Máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) que compõe indumentária ritual feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é composta de duas partes. Um colete com cauda adornado com grafismos e uma máscara que cobre a face e apresenta duas protuberâncias em formato de círculo costuradas nas laterais. As costuras são feitas com fio industrial (linha de costura) e fibra vegetal. A foto busca registrar grafismos apagados pela ação do tempo no centro do artefato. Número de inventário 71.1930.39.9
Sem títuloBora-Miranha
1500 Descrição arquivística resultados para Bora-Miranha
Parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Não se sabe se essa peça é usada na parte superior da máscara do objeto 71.1930.39.9, como parecem sugerir as imagens do filme Au Pays du Scalp, de Robert de Wavrin. O artefato tem a forma de um réptil (provavelmente um lagarto) e possui estrutura feita em pequenas varetas de madeira cobertas com líber (tecido de casca de árvore) tingido em tom esverdeado e adornado com grafismos em coloração negra. Apresenta quatro patas, um grande rabo e uma protuberância em formato redondo na cabeça, também em líber. Número de inventário 71.1930.39.10.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um peixe e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. Há três peças encaixadas em formato de barbatanas. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da peça desde um ângulo lateral. Número de inventário 71.1930.39.11.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto mostra a parte do artefato composta pela estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza. Número de inventário 71.1930.39.15.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto mostra a parte do artefato composta pela estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza. A imagem busca elucidar a utilização do mesmo. Número de inventário 71.1930.39.16.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um inseto (vespa) e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto mostra detalhes da parte inferior da peça, revelando a incisão feita para o encaixe da mesma nos suportes que as acoplavam na parte da máscara feita de líber e que cobria a face de quem a utilizava. Número de inventário 71.1930.39.16.
Sem títuloMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato é composto de uma estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza e de uma figura em madeira balsa encaixada em sua parte superior. Trata-se da representação de um inseto (vespa). Número de inventário 71.1930.39.16.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de um inseto (vespa) e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. A foto mostra detalhes da parte lateral da peça. Número de inventário 71.1930.39.16.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto mostra a parte anterior da figura em madeira balsa talhada na forma de um inseto (borboleta). Apresenta grafismos em coloração avermelhada. Número de inventário 71.1930.39.19.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto mostra a parte anterior da figura em madeira balsa talhada na forma de um inseto (borboleta). Apresenta grafismos em coloração avermelhada. Número de inventário 71.1930.39.19.
Sem títuloMáscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato é composto de uma estrutura de líber (tecido de casca de árvore) que cobre a face de quem a utiliza e de uma figura em madeira balsa encaixada em sua parte superior. Trata-se da representação de um pássaro (espécie não-identificada). O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. A foto visa elucidar a composição das partes do objeto. Número de inventário 71.1930.39.21
Sem títuloVista superior de parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Trata-se da representação de um pássaro (espécie não-identificada). O artefato apresenta pintura em colocação negra, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.21
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto mostra detalhes da amarração com fibra vegetal na parte superior da peça, de onde sai a pequena vareta ou bastão de madeira usado para a fixação da figura do animal feita em balsa. Número de inventário 71.1930.39.21.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) usada durantes os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Feita de líber (tecido de casca de árvore) e amarrações em fibra vegetal. A foto busca elucidar, por meio da inserção da mão dentro do artefato, como ela era utilizada pelos participantes do ritual, que as portavam na cabeça. Número de inventário 71.1930.39.23.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato tem a forma de pássaro (espécie não-identificada) e possui estrutura feita de madeira balsa talhada. A foto mostra detalhes da parte inferior da peça, revelando a incisão feita para o encaixe da mesma no suporte que a acoplava na parte da máscara feita de líber e que cobria a face de quem a utilizava. Número de inventário 71.1930.39.23.
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto mostra detalhes da amarração com fibra vegetal na parte superior da peça, de onde sai a pequena vareta ou bastão de madeira usado para a fixação da figura do animal feita em balsa. Número de inventário 71.1930.39.24
Sem títuloFace lateral de parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. O artefato apresenta pintura em colocação negra e amarela, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.26.
