Estação telegráfica de José Bonifácio
Sans titreComissão Construtoras de Linhas Telegráficas de Mato Grosso
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Estação telegráfica de Vilhena
Sans titreÍndios Paresi aprendendo o ofício de telegrafista nos equipamentos da sala de transmissão da Estação Telegráfica de Vilhena
Sans titreVista de Campos Novos
Sans titreVista do povoado de Capanema. O prédio a direita é a Estação telegráfica de Capanema
Sans titreVista da Estação telegráfica de Parecis
Sans titreVista do povoado de Barra do Bugres à margem do Rio Paraguai
Sans titreVista da cidade de Cachoeira do Samuel, à margem do Rio Jamari
Sans titreÍndios Takuatíb pertencentes ao grupo do chefe Abaitará
Sans titreCampos de Comemoração na Serra do Norte em Vilhena
Sans titreÍndios ao lado do túmulo de um Paresi
Sans titreVista da fazenda construída pela comissão em Campos Novos
Sans titreCriação de gado da fazenda construída pela comissão em Campos Novos
Sans titreÍndio Nambikwára
Sans titreÍndio Nambikwára, chamado Cavaignac, vestido com o uniforme recebido como presente do chefe da comissão
Sans titreRio Juína
Sans titreSeringueira no Vale do Juruena, vegetação típica do vale
Sans titreVista do Núcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi
Sans titreNúcleo fundado pela comissão em Utiariti para assistência aos índios Paresi. Crianças Paresi em forma, ao lado dos professores Rubens Velloso Higginis e Olga Higginis
Sans titreÍndia Paresi
Sans titreÍndio Paresi que servia à comissão como guarda de linha
Sans titreVista do campo. Ao fundo a ponte de pedra natural
Sans titreIntegrantes da viagem de inspeção das linhas. Ao centro o Dr. Julio Fammerik, que foi estudar os saltos da região e dois missionários americanos Reverendo Maxwell e Jolhn Jamerson
Sans titreArenito de grandes proporções localizado em Ponte de Pedra
Sans titreVista da fachada do prédio da Estação telegráfica de Cáceres
Sans titreAlunos e professores do Grupo Escolar de Cáceres
Sans titreVista do porto da cidade de Corumbá
Sans titreSede Posto indígena dos Bakairi
Solenidade para o hasteamento da bandeira no Posto indígena dos Bakairi
Familia Bakairi no Posto indígena
Legenda da foto: Aprumação do poste telegráfico
Sans titreLegenda da foto: A oração fúnebre proferida pelo Major Rondon, diante da sepultura do companheiro
Sans titreLegenda da foto: Em Campo Grande, Rondon entre pessoas gradas da localidade
Sans titreLegenda da foto: Depois do reconhecimento da linha da fronteira, Rondon chega a Campo Grande e é recebido pela população
Sans titreLegenda da foto: Touros Zebú nas fazendas da Vacaria
Sans titreLegenda da foto: Trabalhadores da comissão fazendo a aprumação de um poste da linha telegráfica
Sans titreLegenda da foto: Acampamento em Bela Vista, as margens do Rio Apa, local da estação. Rondon junto a sua barraca
Sans titreLegenda da foto: Festa de inauguração da estação de Bela Vista
Sans titreLegenda da foto: Pedra Branca. A caminho de Bela Vista
Sans titreLegenda da foto: Rondon e outros integrantes da comissão ao lado do antigo marco de fronteira entre Brasil e Paraguai
Sans titreLegenda da foto: Porto do Castelo, no Rio Paraguai, onde as lanchas em tráfego costumam se abastecer de lenha
Sans titreLegenda da foto: Trabalhadores no acampamento de Pau Seco junto à Lyra
Sans titreLegenda da foto: Serviço de locação no cerrado para a construção da linha Caceres - Mato Grosso
Sans titreLegenda da foto: O arsenal de guerra, antigo laboratório pirotécnico, em Cuiabá
Sans titreLegenda da foto: Turma de construção da picada para o Juruena
Sans titreLegenda da foto: A comissão Rondon partindo de Diamantino rumo a Juruena
Sans titreLegenda da foto: Vista de parte do forte Príncipe da Beira, no Rio Guaporé. Esta fotografia, junto com duas outras, fazem o panorama do forte
Sans titreLegenda da foto: Vista de parte do forte Príncipe da Beira, no Rio Guaporé. Esta fotografia, junto com duas outras, fazem o panorama do forte
Sans titreLegenda da foto: Vista parcial da cidade de Cuiabá em 1907. Esta fotografia, junto com outras duas, fazem parte de uma vista panorâmica da cidade
Sans titreLegenda da foto: Nos portos do Rio Madeira os vapores descarregam mercadorias na barranca, quando não há pontes apropriadas
Sans titreLegenda da foto: Vista de um dos muito portos do Rio Madeira
Sans titreLegenda da foto: Vista das casas de pau-a-pique numa rua de Santo Antônio do Madeira atual Porto Velho
Sans titreLegenda da foto: Vista do Rio Jamari afluente do Rio Madeira
Sans titreLegenda da foto: Expedicionários da comissão no trabalho de levantamento do Rio Jameri
Sans titreLegenda da foto: Em alguns casos havia a necessidade de se emendar o fio para a construção da linha telegráfica
Sans titreLegenda da foto: Trecho da linha telegráfica construída no Jamari
Sans titreLegenda da foto: Expedicionários da comissão reunidos no acampamento comemorando a inauguração de um trecho da linha telegráfica
