Escravidão indígena
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O açúcar foi o principal produto exportado pelo país naquele período, e a produção açucareira conferiu à Bahia, e especialemente ao Recôncovo baiano, sua razão de ser, moldando assim, sua sociedade característica. E, "Segredos Internos, o engenho, "espelho e metáfora da sociedade baiana", é examinado tanto da perspectiva do trabalhador quanto do ponto de vista do senhor do engenho e do lavrador de cana; O autor aventa as possíveis razães da transição da mão-de-obra indígena para a africana, comparando as posições e papéis de cada uma
SCHWARTZ, Stuart BBaseado numa rica pesquisa em arquivos portugueses e brasileiros, o livro acompanha a implantação da política pombalina nas comunidades indígenas da Amazônia, produzindo um retrato de complexas relações entre índios e as autoridades portuguesas. O texto demonstra a multiplicidade de respostas à nova situação por parte das autoridades locais, de outros agentes coloniais e, sobretudo, das próprias lideranças indígenas
DOMINGUES, ÂngelaNum tom trágico, conta a história da destruição dos povos Tupi da costa diante dos processos de doenças epidêmicas, escravização e confinamento em aldeias missionárias
MAESTRI FILHO, Mário"Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país
A tese apresenta as formas de convivência entre os nativos de Taubaté
ALVES, Maurício MartinsEste livro reúne 21 ensaios do historiador, num tom que oscila entre o informal e o erudito, porém que é sempre provocativo. O autor aborda vários temas ligados à história dos índios, chamando a atenção para a omissão desta temática na historiografia brasileira, às vezes evocando uma comparação com outros países do continente. São particularmente pertinentes suas observações sobre o trabalho indígena e sobre a evangelização. Ao sublinhar os processos de violência, exclusão e exploração, Leonardi se propõe a decifrar o enigma do Brasil, nas palavras dele, buscando "entender como é que uma nação com uma origem tão dura pode ter traços tão meigos e carinhosos em suas formas diárias de viver."
LEONARDI, VictorO primeiro volume da Coleção Formadores do Brasil traz os mais importantes textos de Feijó, o regente do Império, incluindo uma introdução de Jorge Caldeira. Padre, inimigo do celibato, liberal radical, Feijó foi o primeiro chefe do poder Executivo escolhido em eleição
CALDEIRA, JorgeAo longo do século XVI os colonizadores europeus se horrorizaram com um fenômeno religioso entre os tupis, a que chamaram santidade. Nela, em meio a danças, transes, cânticos e À fumaça inebriante do tabaco, os índios renovavam a peregrinação À Terra sem Mal - lugar mítico da felicidade eterna que buscavam no mundo terreno. Vasculhando documentação inquisitorial inédita sobre o culto indígena na fazenda de Jaguaripe (Bahia), Ronaldo Vainfas descobre na santidade uma idolatria insurgente, culturalmente híbrida, que ao mesmo tempo negava e incorporava valores da dominação colonial. Por meio de um texto apaixonado e instigante, o autor lança luz sobre uma nova e reveladora faceta da conquista da América portuguesa
VAINFAS, RonaldoEscrito originalmente para uma coleção espanhola, este livro foi atualizado e oferece uma ampla abordagem da experiência portuguesa no Brasil durante o século XVI. No que diz respeito à história dos índios, é útil para visualizar o contexto mais amplo da presença indígena nesse período
COUTO, Jorge