Cestaria

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        Cestaria

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          Cestaria

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            Cestaria

              74 Archival description results for Cestaria

              74 results directly related Exclude narrower terms
              Cena de um ritual Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-AL-CRIcA1-CRICA1_363 · Item · 1916
              Part of Arquivístico

              Legenda da foto: A festa das Rodas de Ikê, chamada "Marido", um dos rituais dos índios Bororo

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              Cesto fundo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-EX-SPI04072A · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Cesto fundo feito de palha

              Untitled
              Objetos pendurados na maloca
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-EX-SPI04087 · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Objetos pendurados na maloca: Cuia (meia cabaça) queimada por dentro com cera de abelha (para guardar água, farinha ou frutas), cabaça amarrada com uma rede de fios de algodão para guardar óleo de piqui; cesto de fibra de buriti para guardar objetos como

              Untitled
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SPIVI005 · Item · 19440
              Part of Arquivístico

              Documentário sobre as expedições do S.P.I., entre as comunidades indígenas localizadas às margens do Rio Xingu. As cenas mostram o cotidiano das aldeias dos índios Kamayurá e Mehinaku

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              Índios Paresi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-AL-CRIcA1-CRICA1_350 · Item
              Part of Arquivístico

              Legenda da foto: O fotógrafo da comissão Luiz Thomaz Reis entre as índias Paresi e suas crianças em Utiariti

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              Mandioca ralada
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-EX-SPI04071A · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Peneira rasa feita de palha com mandioca ralada

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              Objetos pendurados na maloca
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-EX-SPI04086 · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Objetos pendurados na maloca: Cuia (meia cabaça) queimada por dentro com cera de abelha (para guardar água, farinha ou frutas), cabaça amarrada com uma rede de fios de algodão para guardar óleo de piqui; cesto de fibra de buriti para guardar objetos como

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              Rituais e festas Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-CRVI004 · Item · 1917
              Part of Arquivístico

              Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento

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