Fortaleza
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Das artes que utilizam complexos artefatos tecnológicos como suporte, o cinema é sem dúvida a que mais impressiona e aguça a curiosidade do espectador. Seja nas novas telas 3D, nos efeitos especiais computadorizados dos anos 1980 ou mesmo na simples projeção encadeada de imagens que gerou o movimento em seus primórdios, no final do século XIX.; Em duas obras construídas a partir de uma exaustiva pesquisa documental, Ary Bezerra Leite desvela o início dessa trajetória, onde o encantamento pela sétima arte e a possibilidade de grandes negócios em terras distantes alimentavam o espírito aventureiro de seus desbravadores.; "A Tela Prateada" é dedicada à cidade de Fortaleza e recupera as primeiras exibições, os exibidores ambulantes, a Maison Art-Nouveau, primeira casa A projetar filmes na cidade, os saudosos Cine Magestic, Rex, Diogo, seguindo o rastro de seu desenvolvimento até final da década de 50, com a esperada inauguração do Cine São Luís. "No começo só tinha um projetor, você exibia uma cena, parava, exibia outra, fazia um intervalo
LEITE, Ary BezerraLivro publicado para subsidiar o trabalho em sala de aula dos professores Apinayé envolvidos no Projeto de Apoio Pedagógico à Educação Indígena Apinayé
Os povos indígenas têm direito, sem nenhuma discriminação, à melhoria de suas condições econômicas e sociais, entre outras esferas, na educação, no emprego, na qualificação e no readestramento profissional, na moradia, no saneamento, na saúde e na seguridade social.; Art. 21 da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, 13 de setembro de 2007
SILVA, Isabelle Braz Peixoto da (org)A obra privilegia os modos de vida das minorias e traça um panorama da situação política e social dos indígenas no Rio Grande do Norte. “O intuito do trabalho é fazer com que as pessoas reconheçam que no estado ainda tem índios
GUERRA, Jussara Galhardo AguirresDas artes que utilizam complexos artefatos tecnológicos como suporte, o cinema é sem dúvida a que mais impressiona e aguça a curiosidade do espectador. Seja nas novas telas 3D, nos efeitos especiais computadorizados dos anos 1980 ou mesmo na simples projeção encadeada de imagens que gerou o movimento em seus primórdios, no final do século XIX.; Em duas obras construídas a partir de uma exaustiva pesquisa documental, Ary Bezerra Leite desvela o início dessa trajetória, onde o encantamento pela sétima arte e a possibilidade de grandes negócios em terras distantes alimentavam o espírito aventureiro de seus desbravadores.; "Memória do Cinema: os Ambulantes no Brasil". Nele, Leite amplia esse contexto aprofundando a pesquisa sobre as exibições mambembes em todo o País, recuperando trechos das histórias dos primeiros exibidores e das sessões que organizaram.
LEITE, Ary BezerraMuseus e memória indígena no Ceará: uma proposta em construção é uma publicação que apresenta estes diagnósticos participativos e as reflexões que os fundamentaram e deles resultaram, com o objetivo documentar o processo de construção de uma política cultural voltada à educação histórica e museológica junto aos povos indígenas no Ceará, de difundir metodologias e inspirar iniciativas similares. Também tem por objetivo afirmar e reforçar a autonomia dos povos indígenas no Ceará, como pressuposto fundamental para seu reconhecimento e a demarcação definitiva de seus territórios, demandas urgentes destas comunidades.; Na primeira parte, intitulada “A construção das memórias indígenas no Ceará”, fazemos uma discussão conceitual sobre o processo de construção da diversidade de memórias indígenas no Ceará, no passado e no presente, no espaço dos museus e fora deles, enfatizando a importância política da memória nos processos de etnogênese, organização comunitária e afirmação étnica. Na segunda e terceira partes apresentamos as sugestões e possibilidades para a (re)estruturação dos museus em comunidades indígenas no Ceará, lembrando sempre tratar-se, como afirma o título do livro, de uma proposta em construção
GOMES, Alexandre OliveiraAs comunidades indígenas do interior do estado continuam com pouca visibilidade, visto o seu afastamento de Fortaleza (sede do governo do Estado) e o seu processo de emergência étnica iniciado só nos anos 1990, uma década após o movimento começado no litoral pelos Tapeba e Tremembé, notou-se que era preciso conhecer melhor essas comunidades interioranas, por meio dos depoimentos de suas lideranças, fotografias e estudos acadêmicos; mais recentes sobre a situação étnica no território cearense,; para que os debates fossem mais consistentes e frutíferos no; seminário que se pretendia realizar. E foi assim que surgiu; Na mata do sabiá: contribuições sobre a presença indígena no; Ceará, cujo título nos remete a um trecho do toré dos índios; Tabajara e Kalabaça, do município de Poranga-CE
