Etnologia
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Dando continuidade à publicação da obra de Luís da Câmara Cascudo, a Global Editora apresenta CIVILIZAÇÃO E CULTURA. Um livro que certamente irá seduzir o leitor, da primeira à última página. Obra pensada e repensada em longos anos de pesquisa, apresenta como resultado um final surpreendente. Nele, mestre Cascudo alia a seriedade do erudito com a leveza do artista. O rigor da informação e o pitoresco dos fatos e da forma, fazendo com que o livro se torne, sem exagero, um misto de estudo com diversão
Sem título“Este livro, embora independente, integra uma série de estudos de Antropologia da Civilização em que se procura repensar os caminhos pelos quais os povos americanos chegaram a ser o que são agora e discernir as perspectivas de desenvolvimento que se lhes abre” Darcy Ribeiro (Prefácio à Primeira Edição)
Sem títuloEsse livro torna acessível uma clássica etnografia sobre os Kaingang, publicada originalmente em espanhol (Buenos Aires, 1894). Trata-se do mais importante e original trabalho sobre comunidades Kaingang que habitaram em território argentino (em Missiones), no século XIX. Juan Ambrosetti visitou a última delas, em San Pedro, em suas importantíssimas Viajes a Missiones, àquela época uma região de floresta quase inacessível. Entre seus méritos, esse trabalho de Ambrosetti tem o de ser a publicação etnográfica que divulgou as primeiras fotografias dos Kaingang (presentes no volume). Inclui, além disso, um vocabulário com mais de 800 itens (no livro, em versão trilíngüe), o mais extenso vocabulário dessa língua publicado antes de 1900. O livro de Ambrosetti também deu divulgação à história do menino Bonifácio Maidana, cujo pai fora morto pelos índios, e que, adotado por um deles, veio a se tornar o último importante cacique Kaingang em território argentino
Sem títuloA arte, os artistas, suas culturas e seus objetos situam-se no domínio de interesse principal deste livro através das originais formulações encontradas na obra de Claude Lévi-Strauss. A autora debruçou-se detidamente sobre a obra e a vida do antropólogo, tendo como fio condutor a investigação da arte como união entre a natureza e a cultura. Em suas pesquisas, encontrou documentos inéditos do período em que o autor esteve no Brasil, os quais mereceram atenção especial neste livro; manteve correspondência com o antropólogo, investigou arquivos diversos, para recompor sua trajetória intelectual. As reflexões do antropólogo sobre as chamadas arte primitiva e arte civilizada compõem um mesmo conjunto, que lhe possibilitou elaborar uma reflexão sobre a arte em geral, e permitiu à autora discutir questões fundamentais do estruturalismo de autoria do próprio Lévi-Strauss.
Sem títuloPublicação etnográfica de registro de contato com o povo indígena Bóe-Bororo com a missionária Irmã Maria Cibaíbo Ossemer
Sem títuloPublicação contendo estudos, relatos de viagens e ensaios sobre o rio Purus
Sem títuloOficializada pela FUNAI, em 1988, a comunidade Yaminawa, da Terra Indígena Cabeceiras do Rio Acre,; no município de Assis Brasil, constitui a principal referência deste livro. Trata-se de um estudo situado na confluência da História com a Antropologia, cujo objetivo é expor uma rotina descritiva que não isole história e estrutura. É a história de uma pequeno grupo humano, que incorpora a visão de seus herdeiros e seu papel na vida social - um ser, um ver e um fazer entretecidos. Na contracorrente de estudos bem delimitados, com estrutura canônica e conclusões bem assentadas, o conteúdo desta obra se aproxima de um conjunto de obstinadas variações sobre os mesmos temas, que reproduz, em certa medida, o seu próprio processo de elaboração. Sob tal foco, o autor escreve uma outra história dos Yaminawa, que busca desvendar elementos cruciais da vida desses indígenas do grupo etnolingüístico Pano
Sem títuloFruto maduro do Seminário Antropologia da Antropologia: Desafios e Perspectivas, realizado entre 26 e 28 de agosto de 2003, na Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras da USP, este livro propõe-se a refletir sobre algumas das diversas possibilidades analíticas acessadas pelos antropólogos. Os ensaios que o constituem se alinhavam em torno da experiência: são relatos pessoais e intelectuais; situações de guerra em contextos distintos; militância política - tudo em simbiose com o percurso e a produção dos intelectuais, brasileiros e estrangeiros, aqui reunidos. Ainda que tome a antropologia como eixo e ponto de partida, visa lançar uma reflexão que transborda fronteiras disciplinares, pensando o cruzamento entre distintas áreas: antropologia, sociologia, história e literatura
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