Goiânia
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Histórias poéticas sobre os povos indígenas
Valverde, JuçaraApresenta-se, neste livro, um estudo da política do Estado em relação aos ameríndio durante o período compreendido entre 1930 e 1967, situando-a no contexto histórico, ou seja, mostrando suas ligações com uma formação social definida; A escolha de 1930 como data-limite inicial da pesquisa justifica-se por ser uma data que marca o começo, ou pelo menos a concretização, de uma série de importantes mudanças na história do Brasil. Definiu-se 1967 como a data-limite final em virtude das incontestáveis mudanças jurídico-políticas ocorridas no Brasil após o golpe militar de 1964
ROCHA, Leandro MendesNo momento histórico atual, em que a crescente globalização parece nos levar a uma visão cada vez mais homogeneizadora (universal) da humanidade, vivem-se também movimentos heterogeneizadores (particulares) da história e da cultura. Para uma região como Tocantins, cuja população vivenciou mais de dois séculos de isolamento, esta mundialização aconteceu com as transformações advindas da criação do Estado em 1988. No entanto, que histórias foram feitas durante aqueles duzentos anos que contribuiram para formar o atual Tocantins? O presente livro é uma tentativa de dar algumas respostas para esta questão
GIRALDIN, Odair (org)Artigo de Roque de Barros Laraia sobre a demarcação de terras indígena e seus marcos legais
MOURA, Marlene Castro Ossami deO artigo aborda a produção do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA) junto aos povos indígenas no âmbito da educação
MOURA, Marlene Castro Ossami deArtigo de Marlene Castro Ossami de Moura que analisa a importância do território da comunidade indígena Tapuia a partir da representação do Aldeamento Carretão
MOURA, Marlene Castro Ossami deLivro aborda as atividades executadas pelo Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia (IGPA), da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás) em comemoração aos 40 anos de atividades. A publicação apresentação artigos sobre a temática indígena
MOURA, Marlene Castro Ossami deFruto de uma tese de doutorado defendida na UFPE, o livro abarca a atribulada história dos povos indígenas que, no século XVIII, enfrentaram o avanço da presença colonial na região do rio Tocantíns. A autora traz inúmeros aportes documentais que permitem elucidar o protagonismo de homens e mulheres Akroá, Karajá e Xakriabá (entre outros) nos embates violentos, na negociação de acordos de paz e na constituição de um espaço colonial para os índios. É de grande interesse a utilização de textos e depoimentos de obscuros estadistas, de sertanistas semi-analfabetos e de outros personagens que ilustram o encontro nem sempre feliz entre a política indigenista de Lisboa e as práticas locais do sertão. O livro inclui mapas ilustrados, com destaque para um manuscrito da Biblioteca Pública de Évora que mostra representações pictóricas de índios e aldeias
Coletânea de textos sobre a arte indígena do cerrado brasileiro
Bicalho, Poliene Soares dos SantosO livro é uma adaptação da história da "Katxêkwy", mito Krahô que conta o início da agricultura deste povo
Livro sobre as memórias indigenistas de Sergio Bacellar Vahia de Abreu
Abreu, Serbio Bacellar Vahia deApesar de uma organização um pouco difícil de acompanhar, o livro traz uma quantidade muito expressiva de documentos manuscritos do Arquivo Histórico Estadual em Goiânia e do Arquivo do Museu das Bandeiras em Goiás Velho. A documentação é bastante variada, abrangendo o período anterior à criação da Capitania até o final do Império. Em alguns casos, o organizador faz apenas um resumo do documento e, em outros, reproduz o documento na íntegra. A documentação refere-se a 15 grupos distintos, 14 aldeamentos, 14 presídios e diversos temas relacionados à política indigenista. Trata-se, enfim, de um guia indispensável para pesquisas sobre as populações indígenas de Goiás nos séculos XVIII e XIX
ATAÍDES, Jézus Marco de (org.)A relação entre as categorias "etnia", "região" e "nação" tem se mostrado essencial desde a era da formação dos Estados nacionais. Essa relação aponta para realidades outras como a de identidade e a de contextos espaciais e/ou fronteiriços. Nessa perspectiva que implica multiplicidades diversas é que se insere a coletânea intitulada Fronteiras e Espaços Interculturais. Essa obra surge de criteriosa seleção e organização de textos feita pelos autores, que inclui resultados parciais de pesquisas produzidas no âmbito do Projeto Etnicidade, Região e Nação
ROCHA, Leandro MendesPublicação sobre o Museu Antropológico da Universidade Federal de Goiás - UFG
OLIVEIRA, Acary de PassosHabitantes seculares das margens do rio Araguaia nos estados de Goiás, Tocantins e Mato Grosso, os Karajá têm uma longa convivência com a Sociedade Nacional, o que, no entanto, não os impediu de manter costumes tradicionais do grupo como: a língua nativa, as bonecas de cerâmica, as pescarias familiares, os rituais como a Festa de Aruanã e da Casa Grande (Hetohoky), os enfeites plumários, a cestaria e artesanato em madeira e as pinturas corporais, como os característicos dois círculos na face. Ao mesmo tempo, buscam a convivência temporária nas cidades para adquirir meios de reivindicar seus direitos territoriais, o acesso à saúde, educação bilingüe, entre outros
