Fortaleza

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              62 Descrição arquivística resultados para Fortaleza

              62 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
              A tela prateada: cinema em Fortaleza 1897-1959.
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:791.4 / L533t / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Das artes que utilizam complexos artefatos tecnológicos como suporte, o cinema é sem dúvida a que mais impressiona e aguça a curiosidade do espectador. Seja nas novas telas 3D, nos efeitos especiais computadorizados dos anos 1980 ou mesmo na simples projeção encadeada de imagens que gerou o movimento em seus primórdios, no final do século XIX.; Em duas obras construídas a partir de uma exaustiva pesquisa documental, Ary Bezerra Leite desvela o início dessa trajetória, onde o encantamento pela sétima arte e a possibilidade de grandes negócios em terras distantes alimentavam o espírito aventureiro de seus desbravadores.; "A Tela Prateada" é dedicada à cidade de Fortaleza e recupera as primeiras exibições, os exibidores ambulantes, a Maison Art-Nouveau, primeira casa A projetar filmes na cidade, os saudosos Cine Magestic, Rex, Diogo, seguindo o rastro de seu desenvolvimento até final da década de 50, com a esperada inauguração do Cine São Luís. "No começo só tinha um projetor, você exibia uma cena, parava, exibia outra, fazia um intervalo

              LEITE, Ary Bezerra
              Ahtor Kurum ho Hkrax ne ma te ne Xore Kamã Hatuj
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-376.74(81=1-82)Apinayé / P964 / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico

              Livro publicado para subsidiar o trabalho em sala de aula dos professores Apinayé envolvidos no Projeto de Apoio Pedagógico à Educação Indígena Apinayé

              Direitos Humanos e a questão indígena no Ceará
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-341.231.14(813.1) / D598 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Os povos indígenas têm direito, sem nenhuma discriminação, à melhoria de suas condições econômicas e sociais, entre outras esferas, na educação, no emprego, na qualificação e no readestramento profissional, na moradia, no saneamento, na saúde e na seguridade social.; Art. 21 da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, 13 de setembro de 2007

              SILVA, Isabelle Braz Peixoto da (org)
              Lenda da carnaubeira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-398.2(81) / D812L / 2000 · Item · 2000
              Parte de Bibliográfico
              DUARTE, Margarida Estrela Bandeira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-572:791.4 / L533m / 2011 · Item · 2011
              Parte de Bibliográfico

              Das artes que utilizam complexos artefatos tecnológicos como suporte, o cinema é sem dúvida a que mais impressiona e aguça a curiosidade do espectador. Seja nas novas telas 3D, nos efeitos especiais computadorizados dos anos 1980 ou mesmo na simples projeção encadeada de imagens que gerou o movimento em seus primórdios, no final do século XIX.; Em duas obras construídas a partir de uma exaustiva pesquisa documental, Ary Bezerra Leite desvela o início dessa trajetória, onde o encantamento pela sétima arte e a possibilidade de grandes negócios em terras distantes alimentavam o espírito aventureiro de seus desbravadores.; "Memória do Cinema: os Ambulantes no Brasil". Nele, Leite amplia esse contexto aprofundando a pesquisa sobre as exibições mambembes em todo o País, recuperando trechos das histórias dos primeiros exibidores e das sessões que organizaram.

              LEITE, Ary Bezerra
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-069(813.1) / G612m / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              Museus e memória indígena no Ceará: uma proposta em construção é uma publicação que apresenta estes diagnósticos participativos e as reflexões que os fundamentaram e deles resultaram, com o objetivo documentar o processo de construção de uma política cultural voltada à educação histórica e museológica junto aos povos indígenas no Ceará, de difundir metodologias e inspirar iniciativas similares. Também tem por objetivo afirmar e reforçar a autonomia dos povos indígenas no Ceará, como pressuposto fundamental para seu reconhecimento e a demarcação definitiva de seus territórios, demandas urgentes destas comunidades.; Na primeira parte, intitulada “A construção das memórias indígenas no Ceará”, fazemos uma discussão conceitual sobre o processo de construção da diversidade de memórias indígenas no Ceará, no passado e no presente, no espaço dos museus e fora deles, enfatizando a importância política da memória nos processos de etnogênese, organização comunitária e afirmação étnica. Na segunda e terceira partes apresentamos as sugestões e possibilidades para a (re)estruturação dos museus em comunidades indígenas no Ceará, lembrando sempre tratar-se, como afirma o título do livro, de uma proposta em construção

              GOMES, Alexandre Oliveira
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(813.1=82) / N111 / 2009 · Item · 2009
              Parte de Bibliográfico

              As comunidades indígenas do interior do estado continuam com pouca visibilidade, visto o seu afastamento de Fortaleza (sede do governo do Estado) e o seu processo de emergência étnica iniciado só nos anos 1990, uma década após o movimento começado no litoral pelos Tapeba e Tremembé, notou-se que era preciso conhecer melhor essas comunidades interioranas, por meio dos depoimentos de suas lideranças, fotografias e estudos acadêmicos; mais recentes sobre a situação étnica no território cearense,; para que os debates fossem mais consistentes e frutíferos no; seminário que se pretendia realizar. E foi assim que surgiu; Na mata do sabiá: contribuições sobre a presença indígena no; Ceará, cujo título nos remete a um trecho do toré dos índios; Tabajara e Kalabaça, do município de Poranga-CE

