Cultura indígena
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O título desse livro homenageia o clássico trabalho de Egon Schaden, Aspectos Fundamentais da Cultura Guarani, publicado há meio século (1954). Como a obra de Schaden, o livro da antropóloga Juracilda Veiga também cumpre a tarefa de permitir ao leitor um panorama quase completo de uma sociedade indígena. Tratando – com profundidade e clareza – da questão da organização social Kaingang, o texto de Juracilda não deixa de apresentar ao leitor aspectos do funcionamento cotidiano dessa importante sociedade indígena no Brasil. Essa obra reúne o rigor metodológico da Antropologia ao sabor das etnografias produzidas no contato bastante íntimo com a comunidade indígena. A autora ainda brinda o leitor com informação histórica e bibliográfica, e apresenta, em detalhes, o ritual Kaingang para os mortos, a festa do Kikikoi
VEIGA, JuracildaNeste livro são reunidos vários registros de reflexões e informações dos professores formados pelo Programa de Educação <Uma Experiência de Autoria>. São registros que foram escritos em diários de classe, em cadernos de cursos, em folhas soltas de papel, e gravados em reuniões comunitárias, ou da OPIAC, em conversas informais e entrevistas
COMISSÃO PRÓ-ÍNDIOO volume é resultado de uma pesquisa realizada, entre 2005 e 2007, por cientistas e lideranças femininas indígenas. O objetivo é promover a soberania alimentar das populações nativas que vivem no município de S. Gabriel da Cachoeira, na região conhecida como Alto Rio Negro, na Amazônia Brasileira; Mais que trazer receitas culinárias tradicionais, o livro apresenta as vivências cotidianas, as articulações micropolíticas, os valores e os símbolos propiciados e propiciadores desta comida tradicional indígena
GARNELO, Luiza (org)Livro sobre a atuação da ONG Thydêwá na realização do Programa Cultura Viva
O "Encontro" entre os missionários e os índios do Brasil, iniciado no século XVI, continua quinhentos anos depois e num mundo globalizado, este livro trata, de uma perspectiva antropológica, dessa história acidentada e das profundas transformações que esse encontro provocou e provoca em todos os envolvidos, particularmente com consequências inúmeras vezes trágicas para o grupo mais numeroso - os índios -, em todas as manifestações de sua historicidade, e se a antropologia é devedora da própria atividade missionária para constituir o seu olhar, ela também aqui pode se rever criticamente, tendo como palco para essa avaliação os problemáticos programas que, a partir dos anos 1970, são postos em prática junto aos aldeamentos indígenas pela Igreja Católica e pelos protestantes históricos e Pentecostais
MONTERO, Paula(org.)Documentário sobre o cotidiano Guarani e sua luta pela demarcação da terra
MOREIRA, Maria GorettiO livro traz o censo fotográfico da aldeia Xavante de Pimentel Barbosa, realizado pela antropóloga Nancy M. Flowers por ocasião de sua primeira visita à comunidade na década de 1970
FLOWERS, Nancy M.Distante de um olhar que ressalta o exotismo da cultura Yanomami, este livro ajuda a consolidar um debate público em relação à miséria e aos graves problemas de saúde que vêm dizimando os povos indígenas após contato com garimpeiros e madeireiros. Mais do que um documento e um testemunho de suas expedições na Amazônia, Valdir Cruz, com apurada técnica, apresenta fotografias tão maravilhosas quanto trágicas. Além de vistas gerais das aldeias e retratos admiráveis de índios iluminados por focos de luzes que penetram entre as árvores, Faces da floresta inclui fotos que não são exatamente belas, com registros de uma degradação que dificilmente integraria calendários ou cartões postais.
CRUZ, ValdirOrganizado, escrito e desenhado pelos professores Jaime Lhullu e Antonio Gerônimo Manchineri, durante seus estudos independentes nas aldeias e nos cursos de formação do Projeto "Uma Experiência de Autoria", livro apresenta diversas histórias reais e alguns mitos Manchineri. As histórias são fruto de um trabalho juntamente de a duas antigas mulheres Manchineri, Holata (Dona Joana) e Xona (Dona Francisca). Todos os textos são ilustrados pelos autores do livro, tendo como referência as histórias contadas.
