Índias Bororo confeccionando esteiras e abanos
Sans titreBororo
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Índios Bororo realizando a dança do Gavião
Sans titreÍndios Bororo realizando a dança do Gavião
Sans titreÍndios Bororo realizando a dança do Gavião
Sans titreÍndios Bororo realizando a dança do Gavião
Sans titreÍndios Bororo realizando a dança do moço Bororo, quando o rapaz chega ao fim da puberdade
Sans titreÍndio Bororo enfeitado para festa
Sans titreÍndio Bororo enfeitado para festa
Sans titreÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sans titreÍndio Bororo com zunidores (Schwirrholz)
Sans titreÍndios Bororo participando da Festa do Aide
Sans titreÍndios Bororo participando da Festa do Aide
Sans titreÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
Sans titreÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
Sans titreÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
Sans titreÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
Sans titreÍndios Bororo participando da Festa da Primavera, realizado na aldeia em torno de suas casas
Sans titreHomem Bororo com cerca de 20 anos
Sans titreHomem Bororo com cerca de 20 anos
Sans titreMenino Bororo de aproximadamente 10 anos de idade
Sans titreMenino Bororo de aproximadamente 10 anos de idade
Sans titreMenino Bororo de aproximadamente 10 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 30 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 65 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 65 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 65 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 65 anos de idade
Sans titreRapaz Bororo com aproximadamente 18 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 40 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 40 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 35 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 35 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 35 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 35 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 50 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 50 anos de idade
Sans titreRapaz Bororo com aproximadamente 20 anos de idade
Sans titreÍndio Bororo com aproximadamente 25 anos adornado para festas
Sans titreMulher Bororo com 30 anos adornada para festas
Sans titreMulher Bororo com 30 anos adornada para festas
Sans titreMulher Bororo com 30 anos adornada para festas
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 65 anos adornado para festas
Sans titreHomem Bororo adornado para festas com 40 anos de idade
Sans titreHomem Bororo adornado para festas com 40 anos de idade
Sans titreHomem Bororo de 50 anos com diadema adornado para festas
Sans titreMulher Bororo com 45 anos adornada para festas
Sans titreHomem Bororo com aproximadamente 28 anos de idade adornado para festas
Sans titreMenino Bororo com 12 anos de idade adornado para festas
Sans titreCapitão Cadete com 79 anos adornado com Parico durante a Festa do Mano
Sans titreHomem Bororo com 45 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 45 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 55 anos de idade
Sans titreHomem Bororo com 35 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 20 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 20 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 20 anos de idade
Sans titreMulher idosa Bororo com aproximadamente 75 anos de idade
Sans titreMulher idosa Bororo com aproximadamente 75 anos de idade
Sans titreMulher idosa Bororo com aproximadamente 75 anos de idade
Sans titreMulher idosa Bororo com aproximadamente 75 anos de idade
Sans titreMulher idosa Bororo com aproximadamente 75 anos de idade
Sans titreMenina Bororo com 13 anos de idade
Sans titreMenina Bororo com 13 anos de idade
Sans titreMenina Bororo com 13 anos de idade
