cestaria

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        cestaria

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          cestaria

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            cestaria

              15 Archival description results for cestaria

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130819_01 · Item · 2013
              Part of Arquivístico

              Kaira, moça de Buaçu, descansa em uma rede na varanda da tia, aguardando o momento de ir para o roçado com a avó. No solo, abaixo de sua rede, está o tsahe que ela levará para trazer os produtos do roçado para a aldeia. A alça do tsahe é feita de corda vermelha.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_13 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Os indígenas explicam que o keruri bedeni é utilizado para guardar ‘bombom’, que é o modo como os amazônicos em geral chamam às balas de chupar. O keruri é feito com uma espécie de capim amazônico chamado em língua kulina também de ‘keruri’. Ele é confeccionado pelas mulheres e apresenta muita delicadeza e em geral é adornado com padrões diversos.

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              A cozinha de Terezinha
              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20130828_01 · Item · 2013
              Part of Arquivístico

              Maria, bolsista indígena, filma a cozinha de Terezinha, em Buaçu. Ao fundo, um fogão de barro, tijolos e tábuas. O chão é de paxiuba, como é comum nas casas kulina. A cozinha tem paredes de paxiuba também. Há alguns armários de ripas de madeira e um girau alto para guardar alimentos, utensílios e outras coisas. A um canto vemos alguns cestos tsahe com bananas. Pendurados também ficam alguns pequenos tsahe que guardam coisas e alimentos da casa. E há ainda um tsahe pequeno qu serve de casa para um casal de cocotas que Terezinha cria.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_07 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Raimundo Kulina ajuda a qualificar os cestos paneiriformes kulina. Estes cestos são geralmente confeccionados por homens ou mulheres. Podem ser feitos a partir de dois tipos de cipós: o ambé, chamado em kulina de ‘Topi’, e o timbó, chamado em kulina de ‘Tsahe’. Segundo os indígenas, estes cestos são utilizados por homens e mulheres para o transporte de macaxeira, banana, milho, cará, abacaxi e outros produtos de roçado, bem como para transportar a dormida e roupas em viagens. Antigamente, quando se trabalhava no seringal, usava-se muito o tsahe ou topi para carregar roupas, dormida e as coisas pessoais da pessoa. Além disso, em viagens de canoa, embarca-se a macaxeira e a banana que servirão de rancho para a viagem nos cestos tsahe ou topi. Raimundo Kulina mostrou que em geral os Tsahe ou Topi são carregados através cordas feitas de casca de cipó, penduradas na cabeça, utilizando a força do pescoço e da cabeça para carregar coisas pesadas.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_08 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Raimundo Kulina mostra para a equipe de museologia como as mulheres e homens carregam o cesto paneiriforme tsahe ou topi (descrição feita pelos pesquisadores indígenas: Raimundo panelo rolei rizaralí).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_01 · Item · 2012
              Part of Arquivístico

              Mulher de Buaçu confecciona um hepiri, o antigo prato kulina, enquanto bebê dorme em seu colo. É interessante o detalhe de um ´za´ana nodi´, isto é, o miolo de uma folha de murmuru, usado para a confecção deste tipo de cesto.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20141121_03 · Item · 2014
              Part of Arquivístico

              Nadina confecciona o hepiri, produzido a partir do miolo da palmeira murmuru (za´ana nodi em língua kulina).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_12 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              Os indígenas explicaram que o keruri é um cesto utilizado como uma espécie de bolsa ou refratários para guardar pequenas coisas. O keruri é feito de uma espécie de capim amazônico com uma técnica que dá uma flexibilidade tornando possível confeccioná-lo em diversos formatos. O formato mais comum é bastante semelhante ao hohori (um vaso médio e pequeno de cerâmica). Ele é confeccionado unicamente pelas mulheres e a técnica de confecção é muito delicada, entrelaçando os feixes de capim, construindo os formatos desejados. É também bastante frágil, podendo se deformar facilmente. É utilizado como toucador, para guardar pequenos objetos pessoais ou como bolsa para carregar estes mesmos objetos. Em geral é pintado através de diferentes técnicas de pinturas e com desenhos que dão maior definição a seu formato. O exemplar acima é pintado através de uma técnica muito comum entre os Kulina, a base de uma tinta conhecida como ‘amaidada’ em língua kulina, tirada de um arbusto encontrado na mata bem perto das aldeias e que dá uma coloração roxa ou violeta (exatamente igual ao violeta gensiana).

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_CKL_FOT_20120914_02 · Item · 2012
              Part of Arquivístico

              Doima, de Buaçu, confecciona um heprir, o antigo prato kulina, enquanto bebê dorme em seu colo. É possível perceber o formato do cesto confeccionado. Seu fundo é confeccionado com um padrão de trançado. E forma-se um desenho quadrado. A partir do quadrado, sobem as laterais do cesto, com um outro desenho de trançado.

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              BR DFFUNAI RJMI ARQ-914BRZ4010-CUL-KL_GM_FOT_20150512_09 · Item · 2015
              Part of Arquivístico

              As mesmas técnicas de confecção e materiais são utilizados também para fazer cestos paneiriformes pequenos e médios. Eles servem igualmente para transporte, mas em geral são utilizados por crianças ou para carregar menor volume de coisas. Os indígenas deram como exemplo, as meninas que trazem mamões dos roçados. Alem disso, os tsahes menores são utilizados para guardar pequenas coisas ou pequena quantidade de coisas na casa ou cozinha. Uma utilização curiosa (e muito comum nas aldeias kulina) do tsahe pequeno é como casa de pequenos animais de estimação, em especial pássaros como o papagaio e o periquito.

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