Cuiabá
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A terceira caixa com três livros da coleção “Documentos para a história de Mato Grosso do Sul” O conjunto contém reedições de originais publicados no século passado dos volumes: Ulrico Schimidl no Brasil Quinhentista; Na Era das Bandeiras – Affonso Taunay; e À Sombra dos Hervaes – Virgílio Correa Filho; A coleção resgata a história de Mato Grosso do Sul. As obras, de grande valor científico e cultural, são consideradas raras pelo conteúdo apresentado, pela antiguidade e número de publicações existentes. “Esta coleção está selecionando livros e documentos impressos que são de fundamental importância para a escrita da história de Mato Grosso do Sul sob um olhar sul-mato-grossense”, Para o professor, a disponibilidade bibliográfica sobre o Estado foi feita sob o olhar paulista e mato-grossense e a coleção se propõe a mostrar um outro contexto do momento vivido
Sans titreEm “Na Era das Bandeiras (1919)”, de Affonso Taunay, a história traz os registros detalhados do autor que “fez a primeira abordagem crítica científica que explica esse fenômeno que representou a ocupação da metade ocidental do País”, disse o professor Gilson Martins, responsável pela apresentação do livro. Filho do Visconde de Taunay, Affonso teve participação marcante na documentação do movimento bandeirista. Em 1922 chefiou as comemorações do centenário da Independência, e até o início da década de 1940 esteve à frente do Museu do Ipiranga. “Ele foi não só um grande historiador paulista, mas marcou o início da historiografia sul-mato-grossense, ao explicar como nos séculos 17 e 18 o Mato Grosso – e o hoje Mato Grosso do Sul – foram fazer parte do Brasil”, diz o professor
Sans titreEsta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas
Sans titreEsta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas
Sans titreA obra apresenta um registro das representações da cultura Kamiurá, enfocando principalmente a pintura corporal
Sans titreA obra reúne quatro ensaios centrados em diferentes teorias antropológicas: Edir Pina de Barros desenvolve um estudo detalhado da estrutura social dos Kurâ-Bakairi, tomando por base duas categorias fundamentais, a ekuru e o panomo; Denise Maldi analisa os Pacaa-Novos, abordando o conceito de territorialidade, crucial para a formação da identidade desse povo; João Dal Poz focaliza as relações dos Cinta-Larga com os seus inimigos e faz uma etnografia de suas práticas canibais; e Maria Fátima Roberto Machado, no artigo “Rondon e os Paresi: as representações indígenas sobre o amure etnógrafo”, estabelece um diálogo teórico entre a cultura e a história, analisando o fato da incorporação da figura de Cândido Mariano da Silva Rondon como aquele que veio para corrigir o mundo, equivalente a Wazaré, o herói mítico originário
Sans titreBaseado em vasta documentação, que vai do século XVIII a meados do XX, a autora convida os leitores a repensar e questionar ideias popularizadas na literatura internacional, nacional e mato-grossense, que reservaram à província e depois ao estado de Mato Grosso o status de “um lugar sempre aquém do mundo civilizado, ou moderno, ou desenvolvido. Um lugar paralisado por uma geografia “excessiva” – imensidão territorial, exagerada abundância de recursos naturais – e separado por enormes distâncias de um centro dinâmico capaz de lhe transmitir a energia empreendedora que movia o mundo e suas populações em direção ao progresso
Sans titreAtravés de um enfoque etnográfico das relações entre antropólogos, índios e indigenistas do Museu Rondon, o livro procura contribuir para a elaboração de respostas alternativas aos discursos oficiais, em uma perspectiva mais universal, recusando as limitações de um enquadramento 'local' ou 'regional'. No livro, a autora buscou produzir uma história social da ciência, empreendendo uma investigação sobre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e focalizando-a especificamente a partir da formação de Antropologia e da criação do Museu Rondon
Sans titreLivro contendo capítulo realizado pela pesquisadora do Centro Ikuiapa-Cuiabá/Museu do Índio Anna Maria Ribeiro F.M.Costa chamado "Boca livre no sararé: invasão garimpeira em território Nambiquara"
Sans titrePublicação contendo artigos sobre educação indígena
