Baniwa
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Em Saúde dos povos indígenas, a Associação Brasileira de Antropologia torna público um conjunto de estudos propositivos de uma reflexão crítica essencial sobre as relações entre o fazer antropológico, a implementação de políticas públicas de saúde e a participação dos povos indígenas nesse contexto. Ao fazê-lo, abordamos temas como a participação das organizações indígenas na formulação das políticas públicas e seu potencial transformador, as ligações dos intelectuais nativos - pajés, muitas vezes - com as formas de poder associadas à biomedicina, e a contribuição técnico-cientifica que o antropólogo, em seu trabalho cotidiano, traz para uma nova construção de nação e de cidadania no Brasil contemporâneo
Sem títuloEtnografia sobre a relação dos chamados "piaçabeiros" no médio rio Negro e suas relações de conflito existentes
Sem títuloPublicação sobre a relação do povo indígena Baniwa na Terra Indígena Alto Rio Negro com a piscicultura
Sem títuloPublicação sobre a produção e comercialização da pimenta jiquitaia produzida nas comunidades Baniwa dos rio Içana e Ayari
Sem títuloNa trilha da cidadania reúne 14 iniciativas voltadas para a promoção dos direitos dos povos indígenas, desenvolvidas por suas próprias comunidades ou com sua decisiva participação. São experiências premiadas ao longo dos oito ciclos anuais de premiação do Programa Gestão Pública e Cidadania, realizados entre 1996 e 2003
Sem títuloPreparação do bongo que levou o material de apoio da oficina de produção de cerâmica para São Joaquim, incluindo abastecimento de gasolina e de rancho. O abastecimento foi feito no porto Queiroz Galvão.
Participantes: Mario de Lima, hohodeni de São Joaquim e seus ajudantes
Registro do segundo dia da viagem de subida entre São Gabriel e São Joaquim. Registro da passagem da voadeira pelas corredeiras da cachoeira de Tunuí, o principal obstáculo deste tipo de viagem no período do inverno.
Sem títuloRegistro do segundo dia da viagem de subida entre São Gabriel e São Joaquim. Registro do encontro com uma canoa que subia para o alto Içana, na região dos grandes lagos deste rio, acima de Tunuí.
Participantes: Armindo de Souza Brazão, piloto de voadeira.
Entrevista com Nazária sobre cerâmica e o projeto de salvaguarda do conhecimento relativo à esta arte. Ao mesmo tempo foi feito o registro do processo de modelagem inicial dos potes de cerâmica.
Participantes: Nazária Andrade Montenegro e Orlando Andrade Fontes (entrevistando).
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim.
Participantes: Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos);
Homens trabalhando arumã. Entrevista sobre a importância do arumã (Mario e Carlos) e da cerâmica (Carlos) para os Baniwa.
Participantes: Mario de Lima e Carlos Fontes.
Registros da coleta de resina vegetal, barro e casca de caraípe, utilizados no preparo da cerâmica.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Entrevista com Maria sobre cerâmica. Tema: polimento e modelagem dos potes.
Participantes: Maria de Lima.
Cena de cobertura: chuva na aldeia de São Joaquim, na parte da tarde.
Sem títuloRegistro de processo de elaboração de matéria-prima. Processando cinza de Kawa (caraípe), queimando e pilando. Misturando cinza de kawa pilada com barro (dekay). Ao final, imagens do local da oficina com ceramistas trabalhando na modelagem de peças.
Participantes: Carolina Campos
Cenas da oficina do entardecer na aldeia.
Participantes: Diversos homens e mulheres de São Joaquim e visitantes participando ou acompanhando participantes da oficina de cerâmica.
Entrevista sobre diversos temas: cerâmica no dia a dia, abandono da cerâmica; verniz omaphitako, organizações femininas de trabalho e venda de artesanato (UMIRA). Mapoapi.
Participantes: Ana e Cristina de Macedônia
Cenas de chuva. Menino com guarda chuva e siri.
Participantes: Diversos
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres apresentam as peças de cerâmica após terem concluído o trabalho.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos) e Maiara
Dona Graciela tirando tucum e organizando as folhas de tucum, sempre usando técnicas para não pegar os espinhos.
