Em Meu Querido Canibal, Torres se debruça sobre a vida do líder indígena Cunhambebe para traçar um painel das primeiras décadas de história brasileira. Considerado o mais valente dos nativos que lutaram contra a escravidão ou morte proposta pelos colonizadores, Cunhambebe, que, presumivelmente, morreu entre 1554 e 1560, era o mais temido e adorado guerreiro índigena e sua vida acabou sendo envolta em mitos. O livro acompanha a criação, apogeu e massacre da Confederação dos Tamoios, a organização social das tribos, o modo de vida, a ligação com os piratas franceses, o papel ambíguo de Anchieta, as mentiras e trapaças dos conquistadores, a fundação sangrenta da cidade do Rio de Janeiro, entre muitos outros temas que não estão nos livros escolares
Sem títuloFranceses no Rio de Janeiro
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(815.3=1-82) / T693m / 2000
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Item
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2000
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-92Anchieta / T465a / 1981
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Item
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1981
Parte de Bibliográfico
Quando de sua vinda ao Brasil, em 8 de maio de 1553¹, saindo de Lisboa (embora descendente de família espanhola e espanhol, já que nascera no Arquipélago das Canárias, estudou em Coimbra) já com eloqüência religiosa expressiva, isso aos 18 anos, Anchieta já se sentia impelido à conversão, iniciando desde sua chegada na Bahia as obras de fundação de colégios jesuítas. E não foi de sua chegada que conseguiu se livrar das perenes dores que lhe aturdiam seu desvio de coluna e sua frágil sáude, fator-chave para que fosse enviado ao Brasil: Cura de suas enfermidades
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