Brasília, DF
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Define o patrimônio imaterial como objeto de instrumento normativo multilateral no campo da cultura. Afirma que em 2003 a UNESCO fazia repercutir o reconhecimento do papel deste tema em um cenário global marcado por profundas transformações, associadas ao agravamento da desigualdade econômica e da intolerância étnico-religiosa
CAVALCANTI, Maria Laura Viveiro de CastroCatálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Fortaleza entre os dias 21 de agosto a 26 de outubro de 2014
Catálogo da Exposição Patrimônio Imaterial Brasileiro: a celebração viva da cultura dos povos realizada na Caixa Cultural Salvador entre os dias 18 de dezembro de 2014 a 8 de fevereiro de 2015
Propõe fornecer uma breve descrição sobre a história e o modo de vida dos Parintintin, grupo indígena situado no município de Humaitá, Estado do Amazonas
LEVINHO, José CarlosCom essa publicação o Ministério da Cultura e o Iphan vêm informar sobre os fundamentos e instrumentos da política de salvaguarda da dimensão imaterial do patrimônio cultural brasileiro, assim como prestar contas dos seus resultados e dos desafios que vêm enfrentando.; Esses jongos, violas, círios e ofícios são bens vivos mantidos pelas pessoas que os praticam. Preservá-los é valorizar seu conhecimento e ação. A salvaguarda desses bens está, portanto, orientada para a valorização do ser humano, para a garantia e para a melhoria das condições sociais, culturais e ambientais que permitem sua permanência
IPHAN/Ministério da CulturaEsses jongos, violas,círiose ofícios são bensculturais; vivose mantidos pelas pessoas que os praticam.; Preservá-losé valorizar seu conhecimento e; ação. A salvaguarda desses bensestá, portanto,; orientada para a valorização do ser humano e; para a melhoria dascondições sociais,culturais; e ambientais que permitem sua existência e permanência
IPHAN/Ministério da CulturaExamina as relaçOes sociais entre os índios Pukobyê (Jê-Timbira) e a população regional no interior do Maranhão, a partir da descrição e análise de um conflito, dando-se-lhe o tratamento de "drama"
BARATA, Maria HelenaOs Povos Indígenas e a Construção das Políticas de Saúde no Brasil está dividido em nove capítulos, que cobrem temas como caracterização sócio-antropológica dos povos indígenas, antecedentes e contextos da política de saúde indígena, análise de dados relativos aos serviços de saúde e à epidemiologia de agravos infecciosos e crônico não-transmissíveis, controle social e desafios e perspectivas do modelo gestor e assistencial. Conta ainda com quatro anexos, com mapas, análises epidemiológicas adicionais e indicações bibliográficas sobre temas específicos.; Dentre os vários pontos que merecem destaque no livro, chama a atenção a imbricação entre a implantação do subsistema de atenção à saúde indígena e a produção de dados epidemiológicos, demográficos e de uso de serviços. Garnelo e colaboradores analisam dados oriundos do SIASI (Sistema de Informação de Atenção à Saúde Indígena), operado pela Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) e alimentado pelas equipes dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), distribuídos em todo o país
GARNELO, LuizaO livro divido em duas partes principais. Na primeira, dividida em dois capítulos, ela buscou oferecer ao leitor uma panorâmica dos problemas vividos pelos povos indígenas no momento pré-constituinte, a inserção do movimento indígena no conjunto maior dos movimentos sociais em luta pela construção de um regime ver dadeiramente democrático, plural e participativo, bem como as mobilizações destinadas à participação na feitura da nova Carta Constitucional do país. Na segunda parte ela narra, a partir de cada fase dos trabalhos da ANC, os embates em torno das propostas relativas aos direitos indígenas, os obstáculos encontrados em meio ao percurso e as estratégias utilizadas tanto pelos povos indígenas quanto por seus aliados, culminando com o texto finalmente aprovado
Lacerda, RosaneEtnografia sobre a relação dos chamados "piaçabeiros" no médio rio Negro e suas relações de conflito existentes
Menezes, Elieyd Sousa deCartilha educativa sobre as crianças indígenas do Brasil produzida pela Artíndia-COART para a semana da criança de 1987 e com ilustrações de Olimpio Cruz