LIMA FILHO, Manuel Ferreira. A pesquisa girou em torno do estudo dos processos de mudanças e de continuidade das estruturas culturais dos diferentes grupos sociais que ocuparam a área em questão, desde o início de sua ocupação histórica, no final do século XVIII, até a atualidade
Neste livro o autor trata da presença dos Camba-Chiquitano em Mato Grosso do Sul, com um profícuo diálogo entre a História e a Antropologia, analisando com maestria o desenvolvimento histórico das identidades assumidas e atribuídas na região da fronteira Brasil-Bolívia. O autor discute os percalços identitários de uma comunidade que vive em situação de fronteira
SILVA, Giovani José daEsta obra compõe-se de dois ensaios que tratam de movimento indigenista, movimento indígena e cidadania na América Latina, com ênfase no Brasil e no México. No primeiro texto a autora procura mostrar a emergência dos movimentos indígenas na América Latina, fazendo uma distinção entre indigenismo e movimento indígena. No segundo texto, o autor parte da noção de cidadania para discutir o status social e jurídico dos indígenas no Brasil. Para tanto, retoma debates políticos e intelectuais, sobretudo após a independência do país, chegando até o período de elaboração da Constituição Federal de 1988
ROCHA, Leandro MendesConto dos índios Nambikwára
Pascali, JuliaEste estudo sobre a memória de antigos pioneiros da “marcha para o Oeste” e da rede de pessoas inseridas no evento da Expedição Roncador-Xingu (1943) acaba por revelar os lugares os lugares da memória que “falam” de ser e de pertencer a cidades brasileiras; Uma pesquisa de campo, “de fôlego”, etnografa a dramaticidade do processo civilizatório brasileiro sob a batuta de Getúlio Vargas. Tecendo os fios da memória, o autor descreve sobre a domesticação do tempo e espaço a partir do projeto de colonização das regiões do Brasil Central e Ocidental levados a termo pela Fundação Brasil Central (FBC); Pelas interpretações de práticas sociais de antigos pioneiros, descendentes, índios Karajá, intelectuais, os diferentes personagens que viveram essa experiência vão expressando suas múltiplas vozes, tornando visível a trama de um projeto coletivo. Inferindo a existência de uma memória coletiva, os narradores vão delineando uma variedade de fatores, entrelaçados pelo autor, para compreendermos o processo de construção de uma história local, regional e nacional
LIMA FILHO, Manuel FerreiraO livro estuda a política indigenista, contextualizada na realidade política, social e econômica da segunda metade do século XIX, época de importantes modificações socioeconômicas e jurídico-políticas no país. Os aldeamentos oficiais são analisados tanto como proposta de política indigenista quanto como instituição, cuja organização e funcionamento refletem especificidades da Igreja Católica. Destaca-se, ainda, o papel dos presídios militares, construídos ao longo das visa navegáveis como forma de afastar os índios das áreas de interesse dos brancos
ROCHA, Leandro MendesDocumentário produzido pelo S.P.I. durante a viagem de inspeção aos postos indígenas no Rio Araguaia e Rio das Mortes. A equipe com etnólogos, médicos e engenheiros foi incumbida de fazer o levantamento da situação dos índios Karajá e propor melhorias para as condições de vida desta população. Os índios Karajá aparecem dançando, lutando e executando os afazeres domésticos. Vistas gerais das cidades de Goiânia e Aruanã. Assistência médica. Viagem a Ilha do Bananal. A equipe encontra ainda grupos de índios Karajá em aldeamentos temporários ao longo da descida do Rio Araguaia. Posto Indígena Getulio Vargas
FORTHMANN, HeinzNos seus dois séculos de contato com os brancos, os Krahô têm vivido reviravoltas e inversões de situação: ora aliados dos fazendeiros, ora por estes massacrados em 1940; nos anos 50 seguiram um profeta que prometia transformá-los em civilizados e em 1986 empenharam-se em uma reivindicação que implicava justamente no oposto, na sua afirmação étnica: foram em 1986 ao Museu Paulista, em busca da recuperação do machado semilunar, caro a suas tradições. Assíduos viajantes às grandes cidades, cujas ruas e autoridades conhecem melhor que os sertanejos que os cercam, com freqüência telefonam a seus esquivos amigos urbanos a pedir miçangas, tecidos e reses para abate, indispensáveis à execução de seus ritos
LAZARIN, Marco AntônioAnalisa a etnogênese do grupo indígena Tapuio, entendida enquanto processo de formação cultural e diferenciação social, cujas origens se encontram na política colonial de aldeamentos indígena. Atualmente os Tapuios habitam a Área Indígena Carretão, localizada nos municípios de Nova América e Rubiataba, no Estado de Goiás; Os Tapuios são descendentes de quatro grupos indígenas que foram transplantados para o Aldeamento Carretão, construído pela Coroa portuguesa em 1788 e desativado no final do século XIX
MOURA, Marlene Castro Ossami deO livro resulta de uma pesquisa de arqueologia por contrato, ou seja,desenvolvida em áreas de impacto ambiental e amparada pela legislação brasileira. A pesquisa foi realizada por ocasião da construção de uma usina hidrelétrica no Mato Grosso
VIANA, Sibeli Aparecida (coord.)Publicação de memórias da atuação médica de João Paulo Botelho Vieira Filho
VIEIRA FILHO, João Paulo BotelhoLivro contendo seis artigos tendo como eixo central a boneca cerâmica Karajá
Silva, Telma Camargo da (organizadora)