos Catamjê na corrida, de certa forma já indicava a força do partido do inverno acabando;
Explicação registrada em áudio durante qualificação em Goiânia sobre dois rituais ligados à tora: são dois crow (tora)com mesmo nome Catamré (pequeno; corre a tarde)e Catamti ( é grandão mesmo, corre de manhã); se Catamjê tá ganhando as mulheres Wacmejê vem ajudar os parentes; Catamré ninguém atrapalha porque é pequeno - catamré é de buriti mesmo, mas pequenininho, tem no mato; nessa corrida se mede a velocidade da perna ; já o Catamti é tora pesada, tem que escolher quem vai carregar; os parentes prejudicados por essas mulheres que interferem na corrida masculina, vão receber delas algum pagamento - tipo uma multa;tem mulher que já corre com dois cupenxe (tecido) na cintura pra durante a corrida mesmo, poder entregar a prenda; tudo isso tá no direito; Prum explica que existe um conjunto de rituais que marcam a passagem da governança sazonal do periodo da seca (Wacmejê) para o período da chuva (Catamjê); antes da realização do Pohy jô Crow (ritual do plantio do milho, acontece primeiro o ritual Piekrângurá - (Piê=terra; Krân= cabeça; Gura=? ) quando se bate três vezes no chão como que batendo na Cabeça da Terra, que é viva, para mata-la. Se mata a Terra para que ela reviva; Piekrângurá; tem a lua certa para realizar esse Amjekin; quando realizam o Pohy jô Crow (ritual do plantio do milho) estão renovando a convivência Krahô com a Terra; novamente reafirmam a parceria para que os plantios sejam corretos e a colheita abundante; em muitas aldeias não está mais sendo realizado o ritual Piekrângurá; são feitos muitos paparutinhos; cinco da tarde os grupos saem em sentidos contrarios e se encontram no Wyhty (Casa Ritual/Pensão). O Pohy jô Crow (Plantio do Milho e Troca de governança sazonal) acompanha a roça. Por isso sua realização dependerá das roças. Prum explica que tanto as músicas como o ritual do Pohy jô Crow é feito da mesma forma em todas as aldeias; as pessoas ligadas ao milho exercerão papeis de protagonismo no Ritual; Os nomes das pessoas que apresentarão as petecas "pro rumo do pátio" à comunidade dando a volta no Kricapé (via circular) são: Honkakà (Gilberto/2011); Cupõ; Rocrã e Kraté (ambos são Hoxuà=palhaços tradicionais da cultura Krahô e ligados ao alimentos da agricultura; Todos os Hoxuá são comandados pela fruta, a banana, o inhame, a batata, o milho, abobora...é o que eles comem. a alimentação, no momento da brincadeira da peteca realizada no pátio quem pode jogar a peteca são as pessoas com os seguintes nomes: Kaikã; Rorens; Hikãrku e Huctô; tem outros nomes que são Hoxuá: Aprac; Rocrã; Kraté; Cupon; Honkaká; pra música do Pohy jõ Crow, depois da corrida, são duas mulheres que cantam, pelo nome: Homikoj e Hipotxên; e no Yat yon Pin também são as mulheres Hoxuá: Hipotxên e Kendapi; Prum contando da experiência que teve por ter tido o marido ligado ao Pohy jô Crow; Sabino seu marido, carregava nomes de dois Ketti (padrinhos): Coiam, nome ligado ao Ketwajê e o Rorense, nome de Hoxuá e ligado ao milho, por isso ele jogava peteca no Ritual Pohy jõ Crow; no partido do Menkan ele era Txon=urubu; por causa desse nome do Ketti (padrinho)ele tinha o direito dos parentes dele durante o Pohy jõ Crow levarem comida na casa dele, aquelas bacionas grandes de comida onde o pessoal vai comer, parece movimento de Wyhty - como jogador de peteca. A noite ele ficava na beira do fogo, com aquele apitinho cumpridinho fazendo um pio de gavião (hagré); eles falam que é o gavião que tá ali; todos os seus Ibantw (afilhados), todos com seu apitinho ficavam com ele na beira do fogo, se tiver cinco Ibantw tem que estar todos lá na fogueira; os Hoxuá em outras fogueiras, quando tá fazendo