Brasil
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Esta obra é certamente a mais completa sobre o Positivismo no Brasil. Trata fundamentalmente da difusão dessa corrente filosófica criada por Auguste Comte. O autor recolheu muitos depoimentos e compulsou grande número de documentos e extensa bibliografia. Obra de grande erudição, foi escrita em estilo agradável. O autor escreve no prefácio: "Já chegou o momento de se considerar a influência do Positivismo no Brasil como um fato social a ser encarado e investigado como critério histórico idealizado por Tácito - sine ira ac studio - sem ódio nem amor, isto é, sem ranger de dentes e sem ditirambos apologéticos
Sem títuloO autor faz um estudo iconológico das representações pictóricas dos índios no decorrer dos séculos XVI e XVII, mostrando a tematização de certas características do discurso europeu sobre os nativos da América. Ao confrontar estas representações com relatos escritos e com a cartografia, o autor aponta para o "descompasso entre os textos e as imagens", observação essa ilustrada de forma bastante criativa no que diz respeito à antropofagia. Um outro aspecto importante do livro reside na abordagem das "mulheres canibais", o que permite ilustrar tanto o impacto do Novo Mundo sobre o pensamento europeu, quanto o impacto desse pensamento sobre as políticas coloniais
Sem títuloO livro dos perfis não obedece às regras das perspectivas, não admiti um único olhar. É no entanto a "representação verdadeira"de uma realidade ainda viva na memória de cada mestre. Desenha as múltiplas faces de uma figura
Sem títuloO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
Sem títuloFlora Brasílica é uma série de livros publicados pela Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo entre 1940 e 1955, que pretendia atualizar e ampliar a coleção Flora Brasiliensis publicada meio século antes na Europa. Foi planejada e iniciada por Frederico Carlos Hoehne, diretor superintendente do departamento de botânica do estado.; A coleção escrita por diversos especialistas e publicada somente em parte, após a aposentadoria de Hoehne em 1952, foi lançado um volume por ele deixado completo em 1955. Foi então interrompida até 1968, quando por obra de Alcides Ribeiro Teixeira, foi lançado mais um fascículo. Alguns dos volumes publicados, apesar de já parcialmente desatualizados quanto à nomenclatura dos gêneros e espécies, ainda permenecem como as melhores e mais completas referências publicadas até hoje sobre as plantas do Brasil
Sem títuloEste livro reúne os primeiros trabalhos de Gioconda Mussolini, pioneira como profissional de antropologia no Brasil. em seus textos, analisa a concepção de doença e de morte entre as tribos indígenas brasileiras
Sem títuloAinda que não tenham sido todos escritos para um mesmo tipo de leitor —uns são dirigidos a particulares, outros ao Serviço de Proteção aos Índios e ainda alguns talvez redigidos para fins de publicação — os textos, de um estilo vivo, espontâneo, cheio da energia de um homem empenhado na defesa das sociedades que estudava; Desses relatórios, aquele cuja leitura se faz, provavelmente, com mais interesse é o referente a "Os Índios Parintintin do rio Madeira", onde Nimuendajú narra as atividades da frente de atração do SPI, dirigida por ele, que, finalmente, entrou em contato amistoso com aqueles índios. Essa atração serviu de motivo ao romance O instinto supremo, de Ferreira de Castro. O famoso autor de A selva, que trabalhara na sua juventude num seringal do rio Madeira, e que partilhara, com os patrões, gerentes e seringueiros da região, do temor e talvez do ódio aos Parintintin, ao escrever aquele romance, prometido a Rondon, baseou-se, entre outras fontes, no relatório de Nimuendajú
Sem títuloEste livro abrange o período 1760-1910, incluindo a "Direcção" pós-jesuíta, a rebelião Cabanagem grande, e o boom da borracha na Amazônia
Sem títuloO emaranhado de problemas que o tema da Cultura e sua relação com o Estado suscita já foi apontado muitas vezes pelos principais teóricos da questão e pela sensibilidade de muitos artistas conscientes. O controvertido relacionamento do Estado levanta perguntas bastantes interessantes. Algumas dessas perguntas se relacionam com temas centrais, tais como o proprio caráter do Estado no Brasil e a significação da cultura para a maioria, ou a questão da cultura e a noção de identidade nacional
Sem títuloO mapa é formado por dois volumes: um deles contém índices das sociedades indígenas, bibliográfico e de autores, bem como textos de esclarecimento a respeito da ortografia dos nomes tribais e de outros assuntos de interesse. O outro, sob a forma de encarte, é o mapa propriamente dito, que mostra a localização das sociedades indígenas no território brasileiro em diferentes épocas, traçando, em alguns casos, possíveis rotas de migração e assinalando a filiação lingüística das diversas sociedades
Sem títuloUm mundo se desenvolveu por milênios à margem do Ocidente e do Oriente, até um dia ser descoberto e conquistado. Seus traços, que ficaram impressos na solidez da pedra e na fragilidade do barro, são o objeto deste livro. Das escarpas dos Andes ao Amazonas, do cerrado ao litoral, o leitor é convidado a conhecer esse mundo de antes de Cabral
Sem títuloCatálogo de uma bem-sucedida exposição, o livro oferece belas reproduções de representações artísticas de temas brasileiros, com algum destaque para a temática indígena. O primeiro volume, sobre o "Imaginário do Novo Mundo", enfoca as imagens dos índios nas gravuras impressas, em mapas e na pintura, do início do século XVI ao período holandês. O segundo volume, "Um Lugar no Universo", dá ênfase à construção dos saberes científicos, de Frei Cristóvão de Lisboa (século XVII) à expedição de Agassiz em 1865-66. Também estão reproduzidas imagens, algumas menos conhecidas, das viagens de Alexandre Rodrigues Ferreira, Maximiliano Príncipe de Wied-Neuwied, Debret, Rugendas e Keller. O terceiro volume, "A Construção da Paisagem", inclui algumas poucas representações de índios no contexto da natureza luxuriante. Os três volumes trazem abundantes notas biográficas (sobre viajantes e artistas) e indicações bibliográficas
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