Sem títuloFace inferior de parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A foto revela a incisão feita para o encaixe da mesma nos suportes que as acoplavam na parte da máscara feita de líber e que cobria a face de quem a utilizava. O artefato apresenta pintura em colocação negra e amarela, mas não parece se tratar de um grafismo. Número de inventário 71.1930.39.26
Sem títuloParte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) feita em líber (tecido de casca de árvore) utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é usada junto ao artefato em formato de pássaro (fotos boa_2006_mqb_32). Número de inventário 71.1930.39.27.
Sem títuloFoto lateral de parte de máscara (tipo muhni ebaba ou mahnííhbabya) feita em líber (tecido de casca de árvore) e estrutura de madeira utilizada durante os rituais de bebida de pupunha (Meémeba) e coletada em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. A peça é usada junto a um artefato antropomórfico (fotos boa_20191218_mll_149) que é colocado no topo da estrutura. Número de inventário 71.1930.39.28.
Sem títuloFoto lateral de cesto (úvérújtsi) de fibra vegetal em formato circular com extremidade superior aberta. Apresenta desgastes por mau armazenamento. Sua trama é mais fechada do que a dos cestos usados para armazenamento e transporte de mandioca. Pode ter sido feito para venda ou para a coleta e transporte de folhas de coca e tabaco. Foi coletado em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Na foto o artefato está apoiado na mesa de consulta com a extremidade aberta para baixo. Número de inventário 71.1930.39.30.
Sem títuloFoto de parte externa de assento de cesto (úvérújtsi) de fibra vegetal em formato circular com extremidade superior aberta. Apresenta desgastes por mau armazenamento. Sua trama é mais fechada do que a dos cestos usados para armazenamento e transporte de mandioca. Pode ter sido feito para venda ou para a coleta e transporte de folhas de coca e tabaco. Foi coletado em 1929 por Robert de Wavrin entre os Bora que viviam na região do Rio Putumayo. Número de inventário 71.1930.39.30.
Sem títuloA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Sem títuloA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal de seu corpo (tronco, colo e pernas). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Sem títuloA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte frontal e traseira de seu corpo (braços e parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Sem títuloA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos um homem com pinturas corporais em motivos gráficos na parte traseira de seu corpo (parte superior do tronco). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos
Sem títuloA ilustração foi feita por Bruna Barros a partir das fotos e vídeos de Wavrin (filme Au pays du scalp). Nela, vemos uma menina com pintura corporal em motivos gráficos na parte superior de seu tronco (colo). Esse material, elaborado antes do trabalho de campo, foi usado nas atividades de reconhecimento e levantamento de informações sobre os grafismos.
Sem títuloGrafismo de uso variado (provavelmente máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha) feitos por Carmen Kuguao, reconhecida por dominar um grande repertório de motivos.
Sem títuloPintura facial do tipo “dente de traíra”. Feita em ocasiões rituais com pigmentos naturais (variação da foto anterior). Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloDiversos desenhos relativos aos grafismos, provavelmente Muina Murui. Autor desconhecido. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloGrafismos diversos. Não se especificou sobre quais suportes eles podem ser executados (corpos, rostos, artefatos, etc.). Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloPintura facial. Feita sob suporte de um rosto masculino. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloPintura corporal masculina feita com pigmento natural e plumas de gavião. Seu uso seria uma prerrogativa dos chefes. Ilustração elaborada durante a primeira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloRepresentação de um homem com prerrogativas rituais (rituais de nominação) e sua indumentária (adornos de fibra vegetal e colares). Apresenta a seu lado direito uma borduna. Junto com a legenda, essa imagem faz referência à violência do ritual Báhjaa no passado. Ilustração elaborada durante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloGrafismo aplicado em chocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Sem títuloPintura corporal feminina. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloPintura facial masculina. Feita sob suporte de um corpo masculino elaborado por Francy Silva. Trata-se de um grafismo Murui Minika. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloPintura facial e corporal e adornos rituais masculinos usados no curso de rituais de nominação de tipo Llaaríwa. Indicaria que o homem é casado. Feita sob suporte de um rosto masculino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloPintura facial e corporal e adornos rituais masculinos usados no curso de rituais de tipo Báhjaa. Feita sob suporte de um corpo masculino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloPintura facial e corporal e adornos rituais femininos usados no curso de rituais de tipo Báhjaa. Feita sob suporte de um corpo feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloPintura facial e adornos rituais femininos. Feita sob suporte de um facial feminino elaborado por Francy Silva. Ilustração elaborada durante a terceira oficina de representação gráfica na maloca Miranha do Xingu, em Tabatinga.