Preparado para suprir a carência absoluta de materiais didáticos sobre os povos indígenas no Espírito Santo, o livro também atende à chamada instaurada pela Lei 11.645, tornando obrigatória a inclusão da história e cultura indígena no currículo escolar no ensino fundamental e médio. O livro inclui informações sobre a história porém o foco principal recai em questões atuais, referentes a identidades, demarcação de terras e mobilização política. Inclui fotografias, desenhos e indicações de leituras
"Nossa visão das sociedades indígenas há muito é distorcida por equívocos e preconceitos que surgem quando tentamos aplicar a outras civilizações os critérios de nossa própria cultura. (.) Para compreender melhor os povos indígenas, temos de examinar sua realidade a partir de sua perspectiva”. Desta prerrogativa parte História e cultura dos povos indígenas no Brasil, que trata das particularidades dos indígenas brasileiros, sua trajetória desde a conquista portuguesa, o impacto por ela causado e as lutas que eles empreendem hoje no país
Apresenta a história dos Kadiwéu. Distingue entre mito e história, e analisa atráves de discursos, a conjunção entre presente e passado
PECHINCHA, Mônica Thereza SoaresSíntese clássica publicada pela primeira vez em 1970, a nona edição de Índios do Brasil traz revisões, atualizações e acréscimos, proporcionando uma visão de conjunto sobre aspectos arqueológicos, históricos, etnográficos e políticos da presença indígena no Brasil. A obra permanece uma das melhores introduções à temática indígena para não-especialistas
MELATTI, Julio CezarNesse trabalho, os professores indígenas do Acre, juntamente com seus alunos e assessores, procuram refletir sobre o conceito de História, sua importância para os povos indígenas, os processos de pesquisa e de construção do conhecimento histórico, o atual interesse pelo registro da história, antes narrada e transmitida oralmente, as várias interpretações e versões da história, o trabalho com a história em sala de aula, as relações entre a reflexão histórica e a valorização e o fortalecimento das identidades indígenas, e a contribuição dos povos indígenas para uma nova história regional e nacional
Para muitas pessoas, especialmente os povos indígenas, o patrimônio imaterial é uma fonte de identidade e carrega a sua própria história. A filosofia, os valores e formas de pensar refletidos nas línguas, tradições orais e diversas manifestações culturais, constituem o fundamento da vida comunitária. Num mundo de crescentes interações globais, a revitalização de culturas tradicionais assegura a sobrevivência da diversidade de culturas dentro de cada comunidade, contribuindo para o alcance de um mundo plural
História da recriação do povo Rikbaktsa
FIORINI, MarceloO livro contém os textos revisados de trabalhos apresentados no 3º Encontro Macro-Jê, realizado na Universidade de Brasília de 3 a 5 de dezembro de 2003. A reunião foi promovida pelo Laboratório de Línguas Indígenas do Instituto de Letras com a colaboração do Departamento de Antropologia do Instituto de Ciências Humanas da UNB e da coordenação do grupo de trabalho sobre Línguas Indígenas da Anpoll. Congregou linguistas e antropologos que desenvolvem pesquisas sobre línguas e culturas de povos indígenas que têm em comum o pertencer ao complexo linguístico Macro-Jê, propiciando assim uma aproximação desejável entre os dois campos de pesquisa
RODRIGUES, Aryon Dall'Igna (org)Documentário sobre os índios MURA do Amazonas, localizados na margem do Rio Madeira, afluente do Rio Amazonas. Vista da Aldeia Moatinga. Existe entre os Mura um alto grau de miscigenação, e os índios com uma estatura mediana. Eles fabricam seu artesanato
Fruto subsidiário de uma pesquisa sobre o universo botânico dos Kaiowá, este livro reúne um grande número de cântigos, narrativas e depoimentos de índios enfocando sobretudo o tema da origem dos Kaiowá e de suas práticas culturais. Apesar de um índice temático abrangente, o livro é difícil de manusear e de apreciar. Há informações e perspectivas interessantes sobre a história dos Kaiowá, porém o organizador não deixa claro quem são os narradores, que ficam diluídos numa categoria geral de “informantes”. Ainda assim, conforme salienta Sílvia Carvalho na orelha do livro, a obra tem uma escala monumental que reflete a longa experiência do organizador entre os índios e, ademais, através da colaboração do tradutor Kaiowá Aniceto Ribeiro, a edição bilíngue contribui para colocar um material ao alcance de estudantes indígenas.
GARCIA, Wilson GalhegoO livro, organizado pela assessora da CPI/AC Maria Djacira Maia, dá continuidade à pesquisa da arte gráfica kaxinawá apresentando as diversas formas de usos do kene e os seus variados tipos. Ele traz também as histórias de origem desses desenhos, os registros visuais dos processos de feitura dos objetos da cultura material com kene dos Huni Kui. Está dividido em três capitulos: no capítulo I, é apresentada a história de origem do algodão e de como o povo Huni Kui aprendeu os diferentes kene e seus segredos. O capítulo II trata do uso e tipos de kene utilizados na pintura corporal, classificada por gênero e idade, e as músicas a elas associadas. No Capítulo III, são apresentadas as imagens, os nomes e classificação dos kene
LIMA KAXINAWÁ, Joaquim Paulo deLivro de Daniel Munduruku sobre a cultura indígena
MUNDURUKU, DanielNeste livro são apresentadas algumas das contribuições indigenas à cultura brasileira na área da botânica, da zoologia, da cultura material, da arte e da linguagem
RIBEIRO, Berta G (1899-1958)