Sans titreLegenda da foto: Do rio madeira até Santo Antônio a navegação é possível até para embarcações de grande porte
Sans titreLegenda da foto: A comissão Rondon serviu-se do Rio Jamari e seus portos para o abastecimento das turmas, durante todo o serviço de construção da linha
Sans titreLegenda da foto: Para a construção da linha telegráfica era necessário a derrubada das seculares árvores da Amazônia, que deixavam os expedicionários impressionados com as grandes proporções de algumas
Sans titreTrabalhadores da comissão construindo um marco limite entre Amazonas e Mato Grosso
Sans titreLegenda da foto: Índia Paresi tecendo as suas redes de fio de algodão
Sans titreLegenda da foto: Grupo de índios Bororo, do Rio São Lourenço, enfeitados com adornos corporais e plumárias para uma festa
Sans titreLegenda da foto: Chefe Bororo com seu traje habitual
Sans titreLegenda da foto: Roosevelt examinava todos os exemplares de mamíferos caçados para o museu americano
Sans titreLegenda da foto: Embarcações da expedição, conhecida por batelões, no Porto do campo no Rio Sepotuba
Sans titreLegenda da foto: As refeições eram servidas no couro estendido no chão. Havia apenas cadeiras para os chefes
Sans titreLegenda da foto: Redes de dormir usadas pelos passageiros a bordo de um dos vapores
Sans titreLegenda da foto: Acima do Porto Dois de Novembro no Rio Ji-Paraná fica a cachoeira de São Vicente
Sans titreLegenda da foto: Construções do porto de Tabajara, todas em Pau-a-pique e de propriedade da Firma Exploradora de Seringa a Asensi
Sans titreLegenda da foto: Vista do Barracão Urumi no Alto do Ji-Paraná
Sans titreLegenda da foto: Visita dos Índios Paranawat à estação de Jaru
Sans titreLegenda da foto: Chefe Abaitará, dos Paranawat, e sua família em visita a estação Jaru
Sans titreLegenda da foto: Índio Takuatíb, do grupo de Pae Thimoteo, sorrindo
Sans titreLegenda da foto: Índio Urumí em seu traje habitual
Sans titreLegenda da foto: Expedicionários reunidos para o hasteamento da bandeira em Santos Dumont
Sans titreLegenda da foto: Os pirarães constroem uma canoa para cada família
Sans titreLegenda da foto: Quando visitam o posto do Maici os índios Pirarães chegam amigavelmente e são recebidos pelos empregados do posto
Sans titreLegenda da foto: Nas roças dos índios Pirarães existem toldos de palha onde eles se reúnem
Sans titreLegenda da foto: Para explorar o alto do rio Cabixi foi preciso construir uma canoa pequena. Primeira etapa da construção é escolher o tronco e depois começar a entalhar a madeira
Sans titreLegenda da foto: Índios Nambikwára encontrados pela expedição do capitão Amarante e levados para Vilhena
Sans titreLegenda da foto: Portão do Forte Príncipe da Beira, onde a expedição chegou em agosto de 1921
Sans titreLegenda da foto: Na aldeia dos índios Kepkiriwát, Rondon e expedicionários foram recebidos na Casa do chefe Bicú onde encontraram água fresca para matar a sede
Sans titreLegenda da foto: Rondon tomando nota sobre a etnografia enquanto os Índios Kepkiriwát ouviam músicas do gramofone levado pela comissão. Ao lado do grupo vemos dois vasos de cerâmica feitos pelos Índios Kepkiriwát
Sans titreLegenda da foto: Com a chegada dos expedicionários ao posto Rodolfo Miranda, os índios do posto entraram em forma para cantar o hino nacional para eles
Sans titreLegenda da foto: Os índios Arikem servem aos visitantes o "Totó", bebida fermentada como a cerveja. Eles o bebem em uma cuia presa a um longo cabo. O engenheiro civil Caio Spinola é um dos homenageados
Sans titreLegenda da foto: Rondon observa os campos do Urupás
Sans titreLegenda da foto: Capitão Pinheiro e Oscar Pires diante da abertura da Gruta do Arahy
Sans titreLegenda da foto: Foram encontrados dentro da Gruta do Arahy algumas peças de cerâmica indígena
Sans titreLegenda da foto: Exploração à Serra Maria de Molina onde os integrantes da comissão encontraram uma gruta
Sans titreLegenda da foto: Mesmo com o acampamento alagado, as atividades continuaram
Sans titreLegenda da foto: Cahy, um dos cães da expedição, no acampamento após enchente do Rio Cautário
Sans titreLegenda da foto: Rondon observa a paisagem do cerradinho com vegetação típica do local
Sans titreRondon observa rato Toró, espécie comum no cerrado. Ao fundo podemos ver o marco comemorativo do bi-centenário de cuiabá
Sans titreExpedição para o levantamento da Serra do Pascal Moreira Cabral. A expedição levou cerca de 30 dias para fazer o percurso
Sans titreRondon e o capitão Tiburcio ao lado do marco comemorativo do Bicentenário de Cuiabá fundado em 08 de abril de 1919
Sans titreUm dos trabalhadores da expedição mostra para Rondon a quantidade de peixe para o almoço
Sans titreDepois de prontas cinco canoas a comissão irá descer o Rio Manoel Correia rumo ao São Miguel
Sans titreFeito o percurso do Rio São Miguel, os expedicionários entram no Rio Guaporé
Sans titreRondon e outro militar posando com o canhão encontrado no Forte Príncipe da Beira
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