Sans titreMenina Bororo com 13 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 25 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com aproximadamente 40 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com aproximadamente 40 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com aproximadamente 40 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 25 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com 25 anos de idade
Sans titreMulher Bororo com aproximadamente 50 anos de idade
Sans titreÍndio Bororo do Posto Indígena Simões Lopes pescando no rio
Homem chamado Eduardo Castro Menezes com índios Bororo do Posto Indígena General Gomes Carneiro chamados Antonio Rondon Filho e Miguel Aquirireu
Filmagem de expedição do Comandante Aboim junto aos índios Xavánte, Xingu e Bororo. Decupagem: índios Xavánte (01:06 a 01:30; 03:30 a 04:20; 06:10 a 06:58; 07:20 a 07:35; 14:20 a 15:13; 19:10 a 21:44; 24:27 a 25:20); índios Xingu (28:32 a 45:05 - Diacuí:
Reportagem sobre o Funeral Bororo no programa Fantástico da Rede Globo apresentado no dia 7 de dezembro de 2003
Músicas e cantos indígenas gravados pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Informações na capa do K-7 - Side A: 0-47: cantos, pranto ritual, linguagem do [?] dos Bororos (Pe. Ce`sar); 47-70: Choro de saudade pelo morto Bororo/ Side B: 0-19: Continuação do choro de saudade pelo morto Bororo; 19-37: choro de casal em Dom Bosco; 37-42: J.B. DAPRABA (48); 42-46: J.B. DAPRABA (49); 46-50: J.B. DAPRABA (50); 50-54: J.B. DAPRABA (51); 54-57: J.B. DAPRABA (52)/ 57-60: J.B. DAPRABA (53)/ 60-63: J.B. DAPRABA (54)/ 63-65: J.B. DAPRABA (55)/ 65-67: [?] TSIDUPU (56). Informações obtidas à partir da pesquisa do item - faixa 1: Músicas e cantos indígenas; Começa uma conversa entre o narrador e um índio (21 min. 19 seg. - 23 min. 20 seg.)/ faixa 2: 11 de outubro de 1974 em Sangradouro: Narrador diz que vai a nova aldeia dos Xavántes de caminhão e esta com ele José que vai falar umas palavras de recado para Alexandre, seu parente que esta na nova aldeia (6 min. 34 seg.)/ Narrador diz que esta na aldeia Xavánte à beira do rio das Mortes e esta ouvindo um choro de alegria, porque trouxemos uma criança da outra aldeia (9 min. 01 seg.)/ Em 15 de outubro de 1974 em Sangradouro - João Batista vai cantar um DAPRABA (14 min. 25 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (16 min. 14 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (18 min. 13 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (20 min. 02 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAPRABA (21 min. 58 seg.)/ João Batista vai cantar um DAIARONO (23 min. 29 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (25 min. 05 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (27 min. 20 seg.)/ João Batista vai cantar mais um DAIARONO (28 min. 55 seg.)/ Em 16 de outubro de 1974, Sangradouro - João Evangelista vai tocar agora o instrumento TSIDUPU
Sans titreFaixa 1: (01 seg - 8 min. 53 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Departamento de Antropologia. Gravação didática. Decadência e queda dos seios. (8 min. 55 seg. - 19 min. 24 seg.) Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Gravação didática. Antropólogo fala aos médicos.; Faixa 2: (07 seg. - 55 seg.) Música babilônia transcrita de uma tabuleta de barro queimado com inscrições cuneiformes.; (59 seg. - 1 min. 42 seg.) Canto de ninar Karajá, cantado primeiro por um homem, depois por uma mulher. Vai cantar agora algumas vezes aquelas sílabas que as mães cantam com canto de ninar quando a criança chora. É canto de mulher, não é de homem.; (1 min. 45 seg. - 2 min. 29 seg.) Vai cantar o canto de ninar que as mães Karajá cantam para o filho, para ele dormir.; (2 min. 33 seg. - 5 min. 16 seg.) Vamos ouvir um [?] Xavánte. Isto é o canto para o início da caçada comunal. Os índios formam um círculo de quatro, cinco