              PALITOT, Estêvão Martins (org)
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82) / A345p / 2010 · Item · 2010
              Parte de Bibliográfico

              A história das grandes nações indigenas da antiga Pindorama, hoje Brasil, é resgatada nas páginas deste livro, como forma de conhecer e entender um pouco mais de nossa história.; Vamos viajar por este imenso pais descobrindo as muitas formas de resistencia ds populações indigenas para preservarem ao longo do tempo sua cultura e seu modo de viver em sintonia com a natureza

              ALBUQUERQUE, Amelia
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-711:325 / M296p / 1978 · Item · 1978
              Parte de Bibliográfico

              Jacob Maos disserta sobre a colonização de terras, onde “a reparação arbitrária do racional relativo à organização espacial da colonização de terras e seu subseqüente componente econômico têm a atenção dos planejadores do potencial inerte aos padrões espaciais e sociais da colonização rural” e sua “meta geral é a de valorizar a situação nas regiões deprimidas; desvendar as pressões migratórias sobre os centros urbanos e acelerar a transição da agricultura tradicional para a agricultura moderna”. Estabelece um esboço conceitual que pressupõe: atividade agricultura ou sócio-econômica; incorporar meios funcionais; problematizar as adaptações culturais e sociais; não se prender as complexidades da colonização tradicional; a produtividades nas áreas adicionais; mais áreas para cultivo; direcionar o ciclo migratório para áreas que não os centros urbanos super-povoados; novos recursos e forma de crescimento no meio rural; Enfim, trata das escalas, a moradia, a vila e o grupo inter-vila. Apropriadas pelos camponeses num nível de cooperação, podendo gerar crescimento econômico. Para isso seus objetivos são: 1) maximizar o número de famílias; 2) maximizar o emprego; 3) recreação e serviços; 4) ambiente social propício. A fazenda familiar, a comunidade e a região de colônias rurais, serão mecanismos de fortalecer os sujeitos em processos de: a) subsistência; b) subsistência e produção; c) especialização. De forma a valorizar os aspectos físicos, humanos e institucionais; O autor, ao falar das experiências recentes, afirma que a colonização Européia é o modelo mundial rural. Logo, “o funcionamento e a evolução dos vários padrões de colonização podem ser melhor compreendidos pelo exame das mudanças espaciais ocorridas no passado”; O caso de Israel – desenvolvimento rural integrado – é a síntese da experiência européia, dentro de um contexto geográfico, que gerou novos padrões de colonização: a) O mais antigo modelo de colonização densa e planejada (transplantada da Europa), onde a terra é distribuída aos colonos com os títulos de posse (fazendas grandes); b) Cooperativa de pequenos proprietários cada fazendeiro trabalha em sua própria parcela de terra e vive em sua sede; c) Sociedade coletiva e ideológica, onde a propriedade é dos próprios operários, que residem no seu centro, onde o lote é agregado a casa; Na Itália, segundo o autor, o modelo de colonização é disperso, onde as desapropriações de latifúndios e loteamentos geraram o isolamento social das famílias agrícolas. Na Espanha “a ineficiência do minifúndio nortista e o desemprego crônico nas regiões de latifúndio têm causado baixos padrões de vida e pobreza, proporcionando o êxodo do setor mais jovem e mais dinâmico da população rural”. Mesmo assim existe um sistema de cooperação; Por fim, é bom frisar, que no modelo de Israel a vila é parte de um grande sistema que permite expansão das atividades econômicas para além dos limites da própria vila, criando um modelo dinâmico, flexível, num estágio crescente de crescimento; Na América Latina as características que são apontadas como: a ausência de avaliação da colonização de terras, problemas estruturais de serviços, padrões dispersos de concentração, o paternalismo dos esquemas de colonização, latifúndio, tendências os padrões agrícolas coletivos. Para organização espacial dos serviços rurais, Jacob, fala da necessidade de hierarquias, que estabeleçam áreas comunitárias, produtivas, Edu-cacionais e comercias, criando justaposições de sistemas rural e urbano; Por fim, apresenta um modelo de colonização, estabelecendo critérios: minimi-zando distancias para o trabalho, custos de infra-estruturas, culturas, iniciativa individual e da família, pátio agrícola e flexibilidade de mudanças futuras na terra

              MAOS, Jacob O
              Receitas da medicina tradicional Apinayé
              BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-633.88(81=1-82)Apinayé / P964 / 2007 · Item · 2007
              Parte de Bibliográfico

              Livro publicado para subsidiar o trabalho em sala de aula dos professores Apinayé envolvidos no Projeto de Apoio Pedagógico à Educação Indígena Apinayé sobre plantas medicinais