FUNAIApresenta o indigenismo e o conjunto geral de valores, normas e modos de ação prática adotados pelo valores, normas e modos de ação prática adotados pelo governo em relação aos índios. Apresenta a política indigenistas tanto em aspectos ideológicos e jurídico-formais quanto em caráter de ação prática e concreta
MOREIRA NETO, Carlos de Araujo (1930-2007)Trabalho de campo desenvolvido junto aos índios FulniO. Descreve e analisa as relaçOes interétnicas entre os FulniO e a população regional
HERNANDEZ DIAZ, JorgeAlém de reproduzir integralmente os diários de campo escritos nos anos de 1950, este livro inclui, de maneira interessante, comentários reflexivos do autor enquanto releitor de seus próprios diários, assim apresentando um duplo registro da experiência de campo do etnólogo. Tanto os diários quanto os comentários proporcionam uma leitura prazeirosa, não apenas pelo estilo agradável do autor como pelos detalhes e incidentes descritos e comentados. Acompanha um pequeno dossiê fotográfico, de caráter etnográfico e pessoal
OLIVEIRA, Roberto Cardoso deTrabalho etnográfico sobre as mudanças no modelo de atenção à saúde indígena, focando, em particular, o papel dos agentes indígenas de saúde neste processo
Novo, Marina PereiraA presente publicação tem como objetivo apresentar diretrizes da Fundação Nacional do Índio - FUNAI sobre a construção e implementação de Planos de Gestão Territorial e Ambiental de Terras Indígenas - PGTAs, previstos no Plano Plurianual do Governo Federal - PPA 2012-2015 - Programa Proteção e Promoção dos Direitos dos Povos Indígenas, em conformidade com os acordos institucionais realizados com o Ministério do Meio Ambiente - MMA e com o Comitê Diretor no âmbito do Projeto Gestão Territorial e Ambiental Indígena - GATI
Livro de notas sobre a organização social e crenças dos Botocudo
Nimuendaju, CurtConstrói um modelo de sistema de relaçOes, complementado pela análise de outros aspectos da organização social dos tupi-contemporAneos
LARAIA, Roque de BarrosEm seu processo de devir histórico e social, a biblioteconomia tem assumido diferentes feições, que levaram à incorporação de novos objetivos e novas competências. Dois grandes marcos histórios são o advento, na década de 1930, da documentação, e, nos anos de 1960, o conceito mais abrangente de ciência da informação. Ambas as mudanças foram marcadas pela necessidade de ampliar o terreno de ação da bibliografia, de modo a que fosse tratada com a devida atenção toda a crescente gama de documentos que começavam a proliferar, na esteira dos grandes avanços científicos do século XIX, particularmente os artigos científicos. Hoje em dia, em nova virada histórica, a questão do suporte da informação deixa de ser dominante. Livro, folheto, artigo de periódico, tese, manuscrito, ou o que seja, tendem a perder o grau de centralidade que ocupavam no cotidiano dos profissionais da informação. Para estes e, principalmente, para os usuários, a multiplicidade de suportes e o crescimento incessante da produção de informações, mais o advento da tecnologia da informação e da internet, fizeram com que se tornasse ainda mais premente a criação de meios que permitissem, de modo privilegiado, a identificação precisa dos conteúdos dos suportes, inclusive imateriais, onde se registram os resultados de pesquisas e todas as criações do labor humano. Por isso, se diz hoje “organização da informação”. Não é pequena, portanto, a responsabilidade que recai sobre todos os que atuam no campo da informação. Exige-se deles não apenas o aperfeiçoamento de técnicas antigas, de modo a ajustá-las às novas exigências da tecnologia, mas também a descoberta de novos caminhos que permitam a todos e a cada usuário ter acesso rápido e eficiente às informações de que precisam. Esta coletânea reúne oito textos que proporcionam ao leitor uma visão crítica das questões ligadas ao armazenamento e recuperação de informações, de algumas das soluções adotadas para essas questões, e também de alguns caminhos abertos para a pesquisa nessa área. Sete desses trabalhos foram escritos por professores da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais e um por pesquisador do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT)
NAVES, Madalena Martins Lopes (org)O livro reúne artigos de autores indígenas produzidos a partir de trabalhos acadêmicos
LUCIANO, Gersem José dos SantosArtigo que tem por objeto o estudo da proteção dos direitos dos povos indígenas presentes em diferentes instrumentos jurídicos internacionais, com ênfase na proteção dos conhecimentos tradicionais dos povos indígenas, com enfoque especial na Convenção da Diversidade Biológica (CDB)
