Cestaria

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        Cestaria

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          Cestaria

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            Cestaria

              147 Archival description results for Cestaria

              147 results directly related Exclude narrower terms
              Índio Urubu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-AV-SPIA2144 · Item · 1951
              Part of Arquivístico

              Legenda da foto: "Homem urubu"

              BR DFFUNAI RJMI BIB-FOL-F1252 / 2001 · Item · 2001
              Part of Bibliográfico

              Há mais de 2000 anos, os índios Baniwa, habitantes do Rio Negro, trançam com fibra de arumã uma sofisticada cestaria, famosa por seus grafismos peculiares. Para refazer a trama dessa história, está sendo lançado o Livro de Bolso Arte Baniwa, com textos de Beto Ricardo e imagens de Pedro Martinelli

              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF342_PL072_DOC00_FOTO190_2532 · Item
              Part of Arquivístico

              Informação do relatório: Relatório das Inspetorias e atração Xavante - 1949; Legenda da foto: Os Chavantes com raízes de mandioca que ganharam por ocasião de sua visita ao Posto; Descrição da foto: Homens Xavánte recolhendo mandioca e colocando em cesto na margem do rio

              Índia Kadiwéu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFC-SPI12729 · Item · 1947
              Part of Arquivístico

              Índia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial

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              Índia Kadiwéu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFC-SPI12731 · Item · 1947
              Part of Arquivístico

              Índia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial

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              Índia Kadiwéu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFC-SPI12732 · Item · 1947
              Part of Arquivístico

              Índia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial

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              Índia Kadiwéu
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFC-SPI12736 · Item · 1947
              Part of Arquivístico

              Índia Kadiwéu chamada Ná Inocência, mulher de João Apolinário, trançando cestos de palmas de carandá com pintura facial

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-DFC-SPI12739 · Item · 1947
              Part of Arquivístico

              Índio Kadiwéu chamado Cardoso trançando um balaio da palmas da palmeira bocaiúva para carregar carne de sol

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              Índios Paresi
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-AL-CRIcA1-CRICA1_350 · Item
              Part of Arquivístico

              Legenda da foto: O fotógrafo da comissão Luiz Thomaz Reis entre as índias Paresi e suas crianças em Utiariti

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-RE-MF066_PL732_DOC18_FOTO030_119 · Item · 1928
              Part of Arquivístico

              SPI - Povoação Indígena de Passo Fundo - Relatório de 1928; Legenda: Índia velha trabalhando em artefatos de taquara

              Índios dentro de casa
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-IIR-SPI11721 · Item · 1947
              Part of Arquivístico

              Grupo de índios Karajá dentro de casa indígena feita de folhas de palmeiras

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              Mandioca ralada
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-EX-SPI04071A · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Peneira rasa feita de palha com mandioca ralada

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              Objetos pendurados na maloca
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-SPI-SE-EX-SPI04086 · Item · 1944
              Part of Arquivístico

              Objetos pendurados na maloca: Cuia (meia cabaça) queimada por dentro com cera de abelha (para guardar água, farinha ou frutas), cabaça amarrada com uma rede de fios de algodão para guardar óleo de piqui; cesto de fibra de buriti para guardar objetos como

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              Rituais e festas Bororo
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-CR-CRVI004 · Item · 1917
              Part of Arquivístico

              Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento

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              [Índios Xavánte]
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-MNPI--FDVI 022 · Item
              Part of Arquivístico

              Imagem de uma aldeia indígena, índios reunidos (mulheres e crianças), índia amamentando, criança índia colocando lenha numa pequeno fogão, tucano se alimenta, índia confecciona cesto de palha, índia fazendo linha com algodão, índio cortando sua comida (um

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