PALITOT, Estêvão Martins (org)A história das grandes nações indigenas da antiga Pindorama, hoje Brasil, é resgatada nas páginas deste livro, como forma de conhecer e entender um pouco mais de nossa história.; Vamos viajar por este imenso pais descobrindo as muitas formas de resistencia ds populações indigenas para preservarem ao longo do tempo sua cultura e seu modo de viver em sintonia com a natureza
ALBUQUERQUE, AmeliaJacob Maos disserta sobre a colonização de terras, onde “a reparação arbitrária do racional relativo à organização espacial da colonização de terras e seu subseqüente componente econômico têm a atenção dos planejadores do potencial inerte aos padrões espaciais e sociais da colonização rural” e sua “meta geral é a de valorizar a situação nas regiões deprimidas; desvendar as pressões migratórias sobre os centros urbanos e acelerar a transição da agricultura tradicional para a agricultura moderna”. Estabelece um esboço conceitual que pressupõe: atividade agricultura ou sócio-econômica; incorporar meios funcionais; problematizar as adaptações culturais e sociais; não se prender as complexidades da colonização tradicional; a produtividades nas áreas adicionais; mais áreas para cultivo; direcionar o ciclo migratório para áreas que não os centros urbanos super-povoados; novos recursos e forma de crescimento no meio rural; Enfim, trata das escalas, a moradia, a vila e o grupo inter-vila. Apropriadas pelos camponeses num nível de cooperação, podendo gerar crescimento econômico. Para isso seus objetivos são: 1) maximizar o número de famílias; 2) maximizar o emprego; 3) recreação e serviços; 4) ambiente social propício. A fazenda familiar, a comunidade e a região de colônias rurais, serão mecanismos de fortalecer os sujeitos em processos de: a) subsistência; b) subsistência e produção; c) especialização. De forma a valorizar os aspectos físicos, humanos e institucionais; O autor, ao falar das experiências recentes, afirma que a colonização Européia é o modelo mundial rural. Logo, “o funcionamento e a evolução dos vários padrões de colonização podem ser melhor compreendidos pelo exame das mudanças espaciais ocorridas no passado”; O caso de Israel – desenvolvimento rural integrado – é a síntese da experiência européia, dentro de um contexto geográfico, que gerou novos padrões de colonização: a) O mais antigo modelo de colonização densa e planejada (transplantada da Europa), onde a terra é distribuída aos colonos com os títulos de posse (fazendas grandes); b) Cooperativa de pequenos proprietários cada fazendeiro trabalha em sua própria parcela de terra e vive em sua sede; c) Sociedade coletiva e ideológica, onde a propriedade é dos próprios operários, que residem no seu centro, onde o lote é agregado a casa; Na Itália, segundo o autor, o modelo de colonização é disperso, onde as desapropriações de latifúndios e loteamentos geraram o isolamento social das famílias agrícolas. Na Espanha “a ineficiência do minifúndio nortista e o desemprego crônico nas regiões de latifúndio têm causado baixos padrões de vida e pobreza, proporcionando o êxodo do setor mais jovem e mais dinâmico da população rural”. Mesmo assim existe um sistema de cooperação; Por fim, é bom frisar, que no modelo de Israel a vila é parte de um grande sistema que permite expansão das atividades econômicas para além dos limites da própria vila, criando um modelo dinâmico, flexível, num estágio crescente de crescimento; Na América Latina as características que são apontadas como: a ausência de avaliação da colonização de terras, problemas estruturais de serviços, padrões dispersos de concentração, o paternalismo dos esquemas de colonização, latifúndio, tendências os padrões agrícolas coletivos. Para organização espacial dos serviços rurais, Jacob, fala da necessidade de hierarquias, que estabeleçam áreas comunitárias, produtivas, Edu-cacionais e comercias, criando justaposições de sistemas rural e urbano; Por fim, apresenta um modelo de colonização, estabelecendo critérios: minimi-zando distancias para o trabalho, custos de infra-estruturas, culturas, iniciativa individual e da família, pátio agrícola e flexibilidade de mudanças futuras na terra
MAOS, Jacob OLivro publicado para subsidiar o trabalho em sala de aula dos professores Apinayé envolvidos no Projeto de Apoio Pedagógico à Educação Indígena Apinayé sobre plantas medicinais
Publicação contendo artigos produzidos por antropólogos filiados a Associação Brasileira de Antropologia
Rodrigues, Lea Carvalho