Cosmologia
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Os Mbya (Guarani) somam cerca de 20.000 pessoas que vivem atualmente no Paraguai, em regiOes na Argentina e Uruguai e em pontos nos estados do sul e sudeste do Brasil. São conhecidos na literatura mais recente como o subgrupo guarani que mantém de maneira mais efetiva na atualidade as práticas de deslocamento territorial, tema que se tornou clássico nos estudos sobre os Guarani
UntitledOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
UntitledAnalisa a etnoclassificação Xikrin da avifauna. Estuda a cosmologia abordando temas como os domínios cósmicos e feminina Tàkàk-Nhiok, as noçOes de pessoa, de contágio e de doença
UntitledEsta dissertação consiste em uma revisão bibliográfica da literatura existente sobre os índios Kulina, povo falante de uma língua da família Arawá que habita as margens e planícies interfluviais da bacia drenada pelos rios Juruá e Purus, nos estados do Amazonas e Acre, e também no Peru
UntitledApresenta uma etnografia básica da vida social entre os Arara que vivem na margem esquerda do Rio Iriri, no sul do estado do Pará
UntitledDescreve e interpreta a cosmologia Araweté, a partir dos conceitos relativos à morte e ao destino das almas, dos cantos e rituais xamanísticos em que divindades e mortos se manifestam aos homens
UntitledTrata o xamanismo e a cosmologia dos Asurini do Xingu, tratados a partir da descrição dos rituais e da arte gráfica aplicada na decoração do corpo e de objetos da cultura material
UntitledSob curadoria de Cíntia Jalles, do MAST, e de Maura Imazio, do MPEG, a mostra oferece aos visitantes um panorama da pesquisa arqueoastronômica no país, reunindo registros em pinturas e gravuras rupestres encontrados em alguns estados brasileiros. Além da Arqueoastronomia, os presentes aprenderão sobre Arqueologia, ciência que estuda as sociedades antigas tendo como base os vestígios de sua cultura, e sobre Etnoastronomia, que estuda o conhecimento astronômico das sociedades atuais
UntitledUm peixe olhou para mim é o resultado de uma pesquisa de campo de 26 meses entre os Yudjá, um povo tupi de navegadores e produtoras de bebidas fermentadas das ilhas do rio Xingu, que vive atualmente no Parque Indígena do Xingu; Resultado, também, de uma reflexão efetuada ao longo dos últimos vinte anos, este livro restitui as ligações que o cauim apresenta com deferentes aspectos da vida social Yudjá, oferecendo ao mesmo tempo uma analisa de um sistema sociocosmológico e um mapa condição humana; Como pensar relações entre perspectivas sem efetuar uma conceitualização hierárquica? Como criar todos que não sejam englobamentos? Daria para imaginar uma lógica entre perspectivas que tivesse mais afinidades com um jogo entre o dentro e o fora, do que entre partes e todos? Tais questões, diretamente enfrentadas pela autora, deixam implícita uma outra: existe uma diferença entre comer gente e beber cauim? Quem asseguraria que não comer gente é uma indicação suficiente de que não se é canibal?
UntitledEste livro fornece a possibilidade de realizar um estudo das dificuldades e conflitos estruturais que os Xavante são obrigados a enfrentar quando se confrontam com as normas morais de seu próprio sistema. Fundamentalmente o livro se volta para a sociedade Xavante com seus mitos, rituais, classes de idade e ordem doméstica, mas o ponto chave do trabalho é a discussão dos princípios estruturais que estão na base de todas essas esferas que constituem a vida social dos Xavante
UntitledReúno, neste livro, três estudos resultantes de uma pesquisa de campo realizada há trinta anos junto aos índios Kadiwéu. Desde então, terão mudado como mudaram entre minha visita e a estadia de Claude Lévy-Strauss, uma década antes. Entretanto, quem visitar hoje suas aldeias encontrará, certamente, muito do que aqui se descreve sobre sua mitologia, sua religião e sua arte. É certo que algumas crenças, instituições e costumes pareceram degradados se não forem vistos como uma tradição atuante que sobrevive justamente porque se altera. Mas serão, também, deteriorações, porque esta tradição não se transforma conduzida por impulsos internos e preservados sua autenticidade, mas sob a pressão das terríveis compulsões que exerce sobre os Kadiwéu a expansão a sociedade nacional
UntitledAtravés da análise estruturalista e da psicanalise, o autor mostra como, entre os índios Marubo, do Estado do Amazonas, os cânticos de cura agem sobre o comportamento fisiológico do paciente, obtendo seu restabelecimento
UntitledOs textos reunidos neste Caderno Temático expressam diferentes olhares sobre as populações indígenas territorializadas no Estado do Paraná e a educação escolar no interior das Terras Indígenas. Esses diferentes olhares decorrem da formação de seus autores que, além de professores, são historiadores, lingüístas, antropólogos, arqueólogos, jornalistas, biólogos, matemáticos, físicos, enfim, pesquisadores diretamente envolvidos com a educação indígena e seus desafios
UntitledOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
UntitledOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
UntitledOs DVDs apresentam os conteúdos do Curso de Dimensões das Culturas Indígenas:Cosmologia, arte e etnicidade ocorrido nas dependências do Museu do Índio em 2008, organizado em 08 palestras dadas entre os dias 21 a 24 e 28 a 31 de julho e duas mesas redondas
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