Sem títuloAs Jovens mulheres no caminho da roça com suas cabeças de Tucum
Sem títuloNa imagem vendo a mulher com seu aturá nas costas, cheio de mandioca e frutas em cima também. Isso é típico entre as mulheres Baniwa.
Sem títuloEm todas as roças, sempre é plantada diversos tipos de frutas, justamente pensando nos filhos e netos. A dona da roça cortou cana e colheu também cubío para fazer salada com pimenta.
Sem títuloNa imagem as mulheres com seus aturás nas costas e cesta em sua cabeça, voltando da roça para casa.
Sem títuloNo meio da roça está a dona da roça, sua filha Nilda e eu (Francineia), a dona Cristina com seu aturá e as mulheres jovens todas em pé atentas para ouvir a narrativa que está sendo contada pela dona Maria José, mostrando as variedades de manivas, que deve ser plantada na capoeira. Ela explicou o porquê atrás das casas, pois disse, que as vezes chove o dia inteiro. E as vezes no final do dia ela vai rapidinho arrancar, pois fica muito de perto de sua casa, isso é uma estratégia criada para tempo de muita chuva.
Sem títuloAtividade de registro realizada em novembro de 2019. Nessa imagem vemos uma jovem, usando como ferramenta de registro o seu celular, levantada perto de igarapé, indo para roça. Toda registro feita sobre tucum e roça, jovens mulheres usaram celulares para ajudar a fazer os registros durante a conversa feita com as conhecedoras da comunidade.
Sem títuloNa imagem vemos uma senhora com sua lenha na cabeça. Essa imagem representa todas as mulheres baniwa. Quando voltam para casa, elas sempre levam lenha para casa, pois com ela cozinham, defumam peixe ou caça. Lenha é o gás dos indígenas
Sem títuloDona Lúcia, limpando peixes para cozinhar e outros para moquear, na foto temos peixes variados que são: tucunaré amarelo, tucunaré surubiana, aracú pinima, aracú dumé e aracá raio.
Sem títuloÁ esquerda está a Dona Bidoca, no meio a sua netinha, e do lado a dona Isabel. As duas são artesãs profissionais da comunidade. Na imagem vemos a Dona Bidoca ensinando a sua neta a fazer artesanato. Esse repasse para as crianças é um aprendizado muito riquíssimo do “aprender/brincar”.
Sem títuloA Dona Isabel Castro e Bidoca Castro, estão puxando tucum, usando suas técnicas tradicionais para tirar os fios da folha de tucum.
Sem títuloChegando no sítio Típuku, a Laura Martins sai com seus aturás nas costas, indo em direção do caminho da roça.
Sem títuloNa imagem aparece as mãos de Dona Lúcia Emílio, que está espocando as frutas de urucum para tirar suas sementes e tingir ramas de tucum.
Sem títuloDona Bidoca pintando rosto do Fabrício com karajurú ou Crajirú. Antes de fazer dabucurí todos estavam se pintando para participar da festa.
Sem títuloEncabeçando a dança o Sr. Gracindo e sua esposa Íris e os demais atrás, dançando alegremente para festejar os dias dos professores, praticando as danças nossas.
Sem títuloNa imagem vemos a Jovem Josiane Mandú subindo numa árvore para poder tirar tucum. Algumas árvores, servem de apoio para pode tirar a matéria-prima. Pois pé de tucum é muito espinhosa, por isso é tirado com um gancho feito com uma vara bem cumprida.
Sem títuloRegistro do cotidiano e das principais atividades: mulheres juntas estão sentadas numa roça que acabou de ser derrubada que é na terra firme. Essa roça foi derrubada por meu pai, Francisco. As demais mulheres estavam sentadas e minha mãe plantando caroço de tucumã.
Sem títuloDona Cleomar Olímpio com seus aturás em sua roça que foi queimada recente que está no processo do plantio de maniva e de frutas.
Sem títuloEssa planta se chama “ remédio da roça”, essa planta tem uma raiz idêntica a mandioca. Por isso ela deve ser sempre plantada na roça nova para ter fartura na hora de arrancar mandioca.
