Homem Bororo com aproximadamente 65 anos adornado para festas
Sans titreBororo
764 Description archivistique résultats pour Bororo
Homem Bororo adornado para festas com 40 anos de idade
Sans titreHomem Bororo adornado para festas com 40 anos de idade
Sans titreHomem Bororo de 50 anos com diadema adornado para festas
Sans titreHomem Bororo de 50 anos com diadema adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 35 anos adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 35 anos adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 35 anos adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 55 anos adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 55 anos adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 50 anos adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 50 anos adornado para festas
Sans titreMenino Bororo com 12 anos de idade adornado para festas
Sans titreHomem Bororo com 45 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 45 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 55 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 55 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 55 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 35 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 35 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 20 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 20 anos de idade
Sans titreMulher idosa Bororo com aproximadamente 75 anos de idade
Sans titreMulher idosa Bororo com aproximadamente 75 anos de idade
Sans titreMenina Bororo com 13 anos de idade
Sans titreMenina Bororo com 13 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 25 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 25 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 25 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com aproximadamente 40 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com aproximadamente 40 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 25 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com criança no colo
Sans titreMulher Bororo com criança no colo
Sans titreMulher Bororo com 75 anos de idade
Sans titreGeneral Rondon distribuindo brindes entre os índios Bororo que residem nas imediações da cidade de Rondonópolis
Sans titreGeneral Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete
Sans titreGeneral Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete
Sans titreGeneral Rondon conversando com índio Bororo chamado Cadete
Sans titreGrupo de índios Bororo dos Postos São Lourenço, em Córrego Grande
Sans titreGrupo de índios Bororo dos Postos São Lourenço, em Córrego Grande
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon com criança Bororo
Sans titreGeneral Rondon com criança Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreGeneral Rondon conversando com índios Bororo
Sans titreÍndios Bororo do Posto Indígena Simões Lopes em solenidade de hasteamento da Bandeira Nacional
Escola e gado dos índios Bororo do Posto Indígena General Gomes Carneiro
Registro do cotidiano dos índios Bororo, a pesca com timbó e a cerimônia de um ritual funerário. Decupagem dos intertítulos do 1º rolo de filme: - Selecionados da filmoteca da Comissão Rondon; - Fotografia do Major Thomaz Reis; - Depois de grandes cheias dos rios, toda a tribo celebra a Jure, festa da alegria, começando por freqüentes pescarias; - Ao amanhecer tem lugar essas pescarias à rede, que duram alguns dias; - Os índios se dirigem para as bahias em canoas. Tapam com palhas as embocaduras e todos os canais; - Isolada assim a lagoa eles batem o cipó "timbó" que deixa n'água um narcótico particular; - Atordoados e embriagados os peixes se deixam pescar; - É costume morder os que resistem à captura; - O sucury também não escapa embora seja ela a maior cobra do pantanal e que vive n'água; - A Jure - nas festas começam ao pôr-do-sol, e tem lugar ao lado de seu templo ou bahyto em um "stadium" cercado de véspera com palhas; - Esses cercados de palha tem por fim de esconder as danças, na sua primeira fase, das vistas das mulheres, que nessa hora se conservar ocultas em suas casas; - As cerimônias fúnebres entre os borôro são notáveis pela variedade de danças e práticas simbólicas; - Todos da tribo trabalham para essas festas, as mulheres fazendo utensílios de barro e de palha; - Os homens manufaturando tecidos para cintas melhores que os feitos à máquina; - As fibras para esses tecidos são extraídos das palhas de tucum; - Com que também tecem redes de pescar; - Para as festas porém eles se enfeitam com cocares de penas de harpia (águia brasileira) e grudam ao corpo, com resina, arminho de pato; - As mulheres se encarregam de pintar os seus maridos e amigos ou parentes, com tinta de urucum misturada com graxa de peixe e tatu canastra; - Todos se reúnem no bahyto a casa das cerimônias, as mulheres, seus filhos e menores de ambos os sexos; - É interditado aos brancos ou pessoas civilizadas, verem um índio moribundo nos seus últimos momentos. Ele acaba os seus dias no mistério de seus ritos e só de envolto em palha que conduzido para fora e exposto no atrio do bahyto; - Afugentando os maus espíritos. Símbolos musicais do prazer; - A pantomina do mutum, ave sagrada. O índio volteia imitando o pássaro que voa e pousa, enquanto os do grupo imitam o canto das outras aves; - A comida é abundante e não tem hora para ser servida. O repasto é ao ar livre compõe-se de caldo de peixe, peixe cozido sem sal, peixe assado e finalmente caldo de cana azedo; - A grande apoteose das armas de guerra. A dança dos arcos e flechas em homenagem; - Vê-se como é bem estudada esta dança nas suas marchas para representar a guerra e a vitória; - Perto do esquife todos correm. Decupagem dos intertítulos do 2º rolo de filme: - E terminam com uma dança circular sustentando ramos verdes; - A seguir a dança especial com movimentos de torção do corpo que representa um prodígio de ginástica; - Marido, a cerimônia do penúltimo dia; - A homenagem da força; - Para esta festa os índios preparam discos feitos de hastes de caheté amarrados em forma de feixes e constituindo um volume de metro e meio de diâmetro; - Com esses grandes e pesados discos cerca de 60 quilos, eles pretendem pular ao redor do terraço, façanha que somente alguns levam a bom êxito; - O Ayê tem lugar na mata mais próxima onde as mulheres não possam lobrigar nada do que se passa; - Os malhados representam a onça pintada; - Em seguida tem lugar o enterramento precedido de um solene bacorôro que é ritual dos chefes; - As mulheres abrem a sepultura de 2 palmos de fundura; - Antes de ser enterrado é o esquife molhado inteiramente, terminando assim todas as cerimonias; - Tínhamos ali a sensação dos remotos tempos do descobrimento
Sans titreA vida e a obra de Heinz Forthmann é recuperada através de suas fotografias, de seus filmes e da memória de seus contemporâneos.
Sans titreLegenda da foto: "Índios Bororo tomando banho em um rio, acompanhados por um funcionário do SPI"; Descrição da foto: Índios Bororo em rio com funcionário do Serviço de Proteção aos Índios registrado pelo fotógrafo da expedição chamado Heinz Forthmann
Sans titreLegenda da foto: "[Índios Bororo dançando no pátio de sua aldeia]"; Descrição da foto: Índios Bororo realizando dança indígena em aldeia registrados pelo fotógrafo da expedição chamado Heinz Forthmann
Sans titreLegenda da foto: "[Índios Bororo dançando no pátio de sua aldeia]"; Descrição da foto: Índios Bororo realizando dança indígena em aldeia registrados pelo fotógrafo da expedição chamado Heinz Forthmann
Sans titreFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
Sans titre