aquele movimento perto do fogo, ele ficava parado; quando o Hoxuá vai embora lá pro escuro ele vem cantando até o fogo do Hoxua e volta para o dele; Disse que o Sr.Hyky sabe desse movimento pois ele é gavião. O ketti (padrinho) tem um papel muito importante na educação das crianças, mais especificamente na educação de seus Ibantws (afilhados); nos Amjekins (Rituais) o maior cuidado é com as criança; as mães tem que ficar espertas para levar seus filhos para junto de seus Kettis (padrinhos);a mãe que vai botar aqueles presentes; se forem pintar é o ketti (padrinho) que tem o direito de pintar o Ibantw (afilhado); então desde pequenininha, mesmo de colo, a criança já vai acompanhando seus ketti; pega no braço do ibantw; vai apresentando para a comunidade que é Ibantw (afilhado) dele; se vai crescendo e o ketti (padrinho) não morreu, vai aprendendo com ele; vai fazer como seu ketti (padrinho); corta o cabelo; participa; vai se acostumando; um processo de vida inteira; desde que ganha o nome; se vai jogar a peteca no Pohy jõ Crow o ibantw dele tá lá, junto com seu ketti (padrinho) que vai ensinando como jogar; Pohy jõ Crow não tem mulher (Cajan) pra participar - só as cantoras mesmo que fazem parte do Hagré (Gavião) e do Hoxuá (Palhaço);
00:08:45 - Cantor de Kricapé (Kàpeh jô xân) da Cachoeira canta cantiga de Kricapé (via circular). A cantiga conta a história do passarinho Hojhojre ( bico comprido; rabinho espanado; asas pretinhas e peito pintadinho) - não identificamos o nome em português;
00:10:15 - Corrida Kahaeurê
00:11:58 - Grupo feminino que não correu
00:12:21 - José Cadete com o Kopó (bastão ritual) na mão atravessa o cà
00:12:48 - Cantor de Kricapé (Kàpeh jô xân) vem gravando com Leonardo Pires Rosse;
00:13:53 - Sem imagem por causa da escuridão da noite; só o áudio da Cantiga Ahtwry par (parecida com a taioba) - planta que a preguiça pequena gosta de comer; do repertório da Madrugada; seu andamento é classificado como Caprin, por ser mais lento;
00:16:20 - Cantigas com o andamento mais rápido, classificadas como "Hupunhê"- compoe o Repertório da Madrugada. Iniciam com a Cantiga sobre o couro do cachorro (rop); depois Cantiga do Ahkàpatkokryre - bichinho que parece com a cigarra e canta a noite no oco do pau seco, fica só com o olhinho pra fora.
00:16:43 - Cena da lua
00:17:06 - Cantiga do Cuconkahòcàre- camaleaozinho verdinho
00:18:28 - Cena do nascer do sol com cantoria; Cantiga do Jaxy - veado mateiro descendo em algum lugar;
00:20:10 - Cantiga do Macaco que entrou embaixo
00:21:00 - Cantiga jeito Caiapó - pessoa que está carregando um cesto Caiapó de tala;
00:23:18 - Amanhecendo; cena linda; coro feminino mais cantor de maracá (cotojkrer); Cupekaj da Aldeia Cachoeira; Cantiga do Caputti - lambú, parece perdiz; fica no mato cantando de manhã cedinho;
00:24:40 - Cantiga do Jarõ - Bem-te-vi ; boas imagens de cantoria no cà;
00:30:40 - Caminhando para o rio; mulheres e crianças indo banhar no rio;
00:35:57 - Mostrando a planta da cabaça (cucon) com essa especie será fabricada o Patwa (instrumento musical tipo uma buzina feita dessa cabaça comprida e um bocal grosso de taquara)
00:37:20 - Reunião no patio (cà); organização do Amjekin Pohypre;
00:38:15 - Sr.Tejapoc fala em portugues de algumas necessidades de compra para dar inicio ao ritual - pergunta sobre os recursos (poré);
00:41:09 - Souza Krahô; Tejapoc Krahô; Ana Gabriela (Prodoccult) e Veronica Aldè (Prodocson)
00:44:00 - Juntando os Wacmejê - andando no Kricapé (via circular)
00:45:00 - Cantador da Aldeia Cachoeira Sr.Hartant juntando as mulheres Catamjê que irão na roça Wacmejê roubar alimentos para o ritual;
00:52:48 - Grupo de mulheres Catamjê indo para a roça Wacmejê
