Haliti

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        Haliti

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          Haliti

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            Haliti

              154 Archival description results for Haliti

              154 results directly related Exclude narrower terms
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JZ_26062017_008 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Urubuzinho (tidyaure) que gosta de comer marimbondo. Foi na festa, experimentando chicha pra ver se é bom. Pegaram varinha de iyamaka iohoho e foram experimentar junto com seu tio

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JZ_26062017_019 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Saída de zolane do jeito dos antigos. Yakane invadia muito. Vamos quebrar a travessa deles e acabar com eles. Bateu raio. Assim acabaram as enchentes

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JZ_26062017_025 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Yolaware, construtor de hati. Tem o cipó para amarrar. Corda de tucum não dá. Pediu pra wayare, chegou, destruiu a casa. Os passarinhos botaram as penas no lugar, tudo misturado. Construíram a casa de novo

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JZ_26062017_032 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Zokowie, matador de peixe, caçava, matava peixe com flecha. Wayare, seu avô, pediu um peixe, ele não deu. Pediu para os peixes subirem o rio. Onemakoretaza (nome da água). Flechou o dourado no rabo, fugiu com a flecha dele. Foi atrás e encontrou o dono (“rei”) dos peixes Kotamohykidyare. Vingaram e mataram ele. Peixes fugiram. Zokowie disse que o pai ia vingar sua morte, pai pegou só os ossos (canto, história triste)

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JZ_26062017_034 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Casinha de jararaca, tinha uma cabeça de yakane atrás escondida. Não pode ver, proibido, mulher não pode ver, só homem

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              Idyaete (rezas)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MN_01062017_011 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Reza de iyamaka, chegada no terreiro, conversando com iyamaka, pedindo ajuda

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              Idyaete (rezas)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MN_01062017_017 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Reza de oferecimento para zolane

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-MN_01062017_020 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Primeiro canto de zeratyalo, chegando no terreiro. “Estou chegando pra tomar chicha”. Nahorekase, da aldeia Zotyakware

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              Idyaete (rezas)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_08112017_007 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Reza de oferecer chicha pros festeiros de iyamaka (primeira reza). Se não tiver iyamaka na festa, oferece só para zolane. Inclui todas iyamakas nessa reza

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              Idyaete (rezas)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_08112017_009 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Reza de oferecer primeira chicha para zolane (meia noite, dentro da casa, depois de cinco voltas dançando na casa)

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              Idyaete (rezas)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_08112017_013 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Reza de oferecer para imokolo, contanto sua história. Na chegada de imokolo usa esse pra oferecer

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              BR DFFUNAI RJMI BIB-PUB-MD-811.87 / L788 · Item · 2014
              Part of Bibliográfico

              Este livro é um dos produtos previstos dos projetos ProDoclin, de seus pesquisadores indígenas e não-indígenas, bem como de toda a equipe gestora e técnica do Museu do Índio. Ele se destina em primeiro lugar aos povos indígenas que acolheram a proposta do ProDoclin abrindo suas línguas ao conhecimento de todos. Este volume contém a transcrição e a tradução de três narrativas que fazem parte do vasto repertório tradicional paresi-haliti. São narrativas executadas por mestres do estilo formal cantado, que caracteriza estas narrativas: Antonio Zonizarece (inmemoriam) e Justino Zomoizokae, respectivamente, pai e filho Os Os direitos autorais sobre os desenhos e textos em língua indígena constantes da presente obra são de natureza coletiva e pertencem exclusivamente ao povo Paresi-Haliti.

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              Idyaete (rezas)
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_08112017_003 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Reza para animais de caça, de madrugada, enquanto mensageiro está dormindo na aldeia convidada para caçar. História da caça, pedindo convidados para caçar (explicação 003)

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_08112017_005 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Convidados chegando na festa, no terreiro. Depois desse manati “pode festar”

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_25052017_005 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Madrugada. Ahozay pedindo cesto para ir na festa de yakane. “não vá la que eles comem você"

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-AZ_25052017_011 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Canto de ualalosé meia noite (flauta pequena). Kalaytewe, seu avo matou uma menina, levou para o fundo do rio, marimbondo. Kuymatiholo (menina) ressuscitada por Kalaytewe e virou sua mulher, preparando chicha para ele

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-DZ_02062017_008 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Canto de amore chegando no terreiro. Kanawilinã (aldeia), Zozasekola (aldeia), Nareka (turma) chegando. Tononhi (lança), zalayserawa (frutinha pra fazer chocalho de perna). Kolataha (seriema)

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-DZ_02062017_015 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Canto de zolane amanhecendo. Fez chicha de abacaxi, mais forte, ficou bêbado, já matou

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-FO_19052017_025 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Zolane madrugada, canto do modo que os velhos cantaram, aprendeu com Antônio. História do passarinho assobiando, tinha taquara. Wayetanotolini, Xiritoá. Não vê, só escuta o assobio dele. Pajé conversa com ele

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-FO_19052017_039 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Zero, história de Nare, dono de zero, saiu bonito e Wazare e Zaluya olhando admirados. Com zero e chocalho nos tornozelos

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-FO_20052017_003 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Chegada, chicha, embaixo da arvore (figueira) tem chicha, andorinha ta arrodeando, zoe (gaviaozinho) ta arrodeando

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-FO_20052017_015 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Amanhecendo na aldeia (Kanahyhete, Konohyhete, Makahete), cantor pedindo pra iyamaka, avisando que vai viajar, voltar pra casa

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JA_10112017_008 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              “Sereia”, aldeia yolaza, debaixo d’água, Mazayero, terreiro da gente da água

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-JZ_26062017_001 · Item · 2017
              Part of Arquivístico

              Menino recém nascido perguntava pelo pai. Mãe enganava ele. Pai tinha ido para festados avós. Menino foi atrás. Wayare peloteou no seu joelho, caiu aos pés de seu pai. Avós voaram em cima e comeram o pai. Guri foi embora com o vento. Festa de yakane, gente da água

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