LUCIANO, Gersem José dos SantosO artigo analisa a organização social dos índio Guarani Kaiwá baseada na família extensa e de como a educação escolar indígena relaciona-se com a tradição de conhecimentos que opera no contexto familiar
LUCIANO, Gersem José dos SantosArtigo sobre o movimento indígena no Brasil
LUCIANO, Gersem José dos SantosO artigo apresenta alguns aspectos da morfologia da língua Ofayé
LUCIANO, Gersem José dos SantosAnalisa e interpreta o sistema social KrahO
MELATTI, Julio CezarObra rara e pouco conhecida, agora reeditada pelo Senado Federal, com tradução de Emmy Dodt e Gustavo Barroso, autor da apresentação. Trata-se, segundo Barroso, de larga descrição da vida social, política e militar do Rio de Janeiro e do Brasil, com um retrospecto dos acontecimentos ligados à Independência, no começo do século, de 1824 a 1826, feita com talento, cultura e bom gosto literário pelo ex-Tenente de Granadeiros Alemães do Exército Imperial
SCHLICHTHORST, CA Unesco define como Patrimônio Cultural Imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas - junto com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural."; O Patrimônio Imaterial é transmitido de geração em geração e constantemente recriado pelas comunidades e grupos em função de seu ambiente, de sua interação com a natureza e de sua história, gerando um sentimento de identidade e continuidade, contribuindo assim para promover o respeito à diversidade cultural e à criatividade humana
Publicação sobre as ações da Fundação Nacional do Índio - FUNAI no período da Ditadura Militar
Apresenta a idéia de energia vital na base das noçOes de corpo, tempo, poder mágico e da escatologia nativa. Compreende alguns aspectos da construção do gênero para os Javaé
RODRIGUES, Patrícia de MendonçaDo púlpito "(o pináculo do templo), o padre Antônio vieira pregava às "gentes" do maranhão. Seus sermões, pronunciados entre 1653 e 1662, atraíam e fascinavam autoridades, colonos e multidões anônimas. Sua missão jesuítica - "dificultosíssima" - impelia-o a agir ad majorem Dei Gloriam, inserindo-o ativamente no mundo, nas condições impostas pela época barroca e pela colonização portuguesa no século XVII. O sermão - gênero a que ele conferia uma qualidade inexcedível - era uma práxis fundada sobre o talento do pregador, contando com certa "encenação" e com papéis definidos para os ouvintes/leitores/espectadores. O sermão (como nos ensina Beatriz Catão Cruz Santos) promovia uma "reorquestração dos sentidos", a serviço da articulação e da hierarquização do reino de Deus, do reino de Portugal, da "região", das cidades e das aldeias
SANTOS, Beatriz Catão CruzLivro escrito sobre o povo indígena Tukano
Álvaro TukanoApresenta uma síntese da cultura Marubo. Examina os ritos de cura, espíritos e doenças
MELATTI, Delvair MontagnerComo transformar a pluralidade social presente no microespaço da sala de aula em estímulo para rearranjos pedagógicos, curriculares e organizacionais que compreendam a tensão gerada na sua positividade, a fim de ampliar e tornar mais complexo o diálogo entre realidades, perspectivas, concepções e projetos originados da produção da diversidade sociocultural? Como superar a invisibilidade institucionalizada das diferenças culturais que; valida avaliações sobre desempenho escolar de crianças, jovens e adultos sem considerar as suas realidades e pertencimentos sociais?; O impulso pela democratização e afirmação dos direitos humanos na; sociedade brasileira atinge fortemente muitas das nossas instituições estatais,atreladas a projetos de estado-nação comprometidos com a anulação das diferenças culturais de grupos subordinados. Neste contexto,as diferenças culturais dos povos indígenas, dos afro-descendentes e de outros povos portadores de identidades específicas foram sistematicamente negadas, compreendidas pelo crivo da inferioridade e, desse modo, fadadas à assimilação pela matriz dominante.; A proposta é articular os atores sociais e os gestores para que os desafios que foram postos estabeleçam novos campos conceituais e práticas de planejamento e gestão, renovados pela valorização da diversidade sociocultural, que transformem radicalmente posições preconceituosas e discriminatórias.
LUCIANO, Gersem dos SantosPublicação do Ministério da Educação brasileiro sobre a educação escolar indígena
Publicação do Ministério da Educação brasileiro sobre a educação escolar indígena