00:54:02 - Criança brincando de escorregar no barranco com folha de Pati - palmeirinha do cerrado, conhecida por esse nome de Pati entre os regionais; utilizada pelos Krahô inclusive nos resguardos para corredores dentre outros;
00:55:12 - Boa imagem da serra azul - "de longe toda a serra é azul " referencia ao livro de Fernando Schiavini;
Vista da aldeia Quejare localizada a margem esquerda do rio São Lourenço
FOERTHMANN, HeinzVista da aldeia Quejare localizada a margem esquerda do rio São Lourenço
FOERTHMANN, HeinzVista da aldeia Quejare localizada a margem esquerda do rio São Lourenço
FOERTHMANN, HeinzInformação do relatório: Relatório referente ao exercício de 1948, apresentado pelo Chefe da I.R.1, Manoel da Rocha Vianna; Legenda da foto: Vista parcial da maloca denominada pelos Tambés, "SOLDADO", que tem como chefe um índio Timbira, de nome André. Entre os poucos Timbiras, existem diversos Tembés casados com índias Timbiras (1948); Descrição da foto: Vista das casas indígenas da aldeia Tamanduá
Informação do relatório: Relatório referente ao exercício de 1948, apresentado pelo Chefe da I.R.1, Manoel da Rocha Vianna; Legenda da foto: Um indio Tembé da pequena maloca denominada "Tamanduá" mostra o que resta do seu unico forno de cobre, e pede para que o SPI mande concertar o dito forno. A citada maloca, fica na margem esquerda do Rio Gurupí, e ditos indios, são atendidos pelo Pstos Pedro Dantas e Felipe Camarão(1948); Descrição da foto: Índio mostrando parte do forno e cachorro ao lado
Informação do relatório: Relatório referente ao exercício de 1948, apresentado pelo Chefe da I.R.1, Manoel da Rocha Vianna; Legenda da foto: Na Aldeia Tamaduá quando em visita do inspetor da região acompanhado do Agente Motta e aux. de sertão do Pedro Dantas. Vê-se, com o agente Motta, uma orfã Tembé extremamente necessitada, o que de acordo com o Tuchaua, foi a mesma orfã, levada para o Posto Pedro Dantas, para ser ali atendida e ficar sob os cuidados da Aux. de Ensino. (1948); Descrição da foto: Visita de funcionários dos postos à aldeia Tamanduá
Vista do campo da aldeia Tomazia
RIBEIRO, DarcyVista do campo da aldeia Tomazia
RIBEIRO, DarcyVista da aldeia, sendo observada algumas casas indígenas
SCHULTZ, HaraldVista da aldeia, sendo observada algumas casas indígenas
SCHULTZ, HaraldAldeiamento abandonado registrado pelos pesquisadores da Comissão Rondon
Este livro acompanhou a exposição realizada na Caixa Cultural em 2006. Traz depoimentos de lideranças indígenas que relatam as origens das quatro aldeias mbyá existentes no município de São Paulo. De especial interesse é o depoimento do cacique Vera Popygua, de Tenonde Porã (Morro da Saudade), que oferece uma reinterpretação da presença histórica dos Guarani em terras paulistas. Além das belíssimas fotos feitas por Rosa Gauditano, o livro também inclui desenhos realizados por moradores destas aldeias
TRONCARELLI, Maria CristinaOs textos deste livro tratam de questões pertinentes aos povos indígenas no Direito brasileiro e visam à constituição de um panorama do que está em jogo na produção de normas legais favoráveis à diferença sociocultural. Mesmo admitindo-se que as práticas jurídicas não engendram realidades sociais, sabe-se que elas as sancionam e ordenam. O legislador produz intervenções sociais que "fazem" a sociedade de que é parte: ao formalizar a maneira pela qual aborda os problemas da organização social em que ao mesmo tempo vive e atua, exclui outras configurações e representações possíveis; ao codificar idéias e noções cuja proveniência pode ser múltipla, dá forma a um conjunto de regras e procedimentos que se referem à coerência e à unicidade. Neste sentido, a leitura destes oito textos poderia se resumir à esfera jurídica. Cotejados, porém, com o contexto mais amplo dos debates com que dialogam - concepção de etnodesenvolvimento e dispositivos da ação do Estado, entre outros -, revelam o imenso trabalho de produção do social a que a instauração de uma ordem democrática nos obriga. O jurista, como o cientista social, tem aí não só um chamado, como também um fértil campo de pesquisa e intervenção
