Betty Meggers procura recriar o ambiente amazônico, levando o leitor a perceber os conteúdos edênicos e deletérios que lhe vêm sendo atribuídos há séculos. Analisa então a exploração predatória de recursos naturais por parte do civilizado, que vem exaurindo o grande rio e seus afluentes. Na profusão de dados coligidos por Meggers, permite-se a visualização dos danos irreparáveis que o modo de exploração vigente na Amazônia está causando ao País
Meggers, Betty JEcologia
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BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-577.4(811) / M497aP 2.ed / 1987
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1987
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-574.2(811) / R484a / 1992
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1992
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-574.2(811) / R484aP / 1990
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1990
Parte de Bibliográfico
BR DFFUNAI RJMI BIB-LIV-39(81=1-82)Tapirape / W133La / 1988
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1988
Parte de Bibliográfico
Os Tapirapé vivem numa região de floresta tropical, com flora e fauna tipicamente amazônicas, entremeada de campos limpos e cerrados. Agricultores, suas aldeias tradicionalmente se localizam nas proximidades de densas florestas em terrenos altos não inundáveis, onde mantém suas roças. Tapi’itawa, a aldeia mais conhecida do grupo, reproduz as condições ideais para a localização de uma aldeia: terreno não-inundável próximo a florestas altas para agricultura, também com proximidade a campos abertos marginais aos afluentes do Araguaia e a um córrego de existência perene mesmo durante a estação seca. Os Tapirapé exploram alternadamente esse ambiente, segundo a época do ano e atividade a que se dedicam: agricultura, caça, coleta e pesca
Wagley, Charles