quilômetros de diâmetros e acendem a periferia para obrigar os animais a se aproximarem sempre mais e mais ao centro. E quando sobrar um círculo de cem ou deuzentos metros de diâmetro cheio de animais, os índios pulam o fogo, penetram neste círculo de matam os animais. Lugar São Marcos. Ano de gravação 1961. O cantor principal [?].; (5 min. 18 seg. - 7 min. 19 seg.) Canto dos meninos à meio dia em frente das choupanas das aldeias. Este canto foi gravado pelo padre Angelo Jaime Venturelli.; (7 min. 27 seg. - 9 min. 05 seg.) 29 de setembro de 1975, missão Sangradouro. Jerônimo vai cantar agora um canto [?] que serve para chamar os companheiros para irem executar um serviço mais pesado e que requer a ajuda de várias pessoas, por exemplo, ir no mato e trazer folhas de palmeiras para consertar as casas. Ele vai cantar agora este canto.; (9 min. 11 seg. - 10 min. 44 seg.) Vamos ouvir o choro que a mãe Karajá entoa quando sua filha chegou a puberdade e teve a primeira menstruação. O choro esta sendo cantado o dia inteiro do acontecimento e às vezes a noite também. O motivo do choro é que a mãe esta prevendo a perda de sua filha que logo vai casar e, consequentemente, não será mais membro família maternal.; (10 min. 48 seg. - 14 min. 18 seg.) Vamos ouvir agora um canto mágico dos índios Xavánte para curar um doente gravemente enfermo. O canto foi gravado na missão do Sangradouro, Mato Grosso, em 1969. Quando uma pessoa esta muito doente a aldeia inteira se junta em frente da choupana do doente à noite e cantam até a madrugada diferentes cantos de curar que tem poder mágico. Os índios acreditam que se este canto não ajudar, não há mais esperança para o doente. Que não vai sarar com nenhum remédio.; (14 min. 24 seg. - 16 min. 41 seg.) Estamos na missão Salesiana de São Marcos, Mato Grosso. Data: 30 de agosto de 1961. É noite. As estrelas brilham. Mas, só em cima, no meio do céu porque a fumaça provocada pelas queimadas que o Xavántes usam para as suas caçadas escureceu em volta toda a região do céu que esta perto do horizonte. Estamos ao ar livre, minha senhora e eu, perto de um forro. Em volta de nós, uns trinta moços Xavántes cantando. Um deles se oferece a cantar o choro do curandeiro. O moço esta quase totalmente nú, com o cabelos vermelhos de urucum, com alguns enfeites no corpo. Pega o microfone sem medo e canta. Significa nada. São sílabas que não formam palavras e servem unicamente para facilitar a entonação. Peço desculpas pelas imperfeições da gravação que foi feita num gravador pequeno de pilhas. (16 min. 45 seg. - 17 min. 50 seg.) Vamos ouvir um canto mágico Xavánte para a chuva parar. Paulo agora vai cantar um canto que usam quando tem chuva demais e querem que a chuva pare.; (17 min. 53 seg. - 20 min. 12 seg.) Música das flautas sagradas dos índios Nambikwára na Serra Azul em Mato Grosso. 11 de julho de 1967. Estou na casa de flautas da aldeia Nambikwára. Elisabete não pode vir aqui porque para mulheres é tabu. Elas não podem entrar aqui, sob pena de morte. Os Nambikwára prometeram de tocar as flautas.; (20 min. 17 seg. - 24 min. 25 seg.) Vamos ouvir agora a música fúnebre dos índios Bororo e o lamento fúnebre da mulher. Esta gravação foi feita pelo padre Cesar Albisetti.; (29 min. 28 seg. - 30 min. 40 seg.) [teste de gravação]
Sans titreLegenda da foto: Índios Bororo no seu traje usual, o terceiro índio da direita para esquerda é um homem de luto com os cabelos já crescidos mas ainda não cortados à moda do grupo. Os parentes mais próximos de um Bororo falecido arrancam os cabelos e deixam-os crescer por muitos meses. Um dia, inesperadamente, cessam o luto pegam a pessoa, cortam-lhe os cabelos horizontalmente na frente e enfeitam-lhe com urucum e penas multicores de seu uso para uma festa