Sem títuloNa foto, aparece uma panela de açaí sendo mexido com cuia yamarú. Depois de ser socado com pedaço de madeira, já está no ponto de fazer o vinho de açaí, coar em seguida e depois tomar xibé de açaí (farinha com açaí).
Sem títuloA Dona Bibiana fazendo beiju, sempre usando suas técnicas de fazer. Forno deve está numa temperatura certa para poder dá certo. Sempre usando os saberes tradicionais e usando os artefatos próprios
Sem títuloUma cesta cheia de frutas tirada da roça. Na ida a roça sempre trazem variedade de frutas para casa que são: banana, e dois tipos de batatas
Sem títuloNa imagem aparece Aparecida Batista e seu esposo Jaime Chaves segurando motor rabeta, indo para roça que fica umas 2 horas descendo no rio. Se deslocando da comunidade às suas roças que ficam em seus sítios, é uma rotina das famílias indígenas do rio Içana.
Sem títuloAlgumas frutas são plantadas na roça, tais como pupunha. A Dona aparecida está colhendo frutas de pupunha que tirou na sua roça antiga que já é “kukuera”, onde só tem frutas.
Sem títuloNa foto, percebemos que a Aparecida usa peneira de farinha com massa em cima e aos poucos vai sacudindo e vai caindo, se transformando em beiju, e vai ser cortado em forma de triângulo, e vão ficando na beiro do forno para ficar crocantes.
Sem títuloNadma e Josi fazem trocas entre a caça por pimenta. As trocas alimentares entre as famílias é um modo comum de suprir as necessidades de cada família.
Sem títuloEliezer e Nazaré seguem para a roça com seus filhos pequenos, na canoa. Para chegar à roça, as famílias frequentemente precisam se deslocar de canoa, com ou sem motor.
Sem títuloNazaré colhe pimentas na roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloCesta formada por uma panela velha e folhas de embaúba dão suporte para as pimentas colhidas na roça. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloAs pimentas foram colhidas na roça da Sr. Nazaré e Eliezer, depois são colocadas numa peneira grande. Pimentas são bastante apreciadas na região, fazem parte da cosmologia nativa e geram renda a partir de uma rede de produtos sustentáveis.
Sem títuloTrocar plantas ou mudas entre as mulheres é uma troa de saberes. A muda de pimenta é embalada numa folha de embaúba, isso é uma técnica que usamos para proteger a muda.
Sem títuloNa foto aparece Dona Carol pilando as cascas queimadas para transformá-las em cinza.
Sem títuloMulheres Baniwa sentadas, depois de uma longo dia de trabalho, momento de tomar xibé de patuá, e aproveitar para conversar mais sobre as peças feitas .
Sem títuloDona Carol e Francy Silva, mestras de cerâmica com seus aturás rumo à extração das cascas de caraípe na floresta.
Sem títuloMulher baniwa da comunidade de Santa Isabel retirando casca do tronco com facão.
Sem títuloFrancy da Silva e Dona Carol retiram barro de um buraco perto do rio.
Sem títuloMistura de cinza de caraípe (kawa) com barro (dekai) para fazer a base de cerâmica. Aparece a mão de Dona Arcélia.
Sem títuloDona Carol e Dona Docilene Brazão moldam juntas, são duas mestras de cerâmica que estão na troca de conhecimento entre elas e as jovens.
Sem títuloA Francy Silva moldando uma peça cerâmica com forma de biribá.
Sem títuloTrês meninas recolhem um barro mais avermelhado no igarapé.
Sem títuloMulher baniwa pintando sua cerâmica com padrão baniwa, usando os desenhos feitos por elas mesmas, desenhos apropriado para cada objeto.
Sem títuloImagem da casa onde as peças de cerâmicas estão sendo defumadas e queimadas.
Sem títuloDona Carol pegando cerâmica já defumada e queimada no fogo, já envernizada com breu.