Sem títuloGrafismos executado em trocanos (tambores llaaríwa) que são adornados com grafismo em situação ritual (rituais de nominação ou transmissão de cargo de chefia). Aprendeu de Teresita, do clã Zogue-Zogue. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Sem títuloGrafismo executado no centro das máscaras de tipo kyíjtyuwa usadas no ritual de bebida de pupunha (ver documento técnico Produto 3). Aprendeu da mãe de Teresita, clã desconhecido. Ilustração elaborada em comunidade Bora no rio Igaraparaná.
Sem títuloIlustração que representa de maneira mais sistematizada grafismo facial executado por diversos autores (foto boa_20200223_var_01). Ilustração elaborada após o trabalho de campo (sob suporte de rosto feminino feito por Francy Silva) como exemplo de material a ser utilizado no produto final.
Sem títuloFoto da maloca Miranha do bairro Xingu em Tabatinga no dia da preparação da reunião de anuência.
Sem títuloFoto de máscara de madeira balsa (tipo kyíjtyuwa) adornadas com grafismos. Os desenhos foram feitos com pigmentos industrial (provavelmente caneta tipo marcador permanente) por Rosa Amelia Meicuaco, que os mantém em sua casa em Leticia.
Sem títuloDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes executam grafismos sob suportes de rosto e corpo feitos por Francy Silva.
Sem títuloDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes executam grafismos sob suportes de rosto e corpo feitos por Francy Silva
Sem títuloDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, participantes executam grafismos sob suportes de rosto e corpo feitos por Francy Silva
Sem títuloDurante a segunda oficina de representação gráfica na maloca Miranha do bairro Xingu, em Tabatinga, homem executa grafismos sob suporte de rosto masculino feito por Francy Silva
Sem títuloMagdalena e sua filha observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Sem títuloPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Sem títuloPessoas da comunidade Boa observam objetos e grafismos nas fotos da coleção de Wavrin depositada no Musée do quai Branly (França). A foto foi feita na comunidade Tagua, no rio Igaraparaná.
Sem títuloPessoas da comunidade San Andrés, San José e Providencia assistem ao produto final da etapa anterior do subprojeto e vídeos feitos por Wavrin na região em 1929. A foto foi feita na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Sem títuloPessoas da comunidade San Andrés, San José e Providencia assistem ao produto final da etapa anterior do subprojeto e vídeos feitos por Wavrin na região em 1929. A foto foi feita na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Sem títuloChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Sem títuloChocalho de cuia, madeira e fibra vegetal (ver objeto 71.1930.39.29 no documento técnico anterior, anexo fotografias digitais). O artefato é usado no curso dos rituais de bebida de pupunha (Meémeba). O grafismo recobre todo o corpo da cuia. Foto tomada na comunidade Providencia Nueva, no rio Igaraparaná.
Sem títuloPalmeira de pupunha nos arredores da comunidade Tagua, no rio Igaraparaná. O fruto é usado na preparação de uma bebida não-fermentada (meémeba). A bebida é também consumida no ritual homônimo, onde são usadas as máscaras que vimos no documento técnico anterior e cujas fotos foram entregues aos Bora-Miranha nessa etapa do projeto.
Sem títuloEquipe de trabalho em La Chorrera. Participantes: Assis Cavalcanti, Lino Pereira, Gersino Farias, Nelsa Benigno, Maria Sara Monteiro, José Cândido Ferreira, Lionel Rossini, Maria Luisa Lucas, Marco, José Fernando Teteye, Casilda Meicuaco, Ema Eimenekene, Yadira Teteye.
Sem títuloVista do porto. Foto tirada durante reunião de anuência e qualificação do acervo etnográfico do Museu do Índio.
Sem títuloAbano de palha. Foto tirada durante reunião de anuência e qualificação do acervo etnográfico do Museu do Índio.
Sem títuloReunião de Anuência.