Sans titreLegenda da foto: Grupo de índias Bororo. As duas índias com cabelos crescidos estão de luto. Os parentes mais próximos de um Bororo falecido arrancam os cabelos e deixam-os crescer por muitos meses. Um dia, inesperadamente, cessam o luto pegam a pessoa, cortam-lhe os cabelos horizontalmente na frente e enfeitam-lhe com urucum e penas multicores de seu uso para uma festa
Sans titreLancha Rosa Bororo no porto do aldeiamento do Córrego Grande dos índios Bororo registrado pelo fotógrafo Wulfes
Sans titreÍndios Bororo em casa indígena registrada pela equipe de pesquisadores da Comissão Rondon
Documentário vivo de uma cruzada patriótica, mostrando quanto sofreu esse punhado de homens valorosos dirigidos pelo General Rondon, que penetrou palmo a palmo o sertão e o território desconhecido do Brasil para demarcá-lo demográficamente e permitir que fossem feitas estradas, linhas telegráficas, cartas demarcatórias, levando a civilização aos índios bravios que só a Rondon respeitavam, enfim descobrir o Brasil para os brasileiros. Decupagem da narração do filme: cargueiros de bois para o transporte pesado. Processam-se as primeiras medições do local. Uma estiva para permitir a passagem, cuidadosos, os animais atravessam a estiva. Construção de canoa para passagem do rio, eles ateiam fogo para a flexibilidade da canoa. Fabricação de mais uma canoa pelo sistema de escavação a machado. As canoas são arrastadas até a beira do rio, onde a carga é colocada nessas embarcações, tudo tendo que estar em perfeito equilíbrio. Começa a navegação pelo Rio Ronuro rumo ao Rio Culuene. Surgem as primeiras dificuldades, a passagem é barrada pelos troncos caídos. Nada pode deter a marcha desses homens, chefiados pelo Gal. Rondon. Navega-se por águas tranqüilas e realiza-se agora medições. Na margem do rio, as capivaras olham curiosas a passagem do homem. Dentro dos túneis navega-se com a devida precaução. Lá vai uma anta, carne fresca e churrasco a vista. O caçador aponta, espera e atira. Macacos e veados também vão para o espeto. A viagem sucede, nuvens de borboletas dão singular beleza ao ambiente. Novamente empecilhos. As aves que voam pelos espaços. Nas corredeiras as embarcações sendo empurradas no braço. Há trechos de águas tranqüilas para um descanso momentâneo. Corredeiras mais fortes agora procede-se com cuidado e atenção. Tendo que estivar tudo novamente requerendo paciência. As quedas d'água estão próximas
Sans titreDescreve uma parte da vida cerimonial dos Bororo de MInas Gerais através de comparação de material bibliográfico e dados obtidos em trabalho de campo sobre o cerimonial fúnebre
Sans titreEstuda as crenças baseadas na organização social dos Bororo, localizados no norte do Mato Grosso
Sans titreAborda o papel exercido pelas frentes de atração atrávés do relacionamento da sociedade nacional com a sociedade indígena e das conseqüências irreversíveis a que o contato conduz
Sans titreExplicação sobre os nomes etnicos e músicas Xavánte pelo etnomusicólogo Desidério Aytai. Há também a explicação do Funeral Bororo e música
Sans titreInformação do relatório: I.R.6 - Relatório apresentado pelo Inspetor: L.H. da Silveira Lobo; Legenda da foto: "1-Indio barbado KICODOUEPA; 2-Indio Bororo Jose Kutipibacureu em passeio na cidade de Carceres com o encarregado do Posto."; Descrição da foto: Índios Bororo
Legenda da foto: "[Índios Bororo dançando no pátio de sua aldeia]"; Descrição da foto: Índios Bororo realizando dança indígena em aldeia registrados pelo fotógrafo da expedição chamado Heinz Forthmann
Sans titreCanoa grande subindo o rio São Lourenço
Sans titreÍndio Bororo
Sans titreÍndio Bororo
Sans titreGrupo de índios Bororo numa praia do rio São Lourenço
Sans titreMeninos Bororo tomando banho no rio São Lourenço
Sans titreMeninos Bororo tomando banho no rio São Lourenço
Sans titreMeninos Bororo tomando banho no rio São Lourenço
Sans titrePesca dos índios Bororo
Sans titrePesca dos índios Bororo
Sans titreÍndio Bororo limpando a rede de pesca
Sans titre