Sem títuloMomento em que elas estão puxando o tucum para tirar fios da folha. Elas sentam embaixo de jambeiro para fazer o trabalho
Sem títuloResultado de ampla pesquisa na qual a autora apresenta os diversos aspectos que compõem o complexo mundo baniwa, a importância que a doença ocupa nele, suas especificidades, sua cultura, seu modo estóico de vida, suas inter-relações com outros grupos étnicos do Alto Rio Negro, Amazonas. Nos permite mergulhar e melhor compreender o "caleidoscópio de problemas vividos hoje pelos povos indígenas" no Brasil em diversas áreas. Sociopoliticamente de alta relevância, revela a distância entre as necessidades desse povo e os serviços de saúde para eles disponibilizados, pautados por um tendência à uniformização e baixa sensibilidade às diferenças culturais
Sem títuloMostra um retrato minucioso do indigena alto-rio-negrino, desvendando seu saber sobre o meio amazonico e suas tecnicas de preservacao do meio ambiente. Em uma descricao densa, mostra como outras culturas preservam quase intacta uma diversidade biologica ainda pouco conhecida e estudada. Os indios das aguas pretas demonstram a importante contribuicao que os estudos antropologicos podem fornecer na busca de solucoes alternativas para a resolucao de problemas que tem mobilizado entidades conservacionistas do mundo todo e exigido a tomada de posicao de autoridades governamentais
Sem títuloEste livro dá sequência à série iniciada com "Manejo do Mundo. Conhecimentos e práticas dos povos indígenas do rio Negro", publicado em 2010. Como o primeiro, este volume dedica-se a um tema de enorme relevância na vida dos povos indígenas do rio Negro: a inscrição de suas histórias de origem na paisagem natural. Em seu conjunto, os textos aqui reunidos são o resultado de pesquisas colaborativas e de múltiplos diálogos entre pesquisadores brancos e indígenas acerca de como fazer pesquisa, do que e como registrar, de como tratar das histórias contadas pelos mais velhos e de como estimular os mais jovens a se envolver neste tipo de atividade
Sem títuloLivro contendo coletânea de histórias Baniwa registrados pelo antropólogo Robin Wright
Sem títuloEntrevista com Maria sobre cerâmica e o projeto de salvaguarda do conhecimento relativo à esta arte. Ao mesmo tempo foi feito o registro do processo de modelagem inicial dos potes de cerâmica e da história pessoal da ceramista.
Participantes: Maria de Lima e Orlando Fontes (entrevistando).
Entrevista sobre diversos temas: mitologia da cerâmica, vida antes das mercadorias.
Participantes: Vitorino, patriarca de São Joaquim
Cenas de fim de tarde. Cenas da oficina: mulheres pintando potes.
Participantes: Diversos
Registro de técnica de acabamento com fumaça.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Maiara Campos de Andrade (12 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Maria Brazão (34 anos); Maria de Lima (39 anos); Ana Brazão (57 anos); Laura Brazão (28 anos); Docilene Brazão (24 anos); Lucia Brazão (30 anos); Adalta Rodrigues (22 anos).
Cenas da oficina de cerâmica em São Joaquim. Mulheres queimam as peças de cerâmica em uma roça nos arredores da comunidade.
Participantes: Carolina Campos (53 anos); Dorinha Andrade Campos (36 anos); Nazária Andrade (52 anos); Carlos Fontes.
A jovem Gorete tirando tucum do talo cheio de espinhos, usando suas técnicas.
Sem títuloDurante a retirado de tucum. Quando passamos por uma roça a Dona Graciela com seu ganho no ombro e terçado na mão, nos mostra remédio que tem na roça, falando sobre a planta e seus processos de cura.
Sem títuloNa foto vemos as mulheres cada uma com feixes de tucuns, voltando para comunidade.
Sem títuloA Nilda na beira do rio lavando seus tucuns.
Sem títuloNessa imagem vendo a jovem indígena capinando e ao mesmo tempo seu aturá estava perto cheio de raízes de mandioca. Atrás uma moita de capim. Quando arrancamos mandioca sempre fazemos fogo para limpar a roça e facilita no processo.
Sem títuloNa imagem a jovem Nilda levanta sua pêra (trançado feito com folha de patoá), cesta apropriada para colocar batata na hora de colher a raiz.
Sem título