Sans titreAnalisa a trajetória e a luta do povo indígena Iranxe, que, pressionado pela expansão da fronteira agrícola e ameaçado por inimigos tribais, abandonou as matas férteis de seus ancestrais. A partir de um processo de reconstrução étnica, esse grupo passou a reivindicar a reintegração de posse do seu território tradicional, elemento chave de sua produção simbólica e, conseqüentemente, de sua sobrevivência física e cultural. Segundo os autores, este trabalho apresenta elementos históricos (entrevistas, fotos, mapas) com vistas a compor um instrumento legal para auxiliar os Iranxe no processo de recuperação de seu espaço de origem
Sans titreO texto descreve a trajetória metodológica percorrida pela pesquisadora Maria de Fátima G. Costa na determinação da autoria de um manuscrito apócrifo, dedicado ao estudo científico sobre Mato Grosso, até então atribuída ao Barão de Langsdorff, chefe da expedição russa que visitou o Brasil na primeira metade do século XIX, incluindo em seu roteiro a então província mato-grossense. Após complexo trabalho de investigação, concluiu-se ser o autor do manuscrito o sargento-mor e engenheiro Luiz D´Alincourt, que palmilhou essa região entre 1823 e 1830, coletando material para compor o “Mapa Estatístico de Mato Grosso”. Além do documento em questão, a obra incorpora, na introdução, artigo de autoria de Marcos Pinto e Boris Komissarov sobre o histórico da Expedição Langsdorff, assim como uma importante contribuição do Professor Nagib Saad (UFMT) acerca das observações do botânico Riedel sobre as plantas nativas. A pesquisa representa um relevante suporte para a compreensão do papel das expedições científicas na construção da paisagem regional do Estado-nação e na constituição do imaginário brasileiro do século XIX
Sans titreO livro nos abre em toda sua originalidade e dignidade, mas também em toda sua restrição e especificidade tecnológica e socioeconômica, a Arquitetura Indígena Brasileira de cada uma das etnias estudadas. Ora, é justamente esse processo que se retira do limbo empoeirado das citações históricas e dos preconceitos, convidando-as a adentrar o universo das culturas locais e das civilizações dominantes no mundo globalizado e vivo da época presente
Sans titreEstudiosa do povo Nambiquara, a autora trata no livro da intrínseca e inseparável relação entre os universos material e sobrenatural da sociedade Nambiquara. Para dar visibilidade ao tema, são apresentados desenhos dos artefatos destes índios, acompanhados de sua explicação simbólica. São apresentados os Artefatos Nambiquara por categoria artesanal (terminologia na língua indígena e em língua portuguesa), ao todo, 75 desenhos, seguidos da respectiva explicação
Sans titreA contribuição da obra, extrapolando o recorte analítico, oferece aos não índios um conjunto de conhecimentos e saberes indígenas que, certamente, lhes servirão de parâmetro para um repensar da vivência do homem “branco” em sua relação com a natureza, com os outros homens e com o sobrenatural, pois os valores emanados da vivência Nambiquara apontam para os principais dilemas da sociedade Ocidental
Sans titreEm seu primeiro estudo, o autor lança um foco inovador sobre um aspecto ainda pouco conhecido de nossa história: as missões de Chiquitos. Embora tão importantes quanto as missões jesuíticas Guarani, no Sul do Brasil, as chiquitanas são quase desconhecidas da produção acadêmica brasileira. Aborda com detalhes o processo de criação das dez missões na área atualmente ocupada pelo oriente boliviano e o trabalho de evangelização levado a efeito pelos padres, que as fundaram entre fins do século XVII e primeira metade do XVIII. Trabalhando sob o enfoque da etnogeografia, o autor desnuda os entrelaçamentos entre o espaço e a cultura, evidenciando a maneira inextricável com que se interpenetram e se produzem mutuamente. O espaço geográfico, mais do que o espaço físico, é percebido como uma resultante das interações históricas e culturais, portanto, repleto de ressonâncias simbólicas, que dão sentido e geram as marcas concretas da paisagem. O autor enfatiza o caráter da religiosidade Chiquitana, tomando como principal referência de análise a procissão de Santa Ana, que, anualmente, pelo período de aproximadamente sessenta dias, percorre extensas áreas da fronteira da Bolívia com Mato Grosso e constitui-se em um importante sistema de coesão social, gerando papéis e atividades compartilhadas que traduzem a concepção de mundo e os valores culturais Chiquitano