LIMA, Antônio Carlos de SouzaImagem da mata de Mato Grosso, imagem da subida da chapada, imagem do pico dos Dois Irmãos, imagem de erosões da chapada (parecendo cidades mortas), imagem de um mosaico natural provocado pela erosão, imagem da travessia da serrinha entre Buriti e Água Fria, imagem dos arenitos da serrinha provocados pela erosão, imagem de pedras de equilíbrio desafiando a lei da gravidade, imagem da fazenda do Buriti na chapada, imagem da Igreja de Santana na chapada construída em 1779, imagem do garimpo diamantífero que fica nordeste de Santana da Chapada, imagem das casas próximas ao garimpo, imagem do comércio local centro de diversão dos garimpos, imagens das casas típicas dos garimpeiros, imagem do canal da corrida d’água, imagem dos amontoados naturais de cascalhos, imagem da desempedração de casca grosso, imagens de homens garimpando com peneira, imagem da busca do diamante, imagem do garimpo da água fria, imagem das barrancas do garimpo, imagem do morro do cambembe, imagem do morro de mesa a umas 20 léguas de Cuiabá, imagem da vista da vila de Pochorel banhada pelos rios São Miguel, Areias e Pochorel, imagem dos garimpeiros lavando os cascalhos, imagem de um garimpeiro encontrando o pequeno diamante chamado shibio
LIMA, PedroImagem de Barranco Alto próximo a essa fazenda está situado o porto de “Sanauma” no rio Trincheira onde segundo a tradição aportaram os jesuítas, imagem de destroços de embarcação naufragada neste rio, imagem de maloca de índios “Kapisanã Kanoê”, imagem de índia carregando o filho, imagem do machado da lua, gênese, imagem da fazenda Barranco Alto situada na margem direita do rio Trincheira, imagem de curiosa vegetação aquática denominada Colchas, essa vegetação dificulta a navegação, imagem de habitação (casa) de Barranco Alto, imagem de expedição deixando Barranco Alto, imagem do emaranhado aquático (colchas) dificultando a navegação que só é possível com o auxílio do varejão especial, imagem da confluência do rio Verde com Columbiara que apresenta bastante variedade de aspectos, imagem derecho do rio tomado pelas Colchas sendo que são mais fechadas, imagem de homem abrindo picada no próprio rio, novamente emaranhado aquático, imagem do rio Comemoração de Floriano com seus túneis formados pela vegetação, imagem da vista da Baía das Palmeiras, imagem da passagem do “Boritizal”, imagem de Foz do rio Guaporé ao fundo Porto de La Cruz na margem Boliviana, na junção dos rios Columbiara e Guaporé, imagem de pequeno povoado de Pedras Negras, imagem do forte Príncipe da Beira ligado a história militar de Mato Grosso que foi construído em 1776 a 1783 após meio século de abandono ainda se pode admirar a beleza das linhas de sua arquitetura, uma monumento nacional, imagem de baluarte de Nossa Senhora da Conceição e de Santa Bárbara que ficam dentro do forte
