Arqueologia
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Catálogo da exposição chamada Une plante du jardin amérindien: Le manioc à travers les âges realizada no Musée d`Archéologie Précolombienne na Martinica sobre a mandioca
Estudo que aborda o desenvolvimento das pesquisas arqueológicas na região do Pantanal, a maior área úmida contínua do planeta; no qual o autor analisa a produção científica dos arqueólogos dentro do contexto histórico da época em que foi produzida. Apresenta um breve e crítico histórico sobre as pesquisas arqueológicas realizadas na região e faz uma avaliação historiográfica dos estudos arqueológicos, sempre com a preocupação de tratar da relação autor-obra-meio. Trata-se, portanto, de uma obra que estimula o debate científico
Sem títuloA publicação teve origem na dissertação de Mestrado, elaborada sob a orientação da professorea Doutora Tânia Andrade Lima, e defendida em 2005, no núcleo de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Sergipe
Sem título. A pesquisa girou em torno do estudo dos processos de mudanças e de continuidade das estruturas culturais dos diferentes grupos sociais que ocuparam a área em questão, desde o início de sua ocupação histórica, no final do século XVIII, até a atualidade
Esse volume apresenta um panorama da arte rupestre brasileira no espaço e no tempo, destacando o forte apelo estético dos grafismos feitos pelos caçadores pré-históricos que ocuparam o Brasil. Revela ainda como os especialistas no tema constróem interpretações desses registros
Sem títuloA autora tem como objetivo debater o nascimento e a prática da etnografia no interior do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil (IHGB), com ênfase no momento da discussão política em torno dos projetos nacionais para o Brasil imperial. As páginas do periódico do IHGB, que reunia os mais importantes letrados comprometidos em pensar um projeto para a antiga colônia portuguesa, são ricas em discussões em torno do papel que caberia ao indígena nesse processo em gestação. E para isso era preciso munir-se dos conhecimentos necessários para conhecê-Ios, nomeando-os, descrevendo-os, tornando-os visíveis segundo procedimentos narrativos capazes de igualmente controlá-Ios. Nasce assim uma etnografia aliada a um processo de escrita da história nacional, quando os campos de conhecimento ainda em processo de definição permitem perceber como os dois saberes ainda não se encontram acantonados em territórios que fariam de cada um deles e de suas práticas correlatas disciplinas específicas segundo regimes próprios de escrita. A autora investiga de maneira inovadora e inteligente esse procedimento, restituindo-o ao terreno da história e compreendendo-o como processo peculiar à sociedade imperial oitocentista e em suas estreitas correlações com o projeto político de desenho da nação. Estruturando-o em três partes muito bem articuladas, neste livro a autora enfrenta o desafio de pensar o lugar do indígena na perspectiva de um novo objeto de conhecimento, assim como o problema de sua inserção nos projetos de Estado nacional. Baseada em sólida pesquisa documental e em uma bibliografia atualizada, explora em profundidade o tema com sugestões interpretativas bastante originais e que alargam o campo de investigação a respeito do assunto
Sem títuloExcelente coletânea com 18 estudos originais sobre diversos aspectos das expedições para o alto Xingu, comandadas por von den Steinen em 1884 e 1887. Um belo trabalho editorial, o livro é amplamente ilustrado com imagens atuais e da época das expedições, trazendo ainda uma reprodução em tamanho original do mapa da expedição de 1887, publicada em Berlim em 1893
Sem títuloVoltado sobretudo para o estudo dos assentamentos, subsistência e cultura material dos Guató, o livro utiliza e problematiza um amplo repertório de fontes históricas e etnográficas, sobretudo do século XIX
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