Sans titreO livro nos abre em toda sua originalidade e dignidade, mas também em toda sua restrição e especificidade tecnológica e socioeconômica, a Arquitetura Indígena Brasileira de cada uma das etnias estudadas. Ora, é justamente esse processo que se retira do limbo empoeirado das citações históricas e dos preconceitos, convidando-as a adentrar o universo das culturas locais e das civilizações dominantes no mundo globalizado e vivo da época presente
Sans titrePublicação das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas publicado pela UNIC-Rio - Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil em conjunto com a Faculdade Indígena Intercultural da Unemat
Publicação realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Aripuanã patrocinado pela Petrobras sobre o Projeto União dos Povos da Floresta para a Proteção dos rio Juruena e Aripuanã
Publicação contendo as diferentes visões de indígenas sobre seus territórios, seu modo de vida e o clima
Sans titrePublicação em comemoração do sesquicentenário de nascimento de Cândido Mariano da Silva Rondon realizado pelo Governo do Estado do Mato Grosso
Sans titreEste estudo tem por objetivo analisar, no período de 1942 a 1968, a ocupação das terras pertencentes aos Nambiquara, da Chapada dos Parecis, a partir da chegada dos seringueiros, movimento que fez parte do processo de expansão da fronteira oeste de Mato Grosso, sob a perspectiva Nambiquara
Sans titrePequenas histórias apresentam os mitos de criação de artefatos que estão presentes no cotidiano dos grupos indígenas que moram na Chapada dos Parecis - MT e, através destes podemos conhecer alguns dos seus modos de viver e compreender o mundo
Sans titreO livro aborda aspectos do trabalho realizado pela Operação Amazônia Nativa - OPAN e do Polo Brasnorte junto aos índios Irantxe, Mynky e Salumã
Publicação contendo artigos sobre a temática dos jogos nas diferentes etnias brasileiras e a prática pedagógica dos professores nas aldeias
Sans titreEsta coletânea é publicada no momento em que se comemora os 100 anos do cinema em Mato Grosso. Resgata no Volume 1 , sob a ótica da imprensa, a trajetória do cinema nos atuais estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, de 1888 a 1970. O volume 2 é um inventario das contribuições do cineasta sueco Arne Sucksdorff para o cinema europeu e brasileiro a partir dos irrequietos anos 1960. O volume 3 encerra a coletânea com informações preciosas: a filmografia de filmes produzidos, exibidos, exibidos e noticiados no Estado de 1900 a 1970. Trata-se, portanto de uma obra de referência com importante contribuição para pesquisadores de todas as áreas
Sans titreBuscando as raízes do processo de privatização das terras em Mato Grosso, a autora sustenta que a articulação entre o poder político e o poder econômicos, com base nos mecanismos institucionais e jurídicos, possibilitou a transformação das terras devolutas em propriedade privada, acentuando o processo de concentração fundiária, condição para o avanço da fronteira econômica a partir dos anos 70 e para a territorialização do capital
Sans titreColetânea de artigos e entrevistas com os índios Arara que vivem no município de Aripuanã, a noroeste de Mato Grosso. Inventaria dados históricos e etnográficos e descreve o processo de desestruturação social do grupo, decorrente do contato com a sociedade envolvente e da sua inserção como trabalhadores nos seringais, acompanhando sua rearticulação étnica em torno da luta pela retomada de suas terras. Esse movimento contou com o apoio de outros grupos indígenas e de alguns setores organizados da sociedade civil, como sindicatos e a igreja, em oposição aos madeireiros, fazendeiros e autoridades locais, que, calcados no discurso progressista, justificavam a necessidade da construção de uma estrada através do território dos Arara. A retomada de seu espaço, além de ser reconhecida como legítima, representa um passo importante na delimitação das posições de poder no cenário do conflito, ainda em curso
Sans titreColetânea que homenageia o mato-grossense Cândido Mariano da Silva Rondon. Recupera a cultura indígena e cabocla num trabalho etnográfico e filológico, tomando como base empírica o linguajar e o universo mítico da população local. Apresenta também a bibliografia regional e nacional disponível sobre esse personagem, em especial a obra “Rondônia”, de Roquette Pinto, incorporando textos literários em versos e prosa
Sans titreEm linguagem acessível, a autora procura combater várias idéias equivocadas a respeito dos índios, ao mesmo tempo que fornece informações precisas acerca da organização de sociedades indígenas
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