LIMA, PedroMato Grosso apresenta sistema hidrográfico mais rico e variado do Brasil. O rio “Saueminar”, o papagaio é um dos grandes em volume d’água, sua travessia é feita em balsa. O Salto do Utiariti, que é uma queda d’água desemboca neste rio. O transporte desta região é feito em bois. Em Juruena vemos a família da nação indígena Nambikwára atraídos pela missão religiosa Santa Terezinha do Mangabau. Imagem dos índios e dos seus utensílios. Imagem de um índio chefe de família construindo o “Sisu” pequeno abrigo temporário diferente das malocas são usados para caçar e guerrear com as tribos adversárias. Imagem do chefe da tribo. Imagens das crianças indígenas com seus animais preferidos como o macaco. Imagem dos índios preparando seu bolo predileto “Orienê Eso” feito de mandioca, esse bolo é passado de mão em mão antes do cozimento. Imagem das índias praticando natação numa piscina improvisada. Imagem dos índios vestindo trajes de chita. Imagem de Zé Maria, o mais temido atirador Nambikwára. Imagem dos índios praticando arco e flecha. Imagem da borduna, espada utilizada pelos pequenos índios. Imagem do rio Juína e de uma balsa atravessando esse rio. Imagem de Campos Novos (notável pelo clima) baluarte da civilização do interior mato grossense, na qual as erosões deram origem a Serra do Norte, imagem de casas da região. Imagem da planície de Vilhena focalizando as casas e o pequeno aeroporto. Imagem da cidade de Três Buritis. Imagem do cruzeiro comemorativo da 1º missa em 26/02/1936. Imagem do Rio Roosevelt. Imagem do trecho da estrada para Barão de Melgaço. Imagem do povoado. Imagem da sede da Estação Telegráfica
LIMA, PedroVegetação de Mato Grosso, homens descendo o rio Pimenta Bueno, rico em água e fauna, casas peculiares da região amazônica, estação telegráfica com o mesmo estilo das casas, rio Jí-Paraná, ilhota do Pandu, corredeiras da Primavera, embarcações atravessando o rio, habitante das selvas, índios Txukahamãe da região do Pimenta Bueno, índios fazendo a passagem do rio, homem flechando o peixe no canal da corredeira, homens caçando uma anta, maloca da tribo dos índios Massacá ou Aikaná na margem direita do rio Pimenta Bueno, dois índios tomam “maxucú”, imagem dos índios descrevendo-as, imagem da Cachoeira de Barro, imagem de “Porto do Chopimguá” onde homens executam serviço de prospecção para ouro e diamante, derrubada de um apinzeiro, imagem de habitações rústicas, imagem da Cascata XV de Novembro e Porto Ipiranga
LIMA, PedroImagem da cidade do Rosário Oeste próximo a Cuiabá, imagem do ribeirão que banha a cidade, imagem das ruas principais da cidadezinha, imagem da Praça XV de Novembro, imagem da igreja Nossa Senhora do Rosário, imagem dos fiéis deixando esta igreja, imagem de trechos da rodovia, imagem dos homens construindo o restante da rodovia, imagem de árvores sendo retiradas para construção da rodovia, imagem da residência do comandante da companhia que constrói a rodovia, imagem da cascata do Tombador na serra de mesmo nome, trechos de uma estrada construída, imagem da estação telegráfica de Parinsis, imagem de casas típicas do lugar, imagem de Sucuirinã entre os rios Sucuirinã e Sacre, imagem da vista do povoado de Sacre e de algumas casas da região, imagem do rio Sacre cuja travessia é feita em balsa, imagem da água cristalina deste rio, imagem da cachoeira Salto Belo com 40 metros de altura
LIMA, PedroEstudiosa do povo Nambiquara, a autora trata no livro da intrínseca e inseparável relação entre os universos material e sobrenatural da sociedade Nambiquara. Para dar visibilidade ao tema, são apresentados desenhos dos artefatos destes índios, acompanhados de sua explicação simbólica. São apresentados os Artefatos Nambiquara por categoria artesanal (terminologia na língua indígena e em língua portuguesa), ao todo, 75 desenhos, seguidos da respectiva explicação
COSTA, Anna Maria Ribeiro F. M. daEsta coletânea torna pública uma discussão sobre espaços sociais e simbólicos que vimos realizando desde 1988 em congressos nacionais e internacionais. Os trabalhos aqui reunidos visam incentivar um diálogo entre os vários campos, poderiamos dizer, territórios da Antropologia urbanos, rurais e indigenas
NIEMEYER, Ana Maria deDepoimento de Dr. João Paulo Botelho Vieira Filho