Sem títuloMulheres Miranha com cocar de penas na Reunião de Anuência.
Sem títuloCantores esperam para entrar na maloca (ritual ujcutso)
Sem títuloConcentração no mambeadeiro durante ritual Ujcutso. Participantes: grupo “de dentro”, parentes do dono da maloca e do ritual.
Sem títuloManguaré (par de trocanos de madeira em formato tubular com interior oco, fenda longitudinal e as extremidades fechadas) / Termo nativo: cuúmu
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloPercussão: pau de ritmo de tipos variados (kijcyoí) com amarração de sementes vegetais unidas por corda de tucum (waáhtai)
Sem títuloValdé Miranha fala sobre a visão que os Miranha de Miratu possuem acerca da proposta do projeto de documentação e do preconceito que sofreram ao longo dos anos. Reunião de apresentação do projeto.
Sem títuloValdé Miranha fala sobre a visão que os Miranha de Miratu possuem acerca da proposta do projeto de documentação e do preconceito que sofreram ao longo dos anos. Reunião de apresentação do projeto.
Sem títuloValdé Miranha fala sobre a visão que os Miranha de Miratu possuem acerca da proposta do projeto de documentação e do preconceito que sofreram ao longo dos anos. Reunião de apresentação do projeto.
Sem títuloIsabel Miranha fala sobre o tempo de seus antepassados em Miratu. Atividade de visita a todas as comunidades da TI.
Sem títuloDepoimento de Gustavo Miranha sobre o projeto e memórias do passado. Reunião de anuência.
Sem títuloEncerramento da reunião de anuência na comunidade de Méria, com fala do professor indígena (Oquimar Miranha) sobre o projeto.
Sem títuloEntrevista com Sabá Miranha (Sebastiana), indígena de 100 anos residente em Alvarães e que relata algumas de suas memórias sobre o tempo de seus parentes antigos. Ela fala sobre a vida ritual, os antigos padrões de assentamento e a migração para o Brasil.
Sem títuloHistória migratória dos chamados “povos do centro”. Benito descreve o mito de origem da chegada das primeiras mercadorias ocidentais (machados, terçados, espingardas) e logo a atuação dos antigos chefes na troca de “órfãos” por esses mesmos produtos.
Sem títuloSantiago Meicuaco fala sobre o tempo em que os Bora e outros grupos vendiam os “órfãos” em troca de mercadorias ocidentais com comerciantes luso-brasileiros.
Sem títuloSantiago Meicuaco fala sobre o tempo em que os Bora e outros grupos vendiam os “órfãos” em troca de mercadorias ocidentais com comerciantes luso-brasileiros e sobre o fim desse negócio.
Sem títuloSantiago Meicuaco fala sobre como os antigos machados eram fabricados e usados. Logo, narra o mito de origem da chegada dos primeiros instrumentos de metal, na negociação entre Wakiméi Ihchúba e Uwaje Niimuhe.
Sem títuloSantiago Meicuaco se apresenta para a câmera e faz um resumo dos termas tratados na entrevista: a chegada das primeiras mercadorias, o comércio com agentes de escravos e a atuação violenta da empresa peruana Casa Arana.
Sem títuloChique (apelido) tecendo abano na preparação do ritual de Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: Rubiel.
Sem títuloProcessamento da mandioca na preparação do ritual de Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia. Nome dos participantes da cena: Fernando Gifichiu, Rubiel e Juliana.
Sem títuloReunião para eleição de novo governador do cabildo Providencia.
Sem títuloCerimônia de troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia.
Sem títuloPosse da nova junta diretiva do cabildo (governador e tesoureira) na cerimônia de troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia.
Sem títuloReunião de eleição da nova junta diretiva do cabildo Providencia na cerimônia de troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia.
Sem títuloReunião de eleição da nova junta diretiva do cabildo Providencia na cerimônia de troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia.
Sem títuloDistribuição do ambil do ritual de Ujcutso pelo novo governador, então cabecilla da festa , na cerimônia de troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia.
Sem títuloProcessamento de tabaco para a preparação do ambil na preparação do ritual de Ujcutso em razão da troca de governador e junta diretiva do cabildo Providencia.